Van Gogh: 6 curiosidades

Van Gogh: 6 curiosidades

Simplesmente um dos pintores mais influentes do século 19, o holandês Vincent Willem Van Gogh morreu em 29 de julho de 1890, com apenas 37 anos de idade, dois dias depois de dar um tiro no próprio peito. A vida toda de Van Gogh foi marcada pela luta contra vários distúrbios mentais que psiquiatras modernos tentam até hoje diagnosticar com base nas mais de 800 cartas que o pintor enviou para amigos e familiares.

Marwan Medhat, projeto “Live Art Project”

Seis curiosidades sobre a vida e obra do Pintor

Van Gogh começou a pintar com 27 anos

Só que, quando começou, não parou nunca mais. Produziu nada menos que 900 obras em menos de 10 anos. Antes da carreira de pintor, tentou a sorte como vendedor de arte, professor e até mesmo como pastor.

Self portrait with Felt Hat, Van Gogh, 1887

Van Gogh vendeu apenas um quadro em vida

Sete meses antes de sua morte, Van Gogh teve um quadro vendido por 400 francos na Bélgica: o The Red Vineyard, ou Vinhedo Vermelho. Um século depois seu quadro mais caro foi vendido por 148,6 milhões de dólares.

The Red Vineyard

Van Gogh morou com uma prostituta

O artista era um cara de muitos amores, em sua maioria, seus affairs eram prostitutas. Sien foi sua favorita, com quem morou e até ajudou nas tarefas domésticas, como cuidar de seu bebê. Ela aparece em vários retratos feitos por Van Gogh.

Van Gogh pintou Noite Estrelada em um manicômio

Um de seus quadros mais conhecidos, Noite Estrelada, foi pintado em um manicômio de Saint-Remy-de-Provence, na França, lá em 1888. Van Gogh se internou voluntariamente após ter cortado a própria orelha.

Van Gogh tem uma história tão sensacional que virou filme

Com Amor, Van Gogh(sim, tá na Netflix), que foi lançado em 2017 e indicado ao Oscar de melhor animação, conta os últimos anos da vida de Van Gogh. É o primeiro filme inteiro em animação com pinturas. Para isso, 125 artistas estudaram a técnica de Van Gogh e criaram mais de 65 mil frames de pintura a óleo para dar vida aos seus quadros.

Claro que a STM faria sua homenagem: T-shirt Van Gogh – STM. Curtiu? Cola na loja online e garante a sua! 😉

Camiseta Van Gogh - STM
Camiseta Van Gogh – STM

Curiosidades de Bohemian Rhapsody, o filme sobre o Queen

Curiosidades de Bohemian Rhapsody, o filme sobre o Queen

O longa que promete contar, como nunca antes contada, a história de Freddie Mercury e seu lendário Queen tem data marcada para estrear no Brasil: 27 de Dezembro de 2018. Ansiosos? Esta loja de camisetas que vos fala está. E muito!

Focado no período desde a formação da banda até seis anos antes da morte de Freddie (1991), o filme conta com ninguém menos que Rami Malek (da série Mr. Robot) como protagonista.

Sacha Baron Cohen, sim, o comediante britânico, havia sido escalado originalmente para o papel. Mas depois de muitas críticas de fãs do Queen, e e dos ex-membros da banda, o ator abandonou a produção.

A dança das cadeiras que rolou na produção do filme não para por aí! Peter Morgan escreveu o roteiro original de Bohemian Rhapsody. Com a demora na produção do filme, o roteiro foi passado para Anthony McCarten. Já a direção do filme começou com Bryan Singer, que foi demitido a apenas duas semanas do fim das filmagens. No seu lugar entrou o diretor Dexter Fletcher.

Bohemian Rhapsody narra a história ao redor dos primeiros anos do Queen na década de 70. Começa com o encontro entre Freddie Mercury, o guitarrista Brian May, interpretado por Gwilym Lee, o baterista Roger Taylor – papel de Ben Hardy, e o baixista John Deacon, interpretado por Joseph Mazzello.  E termina com o apoteótico show da banda Live Aid em 1985, uma das maiores e mais sensacionais apresentações da história do rock.

Como a própria divulgação do filme já adianta: “a única coisa mais extraordinária que sua música, é sua história”. Pois é, Freddie Mercury realmente desafiou estereótipos, quebrou todas as convenções e se tornou um dos artistas mais amados do planeta.

A missão do filme é mostrar o sucesso meteórico do Queen, suas canções icônicas e o som maravilhoso e revolucionário da banda. Que tarefa f**da, né? E pra dar aquele gostinho extra, vai aí o segundo trailer do filme que vai falar sobre a banda que até hoje inspira desajustados, sonhadores e amantes da música. 

Oh mama mia, mama mia, mama mia let me gooooooo!

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Camiseta Queen Freddie STM, nossa homenagem exclusiva 😉
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Sincronia entre Pink Floyd e Mágico de Oz em versão otimizada

Sincronia entre Pink Floyd e Mágico de Oz em versão otimizada

Se você, como a gente, chegou na internet quando isso aqui ainda era só mato, sem dúvida já ouviu falar do efeito “The Dark Side of the Rainbow”. Para os recém-chegados: esse foi o nome dado pra curiosa sincronia entre o The Dark Side of the Moon (1973), mais famoso álbum do Pink Floyd, com o clássico do cinema O Mágico de Oz (1939).

Pois é, o assunto foi já foi supra comentado, já virou camiseta de rock, já gerou inúmeras teorias mirabolantes e muitas vezes conspiratórias, além de ter virado até tema de evento no MIS – Museu da Imagem e do Som (São Paulo) que contratou banda e tudo pra executar as músicas ao vivo enquanto o filme era exibido em um telão. Sensacional, diga-se de passagem.

Tudo indica que foi em meados da década de 90 que algum maluco descobriu que The Dark Side of the Moon é a trilha quase perfeita para o filme. É realmente espantoso: os cortes e viradas das músicas dão todo sentido para as cenas. Momentos de tensão ou calmaria casam com a melodia e letra das músicas. Até as ações de personagens são marcadas em cada canção.  Por exemplo, quando a protagonista Dorothy balança em um muro entra o verso de “Breathe” com a letra “balançando na maior onda”. Em outro momento Dorothy encosta o ouvido no peito do personagem Homem de Lata enquanto ouvimos a batida de coração de “Brain Damage”.  Ainda na mesma música, quando a letra diz “o lunático está na grama”, vemos o personagem Espantalho dando uma surtada.

Quer fazer a sincronia em casa? Dá! Aperte o play no álbum no momento que o leão da MGM solta seu terceiro rugido. Pronto, você vai presenciar um dos mistérios mais legais do mundo do entretenimento. Mistério porque os caras do Pink Floyd negam sumariamente que o efeito seja proposital.

Existem inúmeras versões do efeito na internet, e quem já assistiu alguma delas pode reparar algumas falhas de sincronia. Mas, como a internet está cheia de boas almas, uma delas resolveu esse problema e corrigiu todas as falhas de sincronia. O anjo foi o usuário do YouTube “dumwyteguy” que postou neste ano a versão otimizada de  Dark Side of the Rainbow. Dá o play aí embaixo 😉

3 dicas para escolher o presente para o Dia dos Pais e acertar em cheio!

3 dicas para escolher o presente para o Dia dos Pais e acertar em cheio!

Quer Acertar no presente para o Dia dos Pais?

VAI DE STM!

Acertar em cheio no presente pode não ser uma tarefa simples… Mas se você está lendo essas dicas preparadas com muito carinho pela STM para os pais mais descolados da galáxia, quer dizer que o presenteado tem muito estilo, o que já é meio caminho andado! Uma camiseta estilosa STM é mais que um presente: é um jeito de mostrar que você conhece o presenteado e sabe que ele curte cuidar do visual e produtos de qualidade.

Caimento tem que ser perfeito!

Na loja de camisetas STM tem o caimento certo para cada estilo. Navegando pelo site você vai encontrar:

Então, se o pai que você vai dar uma STM de presente é mais clássico e não abre mão de uma camiseta que veste bem, uma peça com corte reto e gola tradicional é o ideal. Já para o pai mais moderninho, que curte um visual mais ousado, as peças STM com gola alongada ou no corte a fio vão fazer sucesso!

descubra os gostos dele!

Conhecer o quem vai ganhar o presente é super importante na hora de escolher o estilo da camiseta masculina. A STM, por exemplo, tem camisetas com estampa ou sem. Camiseta com bolso ou sem, camiseta recortes, camisetas básicas etc. Pra você chegar mais rápido em cada estilo, separamos os links diretos aqui embaixo:

capriche no tema do presente

Nada mais especial do que um presente com a nossa cara, né? Pensando nisso, essa última dica parece básica mas é bem importante. Não adianta dar um presente que você curte e o presenteado nem tanto.

Então, se na hora comprar o presente para o Dia dos Pais você escolheu camiseta com estampa, escolha com carinho! O presente ideal também é uma chance de mostrar que você admira ou compartilha os mesmos gostos dele. Seja camiseta de filme ou uma camiseta de rock, uma camiseta florida, de cartoon, tattoo: essa é a hora de mostrar que você conhece o papai como ninguém.

E aí, já escolheu o presente perfeito para o dia dos Pais? Tem alguma dica matadora pra compartilhar com a gente? Deixa aqui nos comentários!

Nova Coleção Streets STM

Nova Coleção Streets STM

Está no ar a nova Coleção STM: Streets. Com modelagens e estampas exclusivas, a coleção tem inspiração na cultura urbana e traz elementos super cool para compor os looks mais descolados.

Tattoo, música, cinema e arte estamparam as 10 camisetas masculinas da coleção. As peças já estão disponíveis na loja online, onde você também encontra diversas outras coleções com descontos e um OUTLET com preço único de R$ 49,90 em uma seleção de últimas peças. Corre lá: www.stripme.com.br 😉

30 fatos geekys sobre Dave Grohl e o Foo Fighters

30 fatos geekys sobre Dave Grohl e o Foo Fighters

Curte Foo Fighters? É fã do #caramaislegaldorock, Dave Grohl? Então esse post é pra você. Sem mais delongas, 30 facts sobre o músico e a banda. Vem!

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Grammy = peso de porta

“Durante muito tempo eu usei um Grammy para segurar a porta do meu quarto que nunca parava aberta. Agora eles estão numa prateleira.”

Aflições

Dave tem pavor de pornô japonês. “Pornô japonês é assustador, ninguém parece estar desfrutando do que está fazendo”, disse ele. “Eles fazem com que aquilo pareça um crime, e eu não curto muito isso.” (The Observer, 2007)

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Não, ele não escuta Nirvana

Grohl diz que ainda não consegue ouvir as músicas do Nirvana. “Lembro-me imediatamente como foi o dia em que gravamos. A comida ou a porra da tempestade de neve. É como abrir uma caixa de fotos antigas e eu não gosto de fazer isso com muita frequência.”

Homesick

Em 2000, Dave declarou para a revista NME que a música “I Ain’t The One” do Lynyrd Skynyrd o faz sentir saudades de casa. “Essa era a única música que eu rebobinava pra ouvir quando tinha que ir ao supermercado.”


Homenageando a família

Sua filha, Violet Maye, ganhou esse nome em homenagem a sua avó, enquanto o nome de sua segunda filha, Harper Willow, homenageia seu tio-avô.

Ligado no 220V

“Eu sou como uma criança hiperativa. É difícil ir dormir à noite, eu acordo depois de cinco horas porque sinto que estou perdendo tempo. Fico sentado durante a noite pensando sobre o que eu posso fazer em seguida. Próximo!” (SPIN, Junho de 2005).

Nepotismo

A ex-esposa de Dave Grohl, Jennifer Youngblood, clicou as fotos do álbum do Nirvana “Unplugged In New York”, assim como as fotos do álbum de estreia do Foo Fighters.

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Viagem de ácido

Dave Grohl já alucinou com pequenos dinossauros. “Uma vez eu tomei um par de ácidos numa viagem de barco da Inglaterra para a Bélgica, e acabei correndo em círculos por três horas, tendo alucinações que pequenos dinossauros estavam mastigando os tornozelos de todos. Isso foi bizarro. E a bad trip durou 12 horas.”

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In his honor…

Em 2009, Dave Grohl foi homenageado com uma chave de sua cidade natal – Warren, Ohio. Além disso uma rua ganhou o nome de ‘Dave Grohl Alley’, com diversos murais pintados por artistas locais.

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Lei seca

No ano 2000 Dave foi multado na Austrália por dirigir bêbado uma scooter de aluguel.

Cultura inútil, ou não

Rashida Jones do seriado The Office estrelou no clipe de “Long Road to Ruin” do Foo Fighters.

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Baixa gastronomia

Dave é fissurado pela cozinha londrina, mas esqueça a sofisticação: seu prato preferido é o famoso Bangers and Beans (salsichas e feijão). “Eu juro por Deus que é a minha refeição favorita no mundo. Eu poderia comê-la sete vezes por dia para o resto da minha vida. Eu não estou brincando – todo o resto é merda.” (NME, 1997)

Bang!

A arma favorita de Dave é uma calibre 12, que ele chama de “um polivalente”. (Kerrang!, 2002)

Abraça árvore

Grohl já foi embaixador de uma campanha em favor do meio ambiente chamada Global Cool, que também contou com outras Cool Personalidades como Sienna Miller, Heather Graham, Josh Hartnett, Brandon Flowers e Johnny Borrell.

Jagged little pill

Antes de entrar no Foo Fighters, o baterista Taylor Hawkins era baterista de Alanis Morissette. Tá, essa você já sabia.


ha ha ha

Dave é um fanfarrão. Prova disso é sua piada de baterista favorita:

“How can you tell a drummer’s at the door?

He doesn’t know when to come in.”

Traduzindo mal e porcamente: “Quando você sabe que um baterista está na sua porta? Ele não sabe a hora que tem que entrar.”

Fãs estranhos

“Outro dia alguém jogou no palco um sutiã amarrado a uma bola de tênis. Eu fiquei ali, tocando violão, pensando em como isso devia ter sido totalmente premeditado.”(Melody Maker, 2000)

Freela

No final dos anos 80, Dave trabalhou na Tower Records em Washington DC, uma loja de discos que ele diz ter sido seu pior trabalho da sua vida.

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Politizado

Quando o presidente dos EUA, George W. Bush usou “Times Like This” em seus comícios em 2004, Grohl anunciou publicamente seu apoio à oposição.

Come a little bit closer baby

Dave cultiva um amor secreto pelas Spice Girls. “Two Become One, das Spice Girls. Eu não conseguia tirar essa música da cabeça. Não é uma música dance, é essa jam-lenta-balada-pop merda. Senhor, eu simplesmente amo isso e não não sei o que fazer. Você acha que eu preciso de um psiquiatra? “(Kerrang !, 2006)


Sonhando alto

Na infância seu sonho era ser piloto de helicóptero.

Modéstia

Ele ainda se surpreende com o sucesso do Foo Fighters. “O Foo Fighters começou com uma fita demo que eu fiz no final da rua de casa. Eu nem sequer esperava que virasse uma banda – era apenas um pouco de diversão.” Nesse álbum Dave além de compor todas as músicas, tocou todos os instrumentos. E cantou. E fez backing vocal.

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Cada um no seu quadrado

A banda adora gravar em seu próprio estúdio. “Alivia a pressão, porque uma das grandes vantagens de ter seu próprio estúdio é que não há nenhum relógio na parede…” (Classic Rock, 2005)

Ostentação

“Eu estou podre de rico. Para um caipira perdedor da Virginia, eu estou podre de rico! Vamos dizer que posso muito bem comprar o que quiser.” (Melody Maker, 2000)

Dave Gourmet

O cara é um conhecedor de aspargos. Sim, aspargos. “Você sabe que o aspargo está pronto quando ele parece um pênis flácido.” (Pop Smear, 1999)

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Capetinha

Dave participou do filme Tenacious D, a palheta do Destino e no clipe “Beelzeboss” da banda Tenacious D, formada por Jack Black e Kyle Gass, fazendo o papel do demônio no filme, além de participar como baterista de todo o álbum The Pick of Destiny.


Falando em parceria…

Taí um cara que não para e literalmente já tocou com todo mundo. Em seus projetos extras, podemos citar o Songs for the Deaf do Queens of the Stone Age tocando bateria e fazendo alguns shows; o  Probot, projeto que reuniu grandes nomes do metal, e ídolos de Dave Grohl, como o Lemmy do Motörhead e Max Cavalera (Sepultura, Soulfly), o With Teeth do do Nine Inch Nails etc. etc. etc.


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I-nes-pe-ra-do

Dave já declarou no Daily Star que o álbum Wasting Life foi inspirado nas bandas Abba e The Bee Gees.


FRESH POTS!

Dave é viciado em café, o que proporcionou isso ao mundo:


Break a leg!

Depois de seu recente acidente, em que Dave quebrou o pé no palco durante um show na Suécia e voltou para tocar engessado, algumas performances hilárias têm acontecido. O cara já levou a mãe e o ortopedista pro palco, fez um trono a lá Game of Thrones cheio de luzes e guitarras pra tocar sentado, entre outras.

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O líder do Foo Fighters também está mais, digamos, “sentimental” depois do ocorrido. Revelou em uma entrevista à Q Magzine que chorou ao ver a homenagem que a ruiva Florence Welch, do Florence + The Machine, fez pra ele no Glastonbury que rolou no fim de junho. A banda substituiu os Foos como atração principal da noite e tocou uma versão intimista de “Times Like These”.  “Um dia depois do show, alguém me mandou um link da performance e eu chorei como um bebê. Meu coração derreteu e eu serei sempre grato. Muito mesmo, você não faz ideia.”, disse Dave.

http://www.youtube.com/watch?v=UF5A1dJ9UN0

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SOBRE A STRIP ME

As camisetas de bandas da Strip Me são homenagens ao rock’n’roll de bom gosto e uma opção diferenciada para um público selecionado, que sabe o que quer. Os produtos tem pegada rock and roll: são camisetas de música, camisetas de cinema e camisetas de cultura pop e acessórios descolados. E o melhor, tudo isso tá na loja online que entrega pra todo Brasil: www.stripme.com.br

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Os 30 anos de Rocky IV – A propaganda da Guerra Fria

Os 30 anos de Rocky IV – A propaganda da Guerra Fria

– por José Rubens –

Em 1985, durante o governo Reagan e próximo ao final da tão temida Guerra Fria, Sylvester Stallone brindou a sociedade com o lançamento do quarto filme da saga Rocky. A trama agora era diferente de tudo o que já havia sido feito na saga: o sonho americano presente no primeiro, a retomada de um sonho presente no segundo e a ressurreição da garra (o olho de tigre) do terceiro. Agora, a trama era explosivamente política (literalmente, pois luvas de boxe explodem na abertura do filme), agora, Rocky não representa apenas um americano obstinado, ele representa a liberdade do oeste lutando contra as barbáries dogmáticas do leste. Rocky representa a América de Reagan contra a Rússia de Gorbatchev.

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O filme nada mais é do que uma das inúmeras tramas de ação dos anos 80 que tratavam de arrumar algum jeito de demonizar a Rússia, era a propaganda dos Estados Unidos de Reagan (Rambo II chegou ao ápice em combater o Vietnã e a Rússia no mesmo filme). Isso aconteceu porque, diferente de seu antecessor Jimmy Carter, Ronald Reagan resolveu retomar a treta contra a União Soviética (Jimmy Carter seria da turma do “deixa disso” e o Reagan seria da turma do “chuta a cara deles”). Com isso, veio a propaganda e com essa propaganda veio boom dos “bíceps contra o comunismo” de John Rambo, James Braddock etc.

http://www.youtube.com/watch?v=bwJJkeOTT6Y
Rocky IV tem como vilão dessa vez Ivan Drago, interpretado por Dolph Lundgren, que nesse filme adota a postura de um tropeço monossilábico que toma esteroide e tem sede de sangue (não que ele tenha feito coisas muito diferentes disso, mas eu gosto de me enganar que nos outros filmes ele muda um pouco). Drago vem da União Soviética para fazer uma luta de exibição nos Estados Unidos, que na verdade nada mais é do que a intenção velada de esfregar na decadente cara capitalista americana que a Rússia anda produzindo atletas de performance muito superior. Com isso, ele acaba lutando e matando o eterno adversário/amigo de Rocky Balboa: Apollo Creed (antes da luta, Creed faz uma alusão de como é importante vencer a guerra fria dizendo que “somos nós contra eles” e acaba recebendo, já moribundo, um gelado “se morrer, morreu” de Drago).

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A morte de Apollo faz Rocky buscar vingança e ele então aceita lutar contra Drago em plena União Soviética, com todas as adversidades possíveis, incluindo neve, treino precário, vigilância de agentes soviéticos e a tecnologia anabolizada de Drago (como se Rocky não ciclasse uma Durateston de vez em sempre). Mesmo com isso, Rocky acaba se preparando bem e diante de uma torcida russa hostil, vence a máquina loira e faz com que os russos acabem exaltando o nome do Garanhão Italiano (e ainda por cima a luta é no Natal, ou seja, uma metáfora melhor para associar Balboa a um salvador, só se Rocky representasse o time todo do Corinthians durante a final do Paulista de 77).

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Por conta dessas particularidades políticas, Rocky IV é considerado por muitos um filme horrível e um simples veículo de propaganda Reaganista (eu já acho bom para caralho, é um dos meus filmes preferidos na vida e acho que quem não consegue tirar algo de positivo nas nuances desse filme é daqueles que compartilha texto político no Facebook, não faz ideia do que o texto diz e quando alguém discorda da publicação, se limita apenas a mandar um VAI ESTUDAR VAI).

Para o bem ou para o mal, Rocky IV é um ícone cultural, por conta das cenas memoráveis, de diálogos clássicos, de uma trilha sonora incrível e outros temperinhos capitalistas que enchem o coração do nerdzinho enrustido que usa camiseta descolada de alegria (tipo eu). Até porque, concordando ou não com a ideia implícita (explícita na verdade, mas isso nunca vai ser dito oficialmente) no filme, o fato de conseguir abstrair os absurdos ou até mesmo detectar com um certo senso crítico, onde estão os pontos mais gritantes da propaganda apresentada na obra, é o que vale, pois se formos levar a ferro e fogo toda e qualquer propaganda presente em filmes, vamos ficar assistindo cinema europeu conceitual até morrer, e sinceramente, quem não tem problemas de insônia, não precisa disso.


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Do luxo ao lixo: a máfia de Scorsese em Os Bons Companheiros

Do luxo ao lixo: a máfia de Scorsese em Os Bons Companheiros

– por José Rubens

 

Filmes de gângsters são muito recorrentes no cinema, desde os primórdios quando o gênero acabou sendo marcado por atores como James Cagney, passando por um período de filmes genéricos, com a mesma abordagem batida até chegar no ápice da glamorização com o clássico de Francis Ford Coppola: O Poderoso Chefão. O filme de Coppola deu uma perspectiva mais honrosa ao crime organizado, a família Corleone, comandada e articulada por Don Vito (nosso querido Marlon Brando/maior ator que já existiu/dono de ilha/artista fechado com os índios) possuía características morais muito fortes (falar de moral e crime organizado na mesma frase é meio complicado, mas para eles isso fazia sentido). Vito era contra o ingresso das famílias no ramo dos narcóticos, era um homem que se doava à família e um líder que não desconsiderava os pedidos de favores de seus amigos e apadrinhados, Vito procurava ser o mais correto possível com os seus negócios escusos e mais ainda com sua família, tanto que sempre disse que nunca quis que Michael Corleone tivesse entrado para as atividades da “cosa nostra”.

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Olha só, que belezinha, hein?! As atividades ilícitas dos italianos não parecem tão ruins, na verdade, no mundo dos bandidos, eles conseguem ser os mocinhos. Porém, em 1990, Martin Scorsese joga por água abaixo essa perspectiva abrilhantada quando dirige o maravilhoso Os Bons Companheiros, inspirado nos fatos reais contidos no livro Wiseguy, de Nicholas Pillegi. O filme conta a trajetória de Henry Hill, um rapaz com ascendência irlandesa e italiana que desde pequeno sonhava em ser um gângster. Como Henry não tinha o sangue 100% italiano, ele não podia fazer parte da máfia, porém isso não o impedia de ser um “associado” que podia fazer uns trambiques e ganhar uns muitos “dinheirinhos de pinga”.

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Com a ajuda dos amigos James Conway e Tommy DeVito, Henry comete os mais diversos delitos, desde roubos e extorsões até tráfico de drogas, e aí está um dos muitos aspectos em que a máfia de Scorsese difere da de Coppola, na vida real, o crime não mede esforços para lucrar, seja roubando ou matando, no fim ele quer mesmo é ficar por cima da carne seca, sair melhor que todo mundo.

strip-me-camisetas-goodfellas-2 Outro ponto interessante em Os Bons Companheiros é a seguinte questão: até onde vai esse bom companheirismo? Será que ele existe mesmo? Nós vemos no filme que no primeiro sinal de alerta, aquele que antes era seu amigo deve ser liquidado, para eles isso nem de longe é um problema, pois vemos durante o filme alguns sendo mortos sem nem mesmo serem delatores, mortos por ganância, por queima de arquivo ou só por capricho mesmo. A máfia de Scorsese não possui o mínimo senso de moral, ela está interessada no dinheiro e no poder, não na família e nos amigos, muito menos no preço que esse dinheiro e esse poder podem custar.

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Podemos constatar também que, diferente de muitas figuras de O Poderoso Chefão, que mesmo de uma maneira discutível possuíam integridade (até mesmo o Sonny que era um lunático), os personagens do filme de Martin Scorsese são completamente tomados por emoções mundanas primitivas. Tommy é um sádico que encontra prazer na violência, Henry se torna um descontrolado viciado em cocaína e Jimmy se mostra cada vez mais ganancioso e egoísta, isso sem falar no chefão de todos, Paul Cicero, que no fim só se preocupa com o dinheiro, quer distância de problemas e lava as suas mãos quando algum “bom companheiro” se ferra.

strip-me-camisetas-goodfellas-4Os Bons Companheiros acabou sendo um grande injustiçado do Oscar (assim como Scorsese continua sendo, tenho a impressão que ele só começou a ganhar de uns anos pra cá porque a Academia ficou com medo dele morrer), porém o seu valor é inestimável: as atuações são espetaculares (a de Joe Pesci principalmente), a trilha sonora é excepcional (Rolling Stones, Tony Bennett, Cream, Aretha Franklin e vários outros dinossauros sagrados), além de sua verdade nua e crua, sua visceralidade e sua contribuição para explicar o óbvio: o dinheiro sempre fala mais alto.

 


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James Dean: a invenção do Cool

James Dean: a invenção do Cool

por José Rubens – 

Nenhum ator encarnou tão bem a imagem de ser descolado como o senhor James Byron Dean (tem gente que vai ficar chocada por não ser o Johnny Depp, mas né, acontece nas melhores famílias), o ator de carreira meteórica acabou personificando muito bem a situação de ficar extremamente famoso depois de morto, não que o sucesso estrondoso não viria para James Dean se ele continuasse vivo, muito pelo contrário, porém, por uma nefasta coincidência do destino, ele morreu justamente no momento em que estava tocando o auge com as duas mãos.

Que por falar em morte, um ótimo assunto para quem é apreciador de rolê em cemitério com a companhia da discografia do Sisters of Mercy e de uma garrafona de vinho Dom Bosco (o que não é o meu caso e nem nunca foi, minha fase mais emblemática foi a de usar camiseta GG do Iron Maiden com estampa mal feita, calça jeans vagabunda rasgada e All Star com logotipo de banda confeccionado à caneta, o que deixava minha mãe com muita vergonha alheia), o senhor James Dean foi o primeiro ator a ser indicado postumamente ao Oscar pelo filme Vidas Amargas. Mas vamos contar a historinha desse charmoso e revoltado mocinho desde seu esplendoroso nascimento.

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James Byron Dean nasceu em 8 de Fevereiro de 1931, na cidade de Marion, Indiana. Porém, ele se mudou muito cedo para Santa Mônica, na Califórnia, e lá ficou até sua mãe falecer (com a qual ele era muito apegado). Assim que ela morreu, James decidiu voltar para Indiana e viver lá com sua irmã e seu cunhado. Na adolescência, Dean já mostrava os profundos traços do ícone de uma geração desiludida e deslocada que logo ia se tornar, e passou a ter um relacionamento muito forte com um reverendo da cidade chamado James DeWeerd (o qual, diz a lenda, acabou se aproveitando da candura confusa de Dean, se é que vocês me entendem, espero que entendam, porque minha religião não me permite usar essa linguagem pecaminosa que vocês curtem não, vão procurar Jesus, seus perdidos!).

O jovem Dean foi crescendo e não mostrando uma aptidão muito grande para a escola, mas foi sempre mencionado como um aluno muito participativo, principalmente no âmbito esportivo. Depois de concluir o ensino médio, ele voltou para Santa Monica para morar com o pai, a princípio para fazer um curso preparatório para fazer Direito, mas em seguida transferiu o curso para arte dramática, a contragosto do pai. E foi justamente nessa tortuosa caminhada pelas terras das artes dramáticas que o Actor’s Studio, o Instituto que formou figurinhas como Marlon Brando e Al Pacino, entrou na vida de James.

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O começo foi difícil para o rapaz, só conseguia pequenas pontas em séries para a televisão e papéis sem muita importância em filmes como Fixed Bayonets!, Sailor Beware e Has Anybody Seen My Gal?. Mas a vida foi sendo um pouco mais bacana com James Dean e o sucesso começou a despontar na Broadway, que foi mostrando para os grandes estúdios que havia um talentoso rapaz roubando a cena em alguns espetáculos por lá.

E assim o tempo foi passando, um prêmio Tony veio, e um pouco depois veio também um convite do diretor Elia Kazan para James estrelar o filme Vidas Amargas, no papel de Cal Trask, um jovem que faz de tudo para conseguir o amor do pai, este que prefere o irmão de Cal, Aaron. E foi assim que chegou o meteórico e trágico ano de 1955 para Dean, logo depois de Vidas Amargas, James deu vida ao personagem que criou a figura do “jovem rebelde que tinha coração”, com sua jaqueta vermelha e o cigarro em cima da orelha, James deu vida a Jim Stark, o problemático jovem de Juventude Transviada. O filme, além de um sucesso, transformou os padrões da juventude da época, deu uma cara mais “profunda e temperamental” para a ela (então, sabe esse jeitinho que a gente paga de rebelde usando jaqueta de couro, jeans e jogando monóxido de carbono para dentro do pulmão, pois é, agradeça ao James Dean e ao Marlon Brando). E finalmente, James interpretou o abastado Jett Rink em Assim Caminha a Humanidade (não deixa a abertura de Malhação vir na cabeça não, senão ela não vai embora, é sério, ela é demoníaca, é Napalm para o cérebro), interpretação que é tida como a melhor de sua carreira.

E infelizmente, foi nesse mesmo ano que James se envolveu em um acidente fatal, o rapaz começou a ter a corrida de carros como sua maior paixão (a Warner inclusive proibiu ele de correr enquanto filmavam Assim Caminha a Humanidade), passou a competir e obter resultados interessantes, e foi a caminho de uma dessas corridas, em Salinas, Califórnia, que James acabou sofrendo um acidente que tirou sua vida, aos 24 anos (diz a lenda que o carro que ele dirigia, um Porsche 550 Spyder, era amaldiçoado, todos que entravam em contato com o carro, ou se acidentavam de forma fatal, ou grave. Tenho medo dessas coisas, prefiro um Golzinho bola, parece ser um caminho mais ligado a Deus).

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Em apenas um ano, James Dean deixou um legado imensurável, para o cinema, a moda e a cultura mundial. E eu fico pensando, se não fosse aquele carro, será que ele acabaria de forma melancólica como o Marlon Brando, ou de uma forma “pai de família humanitário”, como o Paul Newman? Nunca saberemos (assim como nunca saberemos se os Mamonas continuariam fazendo sucesso, acho as duas situações parecidas, se você não acha, paciência, mas sério, parecem sim).

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Sobre a Strip Me

You can’t fake cool. Esse é um dos lemas da Strip Me, que desenvolve camisetas de filmes, camisetas de cultura pop e camisetas de bandas originais e exclusivas. Ícones da cultura pop e do comportamento transgressor, como Dean, são inspirações diárias para os produtos que você encontra em www.stripme.com.br, vem!

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The Godfather Facts

The Godfather Facts

Lançado em 1972, O Poderoso Chefão é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores filmes de todos os tempos, além de sucesso comercial, de crítica, público e, de longe, a melhor atuação da Sofia Coppola.

O longa de Francis Ford Coppola está em todo lugar na cultura pop e, prova de sua importância é continuar sendo citado como um dos filmes mais assistidos por pessoas de todas as idades, mesmo sendo um “senhor” de 40 e poucos anos.

A reunião de alguns dos melhores atores que o cinema já produziu, uma equipe de produção criativa devido ao orçamento limitado e um mega estúdio de Hollywood tão tranquilo quanto um mega estúdio de Hollywood sedento por dinheiro pode ser, renderam histórias quase tão boas quanto o próprio filme.

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Se liga nesses 10 Facts sobre O Poderoso Chefão que vão te fazer rever o filme!

1

O Poderoso Chefão é um romance baseado no best-seller homônimo de Mario Puzo, best-seller lançado em 1969 com mais de 10 milhões de cópias vendidas.

Em 1967, Mario Puzo tinha apenas um manuscrito de 60 páginas que, por muita sorte, foi parar na mão de um produtor da Paramount Pictures. O executivo gostou tanto do que leu que fez uma oferta para adquirir os direitos de filmagem da história, e mesmo contra a vontade de seu agente literário, Mario Puzo aceitou a oferta antes mesmo de lançar seu livro.

Mario Puzo mandou essa foto de presente para seu agente.

2

O diretor Francis Ford Coppola chegou a dizer não para a Paramount, mas como estava na pindaíba resolveu voltar atrás e aceitar a oferta. Durante todo o processo de produção, o diretor e o estúdio discordaram de tudo: da escolha de elenco até a época em que o filme se passava e seu orçamento. A crescente popularidade do livro fez a Paramount ceder em diversos pontos, mas mesmo assim a pressão sob o diretor para que o filme fosse um sucesso foi forte até o lançamento.

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3

O escritor Mario Puzo queria Marlon Brando no papel principal do filme desde o início da produção, porém os executivos da Paramount, de novo eles!, não gostavam da escolha. Após muitos pedidos desesperados o estúdio aceitou, mas exigiu que Brando fizesse um teste. Com medo de ofender o ator, Coppola disse que precisava testar seu equipamento, e sob essa desculpa voou até a casa do ator na Califórnia e o filmou por lá, já todo maquiado e com os cotonetes para deixá-lo com aquelas belas e protuberantes bochechas. A performance de Brando impressionou os executivos, que acabaram aceitando-o no papel de Vito Corleone.

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4

Coppola se mostrou um belo nepotista em O Poderoso Chefão, ao escalar sete familiares para o filme. Sua irmã Talia Shire (ou Adrian, para os fãs de Rocky Balboa) interpreta Connie Corleone, seu pai faz uma ponta como pianista no começo do filme e sua filha Sofia Coppola, que voltaria a série no terceiro filme, é o bebê que Michael Corleone batiza na cena em que os chefes das outras famílias são assassinados. Além desses, sua esposa, mãe e dois filhos pequenos aparecem como figurantes ao longo do filme.

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Sofia brilhando no primeiro filme.

5

A cena da cabeça de cavalo é uma das mais reconhecidas do filme e tem pedaços de verdade. Do que aparece na cena, só o sangue é fake, a cabeça de cavalo foi comprada de uma fábrica de ração para cães sem o conhecimento do ator, que não imaginava que filmaria com um “item” legítimo. Percebe-se então porque o choque dele não é só encenação na fatídica cena.

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6

Outra cena memorável é aquela que Sonny Corleone da uma surra em seu cunhado Carlo Rizzi. Acontece que os atores James Caan e Giani Russo eram desafetos declarados na vida real, o que fez Caan aproveitar cada minuto da filmagem. A cena levou quatro dias para ser rodada, e ao fim, Russo contabilizou duas costelas quebradas e um cotovelo lascado. E aquela finalizada com a lata de lixo? Aquilo não estava no roteiro, foi um leve “improviso” de James Caan.

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Só atuação.

7

Marlon Brando também improvisava bastante em suas cenas. Por não ter decorado praticamente nenhuma de suas falas ao longo do filme, ele espalhava cartões pelo set com palavras-chave que o remetiam às falas. Outro elemento que apareceu de última hora foi o gato da primeira cena. O bicho vagava pelo set e Seu Brando, gente boa que era, o pegou no colo e o transformou em parte da cena. Fato curioso é que o bichano ronronou tanto que chegou a atrapalhar a captação de áudio e forçou todos os atores a fazerem dublagens posteriores na edição do filme.

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8

Ao longo do filme, laranjas aparecem antes de mortes ou quase mortes. As duas cenas mais notáveis envolvem Don Vito Corleone: na primeira ele está perambulando por uma feira e quando começa a escolher laranjas é alvejado por tiros, disparados a mando de Solozzo. Anos mais tarde, na morte do personagem, enquanto brinca com seu neto Anthony, Vito tem uma casca da fruta na boca para assustar o garoto.

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9

Paramount e Coppola tinham divergências sobre quem deveria interpretar Michael Corleone. Nenhuma novidade aqui. O estúdio queria um ator já consolidado para o papel, e entrou em contato com Warren Beaty, Jack Nicholson e Ryan O’Neal. Os três recusaram. Já Coppola queria alguém desconhecido e que tivesse aparência italiana. Al Pacino tinha todos os requisitos e foi a indicação do diretor. Apesar dos executivos da Paramount o acharem muito baixinho para o papel, acabaram aceitando o ator.

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10

A cena mais cara do filme é a do assassinato de Sonny Corleone, que custou $100 mil dólares! A locação foi um aeroporto em construção em Long Island, onde ficava um antigo campo da Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial. Tudo foi filmado em apenas um take. Na cena foram usadas 4 câmeras, 127 bolsas de sangue falso e 200 mini explosivos colados no terno de James Caan para simular os tiros.

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Cem mil? Mas isso é uma facada!

Bônus Fact

Marlon Brando queria que seu personagem, Vito Corleone, tivesse a aparência de um cão da raça Bulldog. Para isso, o ator improvisou: recheou as bochechas com algodão. O resultado foi tão bom que a produção do filme bancou um dentista para fazer uma prótese móvel que deixasse a boca de Brando com o mesmo resultado do algodão. A prótese em si, usada por ele em todo o filme, está em exibição no American Museum of the Moving Image, no Queens, em NY.

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Sobre a Strip Me

Na Strip Me somos fãs declarados de O Poderoso Chefão. E é claro que um dos maiores filmes de todos os tempos também ganharia nossa homenagem com uma pegada clássica, tal qual a obra-prima de Coppola. Camiseta The Godfather Strip Me – disponível em www.stripme.com.br, onde você também encontra as mais legais camisetas de rock e camisetas de cultura pop. Vem!

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