Mais que uma camiseta: a recordação de um fds épico

Mais que uma camiseta: a recordação de um fds épico

Quando um fim de semana entra pra história, geralmente lembramos tudo sobre ele. Quem estava no rolê, a banda que tocou ou a playlist de quem que estava no spotify, quem foi embora sem dar tchau, os cheiros, os sabores e até a roupa que usamos.

Mas e quando o look vira a recordação de um fim de semana incrível? Foi o que aconteceu com o cliente STM Gabriel, que enviou um relato engraçado/emocionante de um fds que vai entrar pra história tanto pra ele qto pra galera que estava na festa. Saca só:

Boa noite,

Neste último final de semana, eu e um grupo de amigos fomos em um festival em Curitiba, o Coolritiba. Após o festival, voltamos todos para a casa de campo que uma pessoa do grupo que fica em São José dos Pinhais, região metropolitana de de Curitiba.

No after, todos muitos alegres, fomos para a area da adega, que ficava na área subterranea da casa. Lá, com caixas e som e muita festa, usei uma das camisas que comprei com vocês, a Listras Pocket White, para tapar a luz que estava muito forte.

Depois de muita festa, todos já haviam saído do local, um dos meus amigos desceu para buscar a caixa de som. Ao acender a luz, ela entrou em curto por motivo da presença da camisa, que comecou a pegar fogo.

Todos ficaram muito tristes, pois “nem deu tempo de elogiar, ela era tão bonita”. Como a festa ainda não tinha acabado, mesmo com ela queimada continuei a usá-la. Todos ficaram muito tristes com a morte da camisa, dei a ideia de todos do grupo comprarem a mesma camisa, como lembrança de um final de semana épico.”

Além do relato, que fez o maior sucesso aqui com a Equipe STM, o Gabriel também enviou uma foto pra eternizar a participação da Camiseta Listras White Pocket no fds. Sensacional!

Tem uma história divertida usando alguma Camiseta STM pra compartilhar com a gente? Envia pro contato@stripme.com.br ou nos nossos perfis no Instagram ou Facebook 

Sua história pode virar post e vc ainda ganha um desconto especial pra sua próxima compra, que tal? 😉 Ah, e caso vc só tenha visto a Camiseta da história na versão queimada da foto acima, segue aí embaixo a protagonista desse post:

Pearl Jam Facts

Pearl Jam Facts

O Pearl Jam é uma banda de rock à moda antiga com tudo que tem direito: a atitude do it yourself, o gosto por turnês incessantes e a honestidade visceral. Ver e ouvir o Pearl Jam é como sentar-se à mesa de um bar com um velho amigo, vocês sempre vão discutir aquele filme, conversar sobre alguma causa importante e relembrar algumas boas histórias. Já que o Eddie Vedder não vem pra cá tomar uma com a gente, vamos nos contentar em lembrar alguns fatos que mostram o quão foda eles são!

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Após o fim de suas respectivas bandas Stone Gossard, Jeff Ament e Mike McCready gravaram uma fita demo com algumas músicas e começaram a procurar um vocalista. Uma das cópias dessa fita acabou caindo na mão de um surfista Californiano chamado Eddie Vedder, que ouviu o material e foi surfar. Na volta, Vedder já tinha as letras de Alive, Once e Footsteps prontas, depois disso foi só gravar sua parte e pegar o avião rumo a Seattle para um teste.

O nome original da banda era Mookie Blaylock em homenagem ao jogador de basquete do New Jersey Nets , porém o mesmo foi vetado pela gravadora por medo de processos. Ament queria a palavra pearl no nome, a parte jam veio após a banda assistir um show de Neil Young no qual ele estendeu a maioria das músicas por mais de 15 minutos, assim nasceu o nome Pearl Jam. Nada a ver com a lenda da geleia da avó de Eddie Vedder, o próprio já derrubou a lenda em entrevistas.

 

Jack Irons, ex-baterista do Red Hot Chili Peppers, foi quem entregou a fita demo do trio de Seattle a Eddie Vedder. Os dois costumavam jogar basquete juntos em San Diego, cidade em que ambos moravam na época. Além de jogar basquete por aí, Vedder também gostava de surfar e trabalhava em um posto de gasolina pra juntar uns trocos.

Por sua veia idealista, o Pearl Jam acabou tomando algumas atitudes que não ajudaram muito em sua divulgação para o grande público, pra dizer o mínimo. Durante boa parte da década de 1990, eles se recusaram a trabalhar com a Ticketmaster, após a empresa cobrar taxas de serviço abusivas de seus fãs. No meio da disputa, a Ticketmaster foi acusada de monopólio e o caso foi parar em altas cortes americanas. Por falta de adesão de outras bandas, dificuldades no desenrolar do caso e reclamações de fãs devido a dificuldades de conseguir ingressos, o Pearl Jam desistiu do boicote no fim da década, mas acabou chamando muita atenção para o caso e ajudou a abrandar o mercado.

 

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O clipe de ‘Jeremy’ foi um dos maiores sucessos de 1992 e um dos responsáveis pela explosão da banda para o mainstream. Porém, em outro grito rebelde, o Pearl Jam decidiu parar de lançar clipes, pois queriam que cada fã criasse sua própria imagem mental para as músicas. O próximo clipe da banda só veio em 1998, com o single ‘Do The Evolution’, outro blockbuster musical que revolucionou a produção de vídeo clipes.

 

A balada Last Kiss é um cover de J. Frank Wilson and the Cavaliers e seria lançada apenas como um presente para o fã clube oficial. Porém, após pedidos incessantes eles lançaram a música como um single, que acabou ficando em segundo lugar na Bilboard, em 1999. Parte de sua renda foi revertida para causas humanitárias que ajudavam refugiados da Guerra do Kosovo.

No início da década de 1990, quando todos os Seatleítas gritavam para os quatro cantos do mundo, Kurt Cobain criticou o Pearl Jam, disse que a banda era vendida comercialmente e que Ten tinha mais solos de guitarra que deveria e por isso não era um álbum que representava o som de Seattle. Passados alguns anos e milhões de dólares na conta de ambas as bandas, Cobain e os integrantes do Pearl Jam acabaram se tornando amigos até o fim da vida do frontman do Nirvana.

O Pearl Jam nunca escondeu a idolatria por Neil Young, e após o sucesso, fãs e ídolo se conheceram. Mais do que isso, o Pearl Jam foi a banda de apoio de Neil Young na gravação do álbum Mirror Ball, lançado em 1995. Apesar de não saírem em turnê com Young para divulgar o álbum, sempre que estão por perto, todos se juntam para presentear o público com jams intensas.

 

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O Pearl Jam praticamente não mudou sua formação desde seu nascimento, as únicas mudanças vieram na bateria. E não foi pouco não, foi uma puta dança das cadeiras. Ao todo foram quatro trocas. Dave Krusen gravou o álbum Ten mas trocou a banda pela reabilitação, Matt Chamberlain saiu para se juntar a banda do Saturday Night Live, Dave Abbruzzese foi mandado embora por diferenças políticas, Jack Irons, ex-Red Hot, saiu da banda porque se cansou de turnês e foi substituído por Matt Cameron, que desde 1998 divide seu tempo entre Pearl Jam e Soundgarden.

No fim da década de 1990, dezenas de bootlegs do Pearl Jam rodavam a pré-história da internet, fato que era de conhecimento e aprovação da banda, porém, após ouvirem algumas dessas gravações e ficarem chateados com a qualidade eles resolveram lançar um álbum ao vivo para cada show da turnê. Todas as 72 apresentações da tour do Binaural em 2001 foram lançadas e garantiram o Pearl Jam no livro Guiness de recordes como a banda que mais lançou álbuns em um único ano.

 


Sobre a Strip Me

 

A Strip Me desenvolve camisetas e acessórios exclusivos com estilo e pegada rock and roll. Nossa homenagem a Eddie Vedder e companhia é a camiseta PJ Live, que você encontra em nossa loja online, além de várias outras camisetas de banda.

 

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5 Momentos Definitivos na história do Rock

5 Momentos Definitivos na história do Rock

Rock and roll e revolução andam de mãos dadas, a capacidade que o estilo tem de mudar costumes e deixar os mais conservadores de cabelo em pé fica evidente em alguns episódios que apesar de acontecerem de maneira relativamente despretensiosa, acabam tomando proporções globais, ajudando a mudar paradigmas e deixar para trás alguns problemas sociais. Seja por contestação ou puro entretenimento, o rock and roll foi fundamental para o nosso mundo,  por isso (e pela música, é claro) vamos conhecer alguns momentos cruciais para a história do estilo.

Elvis Presley grava na Sun Records, em Memphis.

Em agosto de 1953, Elvis Presley entrou nos escritórios da Sun Records para gravar duas músicas no intuito de presentear sua mãe, após se apresentar no balcão como um cara que “canta de tudo”, Presley terminou sua gravação e deixou todos encantados, inclusive Sam Phillips, o dono do lugar. Quando Elvis apareceu por lá novamente, Phillips deu uma banda para o rapaz e começou a gravá-lo de todas as maneiras possíveis. Em julho de 1954, Presley e sua nova banda gravaram a música That’s All Right, um sucesso instantâneo nas rádios de Memphis que cresceu ainda mais após suas apresentações enérgicas e seu jeito polêmico de balançar as pernas. Um ano depois, Elvis assinou um contrato com a RCA Records e o resto, como dizem, é história.

Rock Around the Clock chega ao topo da Billboard.

Por ter nascido de um processo que misturou blues, country e r&b, é difícil apontar qual foi o primeiro single de rock and roll, porém seu primeiro sucesso mundial é inconfundível. Em 1955 o filme Blackboard Jungle abordou a polêmica questão de colégios inter-raciais em bairros violentos, e tinha a música Rock Around the Clock de Bill Haley & His Comets na trilha sonora. O single de Haley foi lançado em 1954 e passou despercebido, porém após a estréia do filme, Rock Around the Clock se tornou popular entre a juventude rebelde da década de 1950 e se tornou a primeira faixa de rock a atingir o topo da Billboard nos Estados Unidos. O single também chegou ao topo da parada Inglesa e influenciou uma geração que também marcou seu nome na história ao longo das décadas seguintes.

Beatles no Ed Sullivan Show.

Em 1963, os Beatles lançaram dois álbuns que foram chegaram ao topo das paradas na Inglaterra e se tornaram os queridinhos da terra da rainha. Porém, devido a problemas com gravadoras, os Beatles só foram lançados nos Estados Unidos em dezembro daquele ano e ao longo dos dois meses seguintes a banda conquistou todo o país e logo desembarcaram em Nova Iorque para uma turnê americana e uma aparição no famoso Ed Sullivan Show. A apresentação dos Beatles no programa foi assistida por 73 milhões de americanos, a maior audiência de um programa de tv na época e foi amplamente criticada pela mídia. Pouco importou, os jovens adoraram e a Beatlemania já mudava a cara da cultura pop nos Estados Unidos.

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The Rolling Stones no Chess Studios

Em 1964 os Stones foram fazer uma turnê pelos Estados Unidos e em sua passagem por Chicago gravaram no lendário Chess Studios, casa dos maiores artistas de blues de todos os tempos. Lá eles conheceram seus maiores ídolos, incluindo Muddy Waters, e produziram um single que atingiu o topo das paradas britânicas. No ano seguinte, a banda voltou ao estúdio para sessões complementares do álbum The Rolling Stones, Now! e começaram a esboçar seu maior sucesso, (I Can’t Get No) Satisfaction nos estúdios Chess. O sucesso de Satisfaction, além de gerar um hino, atestou a capacidade da dupla Keith Richards e Mick Jagger de escrever hits, o que abriu caminho para sua era de ouro, quando lançaram em sequência Beggar’s Banquet, Let it Bleed, Sticky Fingers e Exile on Main Street, e se tornaram a maior banda de rock and roll do mundo.

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Bob Dylan no Newport Folk Festival.

O Newport Folk Festival era um dos principais festivais do mundo na década de 1960, por manter viva e criativa a tradicional cena de folk music nos Estados Unidos. As edições de 1963 e 1964 trouxeram Bob Dylan inspirado, após o lançamento de seu álbum The Freewheelin’ Bob Dylan ele havia impressionado todos os presentes nessas edições ao desfilar seus já numerosos hits. Praxe de Bob Dylan, após o sucesso da fórmula de 63 e 64 ele resolveu chutar o balde em 1965 e subir ao palco com uma banda elétrica. O set durou três músicas e foi marcado por vaias, atribuídas ao fato da apresentação de Dylan ser elétrica, o que ia à contramão do festival. O curto set se tornou uma das passagens mais importantes e duradouras de Dylan, influenciando quase todas as formas de rock and roll que vieram depois, com seus pupilos mais notáveis vindo do rock alternativo.

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Sobre a Strip Me

Focada em cultura pop e rock and roll, a Strip Me desenvolve camisetas com estilo e qualidade. Nossas camisetas de bandas e camisetas de cultura pop com estampas exclusivas estão disponíveis em nossa loja online, com entregas para todo o país. Let’s Rock!

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CBGB & OMFUG e o nascimento de todo mundo

CBGB & OMFUG e o nascimento de todo mundo

por Guilherme Bonilha – 

Em 1973, o nova-iorquino Hilly Kristal abriu no sul de Manhattan o CBGB & OMFUG. O nome do bar era uma abreviação de Country, Bluegrass, Blues & Other Music for Uplifting Gormandizers (algo como Contry, Bluegrass, Blues e outras músicas para gulosos musicais) e já mostrava a visão de Kristal, montar um bar para apreciadores de estilos tipicamente norte-americanos. Para agradar esse público, Kristal só pedia que as bandas apresentassem sets com sons próprios e dava preferência para artistas de Nova Iorque.

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Atraídos por uma leitura de poemas que acontecia no CBGB, os músicos da crescente cena punk e new wave de Nova Iorque começaram a frequentar o bar e após algum tempo o Televison tornou-se a primeira banda desse movimento a se apresentar por lá, em 1974, fazendo shows todos os domingos até gravarem o álbum “Marquee Moon”. O local ajudou o punk rock a conquistar o mundo e ficou marcado na história de bandas como Television, Ramones, Patti Smith, Johnny Thunders & The Heartbreakers, Blondie, Talking Heads e The Misfits, para citar alguns. Mas não só as bandas americanas que fizeram sucesso por lá, os britânicos do The Jam e The Police tocaram no palco do CBGB, além do bar receber visitas esporádicas dos membros do Sex Pistols, que, invariavelmente, passavam lá para provocar o caos.

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Na década de 80, a cena que movimentou o espírito do CBGB foi o hardcore, com bandas como Bad Brains, Cro-Mags, Dead Boys, Sick of it All, Gorilla Biscuits e Agnostic Front, destaques das cenas de Nova Iorque e Washington. O The Dead Boys tocou tanto no CBGB que Hilly Kristal chegou a ser o empresário da banda por um tempo. O espaço reservado para o hardcore no CBGB ficou conhecido como Trash Day e acontecia nas tardes de domingo. No fim da década de 1980, Hilly Kristal se cansou das frequentes brigas que rolavam em frente ao CBGB e colocou um fim no Trash Day em 1990.

A década de 1990 trouxe transformações para o CBGB. Entre o fim da década 1980 e início da década de 1990, bandas como Guns and Roses, Social Distortion, Hole e Sonic Youth ainda faziam apresentações por lá que representavam o que havia de novo no rock and roll, porém, com o passar dos anos, o palco começou a ser procurado por bandas que já estavam consagradas de alguma maneira, e o lugar acabou se tornando um grande ponto turístico.

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Após uma briga judicial com os donos do famoso prédio, Hilly Kristal decidiu fechar o CBGB em Nova Iorque devido ao aluguel abusivo que os proprietários pediam, e originalmente tinha planos de levar o bar (e seus famosos urinóis) para Las Vegas, porém, a ideia não foi pra frente. Para a despedida do CB, uma semana com a apresentação de vários ícones da história do bar foi planejada. Bad Brains, The Dictators e Blondie, com um set acústico, foram os destaques. Finalmente, no dia 15 de outubro de 2006, um domingo, Patti Smith fez o último show no sujo e lendário palco do CBGB.


Sobre a Strip Me.

Na Strip Me rock and roll e estilo andam juntos, e são obrigatórios em todas as nossas t-shirts. Em nossa loja online você encontra camisetas de bandacinema, e cultura pop exclusivas!

10 versões dos Beatles

10 versões dos Beatles

Os Beatles foram responsáveis por muita coisa desde seu surgimento para o grande público em 1963, eles inovaram com shows em estádios, videoclipes e composições cheias de novos elementos. Porém, é provável que inspirar alguns milhares de adolescentes a pegarem um instrumento e começarem uma banda seja a maior revolução provocada por John, Paul, George e Ringo.

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Muitos desses “filhos” confessos dos Beatles tiveram carreiras de muito sucesso e fizeram questão de homenagear sua maior influência através de regravações. Em outros casos, artistas contemporâneos, e às vezes até anteriores ao quarteto de Liverpool, também se renderam a suas canções e nos presentearam com versões impecáveis.

Entre algumas centenas de ótimas versões, aqui vão dez faixas que mostram os Beatles de outros ângulos.

 

The Rolling Stones – I Wanna Be Your Man

Tá, essa versão não é tecnicamente um cover, mas as duas bandas gravaram a música. Reza a lenda que Keith Richards e Mick Jagger deram uma carona para Lennon e McCartney e durante o trajeto Jagger disparou, ‘estamos gravando, vocês tem alguma coisa?’, a dupla logo se lembrou de uma música que seria cantada por Ringo e poderia ser lançada como single. Acabou que a versão dos Rolling Stones de I Wanna Be Your Man saiu três semanas antes. Quando questionado sobre o episódio anos mais tarde, Lennon disse que era uma música descartável para os Beatles, eles nunca dariam algo muito bom para os Stones.

https://www.youtube.com/watch?v=79shF21lY4I

 

Johnny Cash – In My Life

Com a ajuda do produtor Rick Rubin, Johnny Cash reestabeleceu (de novo) sua carreira perto do fim de sua vida com a série de álbuns American, que envolvia uma seleção de regravações e algumas novas composições. American IV ficou famoso pela versão de Hurt do Nine Inch Nails, porém, sua versão de In My Life não deixa a desejar e também ganha uma nova alma ao ser interpretada por um artista perturbado que revisitava sua longa vida.

https://www.youtube.com/watch?v=K6oPHBeoB-w

 

Eddie Vedder – You’ve Got to Hide Your Love Away

Com o Pearl Jam, Eddie Vedder adora saudar suas maiores influências, é comum ver a banda tocando sons do The Who, Ramones, Neil Young e Beatles, para citar alguns, em seus shows. Vedder gravou essa música para a trilha do filme ‘I am Sam’ de 2002, e desde então a toca regularmente em seus sets acústicos, e nunca deixa de emocionar todo o público.

 

Jimi Hendrix – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band    

Já vimos aqui que Jimi Hendrix foi o seu Madruga para o senhor Barriga que vive em Ringo Starr por um tempo. Depois de destruir a casa do pobre Ringo, Hendrix resolveu fazer uma homenagem à banda do coitado com essa versão, que transformou a introdução ao mundo da Lonely Hearts Club Band em uma música perfeita para seus solos incendiários.

 

Joe Cocker – With a Little Help From My Friends

A versão de Joe Cocker para essa música em Woodstock foi tão boa, mas tão boa, que ajudou todo mundo a esquecer do caos completo que foi o festival e ir embora achando tudo lindo e maravilhoso. E pra falar a verdade, deve ter sido mesmo. Ele acabou gravando With a Little Help From My Friends e a lançou em um álbum que carrega esse nome e vem cheio de outros covers. A maior prova do quão foda é a versão de Cocker, antes dela, a música que Ringo canta era só mais uma em Sgt. Pepper’s, depois de Cocker ela tornou uma música indispensável para qualquer formatura, reunião de velhos amigos ou situação que envolva álcool e nostalgia.

 

The Black Keys – She Said She Said

O álbum The Big Come Up, de 2002, trouxe uma versão que não se diferencia muito da original estruturalmente, mas não deixa de ser única. Carney e Auerbach fizeram questão de pegar uma das músicas mais ácidas dos Beatles e amarra-la em uma garagem quente e úmida no centro dos Estados Unidos.

 

Stevie Wonder – We Can Work it Out

Wonder traz à tona todas as influências de soul music dos Beatles nessa versão de We Can Work it Out. Stevie Wonder gravou essa música para o álbum Signed, Sealed and Delivered, de 1970, mas foi ao vivo que ela ganhou nova vida, com destaque para a passagem da gaita.

 

The Pixies – Wild Honey Pie

Frank Black e Kim Deal pegaram essa brincadeira de Paul McCartney para o álbum branco, viraram de cabeça para baixo e chacoalharam com força. Deu nisso.

https://www.youtube.com/watch?v=LyVsg4nwJn0

 

David Bowie – Across the Universe

David Bowie datou com maestria na década de 1970 uma das músicas mais mínimas já compostas por John Lennon. As duas versões são extremamente diferentes e fica até difícil comparar uma com a outra, independente de preferências, Across the Universe de David Bowie é perfeita em sua proposta.

 

Oasis – I am the Walrus

Liam e Noel Gallagher nunca fizeram muita questão de esconder suas influências. A maior dela, os Beatles, já foi homenageada através de vários covers, e I am the Walrus acabou se tornando a mais popular, já que fechava a maioria dos shows da banda de Manchester. Alunos aplicados na escola Beatles de se fazer rock, o Oasis foi um dos maiores responsáveis por carregar através da década de 1990 o legado do rock inglês estabelecido pelos meninos de Liverpool 30 anos antes.

 


Sobre a Strip Me

Camisetas de bandas, camisetas de cinema e camisetas de cultura pop são as nossas especialidades aqui na Strip Me! Com design exclusivo, as camisetas e regatas Strip Me tem a pegada rock and roll e classe, como todo fã de boa música exige e merece. A melhor parte disso, é que entregamos para todo o Brasil em nossa loja online!

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5 fatos sobre Nevermind

5 fatos sobre Nevermind

Há 24 anos o Nirvana aparecia para o mundo com Nevermind, o álbum que mudou completamente a cara da música popular e ajudou a catapultar ótimas bandas independentes de suas respectivas cenas underground para o centro da cultura pop.

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Apesar de não ser o álbum de estreia do trio, Nevermind foi o primeiro sucesso comercial do Nirvana, e marcou época por ser certeiro em sua mistura de músicas extremamente melódicas, simples e com a medida certa de peso, além de trazer a revolução estética que todos esperavam, afinal, ninguém mais aguentava aquela história de laquê.

Para a nossa sorte, o resultado disso foi um dos melhores álbuns de todos os tempos. Obrigado, Kurt Cobain.

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Composições

Após o lançamento de Bleach, álbum de estreia do Nirvana, o baterista Chad Channing saiu da banda e foi rapidamente substituído por Dave Grohl. Nessa época, Kurt Cobain começou a escrever músicas para o segundo álbum do Nirvana, e sob influência de bandas como R.E.M, Pixies e The Melvins, seguiu um caminho mais melódico em suas novas composições. Dave Grohl disse que enquanto escreviam as músicas para Nevermind, eles tentavam se aproximar de músicas infantis, pois queriam algo melódico e o mais simples possível.

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Gravações

A banda gravou uma demo do álbum em 1990, já sob a produção de Butch Vig, e utilizou esse material para ir atrás de uma grande gravadora, já que a Sub-Pop andava mal das pernas e ameaçava ser vendida. Por recomendações de Kim Gordon do Sonic Youth, a banda assinou com a Geffen Records e se reuniu com Vig no estúdio Sound City, na cidade de Los Angeles, para gravar o álbum. Toda a produção durou aproximadamente quatro meses, entre maio e agosto de 1991, e Nevermind foi lançado em setembro do mesmo ano.

Nome

O segundo álbum do Nirvana se chamou Sheep durante todo o processo de produção, a banda escolheu esse nome devido a uma piada interna, eles queriam que o grande público comprasse o álbum, as tais ‘ovelhas’. Apesar de ter ajudado a criar o nome, Cobain se cansou de Sheep e sugeriu a mudança para Nevermind (tanto faz, em tradução livre) na última hora, ele disse que gostava desse nome pois ele sentia que essa era sua atitude em vários aspectos de sua vida e por ser a forma incorreta de se escrever essa expressão, o correto seria algo como ‘never mind’.

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Capa

A icônica capa de Nevermind também foi concebida pela banda, uma tarde, Kurt Cobain e Dave Grohl estavam assistindo a um documentário sobre partos realizados debaixo d’água e acharam o conceito interessante. A direção de arte da Geffen chegou a buscar fotos do tal parto, mas as imagens foram consideradas chocantes pela gravadora, o que levou a banda a se contentar só com um bebê nadando. Após um ensaio de apenas cinco fotos em uma piscina para bebês, eles escolheram o registro do pequeno Spencer Elden para ilustrar o álbum.

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Lançamento

No lançamento, a Geffen produziu por volta de 70 mil cópias e as distribuiu nos Estados Unidos e na Inglaterra. Essa tiragem inicial durou poucas semanas, já que o vídeo de Smells Like Teen Spirit estreou com força na MTV e catapultou as vendas do álbum. Em janeiro de 1992, apenas quatro meses após seu lançamento, o Nirvana já tinha tirado Michael Jackson do topo da lista e não parava de estabelecer recordes, nessa época, o álbum acabava tão rápido que a Geffen teve que dedicar toda a sua produção ao Nevermind. Segundo estimativas, 300 mil cópias eram vendidas semanalmente, o que ajudou Nevermind a atingir a impressionante marca de 30 milhões de cópias.

 

 


Sobre a Strip Me

O rock and roll é levado a sério aqui na Strip Me! Por isso, homenageamos as maiores bandas de todos os tempos com estampas exclusivas, descoladas e cheias de bom gosto. A pegada rock and roll é forte em nossas camisetas de bandas, camisetas de cinema, camisetas de cultura pop e acessórios. Tudo isso, você encontra com exclusividade em nossa loja online!

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10 Sons que você vai ouvir no Rock in Rio

10 Sons que você vai ouvir no Rock in Rio

E lá vem mais uma edição do Rock in Rio. A décima sexta, para não perdermos a conta.

De 1985 pra cá o festival já conquistou seu lugar no folclore do mundo musical e se tornou um ponto turístico pra quem curte um bom show. Apesar de seu DNA rock and roll, o festival de Roberto Medina abre espaço desde sua primeira edição para a música pop, eletrônica e outras vertentes que emprestam um pouco da transgressão e da atitude do estilo que da nome ao evento.

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Para celebrar a volta do Rock in Rio, e de um motivo pra tirar aquela parafernália com ‘Eu Fui’ do armário, vamos listar 10 sons que vão tocar pela Cidade do Rock nesses sete dias de festival.

Queen + Adam Lambert – Bohemian Rhapsody.

O Queen esteve no Rio de Janeiro em 1985 e marcou época com uma histórica versão de ‘Love of My Life’. Hoje, 30 anos depois, Brian May e Roger Taylor voltam ao festival que ajudaram a construir para prestar uma homenagem a Freddie Mercury e presentear os fãs brasileiros. Para ajudá-los nessa empreitada, recrutaram Adam Lambert, participante de uma edição passada do American Idol. Durante todo o tempo, May e Taylor insistem em dizer que essas apresentações servem apenas para espalhar a música do Queen e homenagear Mercury, não substituí-lo. Como se fosse possível substituir o cara…

https://www.youtube.com/watch?v=AzG0HBFRJnk

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Metallica – Enter Sandman

O Metallica vem para seu terceiro Rock in Rio seguido. Isso só no Rio de Janeiro, eles também já estiveram presentes nas edições de Lisboa, Madri e Las Vegas. Sempre com uma das apresentações mais aguardados do festival, o quarteto californiano de thrash metal vai fechar o sábado com seu show, que além de contar com algumas dezenas de hits, é extremamente bem produzido. Uma apresentação imperdível seja de casa ou in loco.

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Royal Blood – Little Monster

Os ingleses do Royal Blood estreiam de maneira grandiosa nos palcos brasileiros, Ben Tatcher e Mike Kerr se apresentam no Palco Mundo no sábado, dia 18. A banda foi formada em 2013, mas eles já estão acostumados com grandes festivais, já encararam Coachella, Leeds, Reading e Glastonbury, arrancando elogios de Dave Grohl e Jimmy Page, para citar alguns. Seu primeiro single, ‘Little Monster’, e alguns outros sons da banda que vem causando buzz junto ao público e a crítica especializada prometem renovar o sangue do festival.

 

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Rod Stewart – Ooh La La  

Stewart é tipo um Arnold Swarzenegger da música, começou a carreira ao lado de Ron Wood na banda inglesa The Faces, um dos expoentes dos blues rock entre as décadas de 1960 e 70, virou cantor de baladas melosas e por fim passou a cantar clássicos do jazz norte-americano. Rod Stewart leva um catadão disso ao palco do Rock in Rio no primeiro domingo do festival. A relação de Stewart com o Rio é antiga, ele esteve na primeira edição do Rock in Rio, em 1985, e fez a maior apresentação ao vivo de todos os tempos nas areias de Copacabana, em 31 de dezembro de 1994 ele tocou para 4,2 milhões de pessoas. Wow.

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Elton John – Tiny Dancer

Sir Elton John volta ao Rock in Rio, após ser prejudicado na edição de 2011 do festival, ele subiu ao palco após Rihanna e Katy Perry (que também voltam em 2015) e acabou se apresentando para um público muito pequeno, já que as hordas juvenis que foram até a Cidade do Rock ver as divas pop pouco se importaram com o senhor de óculos estranho, piano excêntrico e duas horas de hits feitos para um estádio cantar junto. Não se preocupe seu John, esse ano o pessoal já prometeu que fica e canta tudo com muito prazer. Ah, os anos 70…

 

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System of a Down – Chop Suey!

Vindos diretamente da longínqua década de 2000, os norte-americanos/armenos do System of a Down fazem outro show muito aguardado pelo público do Rock in Rio. A banda voltou de um hiato em 2010 e não lançam nada inédito desde 2005, mas nem um repertório sem muitas novidades desanima o público da banda. Se fizerem jus ao entusiasmo dos fãs, será de longe um dos melhores shows de todo o festival.

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Queens of the Stones Age – No One Knows

O dia 24, abertura do segundo fim de semana do festival, também traz ao palco o Queens of the Stone Age. A banda volta de férias, após longa turnê mundial, que começou e terminou aqui no Brasil, para promover o ótimo álbum ‘…Like Clockwork’, de 2013. Vale lembrar que o QOTSA é responsável por um episódio histórico do Rock in Rio, a banda veio como revelação para a edição de 2001, e Nick Olivieiri, baixista da banda na época, ficou completamente nu durante o show, correndo pelo palco sem muita vergonha. Depois da apresentação ele foi preso e eternizado na história do festival.

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Faith no More – Black Friday

Os veteranos do Faith no More voltam aos palcos do Rock in Rio com a mesma vitalidade de sua primeira aparição, em 1991. Mike Patton e companhia vão desfilar sucessos daquela época, como Epic e Midlife Crisis, além de sons do ótimo álbum ‘Sol Invictus’, lançado em maio de 2015. O show do Faith No More é imperdível, a banda é excelente ao vivo e tem Mike Patton, um dos últimos frontmans do rock. É impossível tirar o olho do cara, ele corre, grita, pula e ainda fala português. Com certeza, serão duas horas inesquecíveis na Cidade do Rock.

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Mastodon – The Motherload

A edição de 2015 do Rock in Rio foi bem generosa com os fãs de metal, ao trazer bandas como Metallica, System of a Down e Slipknot, nomes que marcaram época no estilo. Além dessas figurinhas carimbadas, a organização também apostou em bandas que estão conquistando seu espaço, que é o caso dos americanos do Mastodon. A banda não é exatamente nova, já está na estrada há 15 anos, mas ainda busca se firmar com públicos maiores. O Mastodon foge de muitos clichês estéticos e sonoros do estilo e tem tudo para agradar quem ainda não está familiarizado com seu som. Mais uma banda que promete rejuvenescer o festival.

 

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a-ha – Take on Me

Os suecos do a-ha se apresentaram no Maracanã, em 1991, na segunda edição do Rock in Rio e fizeram uma apresentação memorável para mais de 180 mil pessoas, um recorde absoluto na época. Depois de 24 anos, a banda volta ao festival, mas sem prometer muitas novidades. O set list que o a-ha apresenta no dia 27, última noite do festival, deve ser muito parecido com aquele que marcou época em 1991. Verdade seja dita, os caras lançaram um disco em 2015, mas novamente falharam na tentativa de produzir hits, como a eterna “Take on Me”. O show vale pela nostalgia. E pelo agudo no refrão de Take on Me. Quem resiste aquilo?

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Sobre a Strip Me

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As brigas mais legais do mundo da música

As brigas mais legais do mundo da música

Brigas sempre chamam atenção. Pode ser uma disputa verbal, alguém xingando muito no Twitter ou saindo na mão, todos vão acabar dando uma opinião ou comentando o ocorrido. E esse fascínio toma uma proporção global quando grandes músicos estão envolvidos no quebra-pau.

Seja por conflito de egos, diferenças de interesses ou só pela publicidade da coisa, essas trocas de farpas sempre rendem muitas histórias e algumas horas de boa leitura sobre o acontecido.

Paul McCartney x John Lennon

Lennon e McCartney eram grandes amigos na juventude e nos primeiros anos da carreira dos Beatles, porém, a relação dos dois foi piorando com o passar do tempo. Após o fim da banda, John não escondeu de ninguém a raiva que tinha de Paul, chegando a escrever a música ‘How Do You Sleep’, sugerindo que o ex-companheiro só fez uma música boa na vida, e disse em várias entrevistas que o mesmo era mercenário e controlador. Apesar dessa época de pouca paz e nenhum amor entre os dois, em 1974 os dois se encontraram e restabeleceram uma relação de cortesia, que durou até a morte de Lennon.

Paul McCartney e John Lennon em Yellow Submarine

Keith Richards x Mick Jagger

Ao contrário de Lennon e McCartney, Mick e Keith nunca se deram muito bem, mas se toleravam devido ao interesse mútuo no sucesso dos Stones. Essa relação de amor e ódio nunca foi segredo para ninguém, e isso sempre aparecia da mesma maneira, Keith dava uma entrevista reclamando de Jagger, que sempre desconversava em suas aparições públicas, mas exigia desculpas nos bastidores. A relação quase acabou de vez em 2010, quando Richards publicou em sua autobiografia palavras pouco amigáveis sobre a qualidade da carreira solo de Jagger, o chamou de controlador e ainda fez comentários sobre o tamanho de seu órgão sexual. Mais uma vez, Keith teve que pedir desculpas a Jagger, que quase cancelou compromissos da banda por causa da situação.

Keith Richards e Mick Jagger ao vivo

Roger Waters x David Gilmour

A disputa entre os líderes do Pink Floyd começou na década de 1980, na época, eles disseram que diferenças criativas dificultaram a relação. A coisa desandou quando Gilmour lançou um álbum solo, em 1984, deixando Waters furioso e o levando a lançar seu próprio álbum e excursionar sozinho. Após declarar que o Pink Floyd havia se tornado uma perda de tempo, Waters saiu da banda em 1985 e tentou impedir Gilmour e Mason de usarem o nome da banda através de ações legais. Após a vitória judicial, Gilmour lançou o disco A Momentary Lapse of Reason, considerado por Waters um álbum de “terceira classe”. Depois de anos de disputa, os dois parecem ter encontrado paz, Waters admitiu em entrevistas que estava errado em processar os ex-companheiros de banda, além disso, a formação clássica do Pink Floyd se reunião para uma última apresentação, em 2005.


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Axl Rose x Nirvana

De fãs a companheiros de banda, Axl Rose já brigou com todo mundo. E seu encontro com o Nirvana, durante o VMA de 1992, não acabou de outra maneira. No backstage do evento, Rose passou pelo trailer do Nirvana e Courtney Love pediu que Axl batizasse a recém-nascida Frances Bean Cobain, o vocalista do Guns n’ Roses se ofendeu com as palavras de Love e mandou Kurt controlar sua mulher. Enquanto o Nirvana se encaminhava ao palco para apresentar Lithium, Duff McKagan tomou as dores de Rose e partiu pra cima do baixista Krist Novoselic, mas foram impedidos pela turma do deixa disso. Ao fim da música, Dave Grohl resolveu entrar na confusão e foi ao microfone saudar Axl Rose para o mundo todo ver, Kurt Cobain ainda cuspiu no piano que o Guns n’ Roses usaria para tocar o hit November Rain, Kurt teve uma surpresa ao ver que Elton John era convidado da banda para tocar o instrumento, e foi ele quem acabou levando o presente de Cobain.

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Dave Grohl x Courtney Love

Após o fim do Nirvana, Courtney Love e Dave Grohl, junto com Krist Novoselic, tinham controle sobre o lançamento de novos materiais da banda. Tudo ia bem, até que um dia Courtney acordou e decidiu que só ela poderia apitar sobre os lançamentos do Nirvana, fato que deu início a uma briga judicial de mais ou menos uma década. Entre um processo e outro, Love e Grohl trocavam elogios pela mídia, ela disse que o Foo Fighters era uma banda ‘gay’ e chegou a alegar que Dave Grohl se insinuou sexualmente a Frances Bean Cobain. Ele se manteve calado sobre o assunto, mas chegou a falar mal de Love em raras ocasiões, também reza a lenda que a música I’ll Stick Around, foi feita como um ataque direcionado a Courtney. Depois de anos de briga, os dois se reconciliaram durante a indução do Nirvana no Hall da Fama do Rock, em 2014.

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Blur x Oasis

As duas bandas brigaram pelo topo do Britpop ao longo da década de 1990. A disputa parecia algo arquitetado por um roteirista de Hollywood, enquanto os integrantes do Blur cresceram em subúrbios tranquilos de Londres e formaram a banda em uma faculdade, os Gallagher e seus companheiros de Oasis vinham da industrial Manchester, com famílias problemáticas e passagens pela polícia. No dia 14 de agosto de 1995, Blur e Oasis lançaram os singles Country House e Roll With It, respectivamente, para uma briga direta pelo primeiro lugar nas paradas. Pouco depois, Noel Gallagher, que adora um insulto, disse que esperava que Damon Albarn e Alex James pegassem AIDS e morressem. Após um pedido de desculpas da banda de Manchester, Blur e Oasis passaram a viver em relativa harmonia, inclusive com relatos de Albarn e Noel Gallagher juntos por pubs ingleses.

Blur vs Oasis na NME

Jack White x The Black Keys

Era de se imaginar que dois dos maiores nomes do blues rock dos últimos 15 anos tivessem, no mínimo, uma simpatia mútua. Coisa nenhuma. A treta entre o ex-líder do White Stripes e a dupla de Ohio começou em agosto de 2014, quando e-mails que Jack White trocou com sua ex-esposa vazaram para a imprensa, neles, White estava bravo, pois seus filhos estavam estudando com os filhos de Dan Auerbach, vocalista do Black Keys, e afirmou que o mesmo insistia em copiá-lo em tudo. Depois de algumas declarações de panos quentes, a situação acalmou. Pouco mais de um ano depois, em setembro de 2015, o baterista do Black Keys, Dan Carney, foi ao twitter descrever um encontro que teve com Jack White em um bar de Nova Iorque, onde White tentou agredir Carney. No dia seguinte os dois já vieram a público novamente para dizer que conversaram e resolveram as diferenças pelo telefone.

 


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Ocultismo, um pacto e um peixe: As lendas do Led Zeppelin

Ocultismo, um pacto e um peixe: As lendas do Led Zeppelin

por Guilherme Bonilha – 

Existe uma banda que inspire tanta curiosidade quanto o Led Zeppelin? Antes da internet, não existiam muitas fontes de informação sobre as estrelas do rock, e isso abria caminho para uma legião de fãs chapados se deliciarem com qualquer rumor ou história absurda sobre sua banda favorita, especialmente as que envolviam devassidão, o demônio e um certo peixe. Especialidades do Led Zeppelin. Apesar do telefone sem fio em escala global, algumas dessas histórias carregavam um fundo de verdade. Veja aqui algumas verdades e mentiras sobre tais histórias, e algumas coisas que ficam no meio do caminho.

Keith Moon foi quem deu o nome para a banda?

A história: em maio de 1966, Moon e o baixista do The Who, John Entwistle, gravaram a parte instrumental de “Beck’s Bolero” com Page, John Paul Jones e Jeff Beck. A faixa ficou muito boa e eles cogitaram a ideia de formar uma nova banda. Moon supostamente disse que a banda passaria por cima de tudo como um grande balão de chumbo. Page lembrou da piada dois anos depois, quando formou o Led Zeppelin.

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A verdade: Dezenas de versões surgiram ao longo das décadas, Entwistle afirmou que foi ele, e não Moon, quem fez a piada do balão de chumbo, outras pessoas chegaram a atribuir o nome ao produtor da sessão, mas no fim, a história parece estar a favor da versão de Moon.

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Emblemática história com o peixe

Reza a lenda que certa madrugada, John Bonham pescava de sua janela. Após algumas horas sem pegar um peixe sequer, Bonham se irritou e adotou um método pouco ortodoxo: lambuzou o salmão que o resto da banda e alguns convidados comiam em champanhe e usou a gororoba de isca. Apesar de bizarra, a técnica se provou eficiente e ele acabou fisgando alguns peixes.

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Enquanto isso, Page e Plant se divertiam com uma groupie ruiva que gostava de ser amarrada. Quando Bonham foi se gabar para os companheiros de banda, se deparou com a garota amarrada, Page e Plant rodeando a garota e Mike Stein, do Vanilla Fudge, filmando tudo. Ainda com o peixe nas mãos, Bonham não teve dúvida e introduziu o pescado na famosa groupie ruiva.

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Apesar de dezenas de relatos sobre essa fatídica noite, nenhuma prova de que ela aconteceu surgiu. Uma coisa é certa, caso apareça, a fita com essa gravação custaria alguns milhões em um leilão para fãs malucos.

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Jimmy Page adorava o diabo?

A história: A obsessão de Page por Aleister Crowley iniciou os boatos de que ele e Satã eram próximos; outro rumor era de que os membros da banda haviam feito a conhecida barganha de Fausto, um pacto com o diabo, para chegar ao estrelato.

A verdade: Não há evidências que comprovem que Page era um satanista ou coisa parecida, apesar de ele acreditar na filosofia de libertação pessoal de Crowley, chegando a colocar máximas do ocultista (“do what thou wilt” – ”faça o que tu queres”) nos vinis originais de Led Zeppelin III. O guitarrista pouco fez para negar os rumores ao longo de sua carreira, talvez por perceber que isso era bom para os negócios. “Eu não quero falar sobre minhas crenças pessoais ou meu envolvimento com magia”, disse ele à Rolling Stone na década de 1970. “Não estou interessado em transformar alguém em algo que eu sou. Se as pessoas querem encontrar as coisas, elas encontram por elas mesmas. ”

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A magia negra do Led Zeppelin

O lançamento do quarto álbum do Led Zeppelin em 1971 confirmaria o que já se desconfiava: Os quatro integrantes do grupo, e sobretudo o guitarrista Jimmy Page, seriam adeptos e praticantes de magia negra e rituais satânicos. As provas estavam nos quatro símbolos, um para cada membro, escritos em sigilo, linguagem medieval criada com propósitos mágicos, que aparecem no encarte do álbum, além das letras místicas carregadas de metáforas sobre os ensinamentos do bruxo britânico Aleister Crowley.

A lenda sobre as ligações do Led Zeppelin com ocultismo ganharia ao longo dos anos novos elementos, como a compra do castelo que pertenceu a Crowley pelo guitarrista Jimmy Page até insinuações de que a morte do baterista John Bonham teria ocorrido em algum ritual satânico com os membros da banda. As desconfianças renderam até um livro sobre o envolvimento do grupo com bruxaria: “Fallen Angel”, escrito por Thomas Friend.

Page em frente a casa que pertenceu a Aleister Crowley

O assumido interesse de Jimmy Page por ocultismo e pelos ensinamentos de Aleister Crowley é a principal fonte das lendas que surgem em torno do grupo. Além disso, há a admiração do vocalista Robert Plant por obras literárias mitológicas como “O Senhor dos Anéis”, de Tolkien, e naturalmente, essas influências místicas refletiram nas canções compostas pelo Led Zeppelin e alimentaram as associações entre os acontecimentos mais sombrios relacionados ao grupo e o ocultismo.


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Os 6 Shows mais épicos do Rock and Roll

Os 6 Shows mais épicos do Rock and Roll

Ouvir música se tornou quase uma necessidade básica em nossa singela existência, e graças a novas tecnologias (obrigado Spotify, obrigado Apple Music) nossa relação com ela se tornou algo muito mais acessível e amplo.

Apesar de todas essas facilidades e modernidades, a melhor maneira de entrar em contato com a música continua sendo ao vivo. Assistir a um bom show é uma experiência duradoura que além de render boas histórias, tem grande impacto na vida de todos que estavam por ali.

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A capacidade de transformar a cultura pop é uma das maiores provas do poder que um show tem, e agora vamos revisitar algumas apresentações que por um motivo ou por outro, deixaram suas marcas no rock and roll.

 

The BeatlesShea Stadium, 15 de agosto de 1965.

Um ano após a lendária apresentação no Ed Sullivan Show, os Beatles voltaram aos Estados Unidos para uma turnê de nove datas pela terra do Tio Sam e a primeira apresentação aconteceu no Shea Stadium, em Nova Iorque. Naquela noite 55 mil jovens ensandecidos pessoas foram ao estádio. Até então esse número era algo inimaginável para um show e por isso ninguém tinha ideia da estrutura necessária para promover tal evento. O minúsculo palco ficava no meio do estádio, longe da audiência que estava nas arquibancadas, e o grito dos fãs era tão alto que ninguém conseguia ouvir nada do que os Beatles tocavam naquela noite, nem mesmo a própria banda. Esse show foi um dos motivos dos Beatles desistirem de apresentações ao vivo.

The Beatles performing at New York’s Shea Stadium on Sunday, August 16, 1965, as some 50,000 fans cheer them on. L-R: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison and Ringo Starr. (AP Photo)

Apesar do caos momentâneo, essa apresentação foi extremamente importante, pois a partir dali ficou definido o que seria um show de rock como conhecemos atualmente. Os Beatles reescrevendo a história, nenhuma novidade aqui.

 

 

Jimi Hendrix – Monterey Pop Festival, 18 de junho de 1967.

Jimi Hendrix se mudou para Londres em 1966 e se tornou sucesso imediato na terra da rainha, exito que não se repetiu Estados Unidos. A fim de mudar esse cenário, Paul McCartney sugeriu aos organizadores do famoso Monterey Pop Festival a adição de Hendrix ao line-up. Jimi subiu ao palco com moral, após ser apresentado pelo Stone Brian Jones e logo de cara conquistou o público com suas roupas exóticas e um cover avassalador de Howlin’ Wolf.

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Ao fim do set, quando o público já delirava com a apresentação incendiária (desculpa), Jimi entrou de vez para a história com seu ato final, que envolveu malabarismos e simulações sexuais com sua guitarra, que acabou incendiada ao fim do “ritual”. A imagem de Hendrix e sua guitarra em chamas tem seu espaço reservado no imaginário popular e captura toda a energia da apresentação.

 

 

Pink FloydThe Wall, entre fevereiro de 1980 e junho de 1981.

Em 1977, o Pink Floyd viajou o mundo para promover o álbum Animals em sua maior turnê até então, e devido ao seu tamanho e peculiaridades dessas apresentações Roger Waters se sentiu distante de seu público, como se uma parede dividisse a banda dos fãs. Nascia o álbum The Wall. Em 1980, a banda transformou a álbum em um show conceito, onde realmente construiriam uma parede em frente ao palco e levariam os elementos do álbum aos estádios. Devido à complexidade do show, ele aconteceu somente em Londres, Los Angeles, Nova Iorque e Dortmund em 31 ocasiões entre 1980 e 1981.

The Wall foi extremamente importante pois levou a produção de shows a um outro nível. Além da música, as luzes, efeitos visuais, sonoros e telões eram partes vitais da apresentação, elementos que até então não eram tão pensados em um show de rock. Se hoje você fica longe do palco e se contenta em ver tudo pelo telão, agradeça Roger Waters por mais essa benfeitoria.

 

 

AC/DC – Monsters of Rock Moscou, 28 de setembro de 1991.

Em 1991 a União Soviética e seus anos de repressão se aproximavam do fim. Em meio a esse cenário político efervescente a cidade de Moscou recebeu uma edição do festival Monsters of Rock, que aconteceu em um aeroporto militar desativado, onde 1.5 milhão de jovens russos tiveram a oportunidade de ver Pantera, The Black Crowes, Metallica e AC/DC em apresentações inspiradas.

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A juventude soviética encarou o evento como um grito de liberdade contra a repressão do regime totalitário que por muito tempo os obrigou a contrabandear aquelas músicas e os proibiu de promover aquele estilo de vida, mostrando a face contestadora que moldou o rock and roll.

 

 

Freddie Mercury Tribute Concert, 20 de abril de 1992.

Cinco meses após a morte de Freddie Mercury, em decorrência de complicações relacionadas à AIDS, os membros sobreviventes do Queen promoveram um show beneficente no estádio de Wembley, que teve seus 72 mil ingressos esgotados em menos de três horas. Para homenagear Mercury, bandas como Metallica, Guns n’ Roses e Def Leppard apresentaram pequenos sets. Porém, Brian May, John Deacon e Roger Taylor foram as principais atrações da noite, que apresentaram músicas do Queen com Elton John, Roger Daltrey, David Bowie, Robert Plant, Axl Rose e várias outros substituindo Freddie Mercury nos vocais e emocionando todos os presentes.

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Esse show foi de extrema importância social, pois além de reverter toda a sua renda para órgãos que pesquisam e combatem a AIDS, ajudou a conscientizar a população mundial sobre a doença e derrubar vários estigmas e preconceitos em torno daqueles que a contraíram.

 

 

Rolling Stones – Praia de Copacabana, 18 de fevereiro de 2006.

A praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, é um dos pontos mais conhecidos do mundo por suas belezas naturais e eventos que costuma sediar. Além de se encher todo réveillon e carnaval a praia também presenciou o maior show de todos os tempos, 3,5 milhões de pessoas foram assistir Rod Stewart desfilar seus sucessos por Copacabana em 1994. Em 2006 os Rolling Stones tentaram tirar esse título de Stewart com a turnê do álbum A Bigger Bang e seus 40 anos de experiência, novamente nas areias de Copacabana.

Os Stones colocaram 1,2 milhão pessoas nas areias de Copacabana e levaram todos ao delírio. Na maior apresentação de sua extensa carreira, a banda embriagou todo o público e fez escola com um show de mais de duas horas que visitou praticamente todos os sucessos e fases dos Rolling Stones. Apesar de não superar o público de Stewart, que se apresentou em um réveillon, a apresentação dos Stones, que foi lançada em vídeo alguns anos mais tarde, é uma representação forte, crua e honesta de todo o poder que um legítimo show de rock pode carregar.

 

 


 

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