Keith Richards: guia de estilo

Keith Richards: guia de estilo

Keith Richards é um cara cheio de estilo. Sempre foi. E é exatamente sobre isso que a gente fala hoje. Fizemos um guia de estilo que não tem a pretensão de guiar ninguém. A ideia é apenas relembrar momentos icônicos e quem sabe inspirar o look do seu fim de semana. #sejoga!

VIVA O CONCEITO MAIS É MAIS.

Véus, brilhos, fitas, penas, peles, paetês, plumas, lenços, echarpes, colares, chapéus, bandanas e, claro, camisa desabotoada no peito. Manda mais que tá pouco. O estilo de Keith prova que essa coisa de menos é mais é pra beginners.

“Mick é rock. Eu sou roll.”

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SAIBA QUE IDADE É APENAS UM NÚMERO.

Para Keith simplesmente não existe “sou muito velho pra usar isso”. Prova disso são os looks compostos por calça skinny / jaqueta desgastada com cara de brechó chic. O velho ditado “você é tão jovem como você se sente” aqui significa estilo de vida. Pausa dramática para o quote:

“Para mim, o principal para se viver neste planeta é saber quem você é de fato e ser verdadeiro sobre isso. Essa é a razão de eu ainda estar vivo… Vivi minha vida do meu jeito e estou aqui porque me dei ao trabalho de descobrir quem eu sou.”

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TENHA UMA PEÇA DE ASSINATURA.

Quando olhamos para uma foto de Keith Richards, além do cigarro, sempre veremos duas coisas em suas mãos: o bracelete de algemas e o anel de caveira. Essas peças estão sempre lá, tipo uma assinatura. Além de super estilosas, as algemas simbolizam que a liberdade deve ser valorizada e, o anel, que sob a pele somos todos iguais.

“O crânio — ele não tem nada a ver com bravatas e besteiras superficiais… A beleza é tão superficial quanto a pele. É assim que somos sob a carne, irmão. Tire o cabelo, arranque a pele, e você está diante de mim e do eu.”

CORTE SEU PRÓPRIO CABELO.

Já ouviu o ditado “se quer algo bem feito, faça você mesmo”? Pois é, Keith é um adepto no que diz respeito a suas madeixas. Ao longo do tempo podemos ver os mais diversos cortes de cabelo do rockstar, um mais bacanudo que o outro. Dá um look nos haircuts em ordem cronológica:

“Eu nunca deixei ninguém cortar o meu cabelo, eu faço tudo sozinho. Nunca deixei ninguém tocá-lo. Minha mãe costumava me dar uma graninha a cada duas semanas para cortar meu cabelo, eu apenas ignorava o barbeiro e cortava eu mesmo pra guardar a porra do dinheiro. Gastava em cigarros.”

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SEJA VOCÊ MESMO, MESMO.

Uma das coisas mais legais sobre esse cara é que ele simplesmente não se importa. Tendências, rótulos, nomes, marcas, designers, tudo é balela. E isso é o que faz dele um ícone de estilo único. Ou seja, a verdade verdadeira é você, o resto é consequência.

“Sempre fiz coisas de maneira intuitiva, sabe? Acho que o cérebro empata muitas coisas.”

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Sobre a Strip Me

Aqui só dizemos verdades. E uma delas é que Keith Richards é foda e merecia uma camiseta foda também. Essa aí embaixo é uma das preferidas aqui na Strip Me, que trabalha diariamente embalada no som do rock’n’roll para criar as camisetas de rock, camisetas de cinema e camisetas de cultura pop mais legais, descoladas e classudas. Tá tudo aqui: www.stripme.com.br. Vem! 😉

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Ch-Ch-Changes: 05 alter egos de David Bowie

Ch-Ch-Changes: 05 alter egos de David Bowie

Camaleão é um apelido mais do que justo para David Bowie. Afinal, o cara simplesmente criou e adotou múltiplas personalidades cheias de estilo e atitude durante sua carreira. Essa é uma lista sem ordem cronológica. Nessa lista estão faltando vários alter egos e pode não ter o seu preferido. Essa lista é apenas um compilado de fãs empolgados que somos desse grande muso inspirador, gênio da cultura pop, do rock, da arte etc. etc. etc.

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Ziggy Stardust

Talvez o mais famoso, com seus cabelos de fogo, botas de plataforma e visual androgenão, é o alter ego que comprova que Bowie sacou antes que todo mundo que poderia combinar música, artes plásticas e dramaturgia em um só personagem. Ziggy cantava sobre mudança, dor e marcou a história da música com sua singularidade. Foda.

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Arnold Corns

No começo dos anos 70, Bowie colaborava com diversos estudantes de arte da Dulwich College, uma faculdade do subúrbio de Londres. Durante todo o processo, ele usou o pseudônimo de Arnold Corns, uma referência à música Arnold Layne de, nada menos, que Pink Floyd. Essa colaboração acabou se tornando uma banda, e o personagem um side-project ao triunfante Ziggy Stardust.

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Major Tom

Protagonista do sexto single da carreira solo de Bowie, Major Tom é um astronauta que sai flutuando pelo espaço após perder a comunicação com a terra e foi inspirado no filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick. Que brisa, né? Aliás, o verdadeiro nome de David Bowie é David Robert Jones. Após o lançamento do classic de Kubrick, David simplesmente trocou de sobrenome, influenciado por Dave Bowman, personagem principal do filme.

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Aladdin Sane

O personagem alienígena e andrógeno nasceu durante uma sessão de fotos no estúdio do renomado Brian Duffy. O fotógrafo desenhou algumas versões do rosto de Bowie, que escolheu a figura com um raio de ângulos agudos inspirados no logotipo de uma panela elétrica da National Panasonic. O próprio Bowie deu os retoques finais na make e, vestindo somente uma cueca branca e o inconfundível raio vermelho, foi clicado por Duffy. Bowie descreve Aladdin Sane (um trocadilho com a palavra “insane”) como um desenvolvimento de seu personagem Ziggy Stardust.

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Thin White Duke

Extremamente magro e vestido impecavelmente, o personagem nascido no álbum Station to Station é baseado em cabarés (oooh coisa boa). O duque foi criado logo quando Bowie se mudou para Berlin, em uma época em que se alimentava da combinação nada tradicional de “pimenta e leite”, segundo suas próprias palavras. Além de frio, imoral e com opção sexual flutuante, David Bowie também descreve o Thin White Duke como um “personagem realmente obsceno”.

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“And these children that you spit on
As they try to change their worlds
Are immune to your consultations
They’re quite aware of what they’re going through.

Changes – David Bowie


 

Sobre a Strip Me

David Bowie também é muso inspirador por aqui. Prova disso é nossa Regata David Bowie, pra você esbanjar estilo tal como o próprio. Na loja online você também encontra camisetas de bandas, camisetas de filmes e acessórios super cool, corre lá: www.stripme.com.br 😉

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Iggy Pop no SPFW + 10 curiosidades sobre o ícone

Iggy Pop no SPFW + 10 curiosidades sobre o ícone

Iggy Pop realmente tem tesão pela vida: tem 67 anos e não tem hora pra acabar. Prova disso é a participação do rock star no São Paulo Fashion Week: foi convidado por uma marca para quebrar (isso mesmo, quebrar) um óculos gigante usando um bastão. Punk ou não?

O músico, que vira e mexe também ataca de ator nas horas vagas, surpreendeu os fashionistas no SPFW mostrando toda a sua atitude punk e contando em diversos veículos: “Sou fã do Brasil. E, desta vez, tive tempo para conhecer a cena rock de São Paulo. Circulei por aí, tranquilamente, por alguns bares de rock, e gostei muito do que ouvi”.

Fãs que somos aqui na Strip Me do ex-líder dos Stoogesinclusive já dedicamos uma de nossas estampas a ele, separamos 10 momentos curiosos da vida de Iggy Pop pra você relembrar e, obviamente, se divertir. Dá um look!

1. Iggy Pop foi criado em um estacionamento de trailers. Isso explica muita coisa.

2. Durante a adolescência ficou amigo dos irmãos trouble makers Ron e Scott Asheton e Jason Alexander. Anos mais tarde, montaram o The Stooges e lançaram três discos (Stooges, Fun House e Raw Power) que marcaram a história do rock, influenciando do punk ao heavy metal.

http://www.youtube.com/watch?v=EDNzQ3CXspU


3. James Newell Osterberg (nome de nascença), ganhou o apelido “Iggy Pop” quando tocava na bandaThe Iguanas.

4. Iggy Pop também é um baterista foda, inclusive largou a Universidade de Michigan para tocar com músicos de blues em Chicago.

5. Iggy causava em suas apresentações: sangrava, ficava pelado, rolava em cacos de vidro e bebia o seu próprio vômito durante seus shows. Marilyn Manson curtiu isso.

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6. O cantor também tem uma carreira no cinema underground. Participou de clássicos cult como Sid & Nancy, O Corvo: Cidade dos Anjos, Sobre Cafés e Cigarros, e até em Star Trek: Deep Space Nine.

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7. O disco favorido de Pop é Bringing It All Back Home, de Bob Dylan. <3

8. A equipe de animação responsável pelo filme O Senhor dos Anéis se inspirou no cantor para criar o corpitcho do personagem Gollum. My precious!


9. Físico esse que aparentemente também apeteceu diversas moçoilas, na listinha de casos e namoricos estão: Debbie Harry, Angela Bowie (na época, casada com David Bowie), Nico (1938-1988), Bebe Buell, Patti Smith entre outras.

10. O músico já declarou que “é triste ser o avô do punk rock”. A gente discorda, Iggy! 😀


Sobre a Strip Me

Na música Lust For Life Iggy Pop canta sobre os prazeres de uma vida nada convencional, tanto que acabou virando o tema do clássico do cinema cult Trainspotting. Essa é a homenagem da Strip Me a um lema que também aderimos: o tesão pela vida! Está disponível na loja online, assim como diversas outras camisetas de bandas, camisetas de filmes e cultura pop. Dá um pulo lá: www.stripme.com.br e have fun!

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10 versões de Bob Dylan

10 versões de Bob Dylan

Bob Dylan é, sem dúvida, uma das figuras mais influentes do século 20 e seu impacto cultural foi fundamental para a juventude questionar e desafiar os paradigmas sociais na década de 1960, além de revolucionar toda a estética artística que resultaria no rock and roll como conhecemos hoje.

A maior prova de sua importância é o número (e variedade) de artistas que homenagearam Dylan ao tocar ou gravar uma de suas músicas, provando que tudo que se ouviu nos últimos 50 anos tem sua marca.

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Notáveis por sua originalidade e honestidade, aqui vão 10 composições de Bob Dylan na voz de outros artistas que valem o play.

1. All Along the Watchtower – Jimi Hendrix

http://www.youtube.com/watch?v=JJx5626euOo


 

2. Knockin’ on Heaven’s Door – Guns n’ Roses

http://www.youtube.com/watch?v=OWUhHXgZ_dw


 

3. Like a Rolling Stone – The Rolling Stones


 

4. Blowin’ in the Wind – Stevie Wonder


 

5. Mr. Tambourine Man – The Byrds

http://www.youtube.com/watch?v=uPqAvgN6Tyw


 

6. Tangled up in Blue – KT Tunstall


 

7. Wicked Messenger – The Black Keys


 

8. Forever Young – Eddie Vedder

https://www.youtube.com/watch?v=-oNkSVEYP40


 

9. Outlaw Blues – Queens of the Stone Age


 

10. Isis – The White Stripes


 


Sobre a Strip Me

Rock’n’roll é o universo Strip Me, que cria estampas exclusivas e desenvolve camisetas de bandas, camisetas de filmes e camisetas de cultura pop super descoladas. A camiseta Bob Dylan é uma de nossas homenagens mais bacanudas e cheias de estilo. Corre pra loja online pra ver tudo: www.stripme.com.br 😉

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Lollapalooza: looks para se jogar

Lollapalooza: looks para se jogar

O Lollapalooza tá chegando, você não vê a hora de pisar no gramado pra curtir com a galera, mas ainda não escolheu o look pro evento? Vamos resolver este probleminha agora.

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Longe de querer ser um guia de estilo, porque a gente também acha que festival de música não é desfile de moda, preparamos um compilado de itens indispensáveis para que você curta e aguente com estilo o tranco do longo line up do festival.

Pra você chegar chegando, fomos buscar inspiração em looks clicados em diversos festivais phodas, como o Coachella e Gastonbury, que tal? São vários estilos diferentes com uma coisa em comum: o conforto. Afinal, um look muito complicado pode atrapalhar na hora de pular assistindo sua banda favorita.

Não tenha medo de misturar, o Lollapalooza permite tudo, então deixe sua criatividade fluir. Bora!

Fazendo sua cabeça

Acessórios para cabelo são ótimos pra dar um “tcham” no visual e pra segurar a revolta do cabelo depois de pular o dia inteiro. Já os chapéus, além de cumprir essas missões, ainda protege o seu rostinho do sol. Amamos.

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Quem não tem colírio…

Desde os modelos mais classudos até os mais moderninhos, óculos escuros são essenciais em qualquer festival. Fato.

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Chega mais!

Vestidinhos e sainhas ficam o máximo na hora de compor um visual mais boho. Maaaaas, nada como o short jeans. Ele é democrático, descolado, sem frescura e ainda te dá mobilidade para pular, sentar e dançar sem perder a dignidade.

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Entrando no clima

T-shirts de banda tem tudo a ver com festivais. Esse é o momento perfeito para compor o look com uma camiseta descolada do seu artista favorito e sair arrasando pelo autódromo.

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Pé no chão!

No Lolla a gente pisa em grama, areia, terra, pedra, lama e até em objetos desconhecidos. Pra acertar, escolha aquele tênis descolado, aquela botinha style ou até mesmo aquela galocha uó, caso o dia esteja nublado.

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Minha vó que fez

Pra finalizar, mas não menos importante, complemente o look acessórios como umas bijus vintage. Se joga na feirinha de antiguidades ou na gaveta da sua avó pra achar uns braceletes e colares ba-ba-do e arrasar no festival.

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Sobre a Strip Me

T-shirts de música, regatas de bandas, camisetas de filmes e cultura pop. A Strip Me é uma marca moderna e antenada que cria peças exclusivas para você compor os looks mais estilosos. Além das t-shirts, em nossa loja online você ainda encontra acessórios muito rock’n’roll. Se joga: www.stripme.com.br 😉

Pulp Fiction Facts

Pulp Fiction Facts

Pulp Fiction é daqueles filmes definitivos. A estética, os diálogos, o roteiro inovador com histórias bizarras que se cruzam, a violência tratada de maneira escrachada, os personagens sensacionais, enfim… Pulp Fiction é, sem sombra de dúvida, o melhor de Tarantino e também um marco na cultura pop.

Assim, como quase tudo já foi dito sobre o filme, resolvermos abordar o lado behind the scenes da coisa. Então, se liga nesses 10 Pulp Fiction Facts que separamos e que você, provavelmente, não sabia. I dare you. I double dare you motherfucker! J

1. O vício de Vincent Vega em Heroína

Para fazer o personagem Vincent Vega da forma mais realista possível, John Travolta pediu a um amigo viciado em heroína para descrever qual a sensação ao usar a droga, já que o personagem Vincent era um viciado em heroína. O amigo então deu a seguinte dica a Travolta: fique bêbado de tequila e deite em uma banheira de água quente; essa será a representação mais próxima possível da sensação dos efeitos da heroína. John Travolta diz que treinou a tática diversas vezes com a esposa em um hotel para se preparar para as filmagens.

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2. O casal Marcellus Wallace e Mia Wallace

Apesar de formarem um casal no filme, é interessante perceber que os personagens não conversam em nenhuma cena.

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3. Ezequiel 25:17

A passagem bíblica citada por Jules antes de atirar em um personagem não é, de fato, verdadeira. Na verdade, Samuel L. Jackson e o diretor Quentin Tarantino usam apenas duas frases originais da bíblia, sendo que o restante do texto foi criado por eles mesmos antes das filmagens.

Se liga: “Ezekiel 25:17. ‘The path of the righteous man is beset on all sides by the inequities of the selfish and the tyranny of evil men. Blessed is he who, in the name of charity and good will, shepherds the weak through the valley of darkness, for he is truly his brother’s keeper and the finder of lost children. And I will strike down upon thee with great vengeance and furious anger those who attempt to poison and destroy my brothers. And you will know my name is the Lord when I lay my vengeance upon thee!”.

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4. O papel de Mia Wallace

Uma Thurman fez da personagem Mia Wallace uma referência eterna do que é ser cool, maluca, junkie etc., sendo até impossível imaginar outra atriz senão ela vivendo Mia. Mas, na verdade, antes de Uma Thurman pegar o papel, várias atrizes foram cogitadas, tais como: Julia Louis-Dreyfus, Halle Berry, Meg Ryan, Isabella Rossellini, Daryl Hannah, Joan Cusack e até mesmo Michelle Pfeiffer. Ainda bem que Tarantino ficou mesmo com Uma Thurman, e, reza a lenda que, para convencê-la, o diretor ligou na casa da atriz e leu para ela o roteiro inteiro do filme pelo telefone. Ela topou fazer o papel na hora!

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5. Bad Motherfucker

A carteira usada por Jules Winnfield (Samuel L. Jackson) com a inscrição “Bad Motherfucker” existia mesmo, e era, na realidade, a carteira de Quentin Tarantino.

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6. Robert Rodriguez dirigiu algumas cenas de Pulp Fiction

O diretor Robert Rodriguez é amigo de longa data de Tarantino e juntos já dirigiram diversos cenas em variados filmes. Um fato curioso é que, mesmo não citado nos créditos, Robert dirigiu a maioria das cenas de Pulp Fiction em que Tarantino está atuando.

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7. 8 milhões de dólares

8 milhões de dólares foi o preço de Pulp Fiction. Apesar de extremamente barato para os padrões do cinema americano, destaca-se que dos 8 milhões, 5 foram somente para pagar os cachês dos atores. Com o sucesso do filme, foram arrecadados mais de 210 milhões de dólares nas bilheterias de cinema de todo o mundo.

Cannes Film Festival Retrospective

8. A cena de estupro de Marcellus Wallace

O ator Ving Rhames, que interpreta o chefão Marcellus Wallace, se recusou a fazer a cena onde ele é estuprado. A produção do filme então conseguiu que o ator Max Julien fizesse a cena no lugar de Max.

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9. Kurt Cobain foi cotado para o filme?

Em diversas entrevistas, Courtney Love já alegou que o diretor Quentin Tarantino queria que Kurt Cobain interpretasse o papel do traficante Lance. Ainda segundo Courtney, Kurt negou o papel por achar que estaria fazendo apologia ao uso de drogas. Tarantino negou a história diversas vezes, mas, uma coisa é fato: a semelhança física do personagem Lance (interpretado pelo ator Eric Soltz) com Kurt Cobain é inegável, não?

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10. A cena de Dança no Jack Rabbit Slim

Que Pulp Fiction é cheio de referências a diversos outros filmes, isso é fato. Mas uma cena em especial ganha destaque: a genial cena de dança interpretada por Uma Thurman e John Travolta é, na verdade, uma homenagem de Tarantino à cena de dança de Gloria Morin e Mario Mezzabotta’s no filme de Frederico Fellini.


 

11. Bônus: A palavra Fuck é dita 265 vezes durante o filme.

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Sobre a Strip Me

Na loja online da Strip Me você encontra as camisetas de filmes, camisetas de bandas e camisetas de seriados mais styles. E, como não podia ser diferente, Pulp Fiction é tão bom, mas tão bom, que ganhou não uma, mas duas homenagens da marca: Camiseta Mia Wallace e Camiseta Pulp Fiction. Corre pro site pra garantir a sua: www.stripme.com.br 😉

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I told you I was trouble

I told you I was trouble

por Gallo Show

Amy Winehouse foi breve, mas intensa. Nascida em Londres, colocou no R&B, no Jazz e no Soul a própria alma, e assim cantou sons de alma própria; de letras assustadoramente sinceras que beiram a autobiografia e narram suas desilusões amorosas. Misturava tudo no gelo com gim e bebia de uma vez, vomitando seus demônios traduzidos em melodia.

É bela, é breve, é intensa, é sincera. Por isso e muito mais, trago aqui um pouco sobre dez sons da garota de Canden Town, que colocou as rádios mais pops desse mundo que ela já não habita para tocarem seu jazz, seu soul, sua alma.

1- Rehab

“Eles tentam me fazer ir a rehab, mas eu digo não, não e não”. Foi o que o produtor Mark Ronson ouviu de Amy enquanto caminhavam e conversavam pelas ruas da capital inglesa, e assim ele teve a ideia da composição. Apresentada a ideia à cantora, foram 3 horas para que ela escrevesse a letra. De início, Amy pensou em um blues anos 50 para dar alma a recém-escrita canção, mas Mark sugeriu que fosse um R&B dos grupos femininos de 60 que desse o tom do som, e assim ficou!

Hit absoluto, a canção abre o segundo álbum de estúdio da cantora (Back to Black – 2006) e é seu segundo single mais vendido, ficando atrás apenas de Valerie. Para os empresários, quando sugeriram que se reabilitasse, ela disse não, não e não. Mas foi para o som que Amy fez sobre essa situação que o público disse sim pela primeira vez, e o talento da cantora ficou mundialmente conhecido de vez! Então, abrimos com Rehab!

 

2 –  You Know, I’m no Good

Para dar sequência, escolho apenas deixar o álbum Back to Black rolar. A batera jazzística entra sozinha e 4 compassos são suficientes para chamar um desses baixos que de tão simples são geniais. E eis que ela o encontra: lá embaixo, no bar com as mangas arregaçadas da camisa de caveira…. O som confessa a infidelidade de Amy para com seu fella, seu cara na época. E ainda justifica: Você sabia, boa coisa não sou.

Jazz e Soul são as influências predominantes nesse segundo som (e single) do segundo disco de Amy. É o que, para mim, melhor expressa seus demônio narcóticos e amorosos e foi o primeiro que ouvi na finada MTV. O suficiente para me tornar fã. Ao vivo, o destaque fica para os backing vocals, dançarinos e irmãos Zalon e Heshima Thompson, que tomam conta com maestria quando Amy decide dar o último gole no drink e deixar o palco. Embalavam o riff de metais e sempre penso nesses caras. Eles eram tão felizes ali no palco com ela… E agora? Não sei. But we know she was no good!

 

3 – Stronger Than Me

Mais uma vez, a batera é a desinibida que toma partido do início da canção. É a primeira do Frank (2003), o primeiro disco da cantora. Também primeiro single, ajudou o álbum a debutar na sexagésima posição e chegar até a décima terceira na parada inglesa UK Albums Chart.

A sonoridade é aquele jazz que a gente ouve junto a um drink quando chove, o que é meu caso agora. Tem também uma batida forte ritmando a bonita melodia: “soo maany lessons to learn…”. Adoro essa parte. A letra fala sobre o cara deixar de ser o “lady boy” da Amy e ser mais forte que ela, como o título já diz. Um tão melancólico quanto belo solo de sax aparece, e assim acaba a canção. Jazz na sua forma mais bela. Sente aí:

 

4 – In My Bed

Ainda no Frank temos esse terceiro single, de sonoridade mais urbana que de costume. A mistura entre jazz e um pouco de Hip Hop marca o som, e a ideia de incluí-lo nessa veio enquanto revisava algumas canções. Boa parte dos refrões de Amy vai pra cima. Esse desce, depois sobe e depois: “oh, it’s you again…”. Não podia ficar melhor. A sonoridade é foda. Algo de uma pegada meio suburbana mesmo; Hip Hop, como disse anteriormente.

No fim, gritos desesperados se somam a um solo de sax, encerrando assim a canção de destaque. É realmente impossível falar dessa música sem citar a sensualidade de Amy no clipe. Ela perambula de vestido por uma casa até chegar em uma cama, resumidamente falando. Assista! Palavras não descrevem tão bem. 😉

 

5 – Back to Black

Para voltar ao segundo álbum de Amy, vamos em grande estilo: terceiro single e canção homônima! De sonoridade e clipe fúnebres, a música foi composta pela própria cantora com o auxílio do produtor Mark Ronson, mais uma vez; e foi sucesso de público e de crítica, chegando a terceira posição da parada UK Albums Chart.

A letra fala da tristeza que Amy sentia em relação a infidelidade e perda do também “no good” Blake Fielder-Civil, na época cônjuge da cantora: “você volta para ela, eu volto para o luto.” Boa parte do álbum tem como tema lírico o relacionamento conturbado entre Amy e Blake, relacionamento esse que teve um ponto final quando Blake, depois de preso por agredir um dono de bar, soube na cadeia que Amy o traiu. Problemas conjugais a parte, o som é foda. Se vale o play? Vaaale, claro que vale. Por falar em vale….

 

6 – Valerie

Como já disse anteriormente, Valerie é o single mais vendido de Amy. E não é dela: é da banda britânica The Zuntons, presente no segundo disco do grupo (2006). A versão de Amy começa em versos swingados pela guitarra, que rumam em direção a um dos meus pré-refrões preferidos, desses que tencionam a música até a gente ficar desesperado pela morte dessa parte. E eis que a assassina comete o crime no refrão:  Vaaaalerie, Valerieee. 
Amy mostra muito de seu potencial enquanto cantora nesse som, indo para tons mais altos e explorando a versatilidade do seu timbre. Treta. Há também outra versão que Amy fez, acústica e mais calma, igualmente ótima.

 

7 – Monkey Man

Não poderia terminar esse post sem falar do flerte que rola entre Amy e o Ska/Reggae.
Esse som também não é dela, é de uma banda jamaicana de ska chamada Toots & the Maytals, mas a versão dela é foda. Geralmente fechando os shows, Monkey Man contrasta com a pegada das outras músicas, uma vez que ela é mais “pra cima” que as próprias da cantora. No palco, é notória a performance dos aqui já citados backing vocals da banda de Amy. Banda que, diga-se de passagem, só tem nego “ruim”.

 

8 – The Girl From “Ipanema”

É isso mesmo. A garota de canden town cantou nossa Garota de Ipanema. E foi correspondida: aquele corpo dourado tão triste na voz do (grande) Tom Jobim se animou todo com a garota de Canden Town, em uma versão mais alegre. Dedos do Sinatra podem ser sentidos, uma vez que a adaptação para o inglês usada por Amy foi a que ele também usou e cantou em sua versão para o sucesso do amigo Tom. A canção está presente no terceiro e póstumo album de Amy: Lioness: Hidden Treasures, cujo conteúdo é marcado mais por (ótimas) versões e raridades do que por novas músicas. Claro que recomendo. Não é todo dia que temos um hit tupiniquim na voz de uma Amy: claro que você vai ouvir.

 

9 – Love is a Losing Game

Com 2 minutos e 35 segundos de uma Amy mais conformada com a derrota no amor, “Love is a Losing Game” é clássica e, apesar da curta duração, é flor importante no buquê de hits que é o Back to Black. É o quinto single do album e diversos artistas fizeram suas versões, dentre eles Prince e Dionne Bromfield. 

Amy constatou que o amor é um jogo de azar. Apostou todas as fichas em relacionamentos que não deram certo e provou do amargor de pagar as apostas. Mas o conformismo pode dar lugar a superação, como na próxima música.

 

10 – Tears dry on their on

Por último, a que mais gosto. Também do Back to Black (é, esse álbum é foda), o feeling dela é triste, mas também é verão. Isso a deixa incrivelmente bela. No clipe, a pequena Amy caminha pela calçada com seu grande topete, enquanto os figurantes mais “freaks” possíveis fazem coisas igualmente “freaks” atrás dela, conforme ela passa. O refrão é matador.
 Um “dry” rasgado sai da boca de Amy no fim. Sentada na cama, a música se encerra. Tão seco quanto as lágrimas, é também visceral esse final.

Influências de R&B e Soul são predominantes e a música foi gravada em New York. Assim como Valerie, há uma versão mais calma do som. Digo, mais jazz de 50 do que calma, e é linda também.  O tema de superação fala do rompimento com Blake mais uma vez. As lágrimas secam sozinhas.

 

23 De julho de 2011.

Amy Winehouse, que havia morrido centenas de vezes em back to black, morre de uma vez por todas. Não me esqueço de ver na TV o sujeito de turbante vestindo a farda da polícia inglesa oficializar sua morte. Passei as semanas seguintes ouvindo discos e vendo documentários. A obra dela é realmente incrível, apesar de curta. Obrigado, Amy. Seu som fez bem a mim e a muita gente. Foi bom tê-la aqui na Terra.



Sobre a Strip Me

Dona de uma voz única Amy encarnou o estilo de vida e talento das grandes rainhas de Jazz e do Soul.A Camiseta Amy Winehouse é uma homenagem a essa artista incrível. Em nossa loja online você também encontra camisetas de filmes, camisetas de bandas e camisetas de cultura pop. Vem conferir aqui, ó: http://www.stripme.com.br 😉

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Scarface Facts: 10 coisas que você (possivelmente) não sabia

Scarface Facts: 10 coisas que você (possivelmente) não sabia

Inspirado no clássico de 1932 de mesmo título, Scarface retrata a violenta carreira (com o perdão do trocadilho) de um refugiado cubano que sobe na vida à bala, chegando ao topo do império da cocaína em Miami.

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Tá, isso você já sabia. Mas talvez você não soubesse que:

  1. Apesar do clima e enredo Miami do filme, a maioria das filmagens foi feita em Los Angeles. Isso porque o Conselho de Turismo de Miami barrou a produção na cidade com medo de queda no número de visitantes, já que o filme retratava o submundo local.stripme-scarface-4
  2. Bizarro ou não, Oliver Stone escreveu o roteiro de Scarface durante seu vício em cocaína.
  3. Já Brian De Palma, ficou tão aficionado pelo roteiro que abandonou seus planos de dirigir Flashdance. Obrigado Brian!
  4. Steven Bauer, que interpreta o fiel escudeiro Manny Ribera é o único ator cubano no elenco principal. Falando em Manny, sabe quem foi também cotado para o papel: há, John Travolta!stripme-scarface-6
  5. A palavra fuck (e suas diversas variações) é usada 226 vezes no filme, o que dá uma média de 1.32 fucks por minuto.
  6. Saddam Hussein (isso, ele mesmo) colocou o nome de Montana Management em uma de suas empresas do segmento de lavagem de dinheiro.stripme-scarface-3
  7. O filme inspirou o seriado Miami Vice e o jogo GTA Vice City.
  8. O sobrenome Montana é uma homenagem de Oliver Stone ao jogador de futebol americano Joe Montana.
  9. Steven Spielberg deu uma mãozinha na direção das cenas de tiroteio contra os bolivianos.stripme-scarface-7
  10. Tony Montana é o personagem favorito de Al Pacino. A gente concorda, Al!

A Strip Me

Camisetas de filmes, camisetas de seriados, camisetas de rock: tudo isso você encontra na Strip Me. E, fãs que somos de Scarface e da atuação fodástica de Al Pacino, fizemos uma homenagem para fãs que procuram uma camiseta tão cheia de personalidade quanto o filme. Com vocês, Camiseta Tony Montana, disponível no site: www.stripme.com.br 

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Kate Moss – fama, escândalos e rock and roll

Kate Moss – fama, escândalos e rock and roll

Poucas supermodelos conseguiram influenciar tanto o mundo da moda como a britânica Kate Moss. E poucas foram as modelos que conseguiram transcender o mundo da moda e influenciar decisivamente a cultura pop como ela fez e ainda faz.

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Nascida em 16 de Janeiro de 1974, em Croydon, Grã Bretanha, Kate Moss foi descoberta por um caça talentos no aeroporto JFK, em NY, aos 14 anos de idade. No início da década de 90 veio o estrelato. Seu rosto inconfundível e seu corpo escultural a tornaram uma das modelos mais bem pagas de sua geração. Foi nesse período que o estilo “Heroin Chic” ganhou espaço, com modelos bastante magras e com o visual “junkie”, exatamente como o perfil de Kate.

Ainda nos anos 90, Kate ficou conhecida pelo estilo de vida rebelde, sempre envolto em festas, bebedeiras e uso de drogas. A própria modelo revelou anos mais tarde que começou a beber e a fumar maconha quando tinha apenas 12 anos de idade. Várias foram as vezes em que a modelo se internou em clínicas de reabilitação para tratar seu vícios em álcool e drogas.

Os relacionamentos da supermodelo sempre causaram frisson em todo o mundo. Nos anos 90 ela se envolveu com ninguém menos que Johnny Depp. Já nos anos 2000, um tumultuado relacionamento com Pete Doherty, problemático líder da banda The Libertines, ganhou destaque na mídia pelo suposto uso deliberado de drogas que o casal fazia. Foi também nesse período que a modelo perdeu alguns de seus contratos mais lucrativos ao ser flagrada por um paparazzi usando cocaína.

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O estilo rebelde e a atitude rock and roll da modelo também abriram as portas do universo da música pra ela. Fã declarada de rock, Kate estrelou diversos videoclipes de bandas e artistas de sua preferência, com destaque para The White Stripes, Johnny Cash e Primal Scream.

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Hoje, mais de 25 anos depois de reinar absoluta no mundo da moda, sendo capa de mais de 300 revistas, de já ter sido considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time e, claro, de já ter faturado milhões e milhões de dólares, Kate Moss continua na ativa, estrelando diversas campanhas mundiais de marcas consagradas, além de assinar coleções e fragrâncias próprias.

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Corre pra loja virtual pra ver tudo que preparamos pra quem curte cultura pop como você: camisetas de bandas, camisetas de filmes e acessórios modernos. Não perde tempo: www.stripme.com.br 😉

Guia de Estilo: Tony Montana

Guia de Estilo: Tony Montana

Há 31 anos, Scarface foi lançado e redefiniu o sonho americano por várias gerações. Da sarjeta ao topo do mundo, Tony Montana se tornou uma figura que todos queriam imitar.

Basicamente, o filme glorifica as possibilidades que o comércio de cocaína oferecia a qualquer sujeito disposto a sujar as mãos no início dos anos 80. Carros, mulheres e animais exóticos eram alguns dos itens favoritos de ostentação, mas a coisa mais importante para reafirmar o status dos senhores do tráfico eram as roupas.

Al Paccino esbanja estilo interpretando Tony Montana, por isso, fizemos uma compilação de looks opulentos que o protagonista desfila no clássico. Espia só!

Look 1. Floral a la turista

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Logo na primeira cena em que vemos Tony Montana, ele está com uma camisa floral que seria o centro das atenções em qualquer ambiente. Chegou chegando.


Look 2. Tony Sports

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Esse é o outfit usado por Tony para jogar basquete, mais elegante do que qualquer coisa que você já tenha usado em qualquer atividade esportiva, vai?!


Look 3. The Tiger

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Tá, você quer uma camisa com estampa de tigres agora. Eu também. No filme esse é o look com que Tony entra em uma das transações de drogas mais violentas e que mais deram errado na história do cinema. Tá lembrado?


Look 4. Dress-code: Reunião de Negócios

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Quando você vai se encontrar com o chefe pela primeira vez, é melhor você se vestir de forma adequada.


Look 5. Sente o sucesso

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Depois de alguns meses de trabalho bem sucedido, Tony e seu parceiro Manny começam a se vestir como caras que mandam em Miami. E pra compor o look, nada como um drink bem discreto às três da tarde só pra mostrar que você pode.


Look 6. Animal Print

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Mais do que um terno elegante e óculos de sol gigantes, estilo mesmo é combinar o look com o tigrado nos bancos do seu Caddy amarelo conversível.


Look 7. Ouro e seda

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Só alguém que está definitivamente rumo ao topo, como Tony, pode usar um look tão peculiar. Imagina no happy hour? Imagina na boate? Sucesso.


Look 9. Terno de $ 800

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O terno de 800 dólares ganhou algumas manchas nessa cena, ossos do ofício. No fim das contas, até incrementou o estilo bad ass, motherfucker de Tony Montana.


Look 10. Casual

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Tony se veste de acordo com o dinheiro que acumula. Afinal, usar uma camisa de smoking branca pra ficar em casa de boa não é pra qualquer um.


 

Espaço reservado pro merchan \o/

A Strip Me é uma marca voltada pra cultura pop e o estilo urbano. Desenvolve camisetas de filmes, camisetas de bandas, camisetas de seriados e acessórios modernos e descolados. Essa camiseta é uma homenagem ao filme e ao estilo matador (com o perdão do trocadilho) de Tony Montana, de fãs para fãs. Corre lá pra loja virtual www.stripme.com.br pra garantir a sua!

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