Top 10 Strip Me: Os 10 filmes mais emblemáticos dos anos 80.

Top 10 Strip Me: Os 10 filmes mais emblemáticos dos anos 80.

Os anos 80 foram marcados por uma mudança drástica na indústria cinematográfica, com uma profusão incontável de filmes com uma nova estética e linguagem. A Strip Me dá uma geral nessa década única para o cinema, elencando os filmes mais emblemáticos dos anos oitenta.

O cinema dos anos 80 foi um verdadeiro furacão cultural. Foi a década que consolidou o blockbuster, elevou os efeitos especiais a um novo patamar e nos presenteou com algumas das histórias mais incríveis já contadas na telona. Além disso, a estética vibrante, as trilhas sonoras inesquecíveis e o carisma dos personagens criaram um legado que nos atrai até hoje. Dos filmes de ação aos sci-fi visionários, passando pelas comédias adolescentes e aventuras inesquecíveis, essa foi uma época em que Hollywood encontrou a fórmula perfeita para capturar a imaginação do público.

Não é à toa que o cinema dessa década ainda influencia produções atuais, seja por meio de continuações tardias, reboots, ou pela infinidade de referências espalhadas em filmes e séries modernas. Para não deixar dúvida a esse respeito, a Strip Me fez um difícil recorte para chegar a um top 10 definitivo dos filmes mais marcantes dos anos 80. A lista está em ordem cronológica, já que a intenção não é estabelecer que um é melhor que o outro.

Star Wars: O Império Contra-Ataca (1980)

A continuação que não apenas superou o original, mas também elevou a franquia Star Wars a um nível de excelência raramente visto em sequências. Isso sem falar das cenas inesquecíveis e largamente parodiadas. “Luke, eu sou seu pai”… precisa dizer mais alguma coisa?

Apertem Os Cintos, O Piloto Sumiu ( 1980)

Jim Abrahams, David Zucker e Jerry Zucker reinventaram a comédia nonsense neste clássico repleto de referências à cultura pop, que gerou dezenas de filmes semelhantes nas décadas seguintes, de Corra que A Polícia Vem Aí até Todo Mundo em Pânico.

Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Aventuras nunca mais foram as mesmas depois que Harrison Ford colocou o chapéu e empunhou o chicote e quase foi esmagado por uma bola de pedra gigante. Steven Spielberg e George Lucas redefiniram o gênero com esse clássico, que deu origem a uma franquia campeã de bilheteria com 5 filmes lançados.

Blade Runner (1982)

O cyberpunk nasceu aqui. Visualmente deslumbrante e filosoficamente profundo, esse sci-fi influenciou tudo que veio depois, de Matrix a Westworld. Além do texto brilhante, trouxe inovações em efeitos especiais nunca vistos antes.

E.T. – O Extraterrestre (1982)

Steven Spielberg em sua melhor forma emocional, consegue traçar a linha mais evidente que diferencia os anos 70 e os anos 80 no cinema. Ele próprio dirigiu, em 1977, um outro filme envolvendo aliens, que é muito mais denso e sombrio. Já em E.T. ele traz uma história cheia de aventura, leve e envolvente sobre a amizade entre um menino e um alienígena, que conquistou corações no mundo todo. Além de redefinir a imagem que todo mundo tinha de um alienígena.

Ghostbusters (1984)

Quem você vai chamar? Essa mistura de comédia, terror e ficção científica trouxe efeitos inovadores e personagens que são lembrados até hoje. Isso sem falar no visual, o carro, a logo, os uniformes, os equipamentos… E, pra completar o pacote, uma trilha sonora inesquecível.

De Volta Para o Futuro (1985)

De Volta Para o Futuro é a síntese dos anos 80, evidenciando sua estética, o comportamento e a sociedade em geral. Até porque evidenciando tais características, reforça a diferença entre épocas tão distintas como os idílicos anos 50 e os caóticos anos 80. Essa diferença na cara, deixa o filme bem mais divertido. Viagens no tempo, DeLorean, Marty McFly e Doc Brown formam um combo inesquecível que ainda gera discussões e teorias entre os fãs.

O Clube dos Cinco (1985)

Sem sombra de dúvidas, este é o filme que capturou o espírito adolescente da década de 80. John Hughes definiu o gênero com esse drama sensível e atemporal sobre cinco jovens descobrindo suas identidades. É um filme teen, mas com uma profundidade poucas vezes vista antes no gênero. Um clássico atemporal.

Top Gun (1986)

Está tudo lá! Cenas deslumbrantes de ação, aviões fazendo manobras, Tom Cruise, óculos aviador, jaqueta de couro e uma trilha sonora arrebatadora. Esse filme elevou o conceito de blockbuster a um novo patamar e virou sinônimo de cultura pop oitentista.

Duro de Matar (1988)

John McClane chegou para reinventar o cinema de ação. Um herói improvável preso em um arranha-céu tomado por terroristas. Fórmula perfeita para um dos maiores thrillers de todos os tempos. Depois dele, se tornou comum ver no cinema um cara sozinho explodindo coisas aos borbotões e salvando o dia. Yippee-Ki-Yay, motherf*cker!

Bateu na trave, mas não entrou.

Alguns filmes foram deixados de fora com muita dor no coração, mas não podemos ignorar sua importância. Afinal são filmes populares até hoje, influenciaram muita gente e tem a cara dos anos 80. São eles:

Curtindo a Vida Adoidado
Os Goonies
Dirty Dancing
Quero Ser Grande
Máquina Mortífera

O cinema dos anos 80 moldou a cultura pop de forma única, criando personagens, visuais e histórias que continuam vivos na memória coletiva. Seja revendo essas obras ou percebendo suas influências em filmes e séries modernos, uma coisa é certa: essa década colorida e tresloucada nunca será esquecida! E, no que depender da Strip Me, não só não será esquecida, como será sempre celebrada. Dá uma conferida na nossa coleção de camisetas de cinema pra ver. E não é só isso, tem as camisetas de música, cultura pop, bebidas e muito mais. Além disso, no nosso site você fica por dentro de todos os lançamentos, que pintam toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Claro, uma playlist caprichada com o que tem de melhor nas trilhas sonoras dos filmes citados no texto. Cinema 80’s top 10 tracks.

Ocultismo, um pacto e um peixe: As lendas do Led Zeppelin

Ocultismo, um pacto e um peixe: As lendas do Led Zeppelin

por Guilherme Bonilha – 

Existe uma banda que inspire tanta curiosidade quanto o Led Zeppelin? Antes da internet, não existiam muitas fontes de informação sobre as estrelas do rock, e isso abria caminho para uma legião de fãs chapados se deliciarem com qualquer rumor ou história absurda sobre sua banda favorita, especialmente as que envolviam devassidão, o demônio e um certo peixe. Especialidades do Led Zeppelin. Apesar do telefone sem fio em escala global, algumas dessas histórias carregavam um fundo de verdade. Veja aqui algumas verdades e mentiras sobre tais histórias, e algumas coisas que ficam no meio do caminho.

Keith Moon foi quem deu o nome para a banda?

A história: em maio de 1966, Moon e o baixista do The Who, John Entwistle, gravaram a parte instrumental de “Beck’s Bolero” com Page, John Paul Jones e Jeff Beck. A faixa ficou muito boa e eles cogitaram a ideia de formar uma nova banda. Moon supostamente disse que a banda passaria por cima de tudo como um grande balão de chumbo. Page lembrou da piada dois anos depois, quando formou o Led Zeppelin.

A verdade: Dezenas de versões surgiram ao longo das décadas, Entwistle afirmou que foi ele, e não Moon, quem fez a piada do balão de chumbo, outras pessoas chegaram a atribuir o nome ao produtor da sessão, mas no fim, a história parece estar a favor da versão de Moon.

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Emblemática história com o peixe

Reza a lenda que certa madrugada, John Bonham pescava de sua janela. Após algumas horas sem pegar um peixe sequer, Bonham se irritou e adotou um método pouco ortodoxo: lambuzou o salmão que o resto da banda e alguns convidados comiam em champanhe e usou a gororoba de isca. Apesar de bizarra, a técnica se provou eficiente e ele acabou fisgando alguns peixes.

Enquanto isso, Page e Plant se divertiam com uma groupie ruiva que gostava de ser amarrada. Quando Bonham foi se gabar para os companheiros de banda, se deparou com a garota amarrada, Page e Plant rodeando a garota e Mike Stein, do Vanilla Fudge, filmando tudo. Ainda com o peixe nas mãos, Bonham não teve dúvida e introduziu o pescado na famosa groupie ruiva.

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Apesar de dezenas de relatos sobre essa fatídica noite, nenhuma prova de que ela aconteceu surgiu. Uma coisa é certa, caso apareça, a fita com essa gravação custaria alguns milhões em um leilão para fãs malucos.

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Jimmy Page adorava o diabo?

A história: A obsessão de Page por Aleister Crowley iniciou os boatos de que ele e Satã eram próximos; outro rumor era de que os membros da banda haviam feito a conhecida barganha de Fausto, um pacto com o diabo, para chegar ao estrelato.

A verdade: Não há evidências que comprovem que Page era um satanista ou coisa parecida, apesar de ele acreditar na filosofia de libertação pessoal de Crowley, chegando a colocar máximas do ocultista (“do what thou wilt” – ”faça o que tu queres”) nos vinis originais de Led Zeppelin III. O guitarrista pouco fez para negar os rumores ao longo de sua carreira, talvez por perceber que isso era bom para os negócios. “Eu não quero falar sobre minhas crenças pessoais ou meu envolvimento com magia”, disse ele à Rolling Stone na década de 1970. “Não estou interessado em transformar alguém em algo que eu sou. Se as pessoas querem encontrar as coisas, elas encontram por elas mesmas. ”

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A magia negra do Led Zeppelin

O lançamento do quarto álbum do Led Zeppelin em 1971 confirmaria o que já se desconfiava: Os quatro integrantes do grupo, e sobretudo o guitarrista Jimmy Page, seriam adeptos e praticantes de magia negra e rituais satânicos. As provas estavam nos quatro símbolos, um para cada membro, escritos em sigilo, linguagem medieval criada com propósitos mágicos, que aparecem no encarte do álbum, além das letras místicas carregadas de metáforas sobre os ensinamentos do bruxo britânico Aleister Crowley.

A lenda sobre as ligações do Led Zeppelin com ocultismo ganharia ao longo dos anos novos elementos, como a compra do castelo que pertenceu a Crowley pelo guitarrista Jimmy Page até insinuações de que a morte do baterista John Bonham teria ocorrido em algum ritual satânico com os membros da banda. As desconfianças renderam até um livro sobre o envolvimento do grupo com bruxaria: “Fallen Angel”, escrito por Thomas Friend.

O assumido interesse de Jimmy Page por ocultismo e pelos ensinamentos de Aleister Crowley é a principal fonte das lendas que surgem em torno do grupo. Além disso, há a admiração do vocalista Robert Plant por obras literárias mitológicas como “O Senhor dos Anéis”, de Tolkien, e naturalmente, essas influências místicas refletiram nas canções compostas pelo Led Zeppelin e alimentaram as associações entre os acontecimentos mais sombrios relacionados ao grupo e o ocultismo.


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