Guia Strip Me: Os melhores festivais e shows no Brasil em 2025.

Guia Strip Me: Os melhores festivais e shows  no Brasil em 2025.

Entre março e novembro de 2025, o Brasil será palco de uma série de shows e festivais de música imperdíveis. A Strip Me traz pra você os principais eventos que vão agitar o país nesse período.

Acabou o Carnaval! Agora o ano começa pra valer no Brasil. E este vai ser um ano daqueles! De uns tempos pra cá, o Brasil tem se consolidado como um dos principais destinos para grandes eventos musicais no mundo. O país atrai tanto artistas internacionais de peso quanto valoriza sua rica cena musical local, promovendo festivais que misturam ritmos, culturas e experiências únicas. De São Paulo ao Rio de Janeiro, de Curitiba a Brasília, o calendário de festivais e shows de 2025 promete ser um dos mais intensos e diversificados dos últimos tempos, celebrando tanto a potência da música brasileira quanto a grandiosidade de performances internacionais.

A Strip Me, que não deixa passar nenhum festivalzinho que seja, te dá a letra dos melhores shows que vão rolar nesse ano. Então já prepara a agenda do celular aí, pra marcar as datas.

Março

Lollapalooza
O festival mais hypado de todos os tempos está de volta neste ano, mais uma vez nos aprazíveis morrinhos do Autódromo de Interlagos. O lineup de 2025 vem forte com nomes como Olivia Rodrigo, Shawn Mendes, Alanis Morissette, Justin Timberlake, Foster the People e Zedd.
28, 29 e 30 de março no Autódromo de Interlagos – São Paulo

Alanis Morissette
Além de ser uma das principais headliners do Lollapalooza, a musa dos anos 90, Alanis Morissette, também se apresenta na capital paranaense. A canadense vai despejar seus hits na Pedreira Paulo Leminski.
30 de março na Pedreira Paulo Leminski – Curitiba

Abril

Stray Kids
Quem está ali na faixa dos 40 anos, certamente preferia que fossem os Stray Cats. Mas terão que se contentar em levar seus filhos para assistir este que é um dos maiores nome do K-Pop.
1 de abril no Estádio Nilton Santos – Rio de Janeiro
5 e 6 de abril no Estádio MorumBis – São Paulo

Monsters of Rock
Por falar em gente já com certa idade, o festival Monsters of Rock celebra em 2025 os 30 anos de sua primeira edição no Brasil. E quem vai animar a festa são feras do metal como Scorpions, Judas Priest, Europe e Queensrÿche.
19 de abril no Allianz Parque – São Paulo

Maio

Lady Gaga
Depois de Madonna causar frenesi nas areias de Copacabana, este ano é a vez de Lady Gaga subir no palco e sacudir a baía de Guanabara, trazendo a tour de seu disco mais recente, Mayhem. E o melhor: O show é de graça! Só fica esperto com esse seu celular! Attenzione pickpocket!
3 de maio na praia de Copacabana – Rio de Janeiro

System of a Down
Serj Tankian e sua turma barulhenta voltam ao Brasil para shows super aguardados! A banda esteve no Brasil pela última vez em 2015.
6 de maio no Estádio Major Antônio Couto Pereira – Curitiba
8 de maio no Estádio Nilton Santos – Rio de Janeiro
10 e 11 de maio no Allianz Parque – São Paulo
14 de maio no Autódromo de Interlagos – São Paulo

Porão do Rock
O Porão do Rock se estabeleceu já faz um tempo como um dos festivais de rock mais autênticos e com uma curadoria invejável. Neste ano o festival traz a excelente banda Stone Temple Pilots, além de contar com Sepultura, Black Pantera, Dead Fish, BaianaSystem e muito mais.
23 e 24 de maio no estacionamento da Arena BRB – Brasília

C6 Fest
O C6 Fest chega a sua terceira edição com 4 dias de festival e muitas atrações interessantes e diversificadas. Neste ano, tem como principais nomes Pretenders, Wilco, Air, Nile Rodgers & Chic e Seu Jorge. Aliás, a banda de Chrissie Hynde chega no Brasil dias antes do festival para se apresentar em Porto Alegre dia 18, Curitiba dia 20 e Brasília dia 22.
22, 23, 24 e 25 de maio no Parque Ibirapuera – São Paulo

Popload
O festival mais celebrado da música alternativa não poderia ficar de fora. O Popload esse ano vem cremoso com atrações como Norah Jones, St. Vincent, Laufey, Terno Rei & Samuel Rosa e muito mais.
31 de maio no Parque Ibirapuera – São Paulo

Junho

Best of Blues & Rock
Na atividade desde 2013, o festival Best of Blues & Rock sempre traz grandes atrações, misturando diferentes estilos e gerações. Neste ano apresentam Dave Mathews Band, Alice Cooper, Deep Purple, Richard Ashcroft, além dos brasileiros Cachorro Grande, Barão Vermelho e muito mais.
7, 8, 14 e 15 de junho no Parque Ibirapuera – São Paulo

João Rock
O maior festival de música brasileira do país promete mais uma edição de grandes shows e infra estrutura caprichada, pro rolê ser uma experiência muito além da música. Mas, claro, o foco são os shows. Os destaques entre as atrações de 2025 são Planet Hemp, BaianaSystem, Natiruts, Sandra Sá, Toni Tornado & A Banda do Síndico, Seu Jorge e muito mais.
14 de junho no Parque Permanente de Exposições – Ribeirão Preto

Julho

James Blunt
Haja visto que julho é alta temporada de shows no hemisfério norte (a.k.a. verão) o mês de julho é pouco movimentado por aqui. Mas no zero a zero a gente não fica. O britânico James Blunt se apresenta por aqui com hits como You’re Beautiful e Same Mistake e vem celebrar os 20 anos do lançamento de seu primeiro disco, Back to Bedlam.
Dia 8 de julho no Terra SP – São Paulo

Agosto

Kylie Minogue
A maior diva pop da Austrália acumula hits mundo afora, e vem para o Brasil para um único e aguardado show.
15 de agosto no Auditório Ibirapuera – São Paulo

I Wanna Be Tour
O festival com foco no punk e emo teve sua primeira edição ano passado e foi um sucesso. Em 2025 eles voltam com grandes atrações como Fall Out Boy, Good Charlotte, Forfun, Dead Fish e Fresno.
23 de agosto no Estádio Couto Pereira – Curitiba
30 de agosto no Allianz Parque – São Paulo

Setembro

Coala
O festival mais querido da música nacional tem como headliners em 2025 Liniker e Caetano Veloso, além de outras atrações ainda a serem reveladas. Apesar desse suspense envolvendo o lineup, o festival está confirmadíssimo.
5, 6 e 7 de setembro no Memorial da América latina – São Paulo

The Town
O The Town iniciou suas atividades aqui no Brasil em 2023, e em suas duas edições, trouxe lineups invejáveis! 2025 não será diferente. Green Day, Sex Pistols e Iggy Pop encabeçam a vertente punk do evento, que vai contar também com Mariah Carey, Kate Perry e Camila Cabello.
6, 7, 12, 13 e 14 de setembro no Autódromo de Interlagos – São Paulo
17 de setembro no Rio Guamá – Belém
20 de setembro no Estádio do Mangueirão – Belém

Outubro

Steven Wilson
Um dos maiores nomes do rock progressivo, Steven Wilson já passou pelas bandas Yes, King Crimson, Jethro Tull, Marillion e XTC. Seu show inclui sucessos de todas essas bandas, além de material solo do multi instrumentista. Para quem se liga nessa vertente de som, é imperdível.
17 de outubro no Tokyo Marine Hall – São Paulo

Tomorrowland
A edição tupiniquim deste ano do maior festival de música eletrônica do mundo vai ser um arraso e contará com vários nomes brasileiros no lineup. As atrações ainda não foram confirmadas para a edição brasileira, mas normalmente, quem toca na edição belga, que rola em julho, acaba tocando também na edição brasileira. Alguns dos nomes confirmados para o festival na Bélgica são Acid Asian, Alok, ANNA, Antdot, Bhaskar, Blazy, Cat Dealers, Curol, Dubdogz, FTampa, Vegas, Vintage Culture, Webra e outros.
10, 11 e 12 de outubro no Parque Maeda – Itu

Novembro

Oasis
Depois de uma venda disputadíssima e muito rápida de ingressos no ano passado, o Oasis volta ao Brasil para dois shows aguardadíssimos. Enquanto tem gente fazendo bolão para adivinhar a data em que os irmãos Gallagher vão brigar e cancelar a turnê no meio, os sortudos que estão com ingresso comprado aguardam novembro ansiosamente.
22 e 23 de novembro no Estádio Morumbis – São Paulo

Rock the Mountain
Rock the Mountain é aquele festival que transborda bicho grilagem, e justamente por isso, é uma delícia! Natureza, rangos vegetarianos, artesanato, tirolesa e muita música. Neste ano o festival tem como atração gringa a britânica Jorja Smith, mas conta ainda com Liniker, BaianaSystem, Chet Faker, Gloria Groove e Ney Matogrosso.
31 de outubro, 1, 2, 7, 8 e 9 de novembro no parque Municipal de Petrópolis – Petrópolis

Então é isso. Realmente estamos bem servidos de shows e festivais em 2025. De K-Pop a heavy metal, tem de um tudo esse ano! Pra nós isso é ótimo! A diversidade de festivais não só movimenta a economia e o turismo, mas também fortalece o intercâmbio cultural entre público e artistas. É tanto rolê bom, que ainda bem que você tem a Strip Me pra deixar no estilo com todo o conforto do mundo! Além da descoladíssima Coleção Festival, fosse encontra camisetas de música, cultura pop, brasilidades, bebidas e muito mais! Chega lá no nosso site pra conferir, assim você também fica por dentro de todos os nossos lançamentos, que pintam toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist saborosa com o que demlhro o Brasil vai receber em 2025. Festivais BR 2025 Top 10 tracks.

Nostalgia STM: 8 Festivais que marcaram época e não existem mais.

Nostalgia STM: 8 Festivais que marcaram época e não existem mais.

O Brasil tem um histórico notável de festivais de música, todos com momentos inesquecíveis. A Strip Me mostra hoje que nem só de Rock in Rio e Lollapalooza vive o brasileiro.

Juntar vários artistas num mesmo palco não é um negócio novo. Muito antes da contra cultura hippie, Woodstock e etc, já rolavam as caravanas de artistas, que viajavam de cidade em cidade tocando em feiras agropecuárias e quermesses de igrejas. Isso tanto na gringa como aqui no Brasil. Vamos lembrar que nos anos 50, umas dessas caravanas no sul dos Estados Unidos carregava Johnny Cash, Jerry Lee Lewis e Elvis Presley. Mas, sim, o conceito de festival de música como a gente conhece hoje, nasceu ali nos anos 60. Já falamos sobre isso aqui no blog, num texto bem legal sobre o Woodstock, que você pode ler aqui. No Brasil não foi diferente. Do mesmo jeito que rolavam as caravanas, que reuniam Inezita Barroso, Chitãozinho e Xororó e outros artistas, também nos anos 60 os hippies tupiniquins organizaram um mega festival, o nosso Woodstock, a ser realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Batizado de Festival da Primavera, e carinhosamente apelidado de Ibirastock, o rolê estava marcado para os dias 15 e 16 de novembro de 1969. Porém, os militares fizeram com que o festival fosse cancelado dias antes. O que sobrou, e foi amplamente reproduzido, se tornando item de decoração, foi o cartaz psicodélico criado pelo artista Antonio Peticov.

Mas a história do Brasil com festivais de música vai muito além da ditadura militar. Antes do Ibirastock, os festivais realizados pelos canais de televisão já geravam um fuzuê danado tendo cenas antológicas como Gilberto Gil e Os Mutantes tocando Domingo no Parque, o bossanovista Sérgio Ricardo full pistola espatifando seu violão, Caetano Veloso cantando É Proibido Proibir e fazendo um discurso indignado contra o público, gritando “Vocês não entendem nada! Nada!”… enfim, isso tudo, é claro, até 1968, quando o AI 5 foi decretado e a censura se instaurou de vez, culminando no cancelamento dp Ibirastock. Porém, dali em diante, a contra cultura, músicas de protesto e a cultura pop em geral faziam com que artistas e bandas seguissem produzindo e nunca faltou quem quisesse fazer um festivalzinho aqui e ali. Até que, em 1975, finalmente rolou o Festival de Águas Claras, e o Brasil nunca mais ficou sem ter um festival de música rolando. Hoje a Strip Me relembra os festivais mais importantes que rolaram por aqui, mas que não existem mais.

Festival de Águas Claras

Os hippies brasileiros finalmente conseguiram ter seu Woodstock em 1975, graças aos esforços de um estudante de engenharia e amante da música, que resolveu realizar um festival na fazenda de sua família, na pequena cidade de Iacanga, no interior de São Paulo. Entre o cancelamento do Ibirastock em 1969 e o Festival de Águas Claras, outros festivais até rolaram, mas com pouca expressão e muita repressão. O jovem organizador do Festival de Águas Claras, era bem articulado e tinha boas conexões. Usou isso em seu favor e conseguiu autorizações do DOPS e outros orgãos de censura para realizar o festival. A primeira edição, em 1975, contou com várias bandas de rock como O Som Nosso de Cada Dia, Os Mutantes, O Terço e outros. A segunda edição foi a mais bem sucedida, aconteceu em 1981, quando já havia começado a abertura política da ditadura. Contou com um line up mais variado e estrelado, com nomes como João Gilberto, Gilberto Gil, Alceu Valença, Raul Seixas, Luiz Gonzaga e muitos outros. O festival ainda contou com duas outras edições, em 1983 e 1984, mas sem a mesma qualidade. A crise econômica e um certo amadorismo que, no início dava certo charme ao festival, acabaram atrapalhando. No ano seguinte veio o Rock in Rio e elevou o nível de maneira tão radical, que desanimou os organizadores a produzir novas edições.

M2000 Summer Concerts

O que se pode dizer, logo de cara, sobre o festival M2000 Summer Concerts, é que foi um baita evento ousado. Organizado pela então muito popular marca de tênis M2000, foi um festival emblemático porque levou essa estrutura de grandes festivais para o litoral, para cidades que, com exceção do Rio de Janeiro, não estavam habituadas a receber eventos daquele tamanho. Além do mais, os shows foram de graça, na areia da praia. E, para completar, os shows rolaram entre janeiro e fevereiro de 1994, época em que rolava em São Paulo e no Rio o legendário Hollywood Rock. O M2000 Summer Concerts rolou em 4 cidades do litoral: Santos, Rio de Janeiro, Florianópolis e Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul. O festival contou com nomes internacionais de peso como Three Walls Down, Chaka Demus, Shabba Ranks, Fito Paez, Helmet, Rollins Band, Lemonheads e Mr. Big. O M2000 Summer Concerts ficou marcado por ser o primeiro festival de grande porte a levar milhares de pessoas para praia para curtir shows de graça. Também tem sua importância por ter sido o primeiro palco grande onde se apresentaram Chico Science & Nação Zumbi e também os Raimundos, que em seguida ganhariam notoriedade nacional.

Claro Q É Rock!

Em 2004 a empresa de telefonia Claro, com a intenção de fortalecer sua marca, resolveu promover um festival de música. A organização acertou a mão ao se concentrar num nicho que era muito pouco levado em conta nos line ups dos principais festivais, o rock e pop alternativo. A grande atração do evento foi a banda Placebo. O festival rolou em São Paulo e teve uma aceitação imensa do público. O que motivou a empresa em investir ainda mais no ano seguinte. A segunda edição do Claro Q É Rock, em 2005, foi realmente memorável com Iggy Pop, Sonic Youth, Flaming Lips, Fantômas, Good Charlotte e Nine Inch Nails. Um line up nunca antes visto, juntando tudo quanto é tipo de gente. O festival rolou na Chácara do Jockey, em São Paulo, no final de novembro, época de muita chuva. Mas o lamaçal não atrapalhou e o que se viu ali foram shows realmente inesquecíveis. Destaque para Mike Patton a frente dos Fantômas destilando bizarrices sonoras, mas também tocando um ou outro clássico do Faith no More, o vocalista dos Flaming Lips dentro de uma bolha rolando acima do público, Iggy Pop incansável fazendo mosh e chamando o público para invadir o palco e o Nine Inch Nails com um show absurdamente pesado e recheado de hits. Infelizmente, o festival parou por aí, mas deixou sua marca na história.

Planeta Terra Festival

Em 2007 o grupo de telecomunicação Terra Network resolveu entrar na onda dos festivais de música para alavancar sua marca entre os jovens. Malandramente, a organização acabou indo na mesma onda do Claro Q É Rock, que causou tanto furor em 2005. Na sua primeira edição, trouxeram nomes como Kasabian, Lily Allen e os mega influentes Devo. A fórmula funcionou muito bem. Tanto que o festival, a cada ano trazia pelo menos um nome desses, que é super importante e influente, mas não necessariamente tão popular. Assim, em 2008, trouxeram os papas do shoegaze The Jesus and Mary Chain, em 2009 Iggy Pop & The Stooges e Sonic Youth, em 2010 Smashing Pumpkins e Pavement, em 2011 The Strokes e Beady Eye, em 2012 Garbage e Kings of Leon e em 2013 Blur e Lana DelRey. Em 2014 a organização do festival anunciou que por conta da Copa do Mundo no Brasil e das eleições presidenciais, o evento não iria acontecer, mas prometeram que voltaria em 2015. O que nunca aconteceu. Ficamos orfãos de um dos festivais mais legais que já passaram por aqui, com line ups sempre surpreendentes.

Skol Beats

Sacando que nem tudo nessa vida é rock e de olho na alta popularidade que a música eletrônica e a cultura DJ tinham na virada do milênio, a cervejaria Skol decidiu realizar um festival de música eletrônica para promover sua marca.. Sua primeira edição aconteceu no ano 2000 e cobriu todos os estilos que estavam bombando na época como Jungle, Drum ‘n’ Bass, Trance, House e o Techno, trazendo nomes de peso como Paul Oakenfold, Armand van Helden, Frankie Knuckles, Bob Sinclar, DJ Rap, Fabio, Optical, Green Velvet, Stacey Pullen, além de nacionais como DJ Marky, Anderson Noise e Mau Mau. O Skol Beats rolou todo ano, de 2000 a 2008, na cidade de São Paulo e, nesse período se consolidou como o maior evento de música eletrônica da América do Sul. O festival nunca parou de crescer em seus 9 anos de existência. Portanto, todo mundo recebeu com surpresa a notícia de que a Skol estava cancelando a realização do festival de 2009 em diante, pois a marca não queria mais se envolver na realização de grandes eventos, mais sim patrocinar shows e eventos menores. Até hoje estamos tentando entender essa lógica e morrendo de saudade do festival Skol Beats.

SWU

O SWU foi um festival sem precedentes no Brasil. Idealizado por um publicitário e realizado por um grupo diverso de pessoas, o SWU Music & Arts Festival uniu a importância de se discutir a sustentabilidade com manifestações artísticas e música. Realizado no interior de São Paulo, o festival contava com uma infra estrutura que condizia com o seu ideal, utilizando geradores de energia movidos a biodiesel, por exemplo. Além de promover palestras e fóruns sobre sustentabilidade, o SWU, sigla para Starts With You, trouxe grandes nomes da música em suas duas edições. Trouxe pela primeira vez ao Brasil Rage Against the Machine, Lynyrd Skynyrd e Stone Temple Pilots, além de grandes nomes como Pixies, Faith No More, Alice in Chains, Dave Matthews Band, Regina Spektor, Joss Stone, Black Eyed Peas, Queens of the Stone Age, Linkin Park, Duran Duran… olha, foram realmente duas edições memoráveis, ocorridas em 2010 e 2011. Não se sabe a razão pela qual o festival deixou de ser realizado. Especula-se que o crescimento e surgimento de cada vez mais festivais no país, ou seja, a concorrência cada vez maior, fez com que os organizadores desistissem do projeto.

Free Jazz Festival/Tim Festival

A empresa de cigarros Souza Cruz se aventurou no negócio de festivais de música modestamente em 1975, dando origem a um dos festivais mais importantes da história do Brasil, o Hollywood Rock, que naquele ano foi idealizado pelo escritor Nelson Motta. A experiência não foi das mais positivas. Até que em 1985, com o sucesso do Rock in Rio a marca resolveu investir nesse ramo mais uma vez. Porém, preferiu se distanciar do rock, até para evitar comparações com o Rock in Rio, e foi criado o Free Jazz Festival. Além de trazer uma das marcas mais populares da empresa, o nome deixava claro que o foco era o jazz, mas havia liberdade para que outros estilos comparecessem. O festival rolou anualmente de 1985 a 2001, sendo que em apenas 1990 o evento não aconteceu por conta da crise econômica causada pelo famigerado Plano Collor. O Free Jazz fez história pelo seu ecletismo e grandes nomes da música que trouxe para tocar no Brasil, de Chet Baker a Fatboy Slim, passando por Ray Charles, Nina Simone, John Lee Hooker, Dizzy Gillespie, Duke Ellington, Albert King, Bo Diddley, Chuck Berry, James Brown, BB King, Stevie Wonder, Jamiroquai, Isaac Hayes, Bjork, Jeff Beck, Ben Harper, Sean Lennon, Manu chao, Belle and Sebastian… realmente eram line ups admiráveis. Em 2003, uma das prerrogativas da lei antitabagista aprovada pelo governo era que marcas de cigarro não poderiam patrocinar eventos culturais. Assim, a organização do festival passou para as mãos da empresa de telefonia Tim, passando a se chamar Tim Festival. O Tim Festival seguiu a mesma linha do Free Jazz, dando maior ênfase ao jazz, à música eletrônica e alternativa. Sob o nome Tim festival, ao longe de suas 6 edições, entre 2003 e 2008, vieram ao Brasil nomes como The White Stripes, Public Enemy, Kanye West, Cat Power, Arctic Monkeys, The Killers, Herbie Hancock, Patti Smith, Daft Punk, Arcade Fire, Wilco, Libertines e muito mais. O festival encerrou as atividades por conta da crise financeira de 2008, e nunca mais voltou.

Hollywood Rock

Pois é, como já foi dito acima, a primeiríssima edição do Hollywood Rock foi organizada pelo Nelson Motta em 1975, e a Souza Cruz entrou como patrocinadora, mas não deu pitaco na organização do festival, que contou apenas com artistas brasileiros. O evento rolou no estádio do Botafogo, no Rio de Janeiro, e foi marcado por muitos problemas técnicos, aparelhagem ruim e muita chuva. Mesmo assim, shows de Raul Seixas, Mutantes, Rita Lee & Tutti Frutti, o Peso e Vímana foram marcantes. Em 1988, com o Free Jazz dando bons resultados, a marca resolveu investir no Hollywood Rock, mas agora tendo mais autonomia sobre a organização. Com o know how do Free Jazz nas costas, trouxeram grandes atrações como UB40, Simply Red, Duran Duran e Supertramp. Foi um sucesso. Em 1989 o festival não rolou, por conta da caótica campanha para eleições presidenciais. Em 1990 o Hollywood Rock se consolidou de vez ao trazer Bob Dylan, Marillion e Bon Jovi, que estava no auge de sua carreira. Em 1992 seguiu trazendo grandes nomes e proporcionando uma estrutura cada vez melhor. Os destaques daquele ano foram EMF, Seal, Living Colour, Skid Row e Extreme. 1993 foi o ano mais emblemático do festival. O ano do grunge, cujo line up trazia L7, Alice in Chains, Red Hot Chilli Peppers e, é claro, Nirvana. O show do Nirvana em São Paulo é considerado o pior show da banda, já o do Rio de Janeiro entrou para história por Kurt Cobain ter cuspido nas câmeras da Rede Globo e exposto suas partes íntimas. A passagem do Nirvana pelo Brasil graças ao Hollywood Rock rendeu diversas histórias que serão lembradas para sempre, como a noitada de Cobain com João Gordo por São Paulo e o bilhete que Kurt escreveu para Arnaldo Baptista, mostrando ser fã dos Mutantes. Depois disso, o festival ainda durou por mais 3 anos. Em 1994 trouxe Ugly Kid Joe, Poison, Aerosmith e Robert Plant, em 1995 recebeu a tour Voodoo Lounge dos Rolling Stones, tendo Spin Doctors como banda de abertura e em 1996 trouxe Page & Plant, The Cure, Smashing Pumpkins, Supergrass e Black Crowes. Com as primeiras leis antitabagismo circulando a partir de 1997, a Souza Cruz precisou fazer cortes de custo e optou por manter o Free Jazz e cancelar o Hollywood Rock.

Poucas coisas são tão divertidas quanto estar num festival de música, curtindo com a turma shows de seus artistas favoritos. Por isso a Strip Me faz questão de celebrar os festivais que fizeram história no Brasil e, é claro, também os festivais que ainda estão por aí gerando grandes momentos e memórias. Se você, assim como nós, é apaixonado por música, precisa conferir a nossa coleção de camisetas de música. Mas não só isso, para os melhores rolês e festivais, temos ainda camisetas de arte, cultura pop, cinema, bebidas e muito mais. Passa lá no nosso site e aproveita para ficar por dentro de todos os nossos lançamentos, que pintam toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist no talo com músicas gravadas ao vivo de bandas que passaram pelos festivais aqui citados! Festival top 10 tracks.

Para assistir: Vale a pena conferir na Netflix o ótimo documentário O Barato de Iacanga, que conta a história do Festival de Águas Claras, o Woodstock brasileiro.

8 fatos que você precisa saber sobre o Blink-182.

8 fatos que você precisa saber sobre o Blink-182.

O Lollapalooza está chegando! E com ele o aguardadíssimo show da banda Blink-182. Para preparar o espírito para esse momento memorável, a Strip Me te conta 8 fatos interessantes sobre o trio mais engraçadinho do punk rock.

Blink-182, a banda que tornou “What’s my age again?” o hino dos eternos adolescentes em todo o mundo. Formada por Mark Hoppus, Tom DeLonge e Travis Barker, a banda passou com competência e muito bom humor pela porta do mainstream, aberta pelo Green Day e Offspring. Assim, conquistou uma legião de fãs com seu punk rock entusiasmado e letras irreverentes. E justamente envelhecer parece que não foi fácil para o trio, que ficou famoso, além da música, por aprontar mil travessuras fora dos palcos e não levar a vida nada a sério. Mas, por fim, parece que tudo foi se ajeitando. A banda foi ícone teen, foi desprezada e tida como vendida pelos punks, mas foi amadurecendo e ganhando o respeito da crítica musical e da cena punk. Hoje é uma das bandas com os shows mais disputados do mundo.

E, finalmente chegou a vez do Brasil conferir esse show, depois de três tentativas frustradas da banda vir para a terra tupiniquim. Isso graças ao festival Lollapalooza, que desde 2012 nos brinda com shows incríveis e toda a estrutura de um grande festival. Era para a banda ter tocado ano passado no festival, mas acabou cancelando sua vinda, mas para este ano o show está garantidíssimo! Para te ajudar a ir esquentando os motores para este show tão esperado, a Strip Me conta 8 fatos para você ficar conhecendo melhor Mark Hoppus e sua turma.

Blink antes do 182.

A banda foi formada por um trio de amigos adolescentes, ainda no colégio, em 1992. Quando começou a realmente ser levada a sério por seus integrantes, Mark Hoppus, baixo e voz, Tom DeLonge, guitarra e voz, e Scott Raynor, bateria, a banda foi batizada Blink. Em 1994 lançam seu primeiro disco, Cheshire Cat. Mesmo lançado de forma independente, o disco chama atenção. Tanto que a banda é processada por uma banda da Irlanda com o mesmo nome. Para evitar uma treta judicial, eles decidem colocar um número da na frente do nome. Surge Blink-182. De onde veio esse número, ninguém sabe. Provavelmente os caras acharam que soava bem. Mas ao longo do tempo, deram várias explicações malucas. Por exemplo, dizem que 182 é o peso de um dos integrantes da banda em libras, ou que 182 é o número de vezes em que Al Pacino diz “fuck” no filme Scarface.

A escolha.

No início de 1993 a banda Blink começava a crescer para além dos arredores de San Diego, California, onde se originou. A banda tomava cada vez mais tempo dos três jovens. Mark Hoppus tinha uma namorada ciumenta nessa época, que lhe deu um ultimato: “A banda ou eu!” E por algumas semanas, quase dois meses, ele escolheu a namorada. Mas, um tempo depois, sentiu saudade da sua turminha do barulho, mandou o namoro às favas e retomou seu lugar na banda bem a tempo de gravar a demo que daria origem ao seu primeiro disco.

Dança das baquetas.

Scott Rayner manteve o posto de baterista do Blink-182 até 1998. Em 1996 a banda dava o que falar e as gravadoras estavam desesperadas procurando um novo Green Day. O trio de San Diego acabou assinando com uma major ainda naquele ano, e em 1997 lançaram seu segundo disco, Dude Ranch, que fez um baita sucesso nos Estados Unidos. A fama fez com que Rayner perdesse as estribeiras e afundasse feio na bebida. Depois de algumas mancadas e sumiços em dias de show, Hoppus e DeLonge o expulsaram da banda. Por sorte, eles excursionavam com uma banda chamada The Aquabats, cujo baterista era um prodígio. Para não deixar Hoppus e DeLonge na mão em um show, o baterista Travis Barker, aprendeu a tocar o repertório do Blink-182 em uma tarde. E não saiu de trás dos tambores da banda desde então.

Enema of the State.

E foi em 1999 que o Blink-182 ganhou o mundo, com um disco inspirado e aquele empurrãozinho maroto da MTV. Os clipes de What’s My Age Again?, All the Small Things e Adam`s Song bombaram no mundo inteiro e o punk adolescente voltou para as cabeças. O disco Enema of the State teve duas capas diferentes. A primeira tiragem do disco saiu com o nome da banda com “B” maiúsculo e uma cruz vermelha no chapéu da enfermeira na capa. O trio preferia a grafia do nome com todas as letras minúsculas. Na mesma época a Cruz Vermelha, entidade internacional de saúde, ameaçou processar a gravadora pelo uso de seu símbolo de forma pejorativa, quase obscena, segundo a entidade. Para evitar confusão, foi retirada a cruz do chapéu da enfermeira, e uma nova tiragem do disco saiu com a capa com o nome da banda escrita em letras minúsculas e o chapéu sem a cruz. Aliás, a enfermeira em questão era ninguém menos que Janine Lindemulder, uma estrela em ascensão do cinema pornô na época, o que explica o desconforto do pessoal da Cruz Vermelha. Pra completar, o título do disco é um trocadilho malicioso com a expressão “enemy of the state”(inimigo do estado, ou do governo). A palavra “enema”, que substitui “enemy”, significa em português esperma. Trocadilho típico de quinta série. De fato, what’s my age again?

O preço da fama.

Enquanto a fama e popularidade da banda escalavam em alta velocidade, sua credibilidade dentro da comunidade punk despencava. Enquanto todas as bandas punks no começo do século vinte e um produziam músicas de protesto, incluindo os outrora adolescentes meio bobocas do Green Day, o Blink-182 saía na capa da revista CosmoGirl (a versão norte americana da Capricho) e ganhava o prêmio Nickelodeon’s Kids’ Choice Award. Realmente ficava difícil levar os caras a sério. E isso acabou sendo um ponto de virada, pois o trio ficou realmente incomodado com isso e resolveu mudar.

Amadurecimento.

Em 2003 a banda lançou seu quinto álbum. Intitulado simplesmente Blink-182, o disco mostrava que a banda realmente amadureceu, trazendo novos elementos à sua música, para além dos power acordes rápidos, soando ora como uma banda indie noventista, ora como uma banda new wave dos anos oitenta. O disco chegou a ser comparado com The Police e U2, mas os integrantes da banda afirmam que na época estavam ouvindo muito The Cure, o que ajudou a inspirá-los a escrever letras mais confessionais e questionadoras. Nessa mesma época, para mostrar que estava realmente querendo fazer as pazes com o mundo, durante uma turnê no Reino Unido, o trio foi até a Irlanda e fez questão de conhecer a tal banda Blink, que quase os processou na época do lançamento do Cheshire Cat. Mas essa fase paz e amor durou pouco. Em 2005 a banda anuncia que estava se separando.

Travis Barker nas asas do destino.

Em 2008 Travis estava num avião particular com mais cinco pessoas. Sobrevoando o estado da Carolina do Sul, o avião teve uma pane, pegou fogo e caiu. Apenas Travis e mais um rapaz amigo dele sobreviveram. O baterista teve 68% do seu corpo com queimaduras severas. O acidente fez com Barker adquirisse uma verdadeira fobia a aviões. Mas também fez com que ele e Hoppus voltassem a se falar depois de três anos sem se verem. Começava ali o retorno da banda. E, graças ao esforço e apoio de sua esposa, a socialite Kourtney Kardashian, Travis superou seu medo e voltou a viajar de avião em 2001, facilitando muito a vida da banda, que até então voltara a tocar e se esforçava para fazer turnês sem depender de aviões.

Vindas frustradas ao Brasil.

Já superado o trauma, ao contrário do que dizia Belchior, não foi por medo de avião que Travis Barker não pôde vir tocar no Lollapalooza Brasil em 2023, mas sim porque ele teve um problema nas articulações dos dedos das mãos e teve que passar por uma cirurgia. O show da banda acabou sendo cancelado meio em cima da hora. Mas não foi a única vez que o trio californiano ameaçou vir, mas não veio. Em 2004 DeLonge disse numa entrevista que a banda faria uma turnê mundial e passaria pela América do Sul no segundo semestre de 2005. Criou-se uma grande expectativa, que acabou frustrada com a declaração da separação da banda no começo de 2005. Já em 2001, a banda estava cotada para tocar no Rock In Rio e chegou até a ser anunciada como uma das atrações, mas acabou não rolando. Em uma entrevista ao ex-Malhação André Marques, no extinto programa Video Show, DeLonge disse que estava tudo certo para a banda participar do festival, mas Axl Rose não aceitou que o Blink-182 tocasse na mesma noite que ele, certamente com medo de o Guns n’ Roses fosse eclipsado pela performance magnífica do trio de San Diego. DeLonge disse isso sério e, depois de uma breve pausa, riu e disse que estava de sacanagem e que não sabia por quê a banda tinha sido retirada do line up do festival. E mesmo sem o Blink-182, naquele ano Axl Rose foi às lágrimas no palco.

Enfim, o Blink-182 é uma banda realmente cativante. Seja pelo seu bom humor, ou pelas suas ótimas canções, ou pelas duas coisas juntas. Blink-182 é puro barulho, diversão e arte. Uma banda dessa não ia ficar de fora da trilha sonora da Strip Me, que tem não só o Blink-182, mas também outras bandas punk representadas na excelente coleção de camisetas de música, onde tais bandas são apresentadas em estampas originais e super descoladas. E tem também as coleções de camisetas de cinema, arte, cultura pop, bebidas, games e muito mais. No nosso site você confere isso tudo e ainda fica por dentro de todos os nossos lançamentos, que pintam toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist deliciosa com o que há de melhor na discografia do Blink-182. Blink-182 Top 10 tracks.

Para ler: Altamente recomendável o livro Travis Barker. Vivendo a Mil, Enganando a Morte e Batera, Batera, Batera, a autobiografia de Travis Barker, livro lançado em 2016 pela editora Ideal. Numa narrativa envolvente o baterista conta sua vida, as idas e vindas da banda e seu traumático acidente de avião.

Lollapalooza 2023: Os 5 Shows Imperdíveis!

Lollapalooza 2023: Os 5 Shows Imperdíveis!

Pode até não ser o maior em capacidade de público, em duração de dias e etc. Mas ninguém duvida que o Lollapalooza é o festival mais querido e descolado deste nosso planetinha redondo. Desde que foi criado, em 1991 pelo Perry Farrel, vocalista da banda Jane’s Addiction, o festival cresceu demais, rompeu as fronteiras dos Estados Unidos e se espalhou pelo mundo. Em 2023 recebemos a décima edição do festival em território brasileiro. A primeira edição foi em 2012 e rolou anualmente desde então, com exceção de 2020 e 2021, por conta do infame corona vírus. A Strip Me surgiu em 2014, ou seja, já nasceu totalmente ligada na vibe maravilhosa do Lolla, de barulho, diversão e arte! Portanto, é com conhecimento de causa que nós fazemos questão de, não só te recomendar os melhores looks para curtir os shows, como também dar os toques de quais shows você não pode perder nesta edição de 2023.

O Lollapalooza 2023 rola nos dias 24, 25 e 26 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Traz, como sempre, um line up variadíssimo e cheio de novidades. Vai do hardcore ao funk, do trap ao trash metal sem medo de misturar tribos. E essa é justamente uma das belezas do festival. Ao todo, são 75 shows celebrando essa diversidade, entre artistas e bandas nacionais e gringas. E 75 shows é muita coisa, né… por mais que você queira, não dá pra ver tudo. Mas tem alguns aí que não dá pra perder de jeito nenhum. Então se liga nas nossas dicas.

Billie Eilish

Certamente ela é a principal atração do festival. Primeiro porque é a primeira vez que ela se apresenta no Brasil. Segundo porque, obviamente, essa garota não brinca em serviço. Afinal, com apenas 21 anos de idade, ela já ganhou um Oscar, sete Grammys, dezesseis Guinness World Records, três MTV Music Video Awards e foi eleita uma das 100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo em 2022 pela BBC. E no palco, Billie Eilish faz por merecer todas essas premiações. Seu show é energético e cativante. É um show mais que imperdível, é histórico!

Lil Nas X

Mais um que se apresenta pela primeira vez em terras tupiniquins. E mais um artista jovem com um sucesso imenso, cheio de premiações e realmente talentoso. Montero Lamar Hill, mais conhecido como Lil Nax X é um rapper de apenas 23 anos, vindo do conservador estado da Georgia. Ganhou fama no fim de 2018, quando lançou a irresistível faixa Old Town Road, que mistura country e rap de maneira brilhante. Mas não parou por aí, desde então, tudo que o artista lança tem relevância e qualidade. É rap com grandes melodias e mistura de gêneros musicais! Lil Nas X é realmente um artista muito inventivo e traz um show certamente impactante.

Blink 182

Claro que o bom e velho rock n’ roll não ficaria de fora dos principais destaques do Lollapalooza! E que destaque! A banda californiana Blink 182 foi um dos maiores nomes do punk e power pop  da segunda metade da década de 90. Na onda do Green Day e Offspring, a banda lançou pelo menos dois discos matadores: Dude Ranch, de 1997 e Enema of the State, de 199, que trazia os clássicos All The Small Things e What’s My Age Again?. Entre idas e vindas, a banda retomou as atividades tendo Tom DeLonge e Mark Hoppus (fundadores da banda) ano passado. Com uma agenda abarrotada de shows mundo afora, a Blink 182 passa pelo Brasil no palco do Lolla 2023 e promete um show inesquecível.

Rosalía

Rosalía tem tudo para entregar o melhor show de todo o festival. Nascida e criada numa pequena cidade da Catalunha, perto de Barcelona, Rosalía estudou música clássica, especializou-se em flamenco e música tradicional espanhola, fez parte de várias bandas, tocou na noite e em casamentos em Barcelona, até começar a desenvolver um material autoral muito original. Em 2016 ela se muda para a California e lança, no ano seguinte, seu primeiro disco, cujo nome homenageia a cidade onde foi morar, Los Angeles. Em 2018 lança o disco El Mal Querer e arrebenta, encabeçado pela bela canção Malamente. Ganhou tudo quanto é prêmio e brilhou nos principais festivais da Europa. Em 2022 lançou o disco Motomami, um disco inspiradíssimo puxado pelos singles Saoko e La Fama. A mistura de flamenco, latinidades, reggaeton e R&B de Rosalía é irresistível e muito poderosa. Show imperdível mesmo!

Kali Uchis

Drake, Tame Impala e tantos outros que nos desculpem, mas esse Lolla 2023 tá dominado pelas mulheres! Dos 5 shows mais importantes do festival, 3 são de mulheres absolutamente talentosas. Billie Eilish, Rosalía e Kali Uchis. Kali é colombiana, mas passou boa parte de sua adolescência nos Estados Unidos. É uma compositora brilhante de 28 anos de idade. Além da música, ela também se destaca como designer de moda e artista visual. Começou cedo na música tocando piano e saxofone. Fez parte de uma banda de jazz, mas logo começou a produzir seu próprio material, inspirada em Ella Fitzgerald e Curtis Mayfield. Com essas referências, não tinha como dar errado. Com uma linguagem moderna, ela produz ótimas canções e já trabalhou com gente como Gorillaz, Tyler the Creator, Tame Impala, Thundercat, BBNG e outros mais. Certamente vai ser uma das grandes surpresas do festival!

Bonus Tracks

Mas nem só de grandes artistas internacionais vive o Lollapalooza. Alguns artistas brasileiros também merecem atenção e prometem grandes shows. Para começar precisamos falar de Number Teddie, um cara que saiu de Manaus com canções inacreditáveis de boas, pegada pop, mas com um pé no rock n’ roll e letras confessionais. O disco Poderia ser Pior, lançado ano passado, é ótimo e o show deve ser bom demais! Também vale destacar a banda punk/trash Black Pantera, banda agressiva, com grandes músicas pesadas e de letras excelentes! Pra bater cabeça com gosto! Ana Frango Elétrico, que é o nome artístico da carioca Ana Fainguelernt, é outra que promete um show de primeira! É uma baita compositora, seu disco Mormaço Queima foi um dos melhores discos brasileiros de 2018 e ano passado ela foi um dos grandes destaques do Coala Festival! Para aquele momentinho de relaxar, quando pintam uns cigarrinhos de artista aqui e ali, a banda Gilsons é uma grande pedida. Uma MPB renovada com grandes melodias e uma banda muito competente, formada por filho e netos de ninguém menos que Gilberto Gil. Por fim, vale também conferir o show da ótima banda O Grilo, cujo disco Você Não Sabe de Nada, de 2021, apresenta um indie rock dançante e promissor. A banda se apresentou ano passado no Rock in Rio e foi muito elogiada. Vale a pena ficar de olho.

Pronto. Agora você já está apto a escolher os melhores shows do Lolla para curtir. Só falta escolher o look ideal ara cada um deles! Na Strip Me você tem uma vasta coleção de camisetas de música para escolher suas estampas favoritas, sem falar nas coleções de arte, cinema, cultura pop, comportamento e muito mais. Camisetas estilosíssimas e super confortáveis pra você curtir o festival do começo ao fim! Vem conferir a nossa loja e dar uma olhada nos lançamentos mais recentes!

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist arrebatadora com o que de melhor vai rolar no Lolla 2023. LollaBR 2023 top 10 tracks.

Para assistir: Para você se preparar para o que está por vir, vale a pena assistir o show da Billie Eilish gravado em 2021 no Firefly Music Festival, em Dover, Delaware. Além da qualidade de áudio e imagem estarem ótimas, o show é realmente muito bom! Completinho e free no Youtube. Link aqui.

Bora pro festival: guia de looks para os melhores rolês

Bora pro festival: guia de looks para os melhores rolês

Pensar no look perfeito faz parte do planejamento de quem vai a algum evento ou festival de música. E para saber como se vestir bem é necessário conhecer alguns detalhes muito importantes, como o tema do festival, o seu próprio estilo, duração, quem vai tocar e muito mais.

Um exemplo é que, dependendo do dia, a camiseta Rock in Rio precisará conter elementos que fazem referência aos grandes nomes do Rock e do Heavy Metal, ou então deverá ter ícones da cultura POP.

Já a camiseta Lollapalooza pode ter detalhes minimalistas, coloridos, que cite uma banda ou um artista que participará do evento.

Agora, se for a camiseta para o Primavera Sound, você pode investir em um look mais alternativo. Na hora de escolher a camiseta de festival perfeita, tudo vai depender do local, do horário e do que você quer expressar com o seu look.

Vários jovens com mãos pra cima vistos de costas curtindo festival de música

3 dicas para arrasar no look

Agora você confere 3 dicas para saber como se vestir bem em um festival e arrasar no look. Continue lendo!

Escolha roupas confortáveis e adequadas para o local

Na hora de escolher a camiseta para festival para aproveitar todos os momentos sem incômodo, pense em manter o estilo sem perder o conforto, sem passar muito frio ou muito calor.

Para isso, considere se o evento estará cheio, se ocorre a céu aberto ou em local fechado, se será durante o dia ou durante à noite e, por consequência, a temperatura e o clima.

Modelo masculino de calça preta básica e camiseta branca com estampa Hip Hop, modelo exclusivo Strip Me
Camiseta Hip Hop Strip Me Clothing

Utilize acessórios

O que não faltam são acessórios para deixar o seu look ainda mais completo e descolado.

Seja com itens coloridos ou até mesmo em uma única cor, em formatos distintos ou com diversas funcionalidades, eles são uma ótima opção para deixar o seu visual mais autêntico e diferente.

05 modelos de bolsas shoulder bag Strip Me, Cores: preto com verde, preto com cinza, preto com roxo, preto com preto e preto com branco
Shoulder Bags Strip Me Clothing

Não deixe de passar a sua personalidade

O look é onde a sua personalidade pode e deve ser comunicada. É a partir da construção dos detalhes que a sua identidade ficará em evidência para os outros participantes do festival.

Modelo feminina usando a camiseta WTF preta Strip Me
Camiseta WTF preta Strip Me Clothing

Opções para montar o seu look ideal não faltam e, para deixá-lo ainda melhor e totalmente com o seu estilo, visite o site e escolha as camisetas Strip Me que mais tem sua cara. Não tem como errar 😉

Como se vestir bem: dicas de looks para o Lollapalooza

Como se vestir bem: dicas de looks para o Lollapalooza

A próxima edição do Lollapalooza já tem data marcada, ou melhor, datas marcadas no Brasil: o evento acontece nos dias 05, 06 e 07 de abril de 2019 e já estamos ansiosos! Se nos basearmos por esse ano, serão mais 03 dias de muita música e experiências que levamos pra vida toda. Estima-se que 100 mil pessoas passem por dia pelo festival, e você não quer ser só mais um na multidão, certo?

Uma dúvida muito comum quando compramos os ingressos de um festival de música é: “o que vestir?”. Muita calma! A gente sabe que festival não tem todo dia. A gente sabe que pra muita gente essa é uma chance única de ver aquela banda que nunca esteve no país. A gente sabe que vem gente do país inteiro e de fora pro festival… Enfim: motivos pra caprichar no look não faltam.

Mas isso não significa vestir algo desconfortável só pra pagar de estiloso no evento, né? De que adianta você ser adepto do básico no look do dia a dia e se “fantasiar” todo no festival? Pensando nisso tudo e com o objetivo de facilitar a escolha do look ideal para o evento, preparamos algumas dicas fáceis de implementar.

Conforto em primeiro lugar!

O sapato é bonito mas aperta? Fuja! A jaqueta de couro não te deixa nem respirar no calor de abril? Corra! Pra usar aquela camiseta slim tem que muchar a barriga durante todas as horas de festival? Esqueça!

Pense no conforto: são 600 mil metros pra desfilar no Autódromo de Interlagos. Ou seja, não dá pra usar um look pensando apenas no visual quando se tem tipo 900 metros de um palco ao outro, né? Um bom e velho tênis, um jeans que quase já tem o formato do seu corpo, uma camiseta descolada, um óculos de sol cheio de estilo e um casaco pra quando a noite baixar é uma escolha inteligente e pode sim deixar o visual muito estiloso.

pra quem acha que menos é mais

Outra opção é ir direto naquele look clássico de festivais de música que não tem como errar. O combo: camisa de banda + calça de corte reto + all star é um desses clássicos e você pode dar um update no look com uma camisa de flanela na cintura que será muito bem-vinda quando começar a esfriar.

Camisas jeans ficam ótimas jogadas sobre camisetas básicas ou camisetas com estampas localizadas. A combinação calça básica com camiseta preta lisa também pode ficar super estiloso apostando em acessórios descolados, como óculos de sol, boné ou mesmo um mix de braceletes. Essa também pode ser uma boa oportunidade pra encher uma mochila de bottons (daqueles que a gente compra e não tem ideia de onde usar, sabe?) e fazer sucesso com o look de festival.

pra quem acha que mais é mais

Agora, se isso tudo tá muito básico pra você, partimos para ideias mais ousadas, que tal? Se você é um cara que curte chamar atenção já no dia-a-dia, nada mais justo do que ousar ainda mais no look do festival. Macacão, boina, chapéu, colete, turbante, bandana, colar, pulseira… Esses são só alguns itens que podem fazer toda a diferença no seu look.

Não adianta nada estar arrasando no visual mas não conseguir nem sentar. O Lollapalooza é um festival grande, com uma média de 50 shows, que rolam em 04 palcos diferentes. Pode ser uma maratona musical! Então priorize peças confortáveis tanto pra andar bastante no asfalto, quanto para sentar no concreto ou se jogar no gramado.

Com essas dicas simples mas muito importantes não tem como esses 03 dias não serem parte de uma experiência inesquecível. Então lembre-se sempre: o que vale é se divertir e se sentir bem, e sua roupa pode ajudar ou atrapalhar nessa hora. Tem alguma dica de look para festival e quer compartilhar com a gente? Só deixar aqui embaixo nos comentários 😉

10 músicas que você vai ouvir no Lollapalooza 2015

10 músicas que você vai ouvir no Lollapalooza 2015

Começa amanhã a quarta edição do Lollapalooza Brasil, que vai misturar os maiores nomes do indie, blues rock, classic rock, pop e dubstep, para citar alguns estilos, em mais de 40 atrações espalhadas pelo fim de semana.

Toda essa diversidade pode ser retratada em algumas músicas que representam bem a intenção do festival e podem dar uma ideia do ambiente que atrai um público mais numeroso e diversificado a cada nova edição, o grande diferencial do Lollapalooza.

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Sem mais delongas, as 10 músicas que você vai ouvir no Lolla 2015:

Doce – Boogarins

O começo das duas tardes de festival está recheado de bandas nacionais relativamente novas que já fazem muito barulho como Far From Alaska, Baleia, O Terno e Boogarins. Com um álbum novo em produção, a banda goiana chega ao Lollapalooza com ritmo após um 2014 com centenas de shows na Europa e América do Norte e prometendo um show marcante para fãs e desavisados.


 

Mais Ninguém – Banda do Mar

Representando uma leva de artistas nacionais mais consagrados, a Banda do Mar sobe ao palco Skol no sábado. Mallu Magalhães e o “hermano” Marcelo Camelo vão apresentar músicas do disco homônimo da banda, lançado no segundo semestre de 2014.

http://www.youtube.com/watch?v=3uxMVFxJyxY


 

My Desire – Interpol

Ícones do revival de garage rock do início da década de 2000, os nova-iorquinos do Interpol voltam ao Brasil após quatro anos com disco novo e banda renovada após breve pausa nas atividades. Com certeza, um dos destaques da tarde de domingo.


 

Acceptable in the 80’s – Calvin Harris

Apesar da identidade rock and roll, ao longo desses vinte anos de festival Perry Farrell fez questão de adicionar toques de outros estilos, com destaque para o pop nos últimos anos. Nessa linha, o DJ e produtor Calvin Harris é um dos destaques de 2015 e promete colocar todos em Interlagos para dançar.


 

Scary Monsters and Nice Sprites – Skrillex

Quem for ao festival no sábado também vai dançar, talvez de um jeito mais esquisito, já que o DJ e excêntrico profissional Skrillex é quem comanda as pick-ups.


 

Vlad the Impaler – Kasabian

Voltando ao rock, os ingleses do Kasabian tocam no sábado. A turnê 48:13 já rodou o mundo e outros grandes festivais, como o último Glastonbury, com apresentações enérgicas. A expectativa é de que esse seja um show memorável.


 

Tonight, Tonight – Smashing Pumpkins

Embaixador da década de 90 no Lolla 2015, Billy Corgan traz o Smashing Pumpkins para o Brasil na companhia de Brad Wilk (Rage Against the Machine) na bateria e Mark Stoermer (The Killers) no baixo.


 

Rainbow – Robert Plant

Robert Plant já esteve aqui no Brasil com a banda The Sensational Space Shifters em 2012, e dessa vez vem com um set list recheado de versões do Led Zeppelin e algumas canções de sua carreira solo, sem contar a possibilidade de rolar um dueto com Jack White, como aconteceu na versão argentina do Lollapalooza.


 

Seven Nation Army – Jack White

Jack White é a principal atração do sábado e justifica essa posição ao longo de seu show. Dono de uma lista extensa de hits, ele mostra toda sua meticulosidade ao apresentar diferentes versões para praticamente todas suas canções, fazendo com que seu show seja repleto de boas surpresas.


 

Happy – Pharrell Williams

Você já ouviu essa música no metrô, no carro, em casa, no chuveiro, em festas, no computador, no radinho de pilha, no cinema e agora você vai ouvir também no Lollapalooza. Pharrell vai mandar todo mundo para casa dançando, e fechar o fim de semana em grande estilo.



Sobre a Strip Me

As t-shirts e camisetas de bandas, camisetas de filmes e cultura pop mais descoladas. Simples assim. A Strip Me é uma marca moderna que desenvolve peças exclusivas e estilosas. Corre pra loja online e conheça nossos produtos. Let’s rock, baby!
www.stripme.com.br 😉

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Lollapalooza: looks para se jogar

Lollapalooza: looks para se jogar

O Lollapalooza tá chegando, você não vê a hora de pisar no gramado pra curtir com a galera, mas ainda não escolheu o look pro evento? Vamos resolver este probleminha agora.

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Longe de querer ser um guia de estilo, porque a gente também acha que festival de música não é desfile de moda, preparamos um compilado de itens indispensáveis para que você curta e aguente com estilo o tranco do longo line up do festival.

Pra você chegar chegando, fomos buscar inspiração em looks clicados em diversos festivais phodas, como o Coachella e Gastonbury, que tal? São vários estilos diferentes com uma coisa em comum: o conforto. Afinal, um look muito complicado pode atrapalhar na hora de pular assistindo sua banda favorita.

Não tenha medo de misturar, o Lollapalooza permite tudo, então deixe sua criatividade fluir. Bora!

Fazendo sua cabeça

Acessórios para cabelo são ótimos pra dar um “tcham” no visual e pra segurar a revolta do cabelo depois de pular o dia inteiro. Já os chapéus, além de cumprir essas missões, ainda protege o seu rostinho do sol. Amamos.

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Quem não tem colírio…

Desde os modelos mais classudos até os mais moderninhos, óculos escuros são essenciais em qualquer festival. Fato.

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Chega mais!

Vestidinhos e sainhas ficam o máximo na hora de compor um visual mais boho. Maaaaas, nada como o short jeans. Ele é democrático, descolado, sem frescura e ainda te dá mobilidade para pular, sentar e dançar sem perder a dignidade.

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Entrando no clima

T-shirts de banda tem tudo a ver com festivais. Esse é o momento perfeito para compor o look com uma camiseta descolada do seu artista favorito e sair arrasando pelo autódromo.

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Pé no chão!

No Lolla a gente pisa em grama, areia, terra, pedra, lama e até em objetos desconhecidos. Pra acertar, escolha aquele tênis descolado, aquela botinha style ou até mesmo aquela galocha uó, caso o dia esteja nublado.

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Minha vó que fez

Pra finalizar, mas não menos importante, complemente o look acessórios como umas bijus vintage. Se joga na feirinha de antiguidades ou na gaveta da sua avó pra achar uns braceletes e colares ba-ba-do e arrasar no festival.

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Sobre a Strip Me

T-shirts de música, regatas de bandas, camisetas de filmes e cultura pop. A Strip Me é uma marca moderna e antenada que cria peças exclusivas para você compor os looks mais estilosos. Além das t-shirts, em nossa loja online você ainda encontra acessórios muito rock’n’roll. Se joga: www.stripme.com.br 😉

Lollapalooza 2015: ir ou não ir?

Lollapalooza 2015: ir ou não ir?

A espera acabou e o Lollapalooza finalmente liberou o lineup da edição de 2015. Teve gente que amou, teve gente que odiou e teve gente que fez piadinha, algumas ótimas diga-se de passagem (ah, a internet!). Então, nesse clima, decidimos fazer uma playlist de sons que vão rolar por lá. Quem sabe você se inspira, seja pra ir ou pra ficar em casa.

HEADLINERS

Jack White

O esquisitão Jack White está com tudo com seu último álbum, Lazaretto. Lançado em junho deste ano, o disco foi sucesso de público e crítica em todo o mundo e mostra, mais uma vez, a visão peculiar do músico sobre temas baseados em R&B, Soul, Blues e Rock And Roll. Shows de mais de duas horas e meia de duração são comuns nas turnês do músico e, deve ser, com certeza, o grande nome do festival.


Pharrell Williams

Ícone cool da geração atual, Pharrel deitou e rolou em 2013 e 2014. Alcançou o topo do mundo ao lado do duo Daft Punk (quem é que não gastou o play em sons como Lose Yourself to Dance e Get Lucky?) e, de quebra, manteve o sucesso com seu álbum solo G I R L. Uma mistura divertida de pop, hip hop, rap e até rock deve embalar o show do músico no lollapalooza 2015.


Calvin Harris

Música eletrônica, refrão pop e megaprodução em clipes e show. O sucesso do artista escocês veio mesmo em 2012, quando colocou na parada inglesa nada mais nada menos do que 8 singles entre os top 10. O novo álbum, lançado em outubro de 2014, já emplacou vários hits em rádios pop e pistas de dança de todo o mundo. Pra quem curte o som e o estilo, o show deve ser um prato cheio.


Robert Plant

Mesmo que esteja lançando álbum novo e seja um músico único, capaz de misturar inúmeras influências e estilos musicais bastante diferentes em cada um de seus trabalhos, Robert Plant é e será o eterno vocalista do Led Zeppelin. Além das músicas novas, ele costuma brindar os fãs com alguns hits da antiga banda, o que, por si só já vale o ingresso.

http://www.youtube.com/watch?v=8oVrITtClHc


Skrillex

Dj, produtor e vocalista, o músico norte-americano Skrillex já passou por diversas bandas até se lançar em carreira solo e estourar em todo o mundo em 2011, com o álbum “More Monsters and Sprites”. Ícone da música DubStep, o músico lançou o álbum Recess em 2014. Para fãs do estilo é imperdível.


The Smashing Pumpkins

Billy Corgan e sua trupe parecem não gostar muito de viver do passado, tanto que, no espaço de um ano, irão lançar 2 álbuns. Outro belo trabalho da banda é o disco Oceania, de 2012. Mas a verdade é que o que os trazem para o festival Lollapalooza é a coleção de hits que embalaram toda a década de 90:  “Tonight, Tonight”, “1979”, “Disarm”, “Bullet With Butterfly Wings”, “Today”, “Adore”… A lista é grande e, nos shows, eles costumam tocar todas.


Foster the People

“Pumped Up Kicks”, do álbum Torches, foi, segundo a revista SPIN, a música do ano em 2011. Nada mal para uma banda estreante. O disco atual, Supermodel, repete a fórmula do disco anterior: batidas eletrônicas, referências pop para todo o lado, pitadas de guitarra e rock em alguns momentos… tudo bastante calculado e estudado.


Kasabian

A banda inglesa de indie-rock-dance-piscodelia Kasabian é um sucesso absoluto na Inglaterra já há alguns anos, com shows lotados em locais como a gigantesca 02 Arena. Na atitude e estilo o Kasabian invoca o espírito de bandas inglesas de sucesso absoluto, como Oasis, Stone Roses e Primal Scream. Os shows também são incendiários e deve entrar para a lista de melhores do festival.

 


Sobre a Strip Me:

A Strip Me é uma marca que desenvolve camisetas criativas e originais, com enfoque em camisetas de rock, camisetas de cultura pop e camisetas de filmes. Além disso, na loja virtual você também encontra os acessórios exclusivos Strip Me.
Acesse: www.stripme.com.br

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