O Nascimento de Vênus: a coisa mais maluca que você vai ler hoje.

O Nascimento de Vênus: a coisa mais maluca que você vai ler hoje.
O Nascimento de Vênus, pintura de Sandro Botticelli.

Vênus, ou Afrodite, ou deusa do amor, da beleza, ou deusa do riso… A mitologia é uma coisa realmente muito louca. Essa gata aí da pintura é Vênus, uma das deusas mais importantes da Antiguidade, e seu nascimento é um acontecimento trágico (cômico), ao mesmo tempo que muito maluco.

Reza a lenda que o céu (chamado de Urano) e a terra (chamada de Gaia) se uniram para produzir os primeiros humanos, os Titãs. Só que um de seus filhos: o tempo (um revoltadinho chamado Cronos), castrou seu pai com uma foice. Oi? Sim, C A S T R O U seu pai com uma F O I C E.

Pois é. E depois do impensável ato de violência, não satisfeito ainda jogou as genitais do pai no mar, que com a espuma resultou no nascimento de Vênus. Uou. Intenso, né?

Ainda segundo a mitologia, a rosa é a flor sagrada de Vênus, e foi criada ao mesmo tempo que que a deusa do amor. A flor se tornou então o símbolo do amor por sua beleza e aroma. E seus espinhos nos lembram que o amor é lindo, mas pode machucar… (love hurts, nunca se esqueça).

Não sabemos dizer se o italiano Sandro Botticelli estava apaixonado quando pintou O Nascimento de Venus. O que sabemos é que provavelmente o quadro foi produzido sob encomenda, para um rico membro da família Medici: Lorenzo di Pierfrancesco de’ Medici.

Provável autorretrato de Botticelli

O quadro seria colocado em sua vila em Castello, próximo a Florença. Na Itália renascentista era comum que obras com cenas mitológicas fossem encomendadas para decorar móveis de madeira. Gente chique, né? Maaas, Botticelli não seguiu a tradição pintando O Nascimento de Vênus. Produziu a primeira pintura mitológica em tela e em grande escala, tamanho que antes era usado apenas para obras religiosas.

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Curiosidades sobre O Grito, de Edvard Munch

Curiosidades sobre O Grito, de Edvard Munch

Muito provavelmente Edvard Munch não imaginava que se tornaria o autor de uma das obras de arte mais importantes conhecidas do mundo: o quadro O Grito. A obra, de 1893, é ícone do expressionismo e retrata angústia e desespero.

Quadro O Grito

Algumas curiosidades sobre O Grito

do cult ao pop

Comparada às obras de Leonardo Da Vinci e Van Gogh por sua importância o quadro também ganhou o universo pop. Foi homenageado por revistas, desenhos animados como Os Simpsons e por filmes como a saga “Scream”, ou Pânico no Brasil, onde serial killers usam máscaras com a expressão do personagem do quadro.

Até o gênio Andy Wahrol já homenageou a obra. E a gente não podia ficar de fora: também criamos nossa homenagem: a Camiseta O Grito STM, clica aqui e já garante a sua lá na loja online.

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Um quadro, quatro versões

Munch fez quatro versões de O Grito + uma em litografia para a reprodução em jornais. A intenção era ir substituindo as originais conforme elas fossem vendidas. As pinturas foram feitas entre 1893 e 1910, mas muitas cópias foram feitas nos anos seguintes longo dos anos. Veja todas as originais aqui:

Versão mais famosa, pintada no ano de 1893 em óleo e pastel sobre cartão.
Está em exibição na Galeria Nacional de Oslo.
Versão feita a lápis, também de 1893, e também encontra-se na Galeria Nacional de Oslo.
Versão em cartão, de 1910. Podia ser encontrada na Galeria Nacional de Oslo até 2004, quando foi roubada. 
Versão datada de 1895, produzida em pastel sobre cartão. Em maio de 2012 se tornou a pintura mais cara arrematada por US$ 119,9 milhões em um leilão.
Versão em litografia para reprodução em jornais

inspirado em fatos reais

As nuvens alaranjadas da obra de Munch são um pôr do Sol real, registrado no diário do pintor. A inspiração veio de uma tarde em Oslo, capital norueguesa, onde observou as cores quentes no céu.

roubo cara de pau

Uma das versões expostas na Galeria Nacional de Oslo foi roubada em plena luz do dia. Os ladrões ainda deixaram um bilhete dizendo “obrigada pela falta de segurança”. Ela foi recuperada, mas apresentava danos irreparáveis segundo especialistas.

primeira exposição

O Grito foi exposto pela primeira vez em 1903. A obra integrou uma série de seis peças chamada Estudo para uma Série: Amor, em Berlim, cidade alemã. A imagem da angústia e do desespero estampada no quadro encerrava a série. De acordo com Munch, o desespero era “o resultado final do amor”.

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