Fazer Mais!

Fazer Mais!

Não dá pra ter limite. A gente sempre tem que querer mais, ser mais, fazer mais. Não é porque você faz bem determinada coisa, que você vai se limitar a fazer só essa coisa. Sócrates, Wladimir, Casagrande e Zenon eram jogadores de futebol, jogar bola era o que eles faziam de melhor. Mas eles fizeram mais e usaram o futebol pra promover ideias de democracia e igualdade num período turbulento da nossa história. Em 1982 a Democracia Corinthiana mostrava para um país sob um regime ditatorial que as coisas podiam ser melhores se o povo tiver liberdade de escolha.

E o John Lennon então! O negócio dele era compor e tocar canções, certo? Claro! Mas ele também quis fazer mais. Em 1969 botou nas ruas de algumas cidades do mundo a campanha War is Over. Além de colar centenas de cartazes, lambe lambes e outdoors com os dizeres “War is Over if you want it”, John e Yoko deram várias entrevistas coletivas para falar sobre paz, direitos humanos e o fim da Guerra do Vietnã.

Enfim, histórias não faltam de pessoas que quiseram fazer mais e ainda fazem a diferença na sociedade. É muito legal perceber que dá pra fazer mais fazendo o que a gente sabe fazer de melhor. É assim que a Strip Me, produzindo camisetas sensacionais, também encontrou uma forma de fazer mais. Aliás, sempre esteve no DNA da Strip Me integrar, transmitir um estilo de vida cosmopolita que abraça a diversidade e a cultura. Uma marca que se orgulha de suas origens, que incentiva a produção local, a sustentabilidade e novos talentos. Mas ainda dá pra fazer mais! Por isso a Strip Me faz doações a cada venda realizada no site.

Funciona assim: A Strip Me auxilia 4 ONGs diferentes. Quando você faz uma compra no site da Strip Me, uma parte do valor é doado para uma dessas organizações. Para quem está comprando, não muda nada, não tem alteração de valor. O que acontece é que quem está comprando pode escolher o destino dessa doação. Ou seja, você pode escolher se esse dinheiro vai para o combate à fome ou para a proteção aos animais, por exemplo. As ONGs beneficiadas lutam por causas nas quais a Strip Me também acredita.

A ABCP, Associação Beneficente e Comunitária do Povo, surgiu em 2007 na cidade de São Paulo com o objetivo de amparar pessoas em situação de rua, bem como oferecer educação e moradia e esperança, para que essas pessoas sejam integradas à sociedade com dignidade. A ONG realiza projetos como o PopRua, auxiliando famílias, crianças e adolescentes, gestantes em situação de vulnerabilidade e famílias em processo de adoção, por meio de atendimentos sociais, concessões de cestas básicas, palestras, cursos de capacitação e oficinas de esportes e cultura. As doações da Strip Me neste caso são revertidas em cestas básicas. www.abcpovo.org.br

A Endeleza é uma organização brasileira que atua na África promovendo educação, alimentação e qualidade de vida. O nome vem do swahili, língua nacional do Quênia, e significa prosperidade. A educação, o empoderamento e a sustentabilidade formam a base dessa ONG que atua no Quênia com um centro de desenvolvimento humano e uma escola primária sustentável onde crianças e adolescentes desfrutam de alimentação e educação. Só a Strip Me já ajudou a servir 1235 refeições até agora E esse número vai crescer ainda mais com o tempo! www.endeleza.org

O Instituto Clélia Angelon surgiu em 2006 levantando bandeiras como a defesa dos direitos humanos, defesa dos animais e preservação do meio ambiente. É uma organização que busca construir uma sociedade mais justa e consciente. Para isso, cria, desenvolve e apoia vários projetos que visam a igualdade, a preservação do meio ambiente, os direitos humanos e dos animais, além de difundir os ideias da sustentabilidade e do veganismo. Aqui as doações da Strip Me são convertidas em mudas de hortaliças que são plantadas e cultivadas pela ONG. www.facebook.com/institutocleliaangelon

O Grupo Escoteiro Ipê Amarelo é uma entidade sem fins lucrativos, filiado à União dos Escoteiros do Brasil e declarado de Utilidade Pública no Município de São José, no estado de Santa Catarina. Através da filosofia do escotismo, o Grupo Ipê Amarelo promove o desenvolvimento do caráter, senso de civilidade, saúde física e intelectual de crianças e jovens na faixa etária de 5 a 21 anos, além de promover vários projetos e campanhas assistenciais e de cunho ambiental. Aqui as doações da Strip Me são destinadas a custear campanhas e atividades do Grupo Escoteiro. www.ipeamarelo.org

Todas essas ideias incríveis e super valiosas a Strip Me assina embaixo e faz sua parte para que elas se mantenham vivas e floresçam cada vez mais. Em meio a tanta confusão e coisa ruim que rola mundo afora, é bom demais saber que tem gente remando pro lado certo, acreditando na vida. Melhor ainda é saber que cada um de nós também está fazendo a sua parte. A desigualdade, fome, crimes ambientais, crueldade contra animais e falta de educação e cultura são a nossa guerra. E ela pode acabar, se você quiser.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist inspiradora com canções que transmitem, representam e divulgam todos os nossos ideais. Top 10 tracks para fazer mais!

Para assistir: O documentário One Strange Rock é brilhante. Mostra vários aspectos intrigantes, assustadores e maravilhosos dessa bolota que gira no espaço, e que a gente chama de planeta Terra. Além de muita informação e imagens incríveis, este doc conta com a narração bem humorada de Will Smith. Vale a pena conferir. Tem no catálogo da Disney Plus.

Bossa Nova!

Bossa Nova!

“Em 1958 o Brasil estava irreconhecivelmente inteligente!”

Foi oque escreveu o crítico e jornalista Roberto Schwarz sobre este período realmente efervescente do país. Em 1955 Juscelino Kubitschek assumiu a presidência e, com seu plano desenvolvimentista, batizado “50 anos em 5”, abriu o comércio estrangeiro, alavancou a economia e construiu a cidade de Brasília em espantosos 3 anos. Em harmonia com essa onda de euforia e esperança política e econômica, o Brasil foi campeão da Copa do Mundo de futebol pela primeira vez em 1958, na Suécia, imortalizando as pernas tortas de Garrincha e mostrando ao mundo um jovem e talentoso jogador de 17 anos chamado Pelé. O Cinema Novo dava seus primeiro passos após o lançamento de Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, e, principalmente, foi lançado em 1958 o compacto de Chega de Saudade, canção de Tom Jobim e Vinicius de Moraes interpretada por João Gilberto.

Crédito da imagem: cbf.com.br

A Bossa Nova não foi um movimento artístico na concepção mais ortodoxa do termo. Ela não foi pensada, arquitetada, teve seus dogmas e características bem definidos. Eram apenas jovens de classe média alta carioca que queriam tocar samba e gostavam de jazz, viviam em apartamentos de frente para o mar e, apesar de gostarem muito de samba, não se identificavam com as letras e interpretações dramáticas de Nelson Gonçalves e Orlando Silva, era muita dor de cotovelo. Essa molecada de Ipanema e Copacabana, no Rio de Janeiro, se reunia pra ouvir Chet Baker e Cole Porter, e também João Donato, Cartola, Dorival Caymmi. Dessa mistura, começaram a surgir as primeiras canções. Mas tudo muito disperso. Cada um tocava de um jeito. A unidade surgiu através da Santíssima Trindade da Bossa Nova: Tom Jobim, Vinícius de Moraes e João Gilberto.

Ipanema na década de 1950 – Photo by: José Jonas Almeida
Vinícius de Moraes, Tom Jobim e João Gilberto – Photo by: Paulo Peres

Em 1954 Vinícius de Moraes, poeta já aclamado em todo o país, escreveu a peça de teatro Orfeu da Conceição, adaptação do clássico grego transposto para a realidade dos morros cariocas. Vinícius procurava algum músico para musicar os poemas que faziam parte da peça. Nessa época, Tom Jobim era muito jovem, vinte e poucos anos, tocava em algumas boates e fazia alguns bicos durante o dia pra pagar o aluguel. Havia um bar em Copacabana onde ele sempre parava no fim da tarde pra tomar uma cervejinha antes de ir pra casa. Numa dessas tardes, lá estava Vinícius de Moraes com alguns amigos bebendo e papeando. Um amigo em comum chamou Tom para a mesa e o apresentou ao Vinícius, dizendo que aquele garoto era o cara certo para musicar os poemas de Orfeu da Conceição. Vinícius então passou a explicar toda a ideia da peça, os poemas, como ele queria a música… falou entusiasmado por um tempão. Tom Jobim ouviu calmamente tudo que Vinícius tinha a dizer. Quando acabou, Tom Jobim olhou para o Poetinha e disse: “Tá tudo muito bom, muito bonito. Mas vai rolar um dinheirinho?”. Vinícius olhou bem para a cara do rapaz por alguns segundos em silêncio, para em seguida explodir numa gargalhada. Nascia ali uma amizade e parceria que duraria por toda a vida.

Em 1956 as músicas de Orfeu da Conceição foram lançadas em vinil como trilha sonora da peça. Foi o primeiro disco da parceria Tom e Vinícius, que já trazia um clássico: a música Se Todos Fossem Iguais a Você. A parceria entre Tom Jobim e Vinícius de Moraes não parou mais desde então. Em abril de 1958 aconteciam as gravações do disco Canção do Amor Demais, um álbum inteiro de composições da dupla interpretadas pela Elizete Cardoso, umas das mais renomadas cantoras da época. Este disco é a pedra fundamental da bossa nova. Apesar de Elizete Cardoso ser uma cantora à moda antiga, com voz forte e marcante, além do disco ser inteiro de composições de Tom e Vinícius, um jovem músico baiano recém chegado ao Rio de Janeiro participou da gravação como músico contratado, tocando violão. Era João Gilberto. Uma das músicas do disco era Chega de Saudade. Durante a gravação da música, João Gilberto interrompeu a cantora dizendo: “Olha, não é assim não a música. Você está cantando errado.”. Todo mundo no estúdio congelou com a audácia daquele jovem corrigindo uma das divas do rádio brasileiro. O problema estava no trecho da música que diz: “apertado assim, calado assim, abraços e beijinhos…”. Ela, incomodada, falou: “Estou cantando errado? Então por que você não me ensina como é?”. Elizete estava cantando o trecho de forma corrida, muito reta. João Gilberto então cantou baixinho, enfatizando cada pausa das notas entre as palavras. Um produtor que assistia as gravações, em seguida convidou João Gilberto para gravar um disco, cujo primeiro compacto foi justamente Chega de Saudade, cantada com toda a sua suavidade e beleza. Foi quando toda aquela turma da zona sul do Rio de Janeiro entendeu como tocar samba. Nascia a Bossa Nova.

João Gilberto dizia para seus novos amigos, os jovens cariocas como Roberto Menescal, Carlos Lyra, Nara Leão e tantos outros, que o problema de tocar samba no violão é que o ritmo do samba tem muitos instrumentos fazendo coisas diferentes. O segredo é escolher um, no caso o tamborim. A batida do violão na bossa nova nada mais é do que o ritmo que o tamborim imprime no samba. Com essa turma toda já escolada e com essa nova formatação musical elaborada pela santíssima trindade: Os acordes de jazz de Tom Jobim, as letras delicadas e ensolaradas de Vinícius de Moraes e o ritmo e jeito de cantar peculiar de João Gilberto, fizeram com que a bossa nova se espalhasse pelo mundo. Em especial os Estados Unidos se renderam ao banquinho e violão de maneira impressionante. O saxofonista de jazz Stan Getz gravou um disco com João Gilberto e até mesmo Frank Sinatra chegou a gravar um disco inteiro em parceria com Tom Jobim, imortalizando The Girl From Ipanema. Para concluir, em 1962 o Carnegie Hall, em NYC, recebeu três shows com os principais nomes da bossa nova, todas as apresentações absolutamente lotadas. Por muitos anos a frente Garota de Ipanema e Wave renderam a Tom Jobim o posto de segundo compositor  mais regravado no mundo, perdendo somente para os Beatles. Certa vez Tom Jobim foi perguntado a respeito disso e respondeu bem humorado: “Vamos lembrar que os Beatles são 4. Eu sou um só.”.

No fim, não importa muito entender os fundamentos da Bossa Nova, quem influenciou quem, quem inventou o quê… o que importa é o rolê, são as histórias divertidas, é a turma reunida chacoalhando o violãozinho. Até porque muita coisa rolou depois. Com o golpe de 1964, teve um racha nessa turma, uma parte achava que tinha que fazer música de protesto e outra parte queria se manter fiel às raízes, cantando que o barquinho vai e a noitinha cai. Depois veio Tropicália e absorveu algumas coisas da bossa nova, depois veio os anos 80, world music, David Byrne, mais pra frente Stereolab, Beck e Sean Lennon encantados com as brasilidades… E já estamos em 2021 e a Bossa Nova ainda está por aí, continua representando a boa música, as amizades e os bons rolês!

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist deliciosa que mistura clássicos da bossa nova dos anos 1960 e seus ecos dos anos 1990 pra frente. Um top 10 tracks cheias de bossa!

Para assistir: Além de figura essencial para a bossa nova, Vinícius de Moraes foi um dos artistas mais completos e geniais do Brasil. Por isso, o documentário Vinicius, do diretor Miguel Faria JR. e lançado em 2005 é fundamental e delicioso de se ver. Só pela rima sobre o Poetinha que Tônia Carrero declama já vale a pena assistir: “Se eu tivesse, se eu tivesse muitos vícios, o meu nome então seria Vinicius. Mas estes vícios fossem muito imorais, então eu seria o Vinicius de Moraes.”. Ah, e tá fácil de ver. Tem na Netflix.

Para ler: Para entender melhor este período histórico tão mágico, o livro Feliz 1958- o Ano que Não Devia Terminar é leitura obrigatória. Escrito pelo escritor e jornalista Joaquim Ferreira dos Santos e lançado em 1998 pela Editora Record, é uma obra que conta a delícia de ser brasileiro naquele final sorridente dos anos 50. O autor entrevistou personagens daquele ano, mergulhou nos arquivos de O Cruzeiro, ouviu fitas da Rádio Nacional e trouxe um perfil do período mais exuberante do país no século XX.

SUMMER DAYS!

SUMMER DAYS!

O mês de janeiro é sinônimo de férias e verão. É época de juntar a turma, encher o carro com cooler, cadeira, guarda sol, toalha e botar o pé na estrada! É tempo de acordar um pouquinho mais tarde, pegar a bike e sair de rolê. Usar e abusar daquela piscina que fica coberta e esquecida no meio do ano. É quando o calor faz do ar condicionado seu melhor amigo. É quando a gente fica ativado no modo barman e começa a criar variados drinks com bastante gelo. Sem falar nos dias de chuva, que se você está em casa, começa a ouvir sua cama chamar baixinho, e se está na rua, nem liga de se molhar e acaba curtindo o rolê.

E, pode reparar, a Strip Me tem as camisetas mais f#@*s para os rolês de verão! Convenhamos que não tá dando pra sair muito de casa, né? Tá um fuzuê lá fora e, enquanto a tão aguardada vacina não estiver no esquema pra nós, o jeito é segurar a onda mesmo. Ainda bem que o tecido das nossas camisetas é 100% algodão de alta qualidade, tornando as camisetas super leves e frescas. Ideal pra ficar em casa e curtir aquele meeting com a galera no Zoom com o copinho de gin tônica na mão, ou se jogar no sofá pra curtir um filminho ou uma série e até pra ficar na beira da piscina jogando conversa fora com a família.

Mas claro que dá pra dar uma escapada de dentro de casa pra curtir o verão em sua plenitude, ao ar livre. É só ter responsabilidade. Pega o carro, se abasteça de bebidas, comidinhas, pega o crush e vai acampar, procura uma praia mais deserta ou simplesmente faz um piquenique num parque que esteja mais vazio. Explore lugares novos, tem essas pousadas mais afastadas da cidade que tem cachoeiras na redondeza, dá pra fazer umas trilhas. O segredo é manter a caixinha de som carregada pra poder sempre curtir um sonzinho e esquecer a correria da cidade, se ligar mais na natureza.

Agora, se você tem aí um baita espaço legal ao ar livre e tem um grupo pequeno (eu disse pequeno, hein) de amigos que estão se cuidando e tal… olha, dá até pra juntar pra tomar uma cervejinha, pegar uma piscina, relaxar e esquecer um pouco dos problemas. É só ficar todo mundo numa boa distância um do outro, cada um levar sua bebida e seu rango, usar máscara… enfim. Você já tá ligado como funciona, né? Por mais que a gente esteja de saco cheio disso tudo, fazer diferente é pior pra todo mundo Mas fazendo a parada direitinho, dá pra aproveitar muito bem o verão com poucos, mas bons, amigos.

O verão é a estação mais divertida do ano, e isso ninguém pode negar! E a gente só quer que você aproveite cada minuto! Seja na praia, na beira da piscina, acampando, andando de bike, tomando banho de chuva, ou pegando um ar condicionado fresquinho em casa, a Strip Me tem sempre a camiseta certa! Diversão e arte! E responsabilidade, claro! Aproveite o verão! E aproveite também a nossa Summer Sale, com várias estampas com um descontinho esperto! Confere lá no site!

Vai fundo!

Para ouvir: Nossa Playlist Top 10 Summer Songs tá um arraso. Clica aí e divirta-se!

Para assistir: Vamos combinar que verão também é ficar em casa de bobeira de tarde e assistir de novo aquele filme que você já viu dezenas de vezes! Neste quesito, Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off) é imbatível Filme que todo mundo já viu e não cansa de ver de novo! Filminho que é a cara do verão!

Para Ler: Todo mundo conhece o Vinícius de Moraes pelas suas parcerias com Tom Jobim e Toquinho ou pelos seus sonetos. Mas Além de poeta, Vinícius era um cronista dos mais encantadores. Para Viver um Grande Amor é um livro delicioso que reúne várias crônicas bem humoradas e inspiradas do Poetinha, desses que você pode abrir em qualquer página que vai se encantar. Leitura recomendada para aqueles momentos relax na beira da piscina.

Strip Me Clothing: Retrô 2020 & The Highlights Top 10

Strip Me Clothing: Retrô 2020 & The Highlights Top 10

Uma das frases mais célebres do século XX, na real, uma verdadeira profecia, foi dita por Andy Warhol nos idos dos anos 1960: “No futuro todo mundo vai ter seus 15 minutos de fama.”. Na época, Warhol se referia às suas próprias obras, baseadas em ícones passageiros como latas de sopa, garrafas de refrigerante e atrizes de cinema. Mal sabia ele que estaríamos falando dessas mesmas obras e tantas outras até hoje! E a profética afirmação de Warhol se provou cada vez mais verdadeira, com os reality shows e e suas celebridades com curto prazo de validade e youtubers que somem com a mesma rapidez que viralizam algum vídeo. E, por falar em viralizar, 2020 ficou marcado pela pandemia do Corona Vírus. Um bichinho que abusou dos seus 15 minutos de fama e se manteve em cena o ano todo.

Mas cabe a nós sempre resistir! E resistimos! Através da arte,conseguimos inspiração e força para continuar trabalhando, e você que nos apóia e incentiva comprando nossas camisetas é parte essencial nisso. Portanto, a Strip Me Clothing orgulhosamente apresenta a sua retrospectiva, destacando as estampas que mais bombaram no site neste 2020. E se todo dia a vida só começa depois de uma caneca de café goela abaixo, óbvio que a camiseta “Gimme Coffee or Gimme Death” foi um dos destaques do ano. Afinal, haja café pra se manter focado no home office! Mas não foi só pra trampar que ficamos na frente do computador. Reuniões, festinhas e etc aconteceram aos montes de maneira virtual. O que nos remete a mais um dos highlights do ano, a Monalisa Look. Quem não ficou com aquela cara de paisagem fingindo que está prestando a atenção na conversa, mas na real está mexendo no celular por baixo da câmera, né?

Mas não foi fácil ficar esse ano todo dentro de casa sem poder sair, encontrar a turma e fazer aqueles rolês delícia. Nem sair pra comprar alguma besteira, resolver aqueles pepinos de trampo que tem que ser pessoalmente, ou simplesmente ficar de bobeira pela rua a gente não pôde fazer. Todo mundo teve que inventar o que fazer dentro de casa pra espantar o tédio. E tome curso online, fazer pão, plantar suculenta, yoga, TikTok, tocar sax na varanda do apê… Ficamos parados, mas cheios de ideias, aprendendo umas paradas novas. Tudo a ver com a nossa estátua no lugar do prisma, da capa daquele disco do Pink Floyd, mais uma das camisetas mais procuradas no site neste ano.

Outra coisa que, com certeza, todo mundo fez em 2020 tendo que ficar em casa foi assistir mais filmes e séries e ouvir mais música. Todas as plataformas de streaming, tanto de vídeo como de áudio, foram uma dádiva indispensável neste ano. Amantes da música e do rock n’ roll que somos, até fizemos um post aqui elencando os principais documentários musicais encontrados pela internet, com opções do punk ao jazz. Então não é de se estranhar que a camiseta Guitarra Vintage, uma das estampas mais tradicionais da Strip Me de todos os tempos, tenha se tornado um big hit do ano.

E o que seria de nós neste ano desgraçado se não fosse a arte e os nossos amigos? Muita gente fez reuniãozinha no Zoom com a galera pra tomar cerveja, colocar a conversa em dia, reclamar da vida e xingar o Corona. With a little help from my friends, a Strip Me também se manteve firme e forte com seus camaradas. Entre as 10 mais vendidas do ano, 4 são estampas dos nossos estimados collabs! O Baby Yoda do Kaio Mushroom e o Abapulp Fiction do Adão Iturrusgarai são leituras super originais, psicodélicas até, pode-se dizer, de ícones do cinema. Já o Guilherme Hagler arrebentou ao atualizar a clássica obra de Vermeer, Moça com Brinco de Pérola, numa versão selfie moderninha! Pra balancear, a leve e divertida camiseta do bode, da Iaanks, traz a edificante mensagem “Deixa acontecer naturalmente.” #ficaadica

Importante a gente ressaltar aqui como somos gratos e orgulhosos do trampo de todos os nossos collabs!

Enfim, tá tudo muito bom, tá tudo bem, mas realmente precisamos dizer que tá todo mundo de saco cheio desse ano! Não adianta vir com essa conversinha que foi um ano de aprendizado, que veio para nos mostrar a importância de valorizar as pequenas coisas da vida, a liberdade, que foi um ano de resiliência… olha, f*#@-se! Foi um ano de m*@#a! Tá todo mundo cansado disso tudo, a gente quer mais é que tudo passe de uma vez e a gente possa voltar a viver a nossa vida como bem entendemos, sem nos preocupar em pegar essa doença maldita, ou transmiti-la sem querer para alguém.  Lógico que a camiseta Fucking Tired foi um dos maiores hits de 2020! Fucking Tired com selinho azul de verificação e tudo, pra não deixar dúvida que, olha… já deu.

Mas, por fim, fica claro que nem nós e nem vocês queremos fechar o ano de forma amarga e desanimada. Apesar de tudo, a gente tá seguindo o baile, né? A gente faz o que gosta e o que acredita, a gente coloca nas nossas camisetas todos os nossos valores e verdades. E é muito legal perceber pelas vendas que muita gente pensa e sente da mesma maneira. Exemplo disso é a camiseta Colors, uma das nossas estampas mais marcantes. É minimalista, sofisticada e tem a representatividade das cores, evidenciando a diversidade que a gente tanto valoriza! E ela também foi uma das mais vendidas em 2020.

Então é isso. Fechamos 2020 da melhor forma possível. Foi um ano punk pra todo mundo. Agora é respirar fundo, olhar pra frente, aprender com os erros e acertos da vida e encarar 2021 com saúde, esperança, garra e, é claro, muita diversão e arte!

Vai fundo!

Para ouvir: A playlist de hoje faz uma retrospectiva do que de melhor rolou nas playlists de cada post feito ao longo deste ano! Um top 10 tracks Playlists 2020 STM!

Para assistir: Eu sei que não tem nada a ver com o tema do post de hoje, mas não posso deixar de te recomendar uma minissérie documentário que assisti esses dias. Quebra Tudo: A História do Rock na América Latina! É uma produção da Netflix, um documentário dividido em 6 episódios que narra a evolução do rock nos países de origem espanhola na América. Dos anos 1960 até hoje, a gente conhece a história de bandas da Argentina, Uruguai, Chile Peru, Colômbia e México! É muito interessante e tem muita música boa!

Strip Me Clothing: O Manifesto GREEN POWER Master Blaster!

Strip Me Clothing:                   O Manifesto GREEN POWER Master Blaster!

Estamos aqui pra extrapolar, pra ir adiante! Ao produzir uma peça, a Strip Me  imprime nela muito mais que uma estampa descolada. Estamos produzindo junto muita responsabilidade. Assim como sabemos que diversão e arte são combustíveis essenciais para a vida, por isso elaboramos camisetas para os melhores rolês, também sabemos da nossa responsabilidade social enquanto marca 100% nacional.

Da fabricação da peça à entrega na sua casa, a nossa pegada é estar em sintonia com fatores reais de sustentabilidade. Na prática, não na propaganda. Nossas camisetas são produzidas com malha 100% algodão, todas com certificação BCI (Better Cotton Initiative). O que garante que o algodão utilizado vem de uma plantação saudável, equilibrada, que utiliza água de maneira responsável, não prejudica o solo e nem o habitat natural das redondezas

Minimização do impacto ambiental no tecido e também na estampa, claro! Só usamos tintas ecologicamente corretas e certificadas, nos equipamentos mais f**das do mercado, o santo graal da tinta no tecido.

Quer mais um detalhe? Nossa produção é On Demand. Você faz o pedido aí, e nós produzimos o seu produto aqui. O seu, exclusivo. Não há estoque extra, não há consumo extra de tinta, de tecido, de energia elétrica… de nada! Até a caixa da Strip Me que chega aí na sua casa, tudo é feito para que possa ser reaproveitado ou reciclado. Menos é mais, sempre.


Parceria. Esse é outro pilar da Strip Me. Além de trabalhar com produtores locais, fomentando e gerando emprego e renda, também temos muito orgulho de apoiar e dar espaço para artistas independentes através das nossas collabs. Quem é cliente, tá ligado. Damos espaço e liberdade total para que nossos collabs apresentem seus trabalhos, agregando ainda mais originalidade, diversidade e arte na nossa e na sua vida. Além de usarmos a estrutura da Strip Me como vitrine para lançá-los no mercado, para que se destaque


Mas a coisa não acaba no produto. A venda também tem o seu diferencial. Na Strip Me toda venda realizada gera uma doação. Ao finalizar a compra, você seleciona para quem você quer que a doação seja destinada e nós cuidamos do resto. Apoiamos entidades ligadas ao combate à fome ou à proteção aos animais. Isso sem custo adicional nenhum para você. Você escolhe, a gente é que doa! E fazemos o tracking dessa doação nas Ongs e Institutos.


Nós estamos aqui pra transpor, pra extrapolar. Estamos aqui pela diversidade, pelo plural, pela arte. Queremos inspirar, conectar pessoas, com atitude, originalidade e responsabilidade! Diversão, arte e sustentabilidade! Strip Me Green Power Style, baby!


Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist suave com 10 tracks que pregam uma vida mais sustentável e tranquila, em harmonia com o meio ambiente. Aquela dose de bicho grilagem na medida certa!


Para assistir: A National Geographic produziu uma minissérie de dez episódios que é a coisa mais linda. É um amplo e muito profundo documentário chamado One Strange Rock. Além de imagens impressionantes, tem a narração bem humorada do Will Smith e apresenta várias surpresas sobre essa bolota tão impressionante que é o nosso planeta.

O que há de novo.

O que há de novo.

Desde a Semana da Arte de 1922 até o Tropicalismo, é evidente que o brasileiro entende de se reinventar, misturar, desvirtuar e encantar. A arte brasileira, seja nas artes plásticas, música e outras manifestações, evoluiu muito e continua evoluindo. Assimilando as mudanças de mídia, tecnologia e comportamento, hoje não há como categorizar tudo que é produzido, cunhar um movimento artístico novo, querendo juntar determinados artistas com estética e ideologia semelhantes. A  produção artística nunca foi tão plural e homogênea ao mesmo tempo. O rock flerta com o funk, o pop flerta com o rap, tudo já sendo veiculado com um vídeo que supera em muito o videoclipe. Enquanto isso, você tem exposições artísticas dentro do museu que misturam fotografia, escultura e pintura, são ambientes com vida própria que, vez por outra, saem das galerias e vão para as ruas em intervenções em praças, muros, viadutos, monumentos… não há limites! Tudo mudou.

Nunca vi Adriana Varejão no meu bairro – Renan Aguena (2020)

As regras do mundo mudaram. Aliás, mudaram não, elas não mais se aplicam. E as regras não mais se aplicam porque são regras antigas. É como querer consertar um bug de um software usando uma chave de fenda. Não faz o menor sentido. A última corrente artística de que se tem notícia já cantava essa bola. A Arte Contemporânea, também conhecida como Pós Moderna, já falava que rótulos não importam, que na arte a atitude deve falar mais alto que a estética. A Arte Contemporânea engloba movimentos como a Pop Art e o Minimalismo, que nós já dissecamos aqui alguns posts atrás. É a corrente artística que surge pós Segunda Guerra Mundial e deixa para trás o Modernismo e Surrealismo dos anos 1930. Em pleno 2020 até mesmo o termo Arte Contemporânea soa atrasado. Fodam-se Foram-se os rótulos. Ficou a arte.

Geometrias da Terra – Clara Moreira (2020)

A artista baiana Ventura Profana é um exemplo muito claro dessa transformação. Compositora, artista visual e escritora, ela produz uma arte multimídia que retrata suas experiências de vida, suas crenças e princípios. Inclusive, vale dizer que esta é outra característica dos artistas da atualidade: Vincular sem pudores seus princípios e posicionamentos sociais e políticos a sua arte. A arte não pode ficar em cima do muro. É a atitude antes da estética. Se você disser para a Ventura Profana que a arte dela é radical e polêmica, tenho certeza que ela vai se orgulhar disso. Ainda assim, ela não deixa de ter um senso estético apurado, que passeia entre A Pop Art e o Surrealismo.

Outro exemplo interessantíssimo de inventividade e renovação na arte é o paulistano Yuli Yamagata. Artista visual, ele usa peças de tecido e roupas usadas encontradas em brechós e lojas do gênero para compor suas obras. Passeando entre o cubismo, modernismo e abstrato, sua arte é sempre ligada ao cotidiano, ao ordinário fazendo relações improváveis, como a obra chamada “Gordo Fumante”, por exemplo, que é composta por retalhos de tecidos de lycra, cortados de roupas de academia.

Na música também dá pra sacar que o pessoal não anda ligando muito para rótulos  e limites entre gêneros e vertentes. Na onda de artistas como Projota, que misturam a doçura e a temática leve e doce do pop com as batidas e grooves do rap, a carioca Miranda desponta como um grande nome da nova safra  de artistas que apostam nessa onda.Com letras e melodias inspiradas, ela já chegou ás trilhas sonoras de novelas. Numa pegada mais “papo reto”, pero sem perder la ternura, Drik Barbosa também apresenta um trabalho excelente, com letras fortes e boas melodias. A nova MPB se apresenta com violão, batidas eletrônicas e letras inspiradas que mantém a força no flow.

Tuiuiú – Adriana Coppio (2020)

E é claro que tem muito mais, isso aqui não é nem o começo.  A arte brasileira está em ebulição, ligada em tudo que acontece. Arte e artista, criatura e criador, tudo se funde. A nova arte brasileira é transformada, mas sem esquecer suas raízes. De Tom Zé a Emicida, de Volpi a Eduardo Kobra. É tudo isso que inspira a Strip Me a estar sempre com um catálogo tão completo e incrível de camisetas! Arte, diversidade, bom humor, brasilidade, responsabilidade e diversão.

Safari – Rafael BQueer (2016)

VAI FUNDO!

Para ouvir: Uma playlist com o que há de melhor na música brasileira em 2020. 10 tracks de novas brasilidades.

Para assistir: Se é pra falar coisas novas acontecendo no Brasil, vou indicar a série brasileira produzida pela Netflix que arrenatou fãs em toda parte. Bom Dia, Verônica é uma série policial empolgante que vale demais a pena ver!

Para ler: Vá lá que não é um livro tão novo, mas se tem menos de dez anos tá valendo. Lançado em 2013, o Livro Fim, da atriz e escritora Fernanda Torres é um romance delicioso sobre vida, morte e amizade. Desses livros pra se ler numa tacada só, de tão envolvente.

Diversão & Arte!

Diversão & Arte!

Já diz a canção: a gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte! A gente quer mais! A gente quer ser quem a gente é, e pronto! A gente quer representar e se sentir representado! E é tão bom quando encontramos alguém que combine com a gente, que dá match! E não estou falando só de relações amorosas não. Falo também de quando você encontra uma marca, um produto, que você gosta e que tudo nessa empresa condiz com o que você acredita e gosta. É como as aproximadamente 400 estampas que já passaram pelo site da Strip Me, tão diversas, mas que encontram um lugar comum, se combinam. Diversão e arte!

Identificação é quando de longe você já reconhece alguma coisa, porque você já está familiarizado, gosta… tem a ver com você. Não precisa ser um especialista em artes pra saber o que é belo. Assim como em tudo na vida, um pouco de ousadia faz muito bem! O clássico é clássico, mas não é imutável! Lembra do Warhol? Então. O toque de Deus, obra máxima de Michelangelo, se tornar um ícone moderno é prova disso. Nada mais justo, afinal, assim como hoje, Deus criou a vida simplesmente usando ativação digital.

E a arte está aí pra todos os gostos, para expressar diversos sentimentos. A complexidade de uma obra de arte é imensa. São muitos detalhes a serem apreciados e interpretados. É por isso que os museus são lugares silenciosos e agradáveis. É para que você fique ali o tempo que achar necessário apreciando cada detalhe da obra. Mas no dia a dia, a gente vai direto ao que importa. É a perfeição dos traços, a leveza e a beleza cândida da face da Vênus de Botticelli, é a expressão de pavor que grita nas cores fortes e pinceladas nervosas de Munch, que mais nos chama a atenção e resultam em obras icônicas, diretas e incríveis estampas de camiseta!

Diversão e arte! Aliás, diversão é arte. Tá aí o cinema que não me deixa mentir. Quentin Tarantino evidencia isso de muitas maneiras. Seus filmes são repletos de ícones , referências, citações… não só relacionadas ao cinema, mas também histórias em quadrinho, arte, música. Pulp Fiction, a obra mais marcante de Tarantino, tem o poder da iconoclastia que tanto nos encanta! Um frame consegue nos remeter ao filme, à cena específica, e nos faz querer saber que gosto tem um milkshake que custa 5 dólares. Uma obra tão icônica que consegue manter sua personalidade forte, ainda que inserido no contexto tropical e positivista de uma das maiores obras de arte brasileira: o Abaporu.

Por falar em diversão, dá uma olhada no teu círculo de amizades. Pessoas bem diferentes, né? Desde a cor do cabelo até o tipo de personalidade, todo mundo é diferente, tem características próprias, é único. Mas sempre tem um ou mais pontos em comum que conectam todo mundo. A diversidade faz parte da diversão em todos os aspectos, seja no rolê, ou no trabalho, ou conversando naquela padoca ou cafeteria que é o ponto de encontro da turma. Afinal, assim como em Friends, o café une muita gente! Muita gente diferente. Tão universal quanto falar inglês, é carregar o amor e as cores da diversidade estampados no peito.

É muito legal se sentir representado. A identificação que rola entre tanta gente com a série Friends é um exemplo disso. Pessoas comuns, cheias de problema, convivendo e levando a vida. Mas mais legal ainda é quando você mesmo representa. Parece papo egoísta, mas não é. Sua vida depende muito do quanto você assume suas broncas, leva adiante suas crenças, trabalha, se diverte… tudo depende da sua própria perspectiva! O punk rock cunhou a melhor frase de efeito do século: Do it Yourself! Uma pena que o tiro saiu pela culatra e o punk virou um negócio meio esquisito… mas isso é outro papo. Assuma suas broncas, cara! Sua perspectiva! Do Epic Shit, but do it yourself!

No gancho do punk rock, voltamos ao início. Diversão e arte. Não há nada que consiga condensar arte e diversão em um elemento só como a música, em especial o rock n’ roll. Foram os Beatles quem primeiro conseguiu elevar o rock ao status de arte. Mas Jimi Hendrix foi adiante. Além de uma imagem carismática, instigante, sedutora, o cara produzia uma música genial e ao mesmo tempo divertida, cheia de energia. Barulhos, ruídos, melodias incríveis! O olhar displicente de Hendrix envolto pela fumaça de seu cigarro é a tradução mais fiel do que nós somos e queremos. Diversão e arte!

Neste post reunimos as 10 camisetas da Strip Me mais vendidas, mais curtidas, mais elogiadas e que provavelmente você já esbarrou em alguma delas por aí. Foi uma maneira que encontramos de expor, com palavras e imagens, um pouco da alma da Strip Me. Personalidade, qualidade, atitude, responsabilidade, diversidade, diversão e arte. Mas o que está aqui é só a ponta do iceberg. No site você confere todas as nossas estampas clássicas e também fica por dentro das estampas novas, que pintam por lá frequentemente! www.stripme.com.br

VAI FUNDO!

Para ouvir: Esta playlist traz uma canção para cada uma das estampas apresentadas neste post. Top 10 tracks das top 10 camisetas!

Para assistir: Recomendo a tão comentada e aguardada cinebiografia de Jimi Hendrix. O filme Jimi: All is by My Side, lançado em 2013 e dirigido pelo John Ridley não é um filme incrível, tem algumas falhas, é verdade. Mas ainda assim é muito divertido e conta boa parte da história do Hendrix, em especial a transição dos Estados Unidos para a Inglaterra. Vale a pena ver. Tem pra alugar no Youtube.

Para ler: Inspirado na Vênus de Botticelli, recomendo um livro de contos inacreditável do mestre Rubem Fonseca: Secreções, Excreções e Desatinos. Apesar do título pouco convidativo, este livro, lançado em 2001 pela editora Companhia das Letras, traz contos maravilhosos, deliciosos de se ler. Caso você esteja se perguntando o que tem a ver, a Vênus de Botticelli está na capa do livro e é citada em um dos contos.

10 fatos que você (talvez) não saiba sobre a NASA

10 fatos que você (talvez) não saiba sobre a NASA

Por André Cardoso

1.

A NASA (National Aeronautics and Space Administration) foi criada pelo presidente Dwight Eisenhower em 1958 como resposta ao lançamento do SPUTNIK (o primeiro satélite artificial) pelos soviéticos em 1957, que daria início a chamada Corrida Espacial.

2.

A NASA possui dois satélites de codinome “Tom & Jerry”. A trajetória das órbitas deles faz com que um esteja atrás do outro numa eterna perseguição.

3.

Um NAZI na NASA. O engenheiro alemão Wernher von Braun projetava armas para a Alemanha Nazista. O foguete V2 foi a arma mais notória projetada por ele. Após o término da Segunda Guerra Mundial, Von Braun teve seus crimes perdoados em troca da prestação de serviços para os EUA. Ele foi encarregado de chefiar o projeto espacial americano. Pode-se dizer que homem chegou à Lua com tecnologia nazista.

4.

Duas cópias do VOYAGER GOLDEN RECORD foram lançadas junto às sondas espaciais Voyager 1 e 2 em 1977. Os discos de ouro foram projetados para durar bilhões de anos na esperança de serem um dia encontrados por uma civilização alienígena. A gravação contem sons variados de animais e da natureza. Contém saudações em diversos idiomas e músicas de diversos lugares e épocas. A seleção de músicas vai de Mozart a Chuck Berry, incluindo canções de povos indígenas, de forma a representar a espécie humana como um todo. Você pode ouvir as faixas do disco neste link:

5.

Como parte do treinamento de sua equipe de funcionários, a NASA exibe o filme “Armagedom” e pede para os treineiros identificarem o maior número possível de imprecisões científicas. ♫ I could stay awake just to hear you breathing

6.

A NASA paga 18 mil Dólares para pessoas ficarem deitadas numa cama por 70 dias. Isso é feito para estudar os efeitos advindos de um longo período sem usar os músculos para sustentar o peso do corpo. E aí? Você é do tipo que adoraria ganhar dinheiro para ficar deitado assistindo séries e filmes? Deixo aqui outra pergunta: Será que nos são fornecidos os tais travesseiros da NASA?

7.

A espuma viscoelástica do chamado travesseiro da NASA foi inventada nos anos 1960 para revestir os assentos dos foguetes espaciais, protegendo, assim, os astronautas das imensas pressões sofridas na coluna durante o lançamento.

8.

Segundo os terraplanistas da Flat Earth Society, a NASA forja imagens e dados para esconder do mundo a “verdade” de que a Terra é plana. Por trás dessa conspiração estariam os seguintes objetivos:

• Esconder a verdade da Bíblia;

• Lucrar bilhões ao receber fundos para viagens espaciais (que são eventos forjados, sobrando, assim, bilhões de Dólares para a elite dirigente da NASA);

• Esconder do restante mundo a existência de recursos valiosos na Antártica, que ficam escondidos atrás de uma muralha gigante de gelo que circula os limites da Terra (um imenso disco plano).

9.

A NASA estabeleceu a meta de colocar seres humanos em Marte em algum momento da década de 2030. Será que poderemos assistir a esse evento em TVs de altíssima definição? Muito provavelmente surgirão teorias da conspiração afirmando que as imagens foram forjadas.

10.

Sex on the Moon. Em 2002, Thad Roberts, um estagiário da NASA de 25 anos, para impressionar uma garota que conhecia há apenas três semanas, roubou pedras lunares de um cofre da NASA. Após o delito, ele foi para um motel, jogou as pedras lunares em cima da cama e fez sexo com a garota em cima das amostras do terreno lunar. Ele foi pego pelo FBI tentando vender as valiosas pedras pela internet. Pegou oito anos de prisão.

Camiseta NASA Strip Me, disponível em www.stripme.com.br 😉



Sobre o autor

André Cardoso tem um enorme interesse por cinema, literatura, música e pelas diferentes ciências. Sempre considerou extremamente suspeito o fato da maioria das pessoas considerar que a maioria das pessoas é ignorante. Essa conta não fecha. Ele espera de coração que ele não faça parte do grupo dos idiotas que julgam que os outros é que são idiotas.

O Nascimento de Vênus: a coisa mais maluca que você vai ler hoje.

O Nascimento de Vênus: a coisa mais maluca que você vai ler hoje.
O Nascimento de Vênus, pintura de Sandro Botticelli.

Vênus, ou Afrodite, ou deusa do amor, da beleza, ou deusa do riso… A mitologia é uma coisa realmente muito louca. Essa gata aí da pintura é Vênus, uma das deusas mais importantes da Antiguidade, e seu nascimento é um acontecimento trágico (cômico), ao mesmo tempo que muito maluco.

Reza a lenda que o céu (chamado de Urano) e a terra (chamada de Gaia) se uniram para produzir os primeiros humanos, os Titãs. Só que um de seus filhos: o tempo (um revoltadinho chamado Cronos), castrou seu pai com uma foice. Oi? Sim, C A S T R O U seu pai com uma F O I C E.

Pois é. E depois do impensável ato de violência, não satisfeito ainda jogou as genitais do pai no mar, que com a espuma resultou no nascimento de Vênus. Uou. Intenso, né?

Ainda segundo a mitologia, a rosa é a flor sagrada de Vênus, e foi criada ao mesmo tempo que que a deusa do amor. A flor se tornou então o símbolo do amor por sua beleza e aroma. E seus espinhos nos lembram que o amor é lindo, mas pode machucar… (love hurts, nunca se esqueça).

Não sabemos dizer se o italiano Sandro Botticelli estava apaixonado quando pintou O Nascimento de Venus. O que sabemos é que provavelmente o quadro foi produzido sob encomenda, para um rico membro da família Medici: Lorenzo di Pierfrancesco de’ Medici.

Provável autorretrato de Botticelli

O quadro seria colocado em sua vila em Castello, próximo a Florença. Na Itália renascentista era comum que obras com cenas mitológicas fossem encomendadas para decorar móveis de madeira. Gente chique, né? Maaas, Botticelli não seguiu a tradição pintando O Nascimento de Vênus. Produziu a primeira pintura mitológica em tela e em grande escala, tamanho que antes era usado apenas para obras religiosas.

Camiseta VENUS – STM
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Curiosidades sobre O Grito, de Edvard Munch

Curiosidades sobre O Grito, de Edvard Munch

Muito provavelmente Edvard Munch não imaginava que se tornaria o autor de uma das obras de arte mais importantes conhecidas do mundo: o quadro O Grito. A obra, de 1893, é ícone do expressionismo e retrata angústia e desespero.

Algumas curiosidades sobre O Grito

do cult ao pop

Comparada às obras de Leonardo Da Vinci e Van Gogh por sua importância o quadro também ganhou o universo pop. Foi homenageado por revistas, desenhos animados como Os Simpsons e por filmes como a saga “Scream”, ou Pânico no Brasil, onde serial killers usam máscaras com a expressão do personagem do quadro.

Até o gênio Andy Wahrol já homenageou a obra. E a gente não podia ficar de fora: também criamos nossa homenagem: a Camiseta O Grito STM, clica aqui e já garante a sua lá na loja online.

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Um quadro, quatro versões

Munch fez quatro versões de O Grito + uma em litografia para a reprodução em jornais. A intenção era ir substituindo as originais conforme elas fossem vendidas. As pinturas foram feitas entre 1893 e 1910, mas muitas cópias foram feitas nos anos seguintes longo dos anos. Veja todas as originais aqui:

Versão mais famosa, pintada no ano de 1893 em óleo e pastel sobre cartão.
Está em exibição na Galeria Nacional de Oslo.
Versão feita a lápis, também de 1893, e também encontra-se na Galeria Nacional de Oslo.
Versão em cartão, de 1910. Podia ser encontrada na Galeria Nacional de Oslo até 2004, quando foi roubada. 
Versão datada de 1895, produzida em pastel sobre cartão. Em maio de 2012 se tornou a pintura mais cara arrematada por US$ 119,9 milhões em um leilão.
Versão em litografia para reprodução em jornais

inspirado em fatos reais

As nuvens alaranjadas da obra de Munch são um pôr do Sol real, registrado no diário do pintor. A inspiração veio de uma tarde em Oslo, capital norueguesa, onde observou as cores quentes no céu.

roubo cara de pau

Uma das versões expostas na Galeria Nacional de Oslo foi roubada em plena luz do dia. Os ladrões ainda deixaram um bilhete dizendo “obrigada pela falta de segurança”. Ela foi recuperada, mas apresentava danos irreparáveis segundo especialistas.

primeira exposição

O Grito foi exposto pela primeira vez em 1903. A obra integrou uma série de seis peças chamada Estudo para uma Série: Amor, em Berlim, cidade alemã. A imagem da angústia e do desespero estampada no quadro encerrava a série. De acordo com Munch, o desespero era “o resultado final do amor”.

Homenagens da Strip Me

De tão criativo e original, o Grito, de Munch, se tornou uma referência para a Cultura Pop e, claro, uma referência também para a Strip Me. Hoje são algumas peças que se inspiram na obra pop do artista. Conheça:

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