Os 6 Shows mais épicos do Rock and Roll

Os 6 Shows mais épicos do Rock and Roll

Ouvir música se tornou quase uma necessidade básica em nossa singela existência, e graças a novas tecnologias (obrigado Spotify, obrigado Apple Music) nossa relação com ela se tornou algo muito mais acessível e amplo.

Apesar de todas essas facilidades e modernidades, a melhor maneira de entrar em contato com a música continua sendo ao vivo. Assistir a um bom show é uma experiência duradoura que além de render boas histórias, tem grande impacto na vida de todos que estavam por ali.

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A capacidade de transformar a cultura pop é uma das maiores provas do poder que um show tem, e agora vamos revisitar algumas apresentações que por um motivo ou por outro, deixaram suas marcas no rock and roll.

 

The BeatlesShea Stadium, 15 de agosto de 1965.

Um ano após a lendária apresentação no Ed Sullivan Show, os Beatles voltaram aos Estados Unidos para uma turnê de nove datas pela terra do Tio Sam e a primeira apresentação aconteceu no Shea Stadium, em Nova Iorque. Naquela noite 55 mil jovens ensandecidos pessoas foram ao estádio. Até então esse número era algo inimaginável para um show e por isso ninguém tinha ideia da estrutura necessária para promover tal evento. O minúsculo palco ficava no meio do estádio, longe da audiência que estava nas arquibancadas, e o grito dos fãs era tão alto que ninguém conseguia ouvir nada do que os Beatles tocavam naquela noite, nem mesmo a própria banda. Esse show foi um dos motivos dos Beatles desistirem de apresentações ao vivo.

The Beatles performing at New York’s Shea Stadium on Sunday, August 16, 1965, as some 50,000 fans cheer them on. L-R: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison and Ringo Starr. (AP Photo)

Apesar do caos momentâneo, essa apresentação foi extremamente importante, pois a partir dali ficou definido o que seria um show de rock como conhecemos atualmente. Os Beatles reescrevendo a história, nenhuma novidade aqui.

 

 

Jimi Hendrix – Monterey Pop Festival, 18 de junho de 1967.

Jimi Hendrix se mudou para Londres em 1966 e se tornou sucesso imediato na terra da rainha, exito que não se repetiu Estados Unidos. A fim de mudar esse cenário, Paul McCartney sugeriu aos organizadores do famoso Monterey Pop Festival a adição de Hendrix ao line-up. Jimi subiu ao palco com moral, após ser apresentado pelo Stone Brian Jones e logo de cara conquistou o público com suas roupas exóticas e um cover avassalador de Howlin’ Wolf.

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Ao fim do set, quando o público já delirava com a apresentação incendiária (desculpa), Jimi entrou de vez para a história com seu ato final, que envolveu malabarismos e simulações sexuais com sua guitarra, que acabou incendiada ao fim do “ritual”. A imagem de Hendrix e sua guitarra em chamas tem seu espaço reservado no imaginário popular e captura toda a energia da apresentação.

 

 

Pink FloydThe Wall, entre fevereiro de 1980 e junho de 1981.

Em 1977, o Pink Floyd viajou o mundo para promover o álbum Animals em sua maior turnê até então, e devido ao seu tamanho e peculiaridades dessas apresentações Roger Waters se sentiu distante de seu público, como se uma parede dividisse a banda dos fãs. Nascia o álbum The Wall. Em 1980, a banda transformou a álbum em um show conceito, onde realmente construiriam uma parede em frente ao palco e levariam os elementos do álbum aos estádios. Devido à complexidade do show, ele aconteceu somente em Londres, Los Angeles, Nova Iorque e Dortmund em 31 ocasiões entre 1980 e 1981.

The Wall foi extremamente importante pois levou a produção de shows a um outro nível. Além da música, as luzes, efeitos visuais, sonoros e telões eram partes vitais da apresentação, elementos que até então não eram tão pensados em um show de rock. Se hoje você fica longe do palco e se contenta em ver tudo pelo telão, agradeça Roger Waters por mais essa benfeitoria.

 

 

AC/DC – Monsters of Rock Moscou, 28 de setembro de 1991.

Em 1991 a União Soviética e seus anos de repressão se aproximavam do fim. Em meio a esse cenário político efervescente a cidade de Moscou recebeu uma edição do festival Monsters of Rock, que aconteceu em um aeroporto militar desativado, onde 1.5 milhão de jovens russos tiveram a oportunidade de ver Pantera, The Black Crowes, Metallica e AC/DC em apresentações inspiradas.

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A juventude soviética encarou o evento como um grito de liberdade contra a repressão do regime totalitário que por muito tempo os obrigou a contrabandear aquelas músicas e os proibiu de promover aquele estilo de vida, mostrando a face contestadora que moldou o rock and roll.

 

 

Freddie Mercury Tribute Concert, 20 de abril de 1992.

Cinco meses após a morte de Freddie Mercury, em decorrência de complicações relacionadas à AIDS, os membros sobreviventes do Queen promoveram um show beneficente no estádio de Wembley, que teve seus 72 mil ingressos esgotados em menos de três horas. Para homenagear Mercury, bandas como Metallica, Guns n’ Roses e Def Leppard apresentaram pequenos sets. Porém, Brian May, John Deacon e Roger Taylor foram as principais atrações da noite, que apresentaram músicas do Queen com Elton John, Roger Daltrey, David Bowie, Robert Plant, Axl Rose e várias outros substituindo Freddie Mercury nos vocais e emocionando todos os presentes.

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Esse show foi de extrema importância social, pois além de reverter toda a sua renda para órgãos que pesquisam e combatem a AIDS, ajudou a conscientizar a população mundial sobre a doença e derrubar vários estigmas e preconceitos em torno daqueles que a contraíram.

 

 

Rolling Stones – Praia de Copacabana, 18 de fevereiro de 2006.

A praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, é um dos pontos mais conhecidos do mundo por suas belezas naturais e eventos que costuma sediar. Além de se encher todo réveillon e carnaval a praia também presenciou o maior show de todos os tempos, 3,5 milhões de pessoas foram assistir Rod Stewart desfilar seus sucessos por Copacabana em 1994. Em 2006 os Rolling Stones tentaram tirar esse título de Stewart com a turnê do álbum A Bigger Bang e seus 40 anos de experiência, novamente nas areias de Copacabana.

Os Stones colocaram 1,2 milhão pessoas nas areias de Copacabana e levaram todos ao delírio. Na maior apresentação de sua extensa carreira, a banda embriagou todo o público e fez escola com um show de mais de duas horas que visitou praticamente todos os sucessos e fases dos Rolling Stones. Apesar de não superar o público de Stewart, que se apresentou em um réveillon, a apresentação dos Stones, que foi lançada em vídeo alguns anos mais tarde, é uma representação forte, crua e honesta de todo o poder que um legítimo show de rock pode carregar.

 

 


 

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www.stripme.com.br

 

Paul McCartney em SP: imperdível

Paul McCartney em SP: imperdível

Quatro anos depois das antológicas apresentações de novembro de 2010 em São Paulo, o eterno Beatle Paul McCartney retorna à capital paulista, dessa vez no Allianz Parque (obrigado por não me obrigar a ir até o Morumbi) nos dias 25 e 26 de novembro, terça e quarta-feira, e já deixa todos os fãs contando as horas para ver o ídolo de perto novamente.

show 2014

Sir Paul é conhecido por fazer show de quase 3 horas, com aproximadamente 40 músicas de todos os seus 50 anos de carreira, e tem de tudo, de Beatles até Wings, passando por sua excelente carreira solo, um pedaço de cada material que esse ícone da cultura pop lançou entre 1963 e 2013, data de lançamento de seu último álbum, está presente na turnê “Out There!” que já viajou o mundo em mais de 60 apresentações.

De olho em todos esses setlists, nós aqui da Strip Me escolhemos seis músicas que melhor representam o clima da apresentação, ajudando a segurar a ansiedade daqueles que estarão presentes e consolar os que vão acompanhar de casa.

All My Loving

Logo no começo do show, Paul já revive os Beatles com um de seus primeiros sucessos. A cada nova apresentação a Beatlemania nasce novamente, pessoas gritando, cantando, chorando, dançando, enfim. É pra confirmar de cara que você está na presença de algo único.


Maybe I’m Amazed 

O primeiro lançamento após o fim dos Beatles da início a uma seção de baladas na apresentação, deixando todos mais uma vez em lágrimas. A música, dedicada a sua eterna companheira Linda McCartney, é também uma das muitas homenagens a pessoas que inspiraram e fizeram parte de todo o folclore de sua carreira.

https://www.youtube.com/watch?v=CQgAnFLEDAU


Queenie Eye

Para aqueles que gostam de reclamar e alegar saudosismo exacerbado no show, o mimimi acaba aqui. Uma das quatro músicas do álbum “New” presentes nessa turnê mostra que a habilidade de fazer músicas agradáveis a todos os ouvidos e atemporais não tem prazo de validade para Paul McCartney.

https://www.youtube.com/watch?v=DomUd0N8-a8


Live and Let Die

Talvez o maior sucesso da banda The Wings, essa música já foi regravada e reproduzida por inúmeros artistas desde a década de 1980, mas quando McCartney senta no piano e toca os primeiros acordes, não deixa dúvida de quem a escreveu. A música é um microcosmo do show: é agitada, tem momentos calmos, grande produção visual, execução impecável. Outro momento inesquecível.


Yesterday

Acompanhado apenas de seu violão, Sir Paul emociona todo o público mais uma vez e antes que a multidão tenha tempo de respirar são atingidos com Helter Skelter e o medley que fecha Abbey Road: Golden Slumbers/Carry that Weight/The End.


Hey Jude 

60 mil pessoas cantando com todo o ar de seus pulmões. Poucos artistas conseguem provocar tal fenômeno. Esse é Paul McCartney, por isso todos temos o dever civil de presenciar todo seu carisma, sensibilidade e naturalidade.

https://www.youtube.com/watch?v=PnnG80lHwJE

 


 

Sobre a Strip Me:

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