Da guitarra ao vinil: 10 camisetas de música para quem vive em alto e bom som

Da guitarra ao vinil: 10 camisetas de música para quem vive em alto e bom som

Da guitarra ao vinil, conheça 10 camisetas de música da Strip Me para quem vive som, cultura musical e estilo em alto e bom som.

Nem toda camiseta de música precisa ter o nome de uma banda estampado. A música é um universo paralelo, ilimitado, diverso e irresistível. Os habitantes desse universo vivem também no chamado “mundo real”, e reconhecem uns aos outros de várias maneiras. Pode ser se reunindo para tocar, para curtir um show, mas também simplesmente vestindo uma camiseta.

A Strip Me nasceu e cresceu nesse universo. Respira e se inspira com a música. Da guitarra aos toca-discos, do jazz ao beat eletrônico, as camisetas de música da marca celebram a cultura musical como linguagem e estilo de vida. Vai muito além de gêneros específicos ou supostas épocas de ouro do passado.

Para você, que também se orgulha de viver nesse universo paralelo mágico, reunimos 10 camisetas de música da Strip Me que traduzem esse espírito: peças feitas para músicos, DJs e também para quem simplesmente respira música no dia a dia.


1. Camiseta Guitarras Icônicas

A guitarra é mais do que um instrumento: é símbolo, linguagem e identidade. Os diferentes modelos que marcaram épocas, estilos e gerações formam um verdadeiro mosaico da cultura musical. Além de frequentar os sonhos molhados de muita gente.

Não importa se você toca, tem vontade de tocar ou apenas admira a estética. Sempre vai existir a guitarra ideal para você. Basta procurar.

👉 Já a camiseta ideal, você já achou. Vem ver a Camiseta Guitarras Icônicas.
Ideal para quem tem cabelo comprido, fica na grade em todo show e sempre tem uma palheta na carteira.


2. Camiseta Guitarra Vintage

Uma das lições mais claras do rock n’ roll é que nunca vai existir simulador ou plugin que substitua à altura uma válvula quente, um falante potente e uma guitarra com o corpo marcado pelos anos de estrada. Pode até parecer nostalgia, mas é a mais pura verdade.

E, para além da sonoridade arrebatadora, precisamos enfatizar a beleza visual dessa dupla infalível. Se tem um casal que foi realmente feito um para o outro, é esse: guitarra e amplificador, felizes para sempre.

👉 Confira aqui a Camiseta Guitarra Vintage.
A camiseta de música perfeita para quem usa All Star de cano baixo, tem um cachorro chamado Keith e sempre acha a desculpa perfeita para comprar mais uma guitarra.


3. Camiseta Baixo Vintage

Baixistas e juízes de futebol sofrem do mesmo mal: quem não entende do riscado não faz ideia do que eles estão fazendo ali e por que são tão diferentes. “Por que aquela guitarra é maior e tem quatro cordas?” “Por que aquele cara tá com camisa diferente dos dois times e não encosta na bola?”

Mas as semelhanças não param por aí. Tanto baixistas como juízes frequentemente são alvos preferenciais de piadinhas e trollagens em geral. Tal tratamento é merecido? Aí é com você.

👉 Não é sacanagem, é uma camiseta incrível. Vem ver a estampa Baixo Vintage.
Essencial para quem toca com dedo e com palheta, bebe cerveja IPA, gosta de reclamar e segura o ritmo como ninguém.


4. Camiseta Jazz Miles

O jazz é como um tubarão. Chega de mansinho, quando te pega, logo de cara, você não entende direito o que está acontecendo, mas quando se dá conta já está tão por dentro, que não consegue mais sair. Claro, a experiência com o jazz vai ser menos traumática, afinal, o tubarão não deixa muita margem para improvisos.

Vá lá, a comparação com o tubarão faz sentido, mas pode ser um pouco exagerada. Melhor comparar o jazz com o cinema. Ambos são artes indômitas, diversas e inspiradoras. E, como toda arte visceral, se você se deixa dominar, te devoram. Igual o tubarão.

👉 Vem ver a Camiseta Jazz Miles.
Camiseta ideal para quem dá rolê de calça e sandália, coleciona vinil, adora os filmes dos irmãos Coen e consome chá às 4:20.


5. Camiseta Robot

Nem toda música nasce de cordas e amplificadores analógicos. E não é de hoje. Lembra daqueles alemães malucos dos anos 70? Mas, de lá pra cá, a coisa evoluiu muito. Ao ponto de a gente não saber mais direito quem é gente e quem é máquina fazendo as coisas.

A música eletrônica evoca tecnologia, futurismo e performances desafiadoras, ampliando o território musical desta lista. Quando o som nasce de códigos, máquinas e experimentação, é sempre bom se certificar se você está lidando com humanos ou robôs. Ou os dois ao mesmo tempo.

👉 Conheça a Camiseta Robot.
Perfeita para quem não dispensa telefone e computador da maçã, distribui memes feito pipoca nos grupos de zap, é workaholic e come salada durante a semana e junkie food sábado e domingo.


6. Camiseta Vinil Rainbow

Ouvir música pode parecer uma coisa simples, superficial, mas é um ato que diz muito sobre nós. A maneira como você ouve música é um reflexo do seu comportamento na vida. Se é uma playlist aleatória no streaming enquanto trabalha, se é um disco na vitrola sentado no sofá sem distrações, se é no fone de ouvido cantando junto cada música a plenos pulmões. Tanto faz.

Já se você gosta de entrar numas trips loucas, tipo Inception, do Nolan, e botar na vitrola um disco com canções sobre comportamento humano, para ouvir sem distrações, no escuro, pensando sobre a música e o comportamento humano… então você é dos nossos!

👉 Confira aqui a Camiseta Vinil Rainbow.
Camiseta perfeita para quem propõe listar de melhores discos de 1973 na mesa do bar, mora de favor na casa de dois gatos, toca violão e não põe ketchup na pizza.


7. Camiseta Pick-Up

Música é movimento. E não estamos falando de aula de zumba. Não tem jeito certo ou errado de ouvir música. Errado é não ouvir música. Mas não dá pra negar que o vinil tem seu charme. O ritual de tirar o disco da capa, colocar no prato, posicionar cuidadosamente a agulha, ouvir o chiado.

Isso sem falar na arte que é dominar uma pick-up e criar novos sons com a música que já existe e está ali gravada nos sulcos do vinil. Afinal, foram os samplers e scratches dos DJs que ajudaram a música a se reinventar.

👉 Vem ver a Camiseta PickUp.
Camiseta de música essencial para quem não pára em casa sábado de noite, curte vodca com energético, gosta de falar que ama funk, para em seguida emendar “mas o do James Brown” e se liga na estética dos anos 80.


8. Camiseta Fita K7

Muito antes do streaming, antes mesmo do CD existir, tinham dois tipos de pessoas no mundo: as que tinham sempre aquele disco novo dos Ramones ou do Guns n’ Roses, que eram poucas, e as que tinham sempre uma fita a mão para pedir para gravar aquele disco, que eram a maioria.

Quem viveu os anos 80 e 90 e não armazenava suas fitas em caixas de tênis e usava caneta ou lápis para rebobinar, viveu errado.

👉 Mesmo se você não viveu aqueles tempos, pode se encantar. Vem conhecer a estampa Fita K7.
Perfeita para quem gravava mixtape quando tinha um crush, se assusta quando um adulto fala que nasceu em 1995, e para quem é mais novo e curte Stranger Things e fala “É nóis na fita!”


9. Camiseta Bamba

Achou que não ia ter brasilidade nessa lista? Achou errado! Afinal, falar de música sem falar de música brasileira é como comer feijoada sem uma caipirinha do lado. Seja no streaming ou na vitrola, no fone de ouvido ou no gogó e na caixa de fósforo em volta da mesa do boteco. Ninguém resiste ao nosso ziriguidum.

Cartola, Paulinho da Viola, Bezerra da Silva, Adoniran Barbosa, Jackson do Pandeiro… no Brasil inteiro sempre teve samba do bom. Afinal, já disse Martinho, lá em casa todo mundo é bamba.

👉 Prepara a serpentina e o confete, e vem conferir a Camiseta Bamba.
Camiseta ideal para quem toma cerveja no copo americano, tem samba no pé, sabe dizer o que que a baiana tem e está se guardando para quando o Carnaval chegar.


10. Camiseta Superjumbo

A música pode ser uma coisa contemplativa, pra curtir sozinho no quarto, ou no fone de ouvido no metrô. Mas ela também é democrática, coletiva e imponente. E é assim que ela foi muitas vezes levada para as ruas. Em praças e becos, sempre tinha um sonzão daqueles! Hardcore, hip hop e uma molecada andando de skate, dançando break, grafitando e trocando ideia.

O Superjumbo é símbolo máximo de juventude, resistência, barulho, diversão e arte.

👉 Se liga aqui pra conhecer a Camiseta Superjumbo.
Camiseta de música perfeita para quem curte Rage Against the Machine, skate, boné de aba reta, piadas de quinta série e ter opiniões embasadas.


Respire fundo e ouça música.

Da guitarra ao vinil, do jazz ao beat eletrônico, a música está em todo lugar. Ainda bem! Afinal, para nós que vivemos nesse universo paralelo, fica mais fácil aguentar o tal mundo real. E as boas notícias não param por aí. Dá pra gente viver isso tudo com muito conforto e estilo, com personalidade e bom humor.

A Strip Me traduz isso em camisetas de música que falam de cultura, estética e identidade. Mais do que vestir um gênero ou uma banda, são camisetas para viver um jeito de ouvir, sentir e viver a música sem limites.

Se você respira música, em alto e bom som, a Strip Me tem camiseta certa pra acompanhar todos os ritmos.

stripme.com.br
instagram.com/stripmecamisetas
tiktok.com/
@stripmeclothing

10 camisetas da Strip Me para declarar seu amor pelo Carnaval

10 camisetas da Strip Me para declarar seu amor pelo Carnaval

Uma seleção de camisetas da Strip Me para viver o Carnaval do jeito certo: na rua, com cultura, humor, cor e identidade brasileira.

O Carnaval é igual o Clube da Luta, tem uma única regra, importantíssima: o ano só começa depois dele. E depois que o ano começa, como bem cantou Chico Buarque, a gente fica só se guardando para quando o Carnaval chegar mais uma vez.

E o Carnaval está chegando! O ápice da cultura brasileira, a festa mais democrática e divertida que existe. Se você está procurando camisetas para o Carnaval, a boa notícia é que não precisa cair no óbvio para cair na folia. Dá para vestir o Carnaval com humor, cultura, cor e identidade, sem abrir mão de conforto e estilo, e da brasilidade, é claro.

A seguir, reunimos 10 camisetas da Strip Me que funcionam perfeitamente para todos os rolês, do bloquinho ao baile no clube, do trio elétrico ao churrasquinho com a turma. São todas camisetas para o Carnaval com algo em comum: não se prestam a explicar o Carnaval. Mas sim vivê-lo intensamente.


1. Camiseta Carnaval Verbete

Na prática, a teoria é outra, já diz o ditado popular. Tem certas coisas que não adianta querer explicar. Ainda mais no Brasil. Como explicar a aura do boteco? Como explicar o vira-lata caramelo? Como explicar o Pelé? Como explicar o Carnaval?

É simples: não se explica.

→ Se não dá pra explicar, vem ver a camiseta Carnaval Verbete.


2. Camiseta Carnaval de Rua

Poucas coisas são tão tradicionais no Brasil quanto o bloquinho de rua no Carnaval. Muito antes, inclusive das escolas de samba, já rolavam nas ruas os blocos, cordões e ranchos, embalados por marchinhas carnavalescas.

Uma prática tão maravilhosa que resistiu ao tempo. O bloquinho é paixão nacional, virou meme, e também camiseta para o Carnaval.

→ Vem conhecer a estampa Carnaval de Rua.


3. Camiseta Samba no Pé

Um dos maiores dilemas brasileiros consiste em aceitar uma generalização como regra ou dizer que o Dorival Caymmi está errado. Afinal, a afirmação “Quem não gosta de samba, bom sujeito não é. É ruim da cabeça ou doente do pé.” tem sua razão de existir.

O fato é que todo bom brasileiro não só gosta, como tem samba no pé. Ainda mais no Carnaval.

→ Confira a camiseta Samba no Pé.


4. Camiseta Cultura Brasileira

Se a vida presta, como bem disse a Fernanda Torres, é porque a gente tem a cultura brasileira. E ela não se resume só a um cinema cada vez mais premiado, à genialidade do samba e da MPB, a uma gastronomia inimitável… a cultura brasileira é a nossa própria essência.

E a cultura brasileira é o Carnaval também, é claro!

→ Conheça a estampa Cultura Brasileira.


5. Camiseta Verde Samba

Entre os maiores símbolos do Carnaval, estão as cores verde e rosa. Cores que representam toda uma comunidade, uma história de música e resistência, a emblemática Estação Primeira de Mangueira, o genial Cartola.

É por isso que atrás da verde e rosa, só não vai quem já morreu.

→ Vem ver a camiseta Verde Samba.


6. Camiseta Verde Escrito Rosa

Já dizia o sábio: clássico é clássico e vice-versa. Portanto, tanto faz se é verde e rosa, ou rosa e verde. O conceito é o mesmo!

→ Então vem ver também a camiseta Verde Escrito Rosa.


7. Camiseta Saudação Saravá

Até pode ser que o Carnaval tenha uma origem europeia, as ruas de Veneza e blá blá blá. Mas o Carnaval do Brasil é muito outro. É a festa da ancestralidade africana, da música que ninguém faz igual no mundo e das boas vibrações!

O nosso Carnaval tem samba, e também tem muito axé! Saravá, meu rei!

→ Conheça a estampa Saudação Saravá.


8. Camiseta Carnaval

Imperialismo aqui não cola. A gente quer é a monarquia do Rei Momo! Aqui não tem essa de muro e fronteira, a gente quer se misturar ao som do batuque. Laranja aqui não tem vez, nosso negócio é o verde e rosa e o verde e amarelo.

É por isso que, todo ano, passou de março a gente já entoa o mantra: “Make Brasil Carnaval Again”.

→ Confira a camiseta Carnaval.


9. Camiseta Le Carnaval

Sabe qual é o oposto de blasé? É Carnaval, é claro! No Carnaval ninguém faz cara de tédio e acha tudo sem graça. No Carnaval ninguém suspira indiferente e faz biquinho pra dizer “C’est la vie.

Aliás, no Carnaval a gente até faz bastante biquinho sim, mas é por outro motivo. Enfim, c’est le Carnaval!

→ Vem ver a estampa Le Carnaval.


10. Camiseta Bonfim

Em qualquer lugar do Brasil o Carnaval é um evento mágico. Mas, vamos combinar que a Bahia tem um borogodó a mais, um axé que ninguém explica. E se o ano começa mesmo só depois do Carnaval, não tem jeito melhor de fazê-lo se garantindo, já amarrando uma ou duas fitinhas do Bonfim no pulso ou no tornozelo.

A fitinha do Bonfim é mais que um símbolo da Bahia ou do Carnaval. É a quintessência da brasilidade.

→ Vem conhecer a camiseta Bonfim.


Samba no pé e Carnaval no peito.

O Carnaval não tem regra, muito menos dress code. Quer ir pro bloquinho de fantasia? Se joga! Mas se quiser ir vestindo conforto, frescor e muito estilo, as camisetas da Strip Me não foram pensadas para “parecer Carnaval”, mas para viver o Carnaval, com identidade e cultura brasileira estampadas no peito.

No site da Strip Me, você encontra camisetas para o Carnaval e para todos os rolês, com muita brasilidade, originalidade, estilo e bom humor. Vai lá conferir!

Seja no baile, no bloquinho, na praia, no churrasco, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapé, vestir Carnaval é isso: estar presente, curtindo cada momento.

stripme.com.br
instagram.com/stripmecamisetas
tiktok.com/
@stripmeclothing

7 camisetas de música da Strip Me que celebram o vinil e a cultura musical

7 camisetas de música da Strip Me que celebram o vinil e a cultura musical

Conheça 7 camisetas de música da Strip Me que celebram o vinil, a cultura musical e diferentes formas de ouvir música, do LP ao streaming.

A música muda de formato, mas não perde significado. Do LP ao streaming, do encarte ao algoritmo, o jeito de ouvir som evolui, mas a relação afetiva com a música continua sendo uma forma de identidade, memória e expressão pessoal. E o mais importante: sem fronteiras, do samba ao rock, do jazz à cumbia.
Na Strip Me, esse universo musical está em toda parte. Influencia e inspira da criação da estampa até a produção e a camiseta pronta. Isso aparece traduzido em estampas que não falam apenas de música, mas de como a gente se relaciona com ela.

A seguir, preparamos uma seleção de 7 camisetas de música da Strip Me que celebram o vinil, a cultura musical e tudo o que existe entre o analógico e o digital.


1. Camiseta Disco Minimalista

Nem toda homenagem ao vinil precisa ser literal. Às vezes, basta sugerir o movimento, o tempo e o silêncio entre uma faixa e outra.
A camiseta Disco Minimalista transforma o disco em linguagem visual: traços circulares, quase imperfeitos, que remetem ao giro contínuo do LP e à experiência sensorial de ouvir música com atenção. É vinil como estética contemporânea, com muita personalidade.


2. Camiseta Pleasures

Algumas capas de disco deixaram de ser apenas capas. Viraram símbolos.
Inspirada no emblemático álbum do Joy Division lançado em 1979, essa camiseta representa o momento em que música, design e conceito se fundem em uma imagem eterna. Mesmo quem não conhece a história por trás das linhas reconhece o impacto visual. É a prova de que o vinil também construiu a cultura gráfica moderna.


3. Camiseta LP

Clássica, direta e universal. A Camiseta LP celebra o disco como ele é: um ícone atemporal da cultura musical.
Sem nostalgia forçada, a estampa dialoga com o passado sem abrir mão do presente. É a ponte perfeita entre gerações, estilos e formas de ouvir música, um símbolo que dispensa explicações.


4. Camiseta Vinil Rainbow

Existem discos que atravessam décadas, formatos e tecnologias sem perder relevância.
A camiseta Vinil Rainbow representa a música como experiência total: som, conceito e imagem, exatamente como é o disco que a inspirou. O arco-íris saindo do disco traduz exatamente isso: a música começa em um suporte físico, mas se expande para algo muito maior.


5. Camiseta Toca-Disco

O vinil só existe plenamente quando alguém coloca a agulha no disco.
A Camiseta Toca-Disco traz o gesto para o centro da conversa: técnica, cuidado e precisão. A pick-up aparece como instrumento, não como acessório. É uma homenagem ao DJ, ao audiófilo e a quem entende que ouvir música também é um ato de atenção e respeito ao som.


6. Camiseta Cartolinha

A cultura do vinil não é só internacional, ela também é profundamente brasileira.
A Camiseta Cartolinha celebra o disco clássico de um dos compositores mais influentes da música brasileira. Uma justa homenagem ao Cartola e toda a tradição do samba e da MPB prensada em LP. Tudo isso condensado numa imagem inesquecível para levar do lado esquerdo do peito.


7. Combo Era do Vinil + Era do Streaming (adulto + infantil)

A música muda de mídia, mas continua sendo ponte entre gerações.
O combo une a Camiseta Adulto Era do Vinil à Camiseta Infantil Era do Streaming para mostrar que não se trata de disputa entre formatos, mas de convivência. O vinil ensina a ouvir; o streaming ensina a descobrir. E a música segue sendo arte compartilhada, de pai para filho, de geração para geração.


Música além do formato

Mais do que falar de discos, essas camisetas falam de relações com a música. Do ritual analógico ao acesso digital, do DJ ao ouvinte casual, do clássico internacional à brasilidade, a Strip Me transforma cultura musical em estampa, sem rótulos, sem nostalgia vazia e sem exclusões.

Para conhecer melhor a coleção de camisetas de música, além de todas as outras coleções incríveis da Strip Me, acesse nosso site. Assim, você pode explorar todo o nosso catálogo, e ainda ficar por dentro dos lançamentos, que pintam por lá toda semana.
A trilha sonora da sua vida pode tocar na vitrola ou no streaming, tanto faz. O importante é deixar o som rolar. Barulho, diversão e arte!

stripme.com.br
instagram.com/stripmecamisetas/
tiktok.com/
@stripmeclothing

Oasis no Brasil 2025: tudo sobre os shows em São Paulo e a volta histórica

Oasis no Brasil 2025: tudo sobre os shows em São Paulo e a volta histórica

Oasis Live ’25 Tour chega ao Brasil! A Strip Me explica a volta histórica dos Gallagher, os ingressos esgotados e o que esperar dos shows.

Para a surpresa de todo mundo, o Oasis está de volta, e está voando alto! Os irmãos Gallagher se reconciliaram, armaram uma turnê mundial milionária e estão fazendo bonito. Em novembro, São Paulo vai receber dois shows da banda que moldou o rock pós grunge dos anos 90, e praticamente definiu uma era. Não é exagero: estamos falando de um dos maiores retornos da história recente da música, e os fãs já vivem uma mistura de nostalgia, ansiedade e catarse coletiva.

A importância do Oasis na história da música

Nos anos 90, o Oasis foi muito mais do que uma banda. Era um fenômeno cultural. Vindo de Manchester, cidade operária que já havia dado ao mundo os Smiths, o Joy Division e o Stone Roses, os irmãos Gallagher levaram adiante uma tradição de música feita com raiva, paixão e o charmoso sotaque mancunian, típico da região.

O lançamento de Definitely Maybe (1994) foi um estouro imediato: em poucos dias, tornou-se o álbum de estreia mais vendido da história do Reino Unido. No ano seguinte, (What’s the Story) Morning Glory? colocou o Oasis no topo do mundo, com hinos como Wonderwall, Don’t Look Back in Anger e Champagne Supernova. O impacto foi tão grande que o álbum passou a ser comparado, em termos de influência, a discos clássicos dos Beatles e Stones.

Outro ponto que marcou o Oasis foi a famosa rivalidade com o Blur, que em 1995 movimentou a imprensa e ficou conhecida como a “Batalha do Britpop”. Enquanto o Blur representava uma classe média intelectualizada de Londres, o Oasis falava diretamente ao coração da classe trabalhadora do norte da Inglaterra. Era mais que música: era identidade.

A treta dos Gallagher e o fim da banda

Parte do mito em torno do Oasis sempre esteve ligada à relação explosiva entre Liam e Noel Gallagher. Entre brigas, ofensas públicas e entrevistas memoráveis (e constrangedoras), os irmãos transformaram cada aparição em espetáculo. O ápice da tensão veio em 2009, quando uma discussão nos bastidores de um festival em Paris levou Noel a deixar a banda. “Simplesmente não dava mais”, disse ele na época. Muitos fãs acreditaram que aquela seria a última página da história.

Nos anos seguintes, Liam seguiu com o Beady Eye e depois em carreira solo, enquanto Noel construiu uma sólida trajetória com os High Flying Birds. Ambos projetos de alto nível, e os irmãos juravam nunca mais dividir o palco. Por isso a reunião anunciada em 2024 pegou todo mundo de surpresa. Inclusive nós, aqui na Strip Me, que sempre amamos Oasis e todo o som de Manchester. Tanto é que temos na nossa coleção de camisetas de música peças lindas como a camiseta Maybe, a Britpop, a Rock Star e a Post Punk.

A Oasis Live ’25 Tour – reencontro e catarse

A turnê começou pela Europa e já mostrou momentos históricos: os irmãos subindo ao palco de mãos dadas, sorrisos tímidos durante as músicas e setlists recheados de clássicos. Em Londres, o show no Wembley reuniu mais de 80 mil pessoas em clima de final de Copa do Mundo. No show da Espanha, tiveram fãs que atravessaram o continente para presenciar a volta da banda que marcou sua juventude.

As críticas têm sido generosas. Liam, em ótima forma vocal, surpreende pela entrega — principalmente em músicas que exigem mais fôlego, como Slide Away, além de uma aparente sobriedade. Noel parece mais sereno, focado em retomar a química musical com o irmão. A impressão geral é de que o tempo separados trouxe maturidade sem tirar a energia bruta que sempre foi marca registrada dos caras.

Ingressos para os shows do Oasis no Brasil – a corrida dos fãs

Quando o anúncio do Oasis no Brasil foi confirmado, a internet entrou em ebulição. Em poucas horas, os ingressos esgotaram, mesmo com preços bem altos. A demanda foi tamanha que gerou filas virtuais com centenas de milhares de pessoas, e relatos de fãs que passaram horas tentando garantir um lugar, e acabaram não conseguindo.

Esse fenômeno não aconteceu só aqui. No Reino Unido, a venda para a Oasis Live ’25 Tour bateu recordes: mais de 1 milhão de ingressos vendidos em um único dia. O Brasil repetiu a cena, provando que o poder da banda permanece intacto.

Hoje, os ingressos oficiais já estão esgotados, mas ainda é possível encontrar opções em plataformas de revenda autorizadas e seguras. A recomendação é sempre evitar o mercado paralelo (os famosos cambistas), que coloca em risco tanto o seu bolso quanto a experiência do show.

O que esperar dos shows no Brasil

Se tem uma palavra que define o que vem por aí, é catarse. Fãs de diferentes idades, dos que viveram o britpop na adolescência até os que conheceram a banda via playlists no streaming, vão se encontrar para cantar juntos em estádios lotados.

Liam tem surpreendido com a energia e a voz, enquanto Noel surge mais conciliador, olhando para frente. O setlist não economiza: dos primeiros hits às baladas eternas, a turnê é um presente para fãs que esperaram mais de 15 anos. E no Brasil, conhecido por seu público caloroso (pra dizer o mínimo), a expectativa é de que os shows entrem para a lista das apresentações mais marcantes da história da banda.

Oasis e a Strip Me – música, estilo e atitude

Aqui na Strip Me, a gente sabe que música não é só som: é identidade. O Oasis sempre foi isso: estilo, atitude, autenticidade. Não é à toa que os irmãos Gallagher, o britpop em geral, seguem estampando camisetas, playlists e memórias. E na nossa coleção de camisetas musicais, a gente entrega bom gosto, originalidade, conforto, e muita atitude, claro! No nosso site você confere essa e todas as nossas outras coleções, além de ficar por dentro de todos os lançamentos. Camisetas que compõe o look para qualquer rolê, inclusive shows inesquecíveis como os que estão por vir!

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist para você ir esquentando os motores para novembro. Oasis top 10 tracks!

Camisetas de rock que fogem do óbvio: o Top 10 da Strip Me

Camisetas de rock que fogem do óbvio: o Top 10 da Strip Me

Nada de clichês: conheça 10 camisetas de rock da Strip Me que unem estilo, originalidade e muita atitude.

Hoje em dia, tudo virou “camiseta de rock”: basta jogar a logo de uma banda famosa, ou um cartaz de show dos anos 70 na estampa e pronto, tá valendo. Mas na Strip Me a história é diferente. A gente celebra o rock n’ roll por aquilo que ele realmente é: arte. Aqui, cada peça tem personalidade, autenticidade e aquele borogodó, transformando algo massificado em um item novo, cheio de vida.

Enquanto muita gente aposta apenas na clássica camiseta de banda sem criatividade, a Strip Me mostra que dá pra ir muito além. Nossas camisetas reinventam ícones e reinterpretam a cultura pop, seja numa imagem impactante ou numa perfeita camiseta minimalista, quando a mensagem é tão poderosa que pode ser dita em poucas linhas ou símbolos.

Selecionamos 10 camisetas de rock fora da curva, cheias de originalidade, perfeitas pra quem prefere estilo com atitude em vez de mais do mesmo.


1. Camiseta WTF

Camiseta WTF

A camiseta WTF é uma homenagem bem-humorada aos tempos áureos da MTV dos anos 90, mas com aquela virada irônica: “What the f*** is wrong with people?”. A estampa brinca com o logotipo clássico do canal e traduz aquele espírito de quem ainda carrega a alma roqueira, mas observa o mundo atual com ironia e estilo. Uma verdadeira camiseta de rock disfarçada de manifesto pop.


2. Camiseta The Beers

Camiseta The Beers

Se Abbey Road é uma das imagens mais reproduzidas da cultura pop, a camiseta The Beers deixa a travessia ainda mais interessante: com um chope gelado na mão de cada beatle. O trocadilho une reverência e irreverência, um brinde visual à genialidade de transformar um clássico em piada interna com estilo. Uma das camisetas de banda mais espirituosas da Strip Me.


3. Camiseta Rock Minimalista

Camiseta Rock Minimalista

A camiseta Rock Minimalista prova que duas imagens bastam para resumir o espírito. São dois emojis que conversam com todas as gerações. É o exemplo perfeito de uma camiseta minimalista que diz muito sem precisar de excesso de informação. Minimalista, moderna e cheia de atitude silenciosa, é ideal para quem quer fugir do óbvio na hora de carregar o rock n’ roll no peito.


4. Camiseta Post Punk

Camiseta Post Punk

Poucas capas de disco são tão reconhecíveis quanto Unknown Pleasures, do Joy Division. A camiseta Post Punk traduz essa estética dark numa estampa que carrega o peso do movimento em linhas minimalistas. É a camiseta de banda definitiva, cultuada por décadas. Portanto, essencial.


5. Camiseta Jimi Smoke

Camiseta Jimi Smoke

Um clássico da Strip Me, a camiseta Jimi Smoke está no catálogo da marca desde o início, e, não à toa, é hit de venda desde então. A foto icônica de Jimi Hendrix, recortada com elegância e descontração, traz carisma, charme e atemporalidade. É mais do que uma camiseta de rock: é quase uma obra de arte que traduz o espírito de liberdade do maior guitarrista de todos os tempos.


6. Camiseta Hip Hop

Camiseta Hip Hop

Direta e impactante, a camiseta Hip Hop celebra o gênero que conversou intensamente com o rock nos anos 90 através de nomes como Run DMC, Beastie Boys e Rage Against the Machine. A tipografia marcante evoca a atitude e estilo de um dos maiores nomes do gênero, mostrando que uma boa camiseta de banda não precisa se limitar a guitarras: basta trazer autenticidade e rebeldia.


7. Camiseta Heavy Color

Camiseta Heavy Color

A camiseta Heavy Color mistura design e música de forma conceitual. Ao simular uma paleta Pantone, a Strip Me batiza o nascimento do som pesado com sua própria cor. Simples, mas cheia de conceito, é a camiseta minimalista indispensável para todo fã de metal que se preze: direta, impactante e cheia de significado.


8. Camiseta Fita Vintage

Camiseta Fita Vintage

Um tributo à era analógica, a camiseta Fita Vintage homenageia as fitas K7 — sinônimo de descobertas musicais e mixtapes personalizadas. A estampa em tamanho gigante representa o amor pela música de quem não tirava o walkman no bolso. Mais do que uma camiseta de rock, é uma viagem no tempo para quem entende que música também é memória afetiva.


9. Camiseta Fita K7

Falando em memória afetiva, a camiseta Fita K7 traz nostalgia com uma pitada de humor. Quem nunca usou uma caneta Bic para rebobinar uma fita cassete? Essa cena clássica vira estampa divertida e colorida, especialmente para quem viveu intensamente os anos 80 e 90. Uma peça que equilibra memória e estilo, mostrando que até uma camiseta minimalista pode carregar muitas histórias.


10. Camiseta Bollocks

Camiseta Bollocks

Um dos discos mais polêmicos da história do rock foi levemente desconstruído e ganhou novas camadas na camiseta Bollocks. Com tipografia e cor inconfundíveis, ela transmite inconformismo e irreverência sem precisar de muito. É o espírito punk em forma de estampa. Uma verdadeira camiseta de banda para quem carrega rebeldia no peito.


Vestir música, atitude e conforto

As camisetas de rock da Strip Me não se limitam a reproduzir logotipos óbvios. Elas reinterpretam ícones, misturam referências e brincam com a cultura pop de um jeito criativo, sempre com caimento perfeito e tecido mega confortável e de alta qualidade.

Além de originais, são também camisetas minimalistas quando a proposta pede design limpo, ou camisetas de banda quando a ideia é reverenciar ícones da música. Em todas, a Strip Me entrega qualidade, conforto e autenticidade.

Vestir Strip Me é carregar música no peito com estilo, humor e personalidade. É barulho, diversão e arte.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist fodástica com o que há de melhor das bandas referenciadas e reverenciadas nessa lista. Camisetas de rock top 10 tracks.

5 Camisetas de música que dão o que falar na mesa do bar.

5 Camisetas de música que dão o que falar na mesa do bar.

A Strip Me elenca 5 camisetas de música que rendem assunto na mesa do bar. Estilo, conforto e muitas histórias para vestir e compartilhar.

Tem roupa que você veste e ninguém repara. E tem as camisetas da Strip Me, que além de confeccionadas com malha premium super confortáveis, trazem sempre muita história e originalidade nas estampas. A coleção de camisetas de música, por exemplo, está recheada de peças que têm o poder de emplacar grandes papos no bar ou em qualquer rolê. Hoje selecionamos 5 camisetas de música infalíveis pra virar assunto na mesa de boteco com a galera. Camisetas que unem conforto, estilo e aquele toque cultural que todo mundo nota.


Camiseta Triângulo Minimalista

Camiseta Triângulo Minimalista

Um triângulo, um quadrado, fundo preto. A Camiseta Triângulo Minimalista é a prova de que menos pode ser muito mais. O desenho pode parecer simples, mas carrega um peso cultural e visual imenso. Essa camiseta minimalista tem um magnetismo discreto: quem conhece a referência solta um sorriso de cumplicidade, quem não conhece fica intrigado. No bar ou em qualquer rolê, a Camiseta Triângulo Minimalista é do tipo que chama atenção sem esforço, mostrando que uma camiseta minimalista também pode carregar muita história.


Camiseta Rosa Samba

Camiseta Rosa Samba

O verde vibrante e a tipografia rosa gritam brasilidade. A Camiseta Rosa Samba é para quem carrega no peito a energia das cores mais icônicas do nosso Carnaval. É impossível olhar e não pensar imediatamente na maior festa do mundo e sua mais emblemática representante, a escola de samba do inesquecível Cartola. Poderia até ser considerada uma camiseta minimalista, mas seu design brinca com o contraste cromático e com a força das tradições populares, a tornando grandiosa. Quem veste a Camiseta Rosa Samba leva consigo uma parte da cultura nacional e prova que camisetas de música também são cultura viva, e ótima pauta para a mesa do bar.


Camiseta Me Gustas

Camiseta Me Gustas

Azul intenso, letras grandes em rosa, com cara de cartaz de rua. A Camiseta Me Gustas é uma declaração que mistura humor e afeto. Inspirada na estética lambe-lambe, tem aquele ar de arte efêmera que aparece colada num muro e fica na memória. Uma Camiseta Me Gustas também celebra nossa veia latina, encaixando-se perfeitamente na coleção de camisetas de música da Strip Me. Ideal para quem gosta de vestir bom humor e leveza, com um toque de referência que nem todo mundo pega, mas que sempre surpreende.


Camiseta Killing

Camiseta Killing

Mais que uma camiseta de música, uma deliciosa provocação. A Camiseta Killing combina estética pop com rebeldia e muita ironia. A tipografia remete a um ícone da publicidade, mas aqui é usada para subverter expectativas e provocar sorrisos incrédulos. A Camiseta Killing é perfeita para quem viveu e entendeu intensamente os anos 90, e que ainda sabe reconhecer o valor de uma estampa com recado. É uma camiseta de música que também carrega atitude e causa conversa garantida no bar.


Camiseta Jazz Miles

Camiseta Jazz Miles

É uma camiseta de música ou uma camiseta de cinema? A Camiseta Jazz Miles mistura as duas coisas na mesma imagem. O rei do jazz substitui o rei dos mares num mashup entre clássicos da música e do cinema. É sofisticada sem ser careta, equilibrando o charme da camiseta de cinema com a alma musical. A Camiseta Jazz Miles é daquelas que agrada tanto a quem ama jazz quanto a quem é cinéfilo inveterado, um exemplo perfeito de como uma camiseta de cinema pode também ser uma peça de colecionador.


Mais que camisetas: histórias para vestir

Na Strip Me, cada peça nasce para ir além do óbvio. A Camiseta Triângulo Minimalista instiga, a Camiseta Rosa Samba celebra, a Camiseta Me Gustas diverte, a Camiseta Killing provoca e a Camiseta Jazz Miles encanta. Todas fazem parte de uma coleção de camisetas de música pensadas para quem gosta de unir conforto, autenticidade e bom gosto.

Produzidas com algodão de certificação BCI, corte exclusivo e atenção aos mínimos detalhes, elas mostram que até uma camiseta minimalista ou uma camiseta de cinema podem carregar muito mais do que estilo: podem contar histórias. Acesse o nosso site para conferir todas as coleções e ficar por dentro dos nossos lançamentos. No fim das contas, vestir uma camiseta Strip Me é abrir espaço para novas conversas. E no bar, a gente sabe: algumas das melhores histórias começam assim.

Oasis ao vivo: 5 shows lendários e tudo sobre a Oasis Live ’25 Tour no Brasil

Oasis ao vivo: 5 shows lendários e tudo sobre a Oasis Live ’25 Tour no Brasil

A Strip Me relembra 5 shows lendários do Oasis e conta tudo sobre a Live ’25 Tour no Brasil. Prepare-se para um retorno histórico aos palcos!

Carisma e presença de palco são armas essenciais para qualquer banda de rock que quer fazer história. O Oasis é prova disso – à sua maneira. Quem vê os irmãos Gallagher no palco percebe algo curioso: a banda tem energia, mas é contida. Noel, com sua guitarra afiada e postura de maestro, lembra um Pete Townshend sem pirotecnia. Já Liam, o vocalista e centro das atenções, dispensa corridas à la Axl Rose ou stage dives de Eddie Vedder. Ele canta imóvel, inclinado para a frente, mãos para trás, olhar desafiador. Mesmo assim, domina o palco como poucos.

Saído de Manchester, o Oasis construiu uma história de mais de 30 anos marcada por polêmicas, clássicos e muita personalidade. Ainda que outros músicos tenham passado pelo grupo, são Noel e Liam que personificam a banda. Essa trajetória foi escrita em discos lendários, e também em palcos inesquecíveis. Com a tão aguardada volta ao Brasil em 2025, depois de 16 anos separados, é hora de aquecer as turbinas. A Strip Me relembra os 5 shows mais marcantes da carreira do Oasis e mostra o que esperar das apresentações que vão sacudir o país em novembro.


Boardwalk, Manchester – 1991

Todo império começa pequeno. Em 18 de agosto de 1991, uma banda, até então chamada Rain, subiu ao palco do Boardwalk, um clubzinho em Manchester, para um show que ninguém imaginava ser histórico. Não havia multidão, nem hit nas paradas, apenas uma banda crua, faminta por espaço, mostrando riffs que soavam como hinos para uma geração cansada do synthpop. Foi ali que Liam desabrochou como vocalista, Noel viu que a banda tinha potencial e o britpop, que começou tímido com o Stone Roses, viu nascer seu maior expoente.


Glastonbury Festival – 1994

Do club underground para o maior festival do Reino Unido em três anos. Em 1994, com Definitely Maybe prestes a explodir {mas com os singles Shakermaker, Live Forever e Supersonic já estourados), o Oasis entregou um show cheio de atitude no Glastonbury. Foi a consagração diante de uma plateia gigante, a primeira vez que a arrogância e o carisma dos Gallagher invadiram as casas britânicas via TV. Quem estava lá sabia: aquilo não era só uma banda, era o início de um fenômeno cultural.


Maine Road, Manchester – 1996

Do bairro para o estádio. Em abril de 1996, o Oasis voltou para casa e tocou para 40 mil pessoas no Maine Road, o mítico estádio do Manchester City. Foi mais que um show: um evento que mostrou como os garotos de Burnage tinham se tornado heróis locais e ícones nacionais. “Don’t Look Back in Anger” virou coro de hino futebolístico. Era o orgulho de Manchester reverberando em cada acorde.


Knebworth, Inglaterra – 1996

Aqui não estamos falando só do auge do Oasis, mas do britpop como movimento cultural. Duas noites, 250 mil pessoas, ingressos disputados por milhões. Em agosto de 1996, Knebworth se tornou sinônimo de megalomania rock’n’roll. O setlist era uma metralhadora de clássicos: “Wonderwall”, “Champagne Supernova”, “Live Forever”… tudo embalado por um Liam no auge da persona rockstar e Noel comandando o show com elegância e atitude. A banda que queria ser maior que os Beatles, parecia estar se aproximando de seu objetivo.


Rock in Rio, Brasil – 2001

Se Glastonbury apresentou o Oasis para o Reino Unido, o Rock in Rio fez isso para o Brasil. Em janeiro de 2001, a banda desembarcou no país com a turnê de Standing on the Shoulder of Giants e levou o público ao delírio na Cidade do Rock. Numa entrevista antes do show, Noel disse que o mundo seria um lugar melhor sem o Guns n’ Roses (Axl e sua turma faziam parte do lineup daquele dia no festival). Mas a polêmica estava longe de ser o ápice daquela noite. Liam exalava arrogância, Noel estava nitidamente à vontade no palco e a banda entregou um show arrebatador. Entre hits e novas faixas, foi a noite em que milhares de brasileiros cantaram o show inteiro como se fossem nativos de Manchester.


Oasis em São Paulo (22 e 23 de novembro de 2025) – O que esperar?

Catarse. Não espere nada menos que uma catarse. O que se viu até agora na dezena de shows que a banda apresentou no Reino Unido de julho até aqui não deixa dúvida. Os irmãos Gallagher subindo ao palco de mãos dadas, e trocando olhares e acenos ao longo dos shows, Liam entregando performances surpreendentes, dado o seu histórico de excessos, e o setlist… Ah, o setlist é espetacular! Contempla essencialmente os discos Definitely Maybe e (What’s the Story) Morning Glory?, mas também traz clássicos como Acquiesce, Little by Little, Stand By Me, D’You Know What I Mean? e outras canções.

O Oasis está afiadíssimo no palco, e nós estamos prontos, contando os dias, para presenciar esse show histórico! A Strip Me, que manja tudo de rock n’ roll stars, te ajuda a criar o look perfeito para qualquer show. Camisetas mega confortáveis, com tecido certificado e, é claro, muito estilo e originalidade! Acesse o nosso site para conferir as coleções de camisetas de música, cultura pop, cinema, drinks, festivais e muito mais, além de ficar por dentro dos nossos lançamentos.

Vai fundo!

Para ouvir: Normalmente, a gente elabora uma playlist caprichada para embalar a sua leitura. Mas está disponível no Spotify a gravação do mítico show em Knebworth, citado aqui no texto. Melhor que qualquer playlist, é conferir esse show na íntegra. Aqui está o link. Cheers, mate!

Top 10 mullets que marcaram a história da cultura pop

Top 10 mullets que marcaram a história da cultura pop

Relembre os mullets que fizeram história: a Strip Me listou os 10 mais icônicos da cultura pop. Um corte polêmico, atemporal e cheio de personalidade.

Não pense você que ter estilo é fácil. Além de criatividade e estar a par das tendências, é preciso também de uma boa dose de ousadia e bom humor. Só isso explica a vida longa e gloriosa do mullet, um dos poucos cortes de cabelo que se tornaram ícone pop e símbolo de toda uma década.

A origem do mullet é desconhecida. Historiadores relatam que há indícios do uso do mullet desde o início da civilização, quando nossos ancestrais se ligaram que deixar o cabelo comprido atrás protegia o pescoço e os ombros do sol e do frio, e curto na frente, facilitava a visão. Pra você ver como a turma na Mesopotâmia era a frente do seu tempo. Já usavam mullet e sabiam fazer cerveja. Só faltou a pochete e o bigode!

O termo mullet como corte de cabelo, foi popularizado pelos Beastie Boys nos anos 90, na música “Mullet Head”. Ali, eles cravaram a definição clássica: business in the front, party in the back. Em bom português: “comportado na frente, festeiro atrás.”

Hoje a Strip Me celebra esse ícone eterno dos anos 80, elencando os mullets mais importantes da história da cultura pop. Confere aí essa lista toda trabalhada no laquê.

David Bowie (fase Ziggy Stardust / Aladdin Sane)

Bowie não foi quem criou o mullet, mas certamente é responsável por sua massiva popularização. Com Ziggy Stardust, criou o mullet espacial. Um corte glam, laranja, andrógino, que parecia sussurrar “eu vim do futuro, e lá todo mundo é mais estiloso que você”.

MacGyver (Richard Dean Anderson)

O herói da TV que resolvia qualquer problema com um clipe de papel, uma bateria e seu mullet aerodinâmico. Mais que um corte, era um acessório de sobrevivência.

Mel Gibson (Martin Riggs, em Máquina Mortífera)

Nada como um policial traumatizado, impulsivo e com mullet para redefinir os filmes de ação dos anos 80. Riggs corre, pula, atira… e o cabelo esvoaça como um comercial de xampu dirigido pelo Tarantino. Se você não concorda, é porque, assim como Roger, você está velho demais pra esse p*rra.

Hulk Hogan

Aqui temos um caso de “skullet”: calvo na frente, mas com uma cascata loira escorrendo pelas costas. Isso, num cara de dois metros de altura e muito musculoso. O tipo de persona que só mesmo o maravilhoso mundo da luta livre dos Estados Unidos poderia gerar. Memorável.

Paul McCartney (fase Wings)

Após os Beatles, Paul abraçou a liberdade… e o mullet. Um mullet gentil, comportado, mas ainda assim um mullet. Se era pra voltar aos palcos do mundo com uma mega banda o acompanhando, era melhor fazer isso com muito estilo.

Chitãozinho & Xororó

O ápice do mullet sertanejo. Dupla afinada no gogó e na tesoura. A franja bem aparada e os cabelos lisos e compridos de José e Durval, fizeram do mullet o corte oficial da música sertaneja dos anos 80.

Renato Gaúcho

O galã boleiro. Jogava muito, e aprontava nos rolês mais ainda, exibindo seu mullet com orgulho. Renato Gaúcho era o tipo de cara que parecia realmente ter nascido para ostentar um mullet.

Sérgio Mallandro

O mullet do caos. Entre pegadinhas, “glu-glu” e “ié-ié”, Mallandro desfilava seu cabelo volumoso como um capeta em forma de guri, que não devia explicações a ninguém, a não ser ao Sílvio Santos, claro.

Fábio Jr.

Cabelos que choram. O mullet mais romântico dessa lista. Ideal para quem canta “Alma Gêmea” olhando pra câmera com os olhos marejados e as pontas bem repicadas.

Roberto Carlos

O mullet que reina soberano todo final de ano. O mullet que já foi uma brasa, mora? O mullet que só usa azul e branco. O mullet que não quer que escrevam biografias dele. Esse cara sou eu… quer dizer: é o Roberto.


Menções honrosas (mas com volume!)

Nem todo mullet cabe num Top 10, então abrimos espaço para os semi-deuses da nuca coberta:

  • Patrick Swayze – o mullet que dançava suado em Dirty Dancing, certamente é digno de nota.
  • Kiefer Sutherland – o vampiro punk-gótico de cabelo armado e atitude sombria em The Lost Boys.
  • Billy Ray Cyrus – o country-star pai da Miley, com um mullet que sofria junto com a música.
  • Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii) – o mullet gaúcho mais intelectualizado do rock nacional.
  • Paulo Ricardo (RPM) – o mullet com sintetizadores, crises existenciais e loiras geladas.

Mas afinal, o que é o mullet? Um corte de cabelo, um símbolo pop, um manifesto, um meme, a marca registrada de quem não tinha medo de ser lembrado… Sim! Tudo isso! Se o mullet falasse, ele diria: “não tente me entender, apenas aceite minha plenitude capilar.”

E se tem uma coisa que a Strip Me ama, é cabelos bem hidratados e celebrar os ícones da cultura pop que não envelhecem nunca. Então vai lá no nosso site conferir nossas coleções de camisetas de música, cinema, cultura pop e muito mais, além de ficar por dentro dos lançamentos que pintam toda semana!

Nota do editor: Enquanto este texto tinha suas pontas aparadas e era penteado, recebemos a notícia do falecimento do Príncipe das Trevas, Ozzy Osbourne. Um dia triste para a música. E sim, nos anos 80, ele também teve seu mullet: volumoso, desgrenhado, cheio de laquê e personalidade.
Obrigado e vá em paz, Ozzy!

Vai fundo!

Para ouvir: Não dava pra ser diferente. Uma playlist em homenagem ao eterno Ozzy Osbourne! Ozzy Forever Top 10 tracks.

Cachorros inesquecíveis da cultura pop: cinema, desenhos e HQs

Cachorros inesquecíveis da cultura pop: cinema, desenhos e HQs

Uma seleção de cachorros icônicos do cinema, dos desenhos animados e dos quadrinhos. Um Top 15 canino da Strip Me com os pets mais marcantes da cultura pop em um só lugar.

Convenhamos, a humanidade só está durando tanto tempo porque tem ao seu lado os cachorros. Fiéis, companheiros, corajosos, brincalhões, fofos… eles ajudam a gente a manter a sanidade e nos enchem de amor incondicional desde tempos imemoriais. A história da domesticação dos cães pelos humanos é interessantíssima, e a gente já abordou esse tema aqui no blog, quando falamos sobre o nosso amado, idolatrado e salve-salve doguinho caramelo. O link para este post está aqui. Como a gente já conhece a história deles com a gente, hoje vamos falar sobre os cachorros na cultura pop.

Nossos amados doguinhos já foram protagonistas de grandes histórias. Os cachorros na cultura pop sempre tiveram destaque, seja nas telonas do cinema, nos episódios dos desenhos animados ou nas páginas dos quadrinhos.

Essa presença constante se justifica: os cães são símbolos universais de lealdade e companheirismo, e por isso mesmo conseguem emocionar o mais bruto dos seres humanos. Com esse espírito afetuoso (e um toque de irreverência), a Strip Me preparou três listas com os cães mais icônicos da cultura pop, além das nossas tradicionais menções honrosas, que não poderiam ficar de fora. Confere aÍ!

Top 5 Cachorros da Cultura Pop no Cinema

1. Lassie (Lassie, 1943)

A cadela collie mais famosa da história. Inteligente, leal e heroica, Lassie representa o arquétipo máximo do cão de cinema. Foi precursora dos filmes com protagonistas caninos como Beethoven e tantos outros.

2. Marley (Marley & Eu, 2008)

Bagunceiro, destruidor e amado. Marley emocionou uma geração inteira ao mostrar que o amor de um cachorro pode durar pra sempre. Além disso, fez com que todo mundo quisesse ter um labrador em casa. Mas você sabe que o labrador é apenas a versão gourmet do nosso vira lata caramelo, né?

3. Brandy (Era Uma Vez em… Hollywood, 2019)

Companheira fiel do personagem de Brad Pitt, Brandy protagoniza uma das cenas mais memoráveis do filme, provando que disciplina nem sempre é uma coisa ruim. E que Tarantino tem talento também para escrever personagens caninos.

4. Jerry Lee (K-9 – Um Policial Bom pra Cachorro, 1989)

O pastor alemão mais sarcástico do cinema policial. Jerry Lee é parceiro do detetive Michael Dooley e rouba a cena com sua personalidade forte e zero respeito à hierarquia. Clássico absoluto das tardes de TV dos anos 90.

5. Hachiko (Sempre ao Seu Lado, 2009)

Inspirado em uma história real, o cão que esperou o dono por anos em frente a uma estação no Japão. Um filme muito bonito, com uma ótima atuação do Richard Gere. Para assistir com o lencinho na mão.

Menção Honrosa Brasileira: Pimpão – Ainda Estou Aqui (2024)

Pimpão traz um pouco de leveza e nos faz sentir ainda mais próximos da família Paiva neste clássico absoluto e vencedor do Oscar do cinema tupiniquim.


Top 5 Cachorros da Cultura Pop nos Desenhos Animados

1. Scooby-Doo (Scooby-Doo, Where Are You!)

Medroso, comilão e absurdamente carismático. Um clássico da Hanna-Barbera que atravessa gerações desde os anos 60. Scooby ainda tem como seu fiel escudeiro o Salsicha, um adorável bobalhão para as crianças, e a cara daquele camarada que tem sempre uma ponta no bolso para os jovens adultos.

2. Snoopy (Peanuts)

O beagle mais filosófico e sonhador dos quadrinhos e desenhos. Aviador, dançarino, artista e, no fundo, só um doguinho adorável. Um dos melhores desenhos animados já feitos, com jazz da melhor qualidade na trilha sonora e excelente roteiro. Agrada todas as idades.

3. Brian Griffin (Family Guy)

Sarcasmo, birita e crise existencial. Brian é quase humano, e essa é seu trunfo e grande defeito. Family Guy é a evolução dos Simpsons, mas claramente voltada para o público adulto. Criado pelo brilhante Seth McFarlane (que dubla Brian, aliás), Family Guy esporadicamente também conta com outro cão, o Vinny.

4. Muttley (Corrida Maluca)

Um genuíno representando dos SRD (sem raça definida), Muttley e sua risada inigualável é sempre o ponto alto de qualquer episódio da Corrida Maluca. Como todo bom vira lata caramelo, tudo pra ele é diversão, inclusive quando os planos de Dick Vigarista, seu dono, dão errado.

5. Pluto (Disney)

Pra você ver que todo mundo precisa de um cachorro em sua essência. Mesmo num universo onde animais como ratos, patos e etc andam eretos, em duas patas, e falam, Pluto é um cachorro normal, que não fala, apenas late, e anda em quatro patas. Um clássico absoluto. Desde os anos 30, o cachorro do Mickey encanta com sua expressão corporal e espírito brincalhão.

Menção Honrosa Brasileira: TV Colosso

Não é um desenho, mas se prestava a veiculá-los com excelência. O lendário programa da TV Globo nos anos 90 trazia fantoches hilários, roteiros afiados e um elenco 100% canino que marcou época.


Top 5 Cachorros da Cultura Pop nos Quadrinhos

1. Milou (As Aventuras de Tintim)

Valente, esperto e sempre ao lado do jovem repórter Tintim, Milou é um Fox Terrier de pêlo curto inesquecível. Um verdadeiro cão-aventureiro das HQs europeias, cheio de personalidade. Apesar de ser macho, o autor e cartunista Hergé batizou o personagem com o apelido de sua namorada. Milou é o diminutivo do nome Marie Louise.

2. Odie (Garfield)

Alegre, bobalhão e eternamente sacaneado por Garfield. A gente acaba sempre concordando com o Garfield, porque ninguém aguenta tamanha animação o tempo todo. Mesmo assim, todo mundo ama esse cãozinho espevitado! Odie é puro coração.

3. Bidu (Turma da Mônica)

O primeiro personagem criado por Mauricio de Sousa! Bidu conversa com seus próprios pensamentos e é um ícone das HQs nacionais. Impossível não citar a graphic novel Caminhos, da coleção Graphic MSP, em que a editora Panini convidou grandes quadrinistas brasileiros para reimaginar os personagens do Mauricio de Sousa com um olhar autoral. Em Caminhos, conhecemos a origem do Bidu, uma história emocionante.

4. Krypto, o Supercão (DC Comics)

O cão do Superman, com capa e superpoderes. Exagerado? Talvez. Icônico? Sem dúvida. Simples assim. Krypto era o cãozinho da família de Kal-El em Krypton, e foi enviado à Terra junto com ele. Desde então, é um supercão de verdade: voa, tem visão de calor e lealdade inabalável.

5. Ideiafix (As Aventuras de Asterix)

Ideiafix é um Terrier que pertence a Obelix, o eterno braço direito de Asterix, na HQ francesa As Aventuras de Asterix. Ideiafix começou sua jornada como um filhote sem nome, que seguiu os dois heróis no quinto livro da série, Asterix e a Volta à Galia.

Menção Honrosa Brasileira: Floquinho (Turma da Mônica)

O cachorro de Cebolinha é diferente de todos os outros: peludo, verde (!) e muito calmo. Merece ser mencionado por ser tão incomum. Como diz a canção do Cebolinha, “O meu cãozinho é o Floquinho/E eu não sei se vai ou vem.”

Na vida real ou na ficção, o que seria de nós sem os doguinhos, esses seres maravilhosos? Na vida e na cultura pop, os cachorros são parte da nossa memória, do nosso dia a dia, da nossa existência. A Strip Me, que mais que Pet friendly, é Pet Lover, faz questão de enfatizar essa conexão com os pets numa coleção de camisetas incríveis. E, como disse Vinícius de Moraes, se o cachorro é o melhor amigo do homem, o uísque é o cachorro engarrafado, a gente tem também uma coleção mega descolada de camisetas de bebidas. Além de música, cinema, cultura pop e muito mais. Confere lá no nosso site e aproveita pra ficar por dentro dos nossos lançamentos, que pintam toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist canina delícia, com a cachorrada como protagonista! Música boa pra cachorro! Top 10 tracks.

Top 10 Discos Essenciais do Reggae: os álbuns que definiram o gênero

Top 10 Discos Essenciais do Reggae: os álbuns que definiram o gênero

Da Jamaica para o mundo! A Strip Me apresenta os 10 discos que moldaram o reggae, e ecoam até hoje em sons e atitude. Um mergulho musical pela alma desse gênero revolucionário.

Mais que um gênero musical, o reggae é uma filosofia de vida com ritmo próprio. Nascido nos becos quentes da Jamaica nos anos 60, ele não demorou a atravessar o oceano e conquistar o mundo. Ritmo marcante, letras espirituais, mensagens de resistência e dreadlocks fora da cabeça, e por dentro muita fumaça.

Mas, falando sério, o reggae mudou a vida de um povo. Deu voz à periferia, ecoou a fé rastafári, denunciou desigualdades e mostrou que positividade também é uma forma de rebeldia. E não ficou só na ilha: sua influência se espalhou por gêneros tão diversos quanto o hip hop, o dub eletrônico, a MPB e até o punk rock. Bandas como The Clash e Bad Brains beberam diretamente da fonte jamaicana para amplificar suas próprias revoluções sonoras.

Nesta lista, a Strip Me apresenta 10 discos essenciais do reggae, verdadeiros pilares de um som que segue vivo nas ruas, nos palcos, nas camisetas e nas ideias. Dê o play e prepare-se para vibrar.

Bob Marley & The Wailers – Exodus (1977)

Se você só pudesse ouvir apenas um disco de reggae na vida, teria que ser esse. Gravado depois de um atentado à bala e um exílio forçado em Londres, Exodus é Marley mostrando que não veio ao mundo pra brincar. Disco com cara de coletânea, tem Three Little Birds, One Love, Jamming, Waiting in Vain… só clássico. Bob Marley em seu auge político, espiritual e dançante.

Peter Tosh – Legalize It (1976)

Peter Tosh era tipo aquele amigo que fala verdades desconfortáveis no churrasco, mas você respeita, porque o cara tá sempre certo. Saiu dos Wailers chutando o balde e entregou esse disco que é praticamente um outdoor musical a favor da legalização da ganja, muito antes do Planet Hemp ou de coffee shops hipsters na California. Além da faixa-título, que virou hino mundial, tem grooves pesados, letras afiadíssimas e a atitude de quem não abaixa a cabeça pra ninguém.

Burning Spear – Marcus Garvey (1975)

Aqui o reggae entra em modo ritualístico. É menos “vamos dançar na praia” e mais reconecte-se com seus ancestrais imediatamente”. Burning Spear é tipo um xamã rastafári, e nesse disco ele convoca Marcus Garvey, líder panafricanista, como guia espiritual. O som é hipnótico, a voz é grave como trovão em caverna, e a mensagem vem carregada de história, fé e orgulho preto. Clássico absoluto!

Jimmy Cliff – The Harder They Come (1972)

Talvez o único disco da história que ajudou a divulgar um gênero musical e um país inteiro para o mundo.
Essa trilha sonora do filme homônimo é tipo um cartão-postal sonoro da Jamaica nos anos 70, com drama, crime, esperança e muita música. Jimmy Cliff manda hits como You Can Get It If You Really Want e Many Rivers to Cross com uma voz que parece sorrir mesmo quando tá chorando. Se reggae fosse um filme, esse disco seria seu trailer ideal. E você com certeza ficaria louco para assistir o filme mais de uma vez.

Toots and the Maytals – Funky Kingston (1973)

Toots Hibbert inventou a palavra “reggae”. Ponto. E fez isso com tanto soul, que parece que James Brown nasceu em Kingston. Funky Kingston é som pra levantar defunto e colocar pra dançar.
A faixa Pressure Drop virou hit internacional e, anos depois, foi regravada por ninguém menos que o The Clash, comprovando que os punks também sabem dançar. É o tipo de disco que te faz sorrir com os pés.

Black Uhuru – Red (1981)

Black Uhuru é o The Jam ou Talking Heads do reggae. Representa o que foi o pós punk. A banda trouxe o som jamaicano pros anos 80 com peso, sintetizador e uma pegada quase futurista, sem perder a consciência. Red é um disco cheio de tensão, groove e denúncia. É reggae de combate, feito pra quem curte dançar ou meditar… mas sempre de punho cerrado. Basicamente, é como o The Clash sempre sonhou em soar.

Augustus Pablo – King Tubby Meets Rockers Uptown (1976)

Aqui o reggae realmente entra no cérebro, é a fumaça da erva fazendo efeito. Esse disco é o ápice do dub, aquela vertente do reggae onde tudo ecoa, reverbera e flutua, tipo um remix feito por fantasmas, com delay infinito. Augustus Pablo é inconfundível com suas melodias brilhantes, e King Tubby é o mestre dos botões, criando sons que parecem vir debaixo d’água. É som pra ouvir deitado no escuro, prestando atenção nos detalhes… ou pra simplesmente esvaziar a cabeça e não pensar em nada.

Steel Pulse – Handsworth Revolution (1978)

Direto do Reino Unido, os caras do Steel Pulse provam que o reggae pode florescer em outras ilhas. É o retrato do gueto europeu, ecoando o protesto contra o racismo e o menosprezo aos imigrantes, muito comum nos tempos de Margaret Thatcher. Handsworth Revolution mistura suíngue, militância e refrões que grudam como adesivo em caderno de colégio. Pra se ter ideia, tem uma faixa chamada Ku Klux Klan, que é dedo na ferida sem rodeios! Disco necessário ainda hoje em dia.

Lee “Scratch” Perry & The UpsettersSuper Ape (1976)

O Lee Perry foi um gênio. Simples assim. Um dos nomes mais importantes do reggae, principalmente como produtor e arranjador. Mas era também um ótimo compositor. Era meio Professor Pardal, inventava instrumentos e técnicas de gravação. Assim, construiu um estúdio no quintal, que vivia cheio de fumaça e equipamentos que ninguém sabia ligar… e saiu de lá com esse disco. Super Ape é o reggae mais lisérgico que você vai ouvir, parece trilha sonora de filme B feito por marcianos maconheiros.

Alpha Blondy – Jerusalem (1986)

Africano da Costa do Marfim, ele pegou o reggae jamaicano e levou de volta pro continente-mãe, colocando espiritualidade, política e um groove novo no pacote. Alpha Blondy canta em quatro ou cinco idiomas diferentes, mistura ritmos… é um alquimista. Jerusalem traz o som de união entre religiões, povos e vibes. Alpha Blondy é um dos gurus do Manu Chao, e o disco Jerusalem tem como banda de apoio ninguém menos que The Wailers.

Esses 10 discos não são só essenciais pro reggae, são essenciais pra vida. Cada um, à sua maneira, carrega algo que vai além do som: fé, luta, leveza, coragem, rebeldia, paz. Tem disco pra dançar, pra refletir, pra flutuar e até pra se rebelar com elegância. O reggae ensinou que dá pra fazer protesto sem gritar, e, de quebra, nos deu de presente o ska, o dub e tantos outros gêneros musicais maravilhosos. De Trench Town às pistas de skate, da sala de meditação ao boteco da esquina, o reggae está por toda parte. Inclusive nas camisetas da Strip Me, que trazem no DNA essa energia com orgulho e muito estilo. Basta conferir nas nossas camisetas de música., E tem também as coleções de cinema, cultura pop, bebidas e muito mais. No nosso site você confere todas as coleções e fica por dentro dos nossos lançamentos, que pintam toda semana.

Agora que você já tem o mapa da mina, escolha seu disco, aperte o play (se quiser “apertar” outra coisa, pode também. Legalize It.) e deixa o som fluir.

Vai fundo!

Para ouvir: A playlist definitiva do que já de melhor no reggae. Reggae Essentials top 10 tracks.


Cadastre-se na Newsletter
X

Receba nossos conteúdos por e-mail.
Clique aqui para se cadastrar.