Camisetas estampadas: 10 modelos para encontrar o seu estilo

Camisetas estampadas: 10 modelos para encontrar o seu estilo
Camisetas estampadas para todos os estilos: música, arte, minimalismo, humor, esporte e universo pet. Conheça 10 modelos da Strip Me.

Escolher uma camiseta estampada parece simples até você entrar numa loja com dezenas de opções que poderiam perfeitamente morar no seu armário. Até porque ninguém vive limitado num único universo. Música, arte, memes da internet, cotidiano. Para quem se interessa por muita coisa, escolher uma camiseta pode ser uma tarefa divertida, mas bem trabalhosa.

A boa notícia é que não existe resposta certa. Existe repertório. Por isso, reunimos algumas camisetas estampadas unissex entre os lançamentos da Strip Me em seis estilos diferentes. A ideia é simples: encontre aquele que mais se aproxima do seu e descubra algumas camisetas estampadas que talvez tenham acabado de encontrar um novo cabide no seu guarda-roupa.

Música sem obviedade

Gostar de música não significa necessariamente querer andar por aí com o nome da sua banda favorita estampado no peito. Para muita gente, é mais interessante reconhecer uma referência, um gesto, um objeto ou uma imagem que carregue música sem precisar anunciá-la em letras garrafais.

É exatamente esse o território da camiseta Dave Smile. Ela transforma uma fotografia em preto e branco de Dave Grohl numa estampa que funciona tanto pelo personagem quanto pela imagem: uma careta feita com as próprias mãos, capturada num momento de irreverência muito mais próximo da espontaneidade do rock do que de uma pose cuidadosamente planejada para capa de revista.

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Já a camiseta Disco vai para outra ponta dessa relação com a música. Em vez do artista, o objeto. Um disco de vinil ocupa o centro da estampa enquanto o braço do toca-discos se aproxima do sulco. Quem ainda mantém o ritual de escolher o LP, tirar da capa, limpar e baixar a agulha sabe: antes mesmo de a primeira música começar, muita história já rolou.

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Minimalismo com presença

Nem toda camiseta estampada precisa ser percebida do outro lado da rua. Tem gente que prefere imagens pequenas, poucos elementos e aquela sensação de que a estampa está ali para ser descoberta, não anunciada.

A camiseta Flor Cosmos Minimalista leva essa ideia quase ao limite. Afinal, trata-se de uma flor pequena e comum, que pode passar despercebida. Mas o contraste entre a cor escura do tecido e o rosa da flor faz com que uma imagem minúscula no peito consiga chamar atenção justamente porque existe muito espaço ao redor dela. É uma camiseta minimalista no sentido mais literal da expressão: retirar o entorno até que reste apenas o essencial.

VER CAMISETA — Flor Cosmos Minimalista

A camiseta Rosa Vermelha parte de uma lógica parecida, mas aumenta a intensidade. A rosa solitária sobre o fundo preto carrega consigo séculos de simbolismo: romance, paixão, beleza, espinhos, tatuagens, capas de disco e sabe-se lá quantos poemas. Um único elemento visual, portanto, não significa necessariamente poucas referências.

VER CAMISETA — Rosa Vermelha

Arte fora do museu

Obra de arte não precisa passar o resto da eternidade pendurada numa parede. Imagens sobrevivem justamente porque continuam sendo vistas, apropriadas, reinterpretadas e colocadas em contextos que seus autores jamais poderiam imaginar.

A camiseta Vênus Pixel ilustra bem essa mistura maluca de referências ao longo de séculos. Uma das imagens mais reconhecíveis de O Nascimento de Vênus, de Botticelli, reaparece em baixa resolução deliberada. Renascimento italiano encontra estética digital; pincel encontra pixel. E uma imagem do século XV ganha cara de computador dos anos 1990 sem deixar de ser imediatamente reconhecível.

VER CAMISETA — Vênus Pixel

A camiseta Planeta Azul segue outro caminho. Sua referência é a histórica visão da Terra surgindo sobre o horizonte lunar registrada durante a missão Apollo 8, em 1968. Vista daquela distância, a Terra deixa de parecer gigantesca e vira uma pequena esfera azul cercada pelo vazio. Na camiseta preta, essa escala fica ainda mais evidente: muito espaço, uma superfície lunar e, lá longe, o lugar onde literalmente tudo acontece.

VER CAMISETA — Planeta Azul

Ainda está em dúvida entre arte, música e minimalismo? Vale fazer um desvio pelos lançamentos da Strip Me e continuar procurando.
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Humor de internet

Existe toda uma iconografia que provavelmente será incompreensível para arqueólogos daqui a alguns séculos (ou apenas alguns anos?). Uma linguagem que vai muito além de emojis. Cursores, barras de carregamento, arquivos corrompidos, janelas de erro e pequenos símbolos que aprendemos a interpretar sem que ninguém precisasse nos ensinar.

A camiseta Adicionar Fotos parte de um dos mais universais. Aquele ícone genérico que aparece onde deveria existir uma imagem. Transformado em estampa, o símbolo perde sua função e ganha outra: a ausência da fotografia passa a ser justamente a imagem que queremos ver. É quase um pequeno curto-circuito visual, e uma piada pronta para quem vive entre telas.

VER CAMISETA — Adicionar Fotos

A camiseta Criando Imagem atualiza a ansiedade digital para os nossos tempos. Quando a gente pede uma imagem pra IA, essa é a nossa primeira visão. E muitas vezes ela demora um pouco mais do que a gente gostaria. Só que, numa camiseta, o processo nunca termina. A imagem está sempre sendo criada. Considerando a quantidade de tempo que passamos atualmente esperando máquinas gerarem, renderizarem e carregarem alguma coisa, talvez seja uma das estampas mais contemporâneas desta lista.

VER CAMISETA — Criando Imagem

Esporte sem performance

Tênis certo, relógio carregado, aplicativo aberto, percurso definido. Quilometragem, pace, tempo, frequência cardíaca. Transformamos até uma corrida no quarteirão numa quantidade impressionante de dados. Mas existe uma métrica que os aplicativos esportivos ainda não aprenderam a registrar direito: o tempo de mesa de bar.

A camiseta Rest Day resolve o problema. A linguagem visual dos apps de corrida aparece acompanhada de um desempenho esportivo questionável. Em compensação, o desempenho social é invejável. Zero quilômetro percorrido. Mais abaixo, cadeiras, mesa e garrafas explicam onde aconteceu o verdadeiro esforço daquele dia.

É uma camiseta para quem pratica esporte, frequenta academia ou simplesmente conhece suficientemente bem esse universo para saber que descanso também faz parte do treino. E que algumas recuperações podem envolver mais copos do que um shake pré-treino.

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Universo pet

Conviver com animais significa descobrir rapidamente que cada um deles desenvolve um repertório próprio de expressões, manias, horários, exigências e formas bastante eficientes de deixar claro quem realmente manda na casa.

A camiseta Gato escolhe justamente uma dessas expressões. Nada de gatinho delicado olhando contemplativamente para a câmera: a fotografia em preto e branco captura o felino numa intensidade que qualquer pessoa que conviva com gatos provavelmente já presenciou. O tratamento gráfico, com textura de impressão, ainda dá à imagem um aspecto quase analógico.

O resultado é uma das camisetas estampadas unissex desta seleção que menos precisa explicar sua referência. Quem gosta de gatos reconhece. Quem mora com um, provavelmente reconhece até a expressão e consegue ouvir o ronron.

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Qual dessas camisetas combina com você?

Talvez você tenha chegado aqui procurando camisetas masculinas estampadas, uma camiseta de música ou simplesmente alguma estampa diferente das encontradas nas grandes redes. Mas vale lembrar: a modelagem da Strip Me é regular e unissex. E as referências também não precisam caber em categorias muito rígidas.

Você pode gostar de Botticelli e passar tempo demais olhando memes. Colecionar discos e correr todo fim de semana. Preferir estampas minimalistas e dividir a casa com um gato absolutamente espalhafatoso. Melhor ainda se tudo isso acontecer ao mesmo tempo.

As camisetas Strip Me são produzidas em malha de algodão premium, com estampa digital HD de toque zero e grade que pode ir do PP ao 2XGG, conforme a disponibilidade de cada modelo. O resto da escolha depende menos de regra e mais do seu repertório.

Arte, música, minimalismo, humor, esporte ou universo pet? Se ainda não decidiu, o melhor caminho é continuar procurando.

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Camisetas engraçadas: por que gostamos tanto de vestir humor?

Camisetas engraçadas: por que gostamos tanto de vestir humor?
Entenda por que as camisetas engraçadas nunca saem de moda e como referências, criatividade, identificação e bom design transformam humor em estilo.

De onde vieram as camisetas engraçadas? O que as torna tão populares?

Responder a essas perguntas não é tão simples, mas é tão empolgante quanto uma boa piada, daquelas que você ri mesmo já tendo a ouvido antes.

O humor sempre foi uma das mais eficientes formas de comunicação da humanidade. E quando a camiseta deixou de ser só uma peça de roupa secundária e ganhou voz, ali pelo fim dos anos 1950, começo dos 60, o humor foi uma das primeiras linguagens que ela aprendeu a falar.

Nada mais natural. Afinal, a camiseta cresceu como aliada da contracultura. Nos anos 50 ganhou protagonismo com Marlon Brando e James Dean. Depois, a popularização da serigrafia e o sarcasmo dos hippies deram a ela voz própria.

Na segunda metade da década de 1960 o humor reinava absoluto nas camisetas, fosse com desenhos psicodélicos e exagerados de Robert Crumb, como Keep on Truckin’, manipulações de logos famosas da indústria farmacêutica para exaltar o LSD ou manifestos contra a guerra do Vietnã, com frases como “War Is Good Business — Invest Your Son“.

As camisetas divertidas seguem sendo extremamente populares. Neste texto vamos entender porque elas continuam funcionando tão bem.

O que faz uma camiseta ser realmente engraçada?

Não é só a camiseta. O que faz qualquer coisa ser engraçada é um conjunto de fatores: quebra de expectativa, referência, criatividade, identificação, ironia e ousadia.

Camisetas engraçadas de verdade têm pelo menos dois desses elementos.

Além disso, em geral, são estampas que não vão necessariamente despertar uma gargalhada, mas com certeza causam aquele sorrisinho involuntário e o pensamento “Rá! Essa é boa.”

E isso acontece, por exemplo, quando alguma coisa muito corriqueira é levemente alterada. Uma placa de trânsito, uma logo de marca famosa, uma frase célebre. É aquele tipo de detalhe que quase passa despercebido, mas faz você olhar de novo com mais atenção, para então sacar a piada.

Quando isso acontece, a graça deixa de estar apenas na estampa. Passa a estar também na satisfação de quem percebeu a referência.

A graça está em entender a referência

Ao estudar mais profundamente a comunicação, uma das primeiras regras é: nunca subestimar a compreensão do interlocutor. Isso vale para jornalismo, publicidade, artes… e, principalmente para o humor.

No livro Desvendando os Quadrinhos (1993), Scott McCloud apresenta a teoria de Closure, ou fechamento. Basicamente, ele diz que um bom desenho ou uma boa piada não precisa estar completa, o leitor vai terminar o desenho ou a piada por conta própria.

Para isso, basta haver referência. Um símbolo que remete a um filme, uma estética célebre, um trecho de uma música.

Quem usa uma camiseta engraçada confia na inteligência de quem olha. Quem olha, identifica de cara a referência e sorri.

Quando a referência é apresentada com originalidade, carregada de ironia ou sarcasmo, então você tem a camiseta engraçada perfeita.

Do cotidiano à cultura pop: diferentes tipos de humor

O humor é tão diverso quanto a própria humanidade. Ambos variam de acordo com o lugar, o círculo social, a faixa etária, a personalidade… enfim. Várias variáveis.

Boas camisetas engraçadas podem trazer diferentes tipos de humor:

Humor de cotidiano

A vida em sociedade é pródiga em entregar situações corriqueiras, mas com muito potencial para o humor. Uma camiseta que, por exemplo, reinterpreta a tela de um app de corrida, convidando a correr para o bar, para a happy hour, quebra totalmente a expectativa, e torna o cotidiano algo muito divertido.

Humor por referência

Certamente uma das mais saborosas formas de humor, porque, além de ser naturalmente divertida, cria conexão. É o famoso “Quem sabe, sabe.” É como juntar uma obra renascentista de Rafael Sanzio com uma frase de um samba do Adoniran Barbosa. Funciona e é engraçado se você não conhece o quadro ou o samba. Mas se você conhece…

Humor brasileiro

E, por falar em samba, não podemos deixar de destacar the one and only humor original brasileiro. Ou, brasilidade, para os íntimos. É o humor que faz questão de cutucar naquele lugarzinho que não dá pra ficar indiferente, principalmente se você é brasileiro. É, por exemplo, como uma camiseta vermelha com uma única frase no peito: camiseta vermelha do Brasil. Se você vai rir por raiva ou por identificação, tanto faz. Mas indiferente não vai ficar.

Humor visual e humor por releitura

O humor visual é muito atraente porque funciona como uma paródia musical. Por isso mesmo, o humor visual, em geral é também um humor de releitura. Sabe quando você ouve a introdução de uma música que é muito boa, mas quando entra o vocal, se dá conta que é uma piada? O humor visual funciona assim. Ao bater o olho, você identifica, por exemplo, o ícone da logo da MLB (Major League Baseball), mas olhando com cuidado, vai se dar conta que está mais para a Major League Beer.

Tem humor na música, na arte, no futebol, na cerveja e até mesmo onde você menos espera. Explore as camisetas da Strip Me Clothing e veja quantas referências você consegue pegar no ar.

Por que gostamos de vestir humor?

Não tem tanto a ver com a camiseta em si, ou com a mensagem que ela está transmitindo especificamente. Camisetas engraçadas são tão populares por dois motivos principais.

Orgulho

Pode parecer bobagem. Mas quando se acredita em alguma coisa, ou se identifica intensamente com ela, levar isso no peito significa muito. No início deste texto, mencionamos as origens das camisetas divertidas, quase sempre carregadas de sarcasmo e crítica. Nos anos 60, um jovem que usava uma camiseta que ironizava a Guerra do Vietnã tinha orgulho de se manifestar daquela forma.

Hoje em dia, quem usa uma camiseta que ironiza o mais recente e infame slogan estadunidense, com os dizeres Make America Latina Otra Vez certamente também se orgulha de suas raízes, e expressa isso com muito bom humor.

Pertencimento

É o ponto mais profundo de uma camiseta engraçada. Porque ela depende de um interlocutor para rir junto. O humor une as pessoas. Tem essa coisa de pegar a referência no ar, e a camiseta pode dar início a uma conversa, tanto entre dois amigos, quanto entre duas pessoas que acabaram de se conhecer, justamente por conta da camiseta.

A boa camiseta engraçada aproxima as pessoas e traz esse sentimento de pertencimento, que, no fim das contas, todos nós buscamos.

Quando a piada também precisa funcionar como estampa

Uma camiseta engraçada não pode ser apenas uma boa piada. Ela precisa funcionar como o que realmente é: uma peça de roupa.

Sabe aquele seu amigo que é super gente boa, mas péssimo pra contar piada? Se confunde com as palavras, perde o timing… e no fim ninguém entende direito a piada, ou a antecipa e ela perde graça.

O mesmo pode acontecer com uma camiseta. A piada pode ser ótima, mas se estiver com uma tipografia ruim, uma imagem desproporcional, com cores sem harmonia ou contraste… a piada não vai funcionar. E o que era pra ser uma camiseta engraçada, se torna apenas uma camiseta feia.

Camisetas engraçadas precisam, além de conter boas piadas, serem bonitas, instigantes, atraentes.

Precisam ser bem pensadas e bem produzidas.

Ninguém compra uma camiseta engraçada pra ter que ficar explicando a piada o tempo todo. Mas sim, para usar porque é uma peça bonita e com estilo.

Existe vida após a piada?

A maioria das piadas sofre com a síndrome do ineditismo. Quando ouvidas ou vistas pela primeira vez funcionam super bem. Depois, perdem a graça.

Da mesma forma, não são todas as camisetas engraçadas que sobrevivem. Muitas são usadas uma vez e acabam esquecidas no fundo da gaveta. Mas quando a piada é muito boa, e a camiseta é linda, descolada e com estilo, ela continua viva.

O impacto inicial pela surpresa da piada pode diminuir ou até desaparecer com o tempo. Mas a referência fica, assim como a possibilidade de novas conversas e novas risadas.

Se rir é o melhor remédio, use uma camiseta engraçada, e seja você mesmo o farmacêutico.

Na alquimia da Strip Me para criar suas camisetas, o humor é ingrediente essencial. Por isso mesmo, não temos uma coleção de camisetas engraçadas. Camisetas de música, de arte, de cerveja, de brasilidade, cinema… enfim, todas as coleções contam com essa combinação de originalidade, design apurado, bom gosto e humor. Conheça nossa loja e explore todas as coleções.

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Humor STM – 6 shows de stand up imperdíveis na Netflix.

Humor STM – 6 shows de stand up imperdíveis na Netflix.

O humor é marca indelével de todo o catálogo da Strip Me. Seja uma piada descarada ou uma ironia discreta, as nossas camisetas unem estilo e bom gosto com muito bom humor. Por isso, não podemos deixar de falar sobre comédia e seus variados gêneros. E hoje a bola da vez é o stand up comedy.

O riso é uma reação complexa que começa no cérebro. Quando algo engraçado é percebido, o cérebro processa essa informação e desencadeia a resposta, o riso. A região do cérebro conhecida como córtex pré-frontal é a responsável por interpretar o humor. Quando uma situação é percebida como engraçada, essa informação é enviada para o sistema límbico, a área do cérebro associada às emoções. Dentro desse sistema, a amígdala e o hipotálamo desempenham papéis cruciais. A amígdala ajuda a regular as emoções e respostas emocionais, enquanto o hipotálamo coordena as reações físicas do riso, como a contração dos músculos faciais e a ativação dos sistemas respiratório e vocal. Ao rir, os batimentos cardíacos aumentam um pouco, o que melhora a circulação sanguínea, e a hipófise, uma glândula no cérebro, produz e libera a endorfina, um hormônio delícia que promove bem estar e prazer.

Muitas vezes o riso desperta de maneira involuntária. O que nos leva a crer que desde que o ser humano se entende por gente, sacou que rir é uma parada bem gostosinha e começou a criar situações engraçadas, para rir e se sentir bem. A comédia, portanto, é tão antiga quanto a humanidade e vem se desenvolvendo desde as pinturas rupestres até as plataformas de streaming. E, no meio disso, pintou a tal stand up comedy. A grosso modo, a comédia stand up surgiu nos Estados Unidos no começo do século XX com os apresentadores, ou mestres de cerimônia, de feiras de variedades, que faziam umas piadolas antes de apresentar os artistas. Se formos cavar um pouco mais fundo, podemos encontrar suas sementes plantadas nos espetáculos de vaudeville do final do século XIX, mas acaba que é quase a mesma coisa.

Na virada dos anos 50 para os anos 60 que a parada começou pra valer. Caras como Lenny Bruce e Bill Cosby se tornaram famosos se apresentando apenas fazendo observações cômicas sobre o cotidiano e sobre si mesmos. Clubes de comédia como o The Comedy Store em Los Angeles e o The Improv em New York se tornaram trampolins para comediantes que surgiam, como Woody Allen, George Carlin, Andy Kaufman, Richard Pryor, Steve Martin e muitos outros. A televisão logo viu potencial nessa turma e o legendário programa Saturday Night Live, por exemplo, virou um antro de comediantes de stand up. Nos anos 80 o gênero perdeu força, mas nunca chegou a desaparecer. Nos anos 90 uma nova geração de comediantes trouxe o stand up para as cabeças de novo, graças a Jerry Seinfeld, que inseriu o stand up numa sitcom irresistível. Paralelamente, e surfando na onda de Seinfeld, vieram grandes comediantes como Ellen DeGeneres, Tim Allen, Chris Rock e Ray Romano. Daí em diante, a popularização da TV à cabo e, posteriormente, os streamings deram a liberdade que esses artistas precisavam para filmar seus shows e se tornarem cada vez mais populares no mundo todo. Inclusive no Brasil.

Apesar de pouco popular, e sequer reconhecido pelo nome de comédia stand up, o gênero já rolava em terras tupiniquins desde os anos 70. O primeiro a fazer um show nos moldes do stand up por aqui foi o genial Zé Vasconcelos. Em seguida, Jô Soares e Chico Anysio também começaram a fazer shows no mesmo estilo. Mas a coisa virou mesmo só no começo dos anos 2000. Entre 2004 e 2005 surgem os primeiros grupos de stand up em São Paulo e no Rio de Janeiro, com comediantes veteranos como Marcelo Mansfield e Márcio Ribeiro e jovens talentos como Rafinha Bastos, Diogo Portugal, Fábio Rabin e Fábio Porchat. Uma década depois, uma nova geração revoluciona o gênero e dá, de fato, um tempero brasileiro ao stand up, com uma linguagem mais dinâmica, interações frequentes com a platéia e um foco maior em histórias pessoais. Dessa nova geração, se destacam nomes como Afonso Padilha, Igor Guimarães, Thiago Ventura, Bruna Louise e outros.

Na era dos streamings ninguém investe mais na comédia stand up do que a Netflix. A plataforma produz e veicula especiais de comédia do mundo inteiro e tem uma extensa lista de ótimos shows em seu catálogo. Para concluir esta singela celebração a este gênero tão delicioso da comédia, a Strip Me selecionou 6 shows do catálogo da Netflix para te recomendar, 3 gringos e 3 brasileiros. Confere aí.

Wanda Sykes – Not Normal 2019

Abrindo a lista com chave de ouro, a brilhante Wanda Sykes apresenta aqui um show verborrágico e engraçadíssimo, mas sempre com um subtexto corrosivo de crítica social e política. De todos os comediantes da atualidade, Sykes é quem chega mais perto do estilo feroz de George Carlin. É um show ideal para quem revira os olhos e não disfarça o desânimo quando alguém começa a falar das benesses do liberalismo e de como a meritocracia é importante.

Maurício Meirelles – Levando o Caos 2020

O título do especial de comédia de Maurício Meirelles não poderia ser mais apropriado. Seu texto de pouco mais de uma hora aborda tantos assuntos diferentes, que passa realmente a impressão de ser algo caótico. Entretanto, o comediante conduz tudo com muita firmeza e coesão, e com ótimas piadas! Ele se equilibra bem entre temas espinhosos como feminismo e drogas, intercalando com situações de sua vida pessoal. É uma ótima pedida para quem tem um churrasquinho marcado no fim de semana e quer chegar apavorando com umas opiniões descoladas e engraçadinhas sobre o cotidiano.

Ricky Gervais – Armageddon 2023

Podemos estabelecer, de cara, que Ricky Gervais é um dos melhores comediantes da atualidade, certo? Ok. Além de filmes e séries (incluindo aí The Office), Gervais lança com certa periodicidade seus especiais de stand up. E Armageddon, o mais recente, é simplesmente excelente! Nele Gervais aborda o fim dos tempos, que seria basicamente o tempo presente. Ou seja, o homem evoluiu, conquistou o planeta, dominou os outros animais… E agora se ofende com palavras! Ele costura com brilhantismo críticas à cultura woke e outras alucinações com memórias de sua infância. Show mais que recomendado para quem ouve as músicas da fase racional do Tim Maia e acha que até tem um fundo de verdade ali naquelas letras.

Bruna Louise – Demolição 2022

Bruna Louise carrega o mérito de ser a primeira mulher brasileira a ter um especial de comédia na Netflix. Também é considerada um dos grandes nomes do stand up comedy no Brasil. E isso de maneira geral, não só entre mulheres. Este seu solo, entitulado Demolição porque chega justamente para quebrar tabus (a começar pela conquista de ter seu especial na plataforma), é carregado de feminismo, sim senhor. Mas nem precisa achar ruim, porque Bruna Louise tem um ótimo texto e boas piadas, bem amarradas através de experiências pessoais e histórias hilárias de relacionamentos amorosos. Show que cai como uma luva para a galerinha que curte bloquinho do Baixo Augusta e que se recusa a admitir que leu algum livro do Monteiro Lobato na infância.

Richard Pryor – Live in Concert 1979

Pryor é um gênio. Ator estupendo e comediante mordaz. Este show é uma aula de stand up comedy. Ao assistí-lo você vai se dar conta que todo mundo que veio depois tem Richard Pryor como referência. Tem de tudo nessa apresentação. Humor físico que influenciou caras como Robin Williams, piadas de protesto que inspiraram Chris Rock, humor negro que encantou Dave Chappelle… tudo com um ritmo alucinante e timing perfeito para cada piada que Pryor vai soltando aos montes. Show indispensável para pessoas que falam que precisam acordar cedo pra não ir pra balada, mas ficam assistindo filme dos anos 80 pela milhonésima vez na TV.

Afonso Padilha – Alma de Pobre  2020

Sem dúvida Afonso Padilha é o mais workaholic dos comediantes brasileiros. O que é ótimo, porque seu texto é muito bem acabado e muito, mas muito engraçado mesmo! Quando ele se mete a falar de qualquer assunto, ele pesquisa antes, vai atrás pra saber como é… e volta com um amontoado de ótimas piadas a respeito. Neste show, no entanto, ele trocou a pesquisa pela sua própria vivência, e conta com muita graça como as pessoas que eram pobres e enriqueceram (ele incluso) não perdem uma certa essência de pobre, que pode soar pejorativa a princípio, mas ao longo do show se prova o oposto disso. Show ideal para quem já tem grana suficiente para pagar Spotify Premium sem reclamar, mas ainda compra requeijão no copo de vidro, só pra poder reutilizar o copo depois.

Bonus Track

Poderíamos aqui citar muitos outros especias de comédia de artistas incríveis. Por exemplo, o impagável show de 1999 do Chris Rock, entitulado Bigger and Blacker, onde ele destila um texto hilário e contundente sobre racismo e que está disponível na HBO Max. Ou ainda o excelente show Tá Embaçado, do Fábio Rabin, lançado ano passado na Amazon Prime Video, onde Rabin apresenta um texto envolvente sobre vários dilemas da sociedade moderna. Mas a bonus track em questão aqui é um show de 2022 produzido pela Netflix chamado The Hall, onde é criado uma espécie de Hall of Fame para comediantes, e 4 comediantes já falecidos são homenageados por 4 colegas ainda em atividade. assim, temos George Carlin, Robin Williams, Joan Rivers, e Richard Pryor sendo homenageados por Jon Stewart, John Mulaney, Chelsea Handler, e Dave Chappelle. Vale a pena demais conferir.

Pois é. A comédia nada mais é do que um espelho, mas um desses espelhos que aumentam tudo, deixando na cara todas as qualidades e todos os defeitos ali refletidos. E esse espelho pode estar voltado para a sociedade ou para o próprio comediante. E a Strip Me, muitas vezes se faz valer desse espelho, para criar camisetas incríveis que vão acabar deixando você bem na fita em qualquer situação. Em todas as nossas coleções, você vai encontrar pitadas generosas de bom humor, seja nas camisetas de música, cinema, arte, cultura pop, bebidas, games e tantas outras. Cola lá na nossa loja pra conferir e ficar por dentro de todos os lançamentos, que pintam por lá toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist hilariante só com músicas engraçadinhas. Comédia Top 10 tracks.

Zounds: por Depizol

Zounds: por Depizol

Zounds: Animadão, emputecido, letárgico.

por Alisson Depizol

Olá! Como este é o primeiro de, espero, uma série de posts, gostaria de dizer qual é a dessa bagaça. A idéia é, basicamente, juntar três estados de espírito, três ações ou uma combinação disso e apresentar bandas que tenham uma sonoridade que funcione como trilha sonora. É claro que discos tem uma série de músicas que nem sempre tem o mesmo clima, assim como bandas mudam ao longo da trajetória e a coisa pode perder o rumo, então sempre vou tentar pontuar a parada com uma música de cada banda, só não espere um clipe porque as vezes a música de trabalho não é a melhor ;D

“Atenção: isso é um lance bem subjetivo, assim sendo minha interpretação pode não coincidir com a sua, mas a vida é assim mesmo.”

Animadão: Flaming Sideburns

Cara, imagine: é sexta, sábado ou sabe-se lá o dia em que você sai para se divertir, um par de cervejas e você quer aquela sensação de quando ouviu Stones, Ramones ou qualquer coisa rápida e ligada no 220v pela primeira vez. Flaming Sideburns é essa banda. O som dos caras é a soma de tudo que deu ao rock ‘n’ roll a má fama (e o fez legal pra caralho por um tempo): é rápido, barulhento, sujo e divertido. Direto da Finlândia, com um vocalista argentino.

http://www.youtube.com/watch?v=xT58daAl-xg


Emputecido: Zen Guerrilla

Hora extra na sexta-feira? Dois pauzinhos azuis no whats app há mais de 4 horas e ainda sem resposta? Aquele desejo incontrolável de tomar um café, fumar um cigarro ou quebrar algo? Vai que é tua Tafarel. Zen Guerrilla exprime bem essas sensações que só o mundo moderno nos proporcionam.


Letárgico: Soledad Brothers

Sabe aquela ressaca brava? O famoso bode pós noitada. Aquela vontade de ficar jogado no sofá olhando para o teto, sentindo uma mistura de arrependimento com foda-se? Então essa é a minha trilha sonora, os riffs primitivos dão o conforto do sofá de casa enquanto a gaita funciona como o miojo lutando para ficar dentro da barriga. Uma beleza, melhor que chá de boldo.

 


Sobre a Strip Me:

A Strip Me é uma marca voltada ao estilo de vida urbano e contemporâneo. Seu foco é o desenvolvimento de camisetas com estampas originais e criativas, além da exclusividade na modelagem e a qualidade nos produtos. Na loja virtual, além de camisetas de cultura pop, camisetas de rock e camisetas de filmes, você encontra também a linha de acessórios da marca. Acesse: www.stripme.com.br

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