Presentes para o Dia dos Pais: 14 camisetas que são a cara do papai

Presentes para o Dia dos Pais: 14 camisetas que são a cara do papai
Procurando um presente criativo para o Dia dos Pais? Descubra 14 camisetas da Strip Me para diferentes estilos de pai, da música ao futebol, da arte ao retrô.

Presentear quem a gente gosta é sempre uma tarefa difícil. E a questão não é quanto vai custar, se está comprando algo que a pessoa já tem, não precisa ou se você vai acertar a cor ou o tamanho. Mas sim, se vai ser um presente “que é a cara da pessoa”.

Com o Dia dos Pais chegando, todo mundo já fica atento, procurando aquele presente que tem tudo a ver com o papai em questão.

A Strip Me está aqui para te dar uma luz e te ajudar a encontrar esse presente. Para isso, decidimos evitar aquele clichê de pai roqueiro, pai cervejeiro, pai jardineiro, pai não sei o quê mais eiro. Mas sim, vamos te mostrar algumas maneiras de ser pai, aquele jeitinho, aquele hábito, aquele modo de agir que cada pai faz diferente.

Vem reconhecer o seu nessa lista.

O pai que a tudo admira.

Aquele cara que vive no tempo dele, sem correria, sem ansiedade. Porque gosta de parar pra olhar, para admirar. Seja um pôr-do-sol, seja um doguinho caramelo cochilando embaixo da cadeira da sala.

Para o pai que vê arte em todo lugar, nada melhor que um presente que misture arte e dia a dia, que traga clássico e contemporâneo na mesma medida.

A camiseta Van Dog é um dos clássicos da Strip Me, é arte e fofura na mesma peça. O auto retrato do Van Gogh é incrível, mas esse caramelo sorridente não deixa nada a desejar. Se o próprio autor da obra visse essa versão, certamente ficaria com uma pulga atrás da orelha.

Já a camiseta Mona Pixel prova que a Gioconda é inconfundível até em baixa resolução. Só mesmo a Art-Pixel pra fazer a gente enxergar um sorriso de canto de boca e um olhar misterioso num amontoado de quadradinhos.

O pai que ainda acredita no futebol arte.

Em tempos de bet, VAR e times que mais parecem empresas, fica cada vez mais difícil lembrar por que a gente começou a gostar de futebol. Mas sempre tem quem ainda se emociona com um escanteio bem cobrado, com o gol de falta inesperado e com o jogo disputado com raça.

O pai que não perde a chance de juntar a turma para uma pelada no sábado de manhã e sabe que o futebol arte de verdade está no campinho do bairro, não veste qualquer camisa.

A camiseta Campinho não só é linda e cheia de charme, é também cheia de significado. Aquela camiseta pra quem toca a bola sem precisar olhar.

Mais explícita e bem humorada, a camiseta Futebol Raiz alfineta sem dó, mas com muito amor. Afinal, certas verdades só quem ama de verdade tem as manhas de falar.

O pai que transforma qualquer encontro em uma ótima conversa.

Equilíbrio é tudo nessa vida. Quando a gente junta os amigos pro happy hour ou no churrasquinho de domingo, sempre tem aquele que perde a linha, o que fala demais, o que fica muito quieto, o que só reclama, o monotemático… e tem o boa praça. O que tá sempre com a cervejinha na mão, animado, trocando ideia com todo mundo, fazendo aquela piadoca sagaz, tudo sem perder o filho pequeno de vista.

Tem pai que é assim. Sabe curtir a vida, mas sem chutar o balde. Pelo menos quase sempre sem chutar o balde. Afinal, ninguém é perfeito.

A camiseta Rest Day é justamente sobre esse equilíbrio. Sabe aquele meme, “um pouco de droga, um pouco de salada”? É isso. Se até Deus tirou um dia pra descansar, a gente também pode.

Aliás, se Deus tirou um dia pra descansar, provavelmente foi nesse dia que ele criou a cerveja. A camiseta Criação da Cerveja tá aí pra comprovar.

O pai que tem o jeitinho brasileiro e não nega.

É mais do que pertencimento. E certamente não é aquele patriotismo vazio de usar camisa verde amarela pra lá e pra cá. É realmente entender, amar e praticar as coisas do Brasil. Tem gente que personifica a brasilidade no jeito de falar, no bom humor com que encara a vida, no jeito de abraçar as pessoas, na pimentinha que coloca no arroz e feijão.

O pai que sabe fazer com que a casa tenha aquele ar de casa de vó simplesmente plantando uma espada de São Jorge na varanda e fazendo questão do filtro de barro no balcão da cozinha, e que capricha no churrasquinho de domingo independente de ser só pra família almoçar, ou pra reunir a turma de amigos de sempre.

A camiseta Piso de Caquinhos traz essa vibe brasileiríssima da casa de vó. É só bater o olho na estampa e já sentir o cheirinho de café com bolo de fubã.

Da mesma forma, a camiseta Caipirinha Receita serve pra deixar claro quem manja dos paranauê em casa na hora de preparar a caipirinha.

O pai que sempre acerta na hora de colocar um som.

Não dá pra viver sem música. Isso é fato. Mas escolher a música ideal para cada momento, já não é uma tarefa tão simples. Tudo influencia. A vibe das pessoas, o horário, o lugar, o que as pessoas vão beber, o que vão comer, se tem criança junto. São muitas variáveis.

E não só isso. Afinal, para além de eventos sociais, tem pai que faz questão de colocar um som pra lavar a louça, pra treinar na academia, pra brincar com o filho, pra tomar um cafezinho depois do almoço, pra curtir a preguiça de domingo no sofá… enfim, pra viver.

Pra quem não atravessa uma rua e não faz um brinde no bar sem música, a camiseta The Beers não erra no tom.

Já se o papo aqui é audição minuciosa com aquela pegada vintage, ou colocar o som pra rolar nas pistas, a camiseta Pick Up faz a cabeça de qualquer amante de música girar.

O pai que incorpora o mantra “menos é mais”.

Para ficar nas expressões populares, na prática, o “menos é mais” é fácil falar, mas difícil de fazer. É o arroz com feijão bem feitinho que supera um Bife Wellington meia boca, o frescor de um disco dos Ramones com músicas de 3 acordes, o haikai que emociona com poucas palavras.

Tem pai que tem essa manha de ter estilo sem ser espalhafatoso ou exagerado. Que leva a vida nessa toada de não trabalhar demais, de valorizar o que importa de verdade, a bicicleta com o filho de manhã, aquela saidinha pra jantar com a amada no fim de semana. O cara que tem a sabedoria que naquela parede até cabe outro quadro, mas não precisa pendurar mais nenhum. Isso, literal e metaforicamente falando.

A camiseta Happy Hour traduz essa mentalidade. Com delicadeza e suavidade ela determina que é hora de parar e relaxar. Quem veste essa camiseta não só acredita nessa leveza, mas a vive plenamente.

Uma planta exuberante como a Heliconia Rostrata pode ser minimalista? Claro que pode! E quem saca isso e carrega no peito, no mínimo, tem muita personalidade. A camiseta Rostrata tá aí pra comprovar.

O pai que é apegado às suas raízes.

Nostalgia e saudade são dois conceitos diferentes. A nostalgia é uma lembrança prazerosa de um passado que… passou. A saudade é quando a pessoa sente falta de alguém ou alguma coisa, ela pode até ser boa de vez em quando, mas em geral é um sentimento um tanto quanto melancólico. Exemplo prático: Você se divertia horrores quando estava no segundo colegial e se lembra disso com alegria, mas não quer voltar para aquela época. Nostalgia. Você sente falta de um parente querido que faleceu. Saudade.

O pai que é ligado às suas raízes é um cara naturalmente nostálgico, mas nunca descolado da atualidade. Ouve música no vinil e no Spotify. Vai ao cinema ver o último do PTA, mas não deixa de rever Boogie Nights no streaming e sabe combinar o estilo retrô sem parecer démodé.

O moletom Retro Sunset traz essa vibe vintage nas cores e nas curvas. Não decepciona quem quer manter o estilo com personalidade e aquele conforto que os dias frios demandam.

Em qualquer rolê a camiseta VHS vai bem, exalando nostalgia. Uma camiseta para ser usada com propriedade por quem passou muitas madrugadas gravando os clipes favoritos que passavam na MTV.

Tem pai que é fora da caixa.

Tem pai que se encaixa em várias dessas situações ao mesmo tempo, e tem quem não se encaixa em nenhuma. E aí?

Bom, aí, tudo fica mais interessante e divertido. Afinal, o que melhor para uma pessoa com uma personalidade tão única, do que um presente personalizado?

Além de todas as coleções de música, arte, retrô, minimalista, e tantas outras, a Strip Me ainda oferece a opção de personalizar a sua camiseta. Claro, com todo o apoio de uma equipe atenciosa e eficiente pra ouvir a sua ideia e te ajudar na concepção de um layout elegante e original.

Pode ser uma frase, uma foto, um frame de uma cena do filme favorito, uma piadinha interna, e até uma combinação de camiseta pro papai e pro filhote.

É a cara do papai.

O Dia dos Pais é para todos os pais. Mas cada pai tem o seu jeitão, suas qualidades e suas particularidades. Se o filho ou a filha são a cara do papai, talvez não necessariamente nas feições, mas certamente na personalidade, no jeito de falar, nos trejeitos, nada mais justo que o presente também seja a cara dele.

A Strip Me tem uma variedade incrível de coleções, do cinema à brasilidade, da cerveja à cultura pop, do minimalismo ao retrô e muito mais. Tudo com originalidade, bom humor e muito estilo. Certamente, a camiseta que é a cara do seu pai está lá. E, se você não encontrar, é só mandar fazer uma personalizada.

Tá na cara que a Strip Me é a cara do papai.

stripme.com.br
instagram.com/stripmecamisetas
tiktok.com/@stripmecamisetaseclothing

Camisetas de arte: como algumas obras permanecem vivas por séculos

Camisetas de arte: como algumas obras permanecem vivas por séculos
Nem toda obra de arte envelhece. Algumas continuam falando com pessoas que nasceram centenas de anos depois de seus criadores. Assim como uma língua viva, elas continuam sendo reinterpretadas.

Seja numa parede de museu ou numa camiseta de arte, há pinturas e esculturas que parecem existir desde sempre.

A capacidade de determinadas obras de se manter relevantes e ainda serem encantadoras séculos depois de terem sido concebidas é impressionante. Afinal, toda obra de arte nasce em um tempo específico, criada para um determinado contexto. Ainda assim, algumas conseguem atravessar gerações sem perder sua força.

A explicação pode estar no fato de a arte funcionar como uma linguagem.

Uma língua só continua viva enquanto continua sendo falada. Palavras que deixam de circular acabam desaparecendo do uso cotidiano. Com a arte acontece algo parecido: algumas obras permanecem vivas justamente porque continuam sendo vistas, reinterpretadas e apropriadas por novas gerações.

Mas, perceba, o português falado no século XIX tem as mesmas estruturas e muitas regras gramaticais que se mantém até hoje. Mas a forma de falar e escrever mudou. Isso sem falar dos sotaques de cada região, as gírias. É o mesmo idioma, mas evoluindo, passando por adaptações.

O mesmo acontece com algumas obras de arte. Cada época encontra uma maneira diferente de conversar com elas.


A arte nunca foi só uma peça de museu

É fácil imaginar que uma pintura famosa sempre pertenceu a um museu.

O melhor exemplo disso é a obra mais emblemática de Da Vinci. A Mona Lisa continua sorrindo para milhões de visitantes no Louvre. Uma pintura concluída em 1506, que ainda atrai multidões.

E certamente, quem tem a oportunidade de ir ao Louvre ver a Mona Lisa pessoalmente, certamente já teve contato com a Gioconda muitas vezes antes. Num meme na internet, numa reinterpretação de Pop Art, em montagens onde ela veste camisa do Corinthians, boné da quebrada, cabelo com permanente, estampando canecas, camisetas de arte, adesivos… mas a pose, o olhar, estão sempre lá.

Deve ser legal ver a Mona Lisa no Louvre. Mas, para muito além de suas dimensões reais, 77×53 centímetros, ela é muito maior que uma parede de museu.

A arte nunca foi estática. Ela sempre encontrou novos lugares para existir.


Cada geração olha para a mesma obra de um jeito diferente

Nenhuma grande obra atravessa séculos permanecendo exatamente igual.

Não porque ela mude. Mas porque nós mudamos. O Nascimento de Vênus, de Botticelli, é um dos maiores símbolos de pureza e perfeição surgidos no Renascimento. Uma obra cuja beleza continua sendo admirada por sua técnica, mas que também virou referência estética na fotografia, no cinema, na publicidade e no design.

Nenhuma dessas transformações diminui a obra. Pelo contrário.

Faz com que ela continue viva justamente porque continua circulando por aí.

Até porque, verdade seja dita, o que é verdadeiramente belo sempre encantou e continua encantando qualquer ser humano. A gente simplesmente não resiste a admirar uma imagem como essa.

As camisetas de arte da Strip Me Clothing existem pra exaltar grandes obras, mas com um toque irresistível de originalidade e cultura pop. Vem conhecer.


Quando a arte muda de suporte

Existe uma ideia curiosa sobre as grandes obras.

Elas parecem sobreviver a qualquer suporte.

Artistas como Banksy ou o Kobra evidenciam que um muro velho no meio de uma cidade grande pode carregar uma obra de arte. Da mesma maneira, um chaveiro, uma camiseta de arte, uma caneca.

Isso não é banalização da arte, é sua evolução.

Quando A Noite Estrelada de Van Gogh vira animação para ser vista na internet, e até projetada em paredes de galerias, isso não é apenas arte. É cultura pop.

Claro, é uma obra de arte. Pode estar numa parede de museu. Em um livro de História da Arte. Mas também na capa de um caderno de dez matérias.

A obra continua sendo reconhecida porque seu significado já ultrapassou o material onde nasceu. O movimento que Van Gogh imprimiu às suas obras com pinceladas ondulares continua fluindo.


Vestir camisetas de arte também é uma forma de mantê-la viva

Aqui está um ponto interessante nessa conversa toda. Determinadas imagens funcionem tão bem fora dos museus por uma razão: elas carregam histórias.

Mais que isso, despertam memórias e criam conversas.

Moça com Brinco de Pérola, do Vermeer, tem muito disso. Uma obra de 1665, apesar de ter se tornado uma obra-prima, tudo indica não passar de um estudo de personagem. A identidade da mulher retratada permanece um mistério até hoje. A obra já rendeu livro e até um filme estrelado pela Scarlett Johansson.

Vestir uma camiseta de arte inspirada numa obra clássica como essa não significa substituir a original nem transformá-la em mera decoração.

É reconhecer que certas imagens são fortes o suficiente para inspirar boas conversas.

É isso que faz com que muitas obras de arte sejam tão significativas e ainda tenham tanto a dizer.

É essa permanência que faz delas verdadeiros clássicos.


Algumas imagens nunca terminam de ser criadas

Paul McCartney tem uma frase célebre sobre seus discos. Ele diz que nunca termina um álbum, mas desiste dele. Afinal, sempre vai ter um detalhe de um arranjo para mudar, um pouquinho a mais de volume num solo de guitarra, uma palavra na letra de uma canção que poderia ser alterada…

Talvez a maior característica de uma grande obra de arte seja justamente essa sensação de estar, não inacabada, mas aberta a leves alterações e interpretações.

Ela nunca termina quando o artista assina.

Continua sendo reinterpretada.
Questionada.
Redescoberta.

Cada geração acrescenta um novo filtro, uma nova camada de significado. Pode ser a Mona Lisa de bigode como fez Duchamp no começo do Século XX ou reinterpretada na Art-Pixel de hoje em dia.

Cada novo olhar prolonga sua existência.

Uma obra permanece viva não porque ficou preservada atrás de um vidro. Mas porque continua fazendo parte da vida das pessoas.

A Strip Me tem a arte no seu DNA, bem ali juntinho da cultura pop, da brasilidade e do bom humor. Por isso, a coleção de camisetas de arte é tão maravilhosa. São peças modernas com originalidade e muito bom gosto. Conheça essa e outras coleções no nosso site.

stripme.com.br
instagram.com/stripmecamisetas
tiktok.com/@stripmecamisetaseclothing

7 camisetas de arte da Strip Me que mostram como arte também é cultura pop

7 camisetas de arte da Strip Me que mostram como arte também é cultura pop

Arte é atitude e também é pop! Conheça 7 camisetas de arte da Strip Me que misturam criatividade, humor e estilo — da galeria de arte direto pro seu guarda-roupa.

O que é uma camiseta de arte, senão uma genuína expressão artística? A arte verdadeira está em tudo. Ela pode até ser um assunto sério, acadêmico ou cheio de teorias. Mas também pode ser leve, divertida, provocante, e estar muito mais próxima do nosso dia a dia do que parece. A coleção Camisetas de Arte da Strip Me nasce justamente dessa ideia: transformar uma obra que propõe contemplação e reflexão em algo que também se veste, se vive e se compartilha. Que é pop!

Entre pinceladas clássicas e referências modernas, cada camiseta de arte da coleção carrega um pedaço da história da criatividade humana, reinterpretado com cor, humor e atitude. São obras-ícone e criações autorais que misturam o museu com a rua, o quadro com o tecido, a expressão artística com o estilo.

Afinal, quem disse que arte é feita só pra ficar pendurada na parede? Pensando nisso, a Strip Me pinçou da sua coleção de camisetas de arte, 7 camisetas que mostram que arte e cultura pop caminham juntas, e transformam o seu look em galeria de arte.


1. Camiseta Art

Minimalista na estética, mas provocante na mensagem.
A Camiseta Art é quase uma instalação conceitual: tipografia limpa, cor marcante e um manifesto estampado no peito. É um lembrete de que tudo pode ser arte, inclusive o que você veste.
Neste grande museu chamado Terra, todos somos artistas.


2. Camiseta Copo Art

Imagina se a The Factory ficasse ali perto dos Arcos da Lapa, ao invés de Manhattan. Certamente, latas de sopa seriam trocadas por copos americanos. Isso sem falar nas garrafas de cerveja, o vira-lata caramelo, a mesa de boteco
A Camiseta Copo Art mistura a irreverência da pop art com a brasilidade do nosso boteco. Cores vibrantes, repetição, humor e estilo. É o tipo de camiseta de arte que transforma o cotidiano em ícone pop. E o copo de bar em símbolo nacional.


3. Camiseta Michelangelo

Um clássico renascentista reinterpretado com elegância e simplicidade.
A Camiseta Michelangelo traz o detalhe mais famoso da Criação de Adão direto para o bolso, e prova que basta um recorte para evocar toda uma história.
É o encontro entre o sagrado e o casual, entre a Capela Sistina e o street style. Uma camiseta de arte como essa é o toque que faltava no seu look.


4. Camiseta Premier Disque

Inspirada na obra vibrante de Robert Delaunay, essa camiseta de arte moderna é puro movimento. O círculo colorido, ícone do orfismo, parece girar como um disco de vinil, tocando uma melodia alucinante. É arte que pulsa, que gira, que vive.
Sofisticada, moderna e psicodélica na medida. A camiseta Premier Disque vai de Delaunay ao vinil num looping perfeito entre som e cor. E o resultado é um look com atitude e muito bom gosto.


5. Camiseta Resistance

Nem só de beleza vive a arte, ela também é manifesto.
A Camiseta Resistance traz uma mensagem direta, com design inspirado na poesia concreta e no modernismo tipográfico.
A arte é pop, mas também é forma de expressão e resistência. Mas, claro, dá pra dizer isso de forma estilosa e elegante, como fica evidente em toda a coleção de camisetas de arte da Strip Me. Afinal, a moda também é resistência.


6. Camiseta Grito Branco e Preto

Do expressionismo de Edvard Munch direto para o seu guarda-roupa.
A Camiseta Grito Branco e Preto resgata a versão litográfica do quadro mais angustiado da história da arte. Os traços fortes e monocromáticos mantêm a intensidade emocional da obra, mas com uma elegância atemporal.
Perfeita pra quem acredita que vestir arte é sentir, e que todo mundo tem um Munch interior pronto pra gritar.


7. Camiseta Origens

Encerrando essa lista, uma imagem simples, mas impactante, que fala sobre tempo, memória e identidade.
A Camiseta Origens é inspirada nos anéis de crescimento das árvores, símbolo das nossas camadas, raízes e ciclos. É arte orgânica, poética e essencial, conectando a natureza ao design contemporâneo.
Conceitualmente, ela fecha o círculo iniciado pela Camiseta Art: tudo é arte, inclusive as nossas origens.


Arte, moda e atitude, tudo no mesmo tecido.

A coleção Camisetas de Arte Strip Me mostra que cabe uma galeria de arte inteira no seu armário.
Mais do que peças estilosas, são declarações de amor à criatividade e à beleza, à capacidade humana de transformar o simples em extraordinário.
Na galeria de arte, nos muros da cidade, nas camisetas, até mesmo na natureza, a arte vive no que vestimos, sentimos e mostramos ao mundo.

Acesse a nossa loja para conhecer a coleção Camisetas de Arte, além de todas as nossas outras coleções. Porque, no fim das contas, vestir uma camiseta de arte é o jeito mais pop (e mais autêntico) de dizer: isto também é arte.

Design Pop Brasileiro: a estética que mistura arte, música e cultura das ruas

Design Pop Brasileiro: a estética que mistura arte, música e cultura das ruas

O Design Pop Brasileiro é a fusão de música, arte e ruas. A Strip Me mostra como a arte pop brasileira virou tendência na moda e cultura pop.

Decifra-me ou te devoro. Pois é, cultura nenhuma conseguiu decifrar o Brasil, e todas acabaram devoradas. Aqui, no lugar da Esfinge temos um pajé Tupinambá trajando um manto de penas vermelhas se alimentando de carne e sabedoria ao mesmo tempo. A antropofagia moldou a arte pop brasileira desde os modernistas da década de 1920 até os rimadores de trap e funk da atualidade.

E assim foi com a música, com a literatura, com a moda. E, claro, na arte. Se a Pop Art lá fora transformava objetos de consumo em ícones e celebridades em arte, por aqui esse espírito foi mastigado, deglutido e reinventado em cores vibrantes, gambiarras criativas e muito humor.
É dessa digestão criativa que nasce a arte pop brasileira e, mais adiante, o Design Pop Brasileiro: uma estética que mistura o lifestyle das ruas, música, cultura e moda, sempre com a cara do Brasil. É também nesse território que a Strip Me encontra inspiração para criar suas estampas.


O que é o Design Pop Brasileiro?

O termo pode não estar nos manuais acadêmicos, mas basta andar pelas ruas para entender. O Design Pop Brasileiro é essa vertente criativa que mistura o legado da Pop Art global com a identidade tropical.
Ele aparece nos lambe-lambes que grudam poesia e propaganda em postes, nos grafites que transformam muros em galerias a céu aberto, nas capas de discos que se tornaram tão icônicas quanto as músicas que marcaram gerações.
Mais do que estética, é uma tradução visual das brasilidades no design: improviso, humor, cor e ousadia. Um reflexo vivo daquilo que chamamos de arte pop brasileira, ou simplesmente brasilidade.


Design e música brasileira: da Tropicália ao funk

Se a Pop Art internacional olhava para produtos de consumo e celebridades, no Brasil a inspiração veio da música. A Tropicália, nos anos 60, foi um manifesto vivo de antropofagia cultural: Gil, Caetano, Gal e os Mutantes devoraram Beatles, rock psicodélico e bossa nova para criar algo novo, embalado por cores, sons e imagens.
Hélio Oiticica, com seus parangolés e instalações, também traduzia essa ideia de que tudo podia ser arte, de que nada estava fora do cardápio.
Essa conexão entre design e música brasileira foi decisiva. Do samba e o Carnaval cheio de cores e alegorias, ao minimalismo sofisticado da gravadora Elenco, passando pelo rock nacional dos anos 80 até a estética vibrante do funk com seus bailes e ostentações, cada movimento deixou sua marca visual. Esse diálogo entre música e imagem ajudou a consolidar a arte pop brasileira como linguagem visual. E todos eles ajudaram a consolidar a identidade única da cultura pop no Brasil.


As ruas como vitrine: cartazes, cores e humor

O coração do design brasileiro sempre esteve nas ruas. É ali que nasce a tipografia vernacular, o lambe-lambe, o grafite. Letras pintadas à mão, cartazes coloridos que disputam atenção, muros que viram outdoors improvisados.
Esse ruído visual, cheio de humor e espontaneidade, é um patrimônio cultural. Ele mostra como o brasileiro transforma necessidade em estética, e é justamente essa estética que hoje inspira coleções de moda.
Sem falar no design pop brasileiro caseiro, o filtro de barro, o piso de caquinho…Algumas das nossas brasilidades no design, que antes eram vistas como “bregas”, mas hoje brilham como exemplos autênticos da arte pop brasileira.


Do underground para a moda

Por muito tempo, essa estética viveu apenas em capas de discos independentes, zines, grafites, cartazes de shows. Mas aos poucos, o Design Pop Brasileiro foi ocupando passarelas e vitrines.
Marcas independentes perceberam que não havia nada mais legítimo do que vestir a cultura de onde a gente veio. É nesse momento que a Strip Me se destaca com camisetas que não são apenas roupas, mas suportes para essa mistura de referências, da malandragem do samba à rebeldia do punk, do filtro de barro ao doguinho caramelo.
Aqui, a moda se encontra com a cultura pop no Brasil e mostra como a moda e cultura pop podem andar juntas, traduzindo quem somos.


Por que o Design Pop Brasileiro conquista hoje a moda e a cultura pop?

Vivemos uma era em que autenticidade vale mais do que qualquer logo de marca famosa. O público jovem e adulto busca peças que tenham história, identidade e, claro, humor. O Design Pop Brasileiro entrega tudo isso: conecta com a nostalgia das capas de vinil, com a estética das ruas e com a vontade de vestir algo que seja verdadeiramente nosso.
Mais do que tendência, é uma forma de afirmação cultural. É dizer: “esse sou eu, esse é o meu país, essa é a minha mistura.”
É nesse cenário que a moda e cultura pop se encontram de forma natural, dando corpo a uma geração que busca referências próprias. É a cultura pop do Brasil que se transforma em atitude. E a Strip Me está nessa junto, transformando cultura em moda com muita autenticidade.


O Design Pop Brasileiro é a fusão de arte, música e brasilidade que colore muros, enche olhos e veste pessoas. É improviso, é criatividade, é memória coletiva.
Esse é um dos capítulos mais vibrantes da cultura pop no Brasil, e ele encontra na moda e cultura pop uma forma de se materializar com originalidade e vigor.
Quer ver como essa estética se transforma em camiseta? Dá uma olhada nas coleções da Strip Me. São camisetas de música, arte, cinema, cultura pop, brasilidades e muito mais. Cola lá no nosso site e descubra como o design brasileiro pode virar sua próxima peça favorita.

Vai fundo!

Para ouvir: Já que falamos de tropicalismo, tá aí uma playlist deliciosa com o que de melhor foi feito neste movimento divino maravilhoso. Tropicalismo Top 10 tracks,

Strip Me Top 10: Os blocos de Carnaval imperdíveis em 2025.

Strip Me Top 10: Os blocos de Carnaval imperdíveis em 2025.

Esqueça os camarotes VIP, as abadás caríssimos e a fila para pegar aquela cerveja morna. Nos bloquinhos, a festa é democrática e a diversão é garantida. A Strip Me te ajuda a cair na folia elencando os melhores blocos de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Pois é. Se tem uma coisa que o Brasil sabe fazer como ninguém, é Carnaval. E o fenômeno dos blocos de rua, também chamados carinhosamente de bloquinhos, é cada vez mais popular e se mostra a melhor parte do Carnaval esbanjando diversidade. Uma festa democrática, na rua e totalmente de graça, onde a única pulseirinha possível é a da hidratação (fica a dica). Você bem sabe que os blocos de Carnaval não surgiram ontem e, muito menos, como tendência pra postar no Instagram. No começo do século XX, os primeiros cortejos carnavalescos já reuniam multidões nas ruas ao som de marchinhas e batuques. Os cordões carnavalescos e os ranchos foram precursores do que hoje conhecemos como bloquinhos.

Atualmente, os bloquinhos arrastam milhões de foliões Brasil afora. São festas gratuitas, diversas e cheias de personalidade. Tem bloco de axé, de samba, de rock, de pop, de funk, de música brega, de tudo junto e misturado! Sem falar nos blocos temáticos, inspirados em séries, filmes, memes e até ciências (sim, existe um bloco que exalta a tabela periódica, por exemplo). Sem falar que o bloquinho virou palco para fantasias que vão do clássico pirata ao inovador Tia do Zap. Para você curtir o Carnaval de rua em todo o seu esplendor, a Strip Me elenca os melhores e mais famosos blocos de São Paulo e Rio de Janeiro. Confira.

São Paulo

Ritaleena
22/02 – 12h – Perdizes + 02/03 – 12h – Butantã

Em 2015 duas amigas resolveram criar um bloco que fosse a cara da cidade e encontraram na obra de Rita Lee todos os elementos que procuravam. A celebração do feminino, a irreverência e músicas maravilhosas que facilmente poderiam empolgar multidões. Afinal, Caetano já cravou que Rita Lee é a mais concreta tradução de São Paulo, né? Há exatos 10 anos que o bloco Ritaleena é sucesso absoluto no Carnaval paulistano, atraindo milhares de pessoas. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @bloco_ritaleena

Bloco do Sargento Pimenta
23/02 – 11h – Ibirapuera

Bloco criado em 2010 no Rio de Janeiro, logo de cara fez o maior sucesso. Afinal, não tinha como dar errado, tocar clássicos dos Beatles em versões carnavalescas. Dois anos depois de sua criação, a trupe participou também do Carnaval de rua de São Paulo e conquistou o coração dos paulistanos. De lá pra cá o bloco se divide todo ano com datas em São Paulo e no Rio, além de constantemente viajar para outras cidades do Brasil. Neste ano, o bloco se apresenta no Rio de Janeiro no dia 03 de março, 10h no aterro do Flamengo. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @blocodosargentopimenta

Batuntã
23/02 – 13h – Pinheiros + 02/03 – 14h – Vila Madalena

Tradicionalíssimo bloco paulistano, em atividade desde 1999. Desde sua criação já tinha a o intuito de inserir cada vez mais diversidade no Carnaval de rua de São Paulo. Assim foi feito, através da fusão de ritmos como o samba, baião e maracatu. É, sem dúvida, um dos mais animados da capital paulista e faz questão de não se limitar a um só bairro da cidade. Neste ano, estarão em Pinheiros e na Vila Madalena. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @blocobatunta

Monobloco
23/02 – 14h – Ibirapuera

Mais um bloco carioca que conquistou os paulistanos. Criado em 2000 como uma oficina de percussão para jovens, no ano seguinte, fez um desfile nas ruas do Rio de Janeiro no Carnaval e se tornou um bloco permanente desde então. A passagem por São Paulo é obrigatória em todo Carnaval já faz muitos anos. Mas o bloco ultrapassou as barreiras carnavalescas, já tendo lançado 4 discos e dois DVDs, faz shows Brasil afora o ano todo e ainda segue sendo oficina de percussão, ensinando música para jovens da periferia carioca. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @monoblocooficial

Acadêmicos do Baixo Augusta
23/02 – 14h – Consolação

Acadêmicos do Baixo Augusta é um dos blocos mais importantes de São Paulo. Foi criado em 2009 já pensando que o Carnaval paulistano precisava de um bloco com foco na inclusão e diversidade. A região conhecida como Baixo Augusta é desde sempre um local de boemia, onde misturam-se diferentes tribos em democrática harmonia. O bloco procura manter essa aura. Além de tudo, é conhecido por aglutinar grandes nomes do meio artístico. Por exemplo, quem comanda a banda do bloco é o Simoninha, a rainha do bloco é a adorável Alessandra Negrini e o porta estandarte é o talentoso escritor Marcelo Rubens Paiva, que, aliás, é cadeirante. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @academicosdobaixoaugusta

Rio de Janeiro

Cordão da Bola Preta
23/02 – 9h – Rua da Relação + 01/03 – 9h – Rua Primeiro de Março

Este é o maior e mais antigo bloco de Carnaval do Brasil (e, consequentemente, do mundo, né…). Iniciou suas atividades no Carnaval de 1918, no centro do Rio de Janeiro. Desde então, desfila tradicionalmente todo ano, no sábado de carnaval, no centro da cidade, começando por volta das 9h da manhã. O bloco também sai na sexta-feira imediatamente anterior à abertura do Carnaval, no mesmo local. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @cordaodabolapretaoficial

Amigos da Onça
01/03 – 9h – Praia do Flamengo

Em atividade desde 2012, o grupo se apresenta não só como bloco, mas também no formato banda, com um estilo performático espalhafatoso e irreverente, trazendo em seu repertório, além de composições autorais, uma mistura de ritmos, que passa pelo pop, salsa, rock, reggae, samba, funk, carimbó, maracatu, baião, pagode baiano e pagodes dos anos 90. É diversão garantida ou seu dinheiro de volta. Mas como é de graça…fica elas por elas. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @blocoamigosdaonca

Bangalafumenga
02/03 – 9h – Monumentos aos Pracinhas

O bloco surgiu em 1998, inicialmente apenas como um grupo de amigos, artistas que se dedicavam a poesia, samba e improvisos, no Planetário da Gávea. No mesmo ano eles decidiram desfilar no Carnaval, nas ruas do Leblon, se tornando oficialmente um bloco. Em 2001 os músicos do bloco passaram a se apresentar como banda, e seguem fazendo shows para além dos carnavais, e já estão com 3 discos lançados. Para mais informações siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @bangalafumenga

Carmelitas
28/02 – 13h – Largo do Curvelo + 04/03 – 8h – Largo do Curvelo

Outro bloco super tradicional do Rio de Janeiro, e com uma história maravilhosa. Rolava uma lenda nos anos oitenta de que uma freira havia sido vista pulando o muro do Convento das Carmelitas, no bairro de Santa Teresa, e se misturado aos foliões de um bloco na sexta feira de Carnaval, e depois fora flagrada pulando de volta para dentro do convento na terça feira. Em 1990 foi criado o Bloco das Carmelitas, que desfila em Santa Teresa toda sexta e toda terça de Carnaval, e muitos dos foliões vão fantasiados de freira e padre, para que a verdadeira freira passe despercebida. E é um dos blocos mais animados do Rio de Janeiro até hoje. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @blocodascarmelitas

Filhos de Gandhi
04/03 – 9h – Avenida Atlântica

Fundado originalmente em Salvador, Bahia, no ano de 1949, Filhos de Gandhi é um afoxé, ou seja, é um cortejo de rua que sai durante o Carnaval, sendo uma manifestação com raízes no povo Iorubá. Geralmente, seus integrantes são vinculados a um terreiro de Candomblé ou de Umbanda. Em 1951 o alguns baianos que se mudaram para o Rio de Janeiro, fundaram o afoxé com o mesmo nome na capital carioca em 1951. E ele segue como bloco carnavalesco desde então exaltando os ritmos e crenças das religiões de matrizes africanas com muita beleza e animação. Para mais informações, siga o bloco não só na rua, mas também no Instagram @filhosdegandhirio

Então é isso. Foliões, uni-vos! Porque o Carnaval já nos bate à porta. E se você nunca foi num bloquinho, se joga sem medo, porque é bom demais! Pode se lambuzar de glitter (mas daquele biodegradável, de preferência) sem medo de ser feliz e cair no samba! E pra você curtir no estilo e com muito conforto, a Strip Me tem as coleções de Carnaval, Verão, Brasilidades, Bebidas, e até uma especial do Cartola, pra você usar e abusar, lembrando que são camisetas 100% algodão certificado, mega confortáveis e com caimento perfeito, seja no P ou no XGG. Cola lá no nosso site pra conferir.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist perfeita pra fazer aquele esquenta com os maiores sucessos dos principais blocos do Brasil! Bloquinho top 10 tracks.

10 motivos para você assistir Twin Peaks.

10 motivos para você assistir Twin Peaks.

Uma das séries mais importantes da história da televisão, saída da cabeça privilegiada de David Lynch e influente até hoje, Twin Peaks é uma obra prima! A Strip Me celebra este clássico revelando 10 motivos para você assistir (ou rever) essa série maravilhosa.

Na noite do dia 8 de abril de 1990, quem assistia televisão nos Estados Unidos foi transportado para um mundo de mistério e muita esquisitice. E a maioria dessas pessoas fez questão de não sair desse mundo, deixando ecoar na mente uma só pergunta: “Quem matou Laura Palmer?”, a garota encontrada embrulhada em plástico na beira de um rio. A pequena cidade de Twin Peaks, que dá nome à série, é fictícia, porém, a cidade de Snoqualmie, no estado de Washington e pertinho de Seattle é conhecida hoje por muita gente como a verdadeira Twin Peaks, afinal foi lá que boa parte da série foi filmada. A cidade recebe fãs da série o ano todo, e por isso mesmo, mantém muitos dos imóveis e até mesmo a entrada da cidade, como foi retratado na série.

Twin Peaks é uma criação do cineasta David Lynch em parceria com o roteirista Mark Frost. Muitas são as lendas e curiosidades que envolvem a série. Exibida inicialmente em duas temporadas, em 1990 e 1991, teve dois longas metragens dirigidos pelo próprio Lynch e uma nova temporada, que deu sequência às duas primeira, lançada em 2017. Cultuada desde seu lançamento até hoje em dia, Twin Peaks é um marco do entretenimento e merece ser vista pelas novas gerações e revisitada por quem já viu mais de uma vez. Pra deixar isso claro, a Strip Me te dá 10 motivos para assistir Twin Peaks.

Tudo começou com a Marilyn Monroe.

No final dos anos oitenta, David Lynch e Mark Frost estavam trabalhando na adaptação para o cinema de um livro sobre a biografia de Marilyn Monroe. A coisa desandou e o projeto foi abortado, reza a lenda, porque Lynch insistia numa teoria da conspiração de que JFK esteve envolvido na morte da estrela, e estúdio nenhum de Hollywood queria comprar uma briga dessa. De qualquer forma, alguns elementos dessa biografia foram aproveitados na elaboração da série, como a morte de Laura Palmer, que aconteceu antes que ela contasse que estava envolvida com uma famosa figura da cidade, informação esta que constava em seu diário. O mesmo aconteceu com Monroe, que mantinha um diário e estava decidida a revelar seu relacionamento extraconjugal com Kennedy quando morreu, segundo o livro e as teorias de Lynch.

Os sinais estão noir.

O gênero cinematográfico noir tornou-se incrivelmente popular entre os anos 50 e 60, e acabou por influenciar radicalmente as gerações futuras de cineastas. Lynch e Frost sempre foram apaixonados pelo gênero e, não só fizeram de Twin Peaks uma série noir surrealista e perturbadora, como inseriram inúmeros elementos que fazem referêncvia aos filmes clássicos do gênero. Por exemplo, Maddy Ferguson, por exemplo, a versão morena de Laura Palmer, interpretada pela atriz Sheryl Lee, tem o mesmo nome de uma das personagens de Kim Novak no clássico filme Vertigo, de Hitchcock. Duas personagens, porque, assim como na série, Novak interpretava duas garotas, uma loira, que foi assassinada e uma sósia de cabelos pretos. Tem também na série um agente de seguros chamado Walter Neff, nome do personagem de Fred MacMurray em Pacto de Sangue, de Billy Wilder lançado em 1944. Isso sem falar em várias referências aos filmes Laura, de 1944, Crepúsculo dos Deuses, de 1950, e muitos outros. Twin Peaks é uma ode ao cinema noir.

Spielberg ficou na vontade.

Às vezes pode parecer exagerado quando a gente fala de uma série como Twin Peaks com tamanho entusiasmo. Mas não é exagero, foi realmente uma parada muito impactante e revolucionária na época. Tanto é que na segunda temporada muita gente grande quis fazer parte de alguma forma daquilo, pois sacaram que se tratava de uma série histórica. Uma dessas pessoas foi ninguém menos que Steven Spielberg, que na época, 1991, já era um dos cineastas mais celebrados do mundo. Spielberg se encantou com a série e chegou a pedir a Lynch que ele dirigisse um episódio Cogitou-se então dar o primeiro episódio da segunda temporada na mãos de Spielberg. Mas não rolou. Dizem que Lynch e Spielberg tiveram uma longa conversa, e que Spielberg havia prometido que faria a direção deixando o episódio o mais “estranho” possível, detalhando algumas de suas ideias. No fim, Lynch achou a abordagem de Spielberg muito convencional e dirigiu ele mesmo a estreia da segunda temporada, garantindo que Spielberg iria dirigir algum episódio no futuro. Mas o criador de ET e de Indiana Jones ficou a ver navios e está até hoje esperando tal oportunidade.

Reprovado em Cannes.

Em 1992 Twin Peaks reinava absoluta como a grande série de TV do momento. Porém, Lynch e Frost não estavam prontos para uma terceira temporada. No entanto, produziram um longa metragem excelente revelando os dias que antecederam a morte de Laura Palmer. Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer (título original Twin Peaks: Fire Walk With Me) foi lançado em 1992, e Lynch fez questão de apresentá-lo no Festival de Cannes. Apesar de todo o sucesso da série, da fotografia ousada do longa, do ótimo elenco, da trilha sonora inspirada… apesar de tudo isso, o filme levou uma vaia vigorosa ao final da exibição no festival. Claramente porque a platéia não entendeu nada. Não entendeu, inclusive, o que todos os admiradores de Lynch e de Twin Peaks sacaram desde sempre: não é pra entender, mas sim pra sentir, pra curtir, pra pirar, pra dar risada… Além disso, não tem nada mais antiestablishment do que ser reprovado em Cannes. Portanto, mais um ponto positivo para Twin Peaks.

David Bowie esteve aqui.

Por falar no longa metragem Twin Peaks: Fire Walk With Me, assim como Spielberg, outro admirador declarado da série é ninguém menos que David Bowie. Este sim, tem tudo a ver com a aura lynchniana de Twin Peaks. Tanto que, quando soube disso, Lynch convidou Bowie para atuar no longa e escreveu um papel especialmente para ele, o agente do FBI Phillip Jeffries. E Bowie, solto e canastrão está excelente no filme! Ele também aparece no filme de 2014, Twin Peaks: The Missing Pieces, que Lynch dirigiu. Trata-se de um compilado de cenas deletadas, tanto da série, como do filme, que com uma montagem e edição eficientes, formam um filme interessante, trazendo novos pontos de vista sobre o assassinato de Laura Palmer. Bowie estava escalado também para atuar na terceira temporada da série, que estreou em 2017, porém, ele faleceu um ano antes.

Quem matou Laura Palmer?

Pois é, como uma boa obra de cinema noir que se preze, Twin Peaks é carregada de mistério, sobretudo envolvendo um assassinato. E tudo que se quer numa história de assassinato é descobrir quem é o assassino. Lynch e Frost sempre souberam disso. Tanto que encerraram a primeira temporada sem revelar o assassino. A segunda temporada, lançada no ano seguinte, ia pelo mesmo caminho. Amontoavam-se pistas aqui e ali, teorias, bizarrices cada vez maiores… mas nada de revelar quem matou Laura Palmer. A ABC, canal de TV que transmitia a série, estava pressionando Lynch e Frost para revelarem o assassino desde a primeira temporada. Mas quando a segunda começou sem dar nenhum sinal que tal revelação ia rolar, eles pararam de pedir com gentileza, empurrando o programa para um horário péssimo que prejudicaria a audiência. Pouco depois da metade da segunda temporada, o assassino foi revelado. Lynch era contra, pois, com razão, sabia que a série se mantinha por conta do mistério, e que era muito mais sobre a cidade em si do que simplesmente sobre o assassinato de Laura. Ele estava tão certo que o tiro da ABC saiu pela culatra, e depois que o assassino foi revelado, a audiência caiu consideravelmente.

Angelo Badalamenti.

O músico e compositor Angelo Badalamenti já era amigo e parceiro de Lynch desde muito antes de Twin Peaks e fez muita coisa boa. Suas trilhas sonoras são realmente muito inspiradas, sobretudo a do filme Blue Velvet, de Lynch, lançado em 1986. Mas em Twin Peaks Badalamenti se supera, compondo uma trilha soberba, cheia de camadas e densidade. A música de abertura da série, inicialmente intitulada simplesmente Love Theme, é brilhante e, reza a lenda, foi composta em apenas 20 minutos. Além de ser responsável pelas trilhas sonoras de praticamente todos os filmes de Lynch, incluindo o excelente Cidade dos Sonhos, Badalamenti ainda compôs as trilhas de grandes filmes como O Suspeito da Rua Arlington, de Mark Pellington, lançado em 1999, o maravilhosos Secretária, de Steven Shainberg, lançado em 2002, Água Negra, do brasileiro Walter Salles, lançado em 2005 e muitos outros.

Te confundindo pra te esclarecer.

As duas primeiras temporadas de Twin Peaks, em 1990 e 1991, foram indiscutivelmente revolucionárias. Lynch e Frost (Lynch principalmente) pegou todas as regras e padrões de uma produção de série para tv e jogou no lixo (talvez tenha até colocado fogo em seguida, pra não sobrar nada mesmo). Twin Peaks não só trouxe uma linguagem mais cinematográfica para a TV, mas trouxe também conceitos de arte como o surrealismo e a psicodelia. Isso na estética. Já no roteiro, a beleza e originalidade estão justamente em dar ênfase nos personagens e na cidade, criar climas, diálogos… fazer com que o espectador se envolva de fato com a trama, sem dar respostas claras. Aliás, sem dar resposta nenhuma, praticamente, e ainda encher a sua cabeca de caraminholas, dando pano pra manga em teorias e divagações. Como já foi dito, Twin Peaks não é uma série para ser entendida racionalmente, não tem um começo, meio e fim estabelecidos, não dá muitas repostas, tem várias pontas soltas de roteiro… mas apresenta um retrato irresistível do inconsciente, do delírio e do sobrenatural! Lynch e Frost são Dali e Buñuel dos anos 90.

Tronco carismático.

Entre as milhares de bizarrices e excentricidades apresentadas na série, uma chama muito a atenção e se tornou um dos maiores ícones de Twin Peaks: o tronco de Margaret Lanterman. Margaret, mais conhecida como a Dama do Tronco, era uma moradora de Twin Peaks conhecida por carregar consigo um tronco cortado, com quem ela conversava e alegava ser capaz de prever eventos. Para a maioria dos moradores da cidade, ela era considerada apenas uma doente mental, pois frequentemente falava coisas sem sentido. No entanto, para além de suas falas aparentemente desconexas, Margaret tinha poderes xamânicos, capaz de interagir com o mundo espiritual. Margaret era interpretada pela atriz Catherine Coulson, que foi presenteada com o tal tronco quando acabaram as gravações de Twin Peaks. A atriz faleceu poucas semanas após o final das gravações da terceira temporada, em 2017, onde ela protagonizou uma cena de forte carga emocional falando sobre morte. O tronco segue com a família da atriz, que frequentemente recebe propostas de compras do objeto, chegando a valores que ultrapassam 300 mil dólares.

It’s David “Fucking” Lynch!

Se tudo que foi dito até agora não fosse suficiente, o simples fato de ser uma obra de David Lynch já deveria ser um argumento forte o suficiente para te convencer a assistir Twin Peaks. Afinal, estamos falando de um dos cineastas mais disruptivos, criativos e provocadores da história do cinema! Lynch carrega ares de divindade para caras como Tim Burton, Almdóvar, Dennis Villeneuve, Lars Von Trier e Darren Aronofsky. Lynch já estreou com um filme brilhante, o clássico Eraserhead, de 1977, depois vieram outros filmes inacreditáveis como O Homem Elefante, Blue Velvet, Coração Selvagem, Estrada Perdida, Cidade dos Sonhos… enfim, David Lynch é um dos grandes mestres do cinema e só isso já é suficiente para você querer ver e rever Twin Peaks, e toda a filmografia de Lynch!

Concluindo, se você gosta de séries como Arquivo X, True Detective, Lost, Dark, Stranger Things e tantas outras, você precisa agradecer a Twin Peaks. E a Strip Me não só agradece a Twein Peaks e ao David Lynch, como faz questão de prestar sua homenagem elaborando sempre camisetas cheias de personalidade e originalidade. As camisetas de cinema, por exemplo, estão repletas de referências a grandes filmes, diretores e séries. E tem também as camisetas de música, arte, cultura pop e muito mais. Você confere tudo no nosso site, e ainda fica por dentro de todos os lançamentos, que pintam toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist com os melhores sons que rolaram tanto na série quanto nos filmes. Twin Peaks Top 10 tracks.

7 curiosidades para entender o folclore brasileiro.

7 curiosidades para entender o folclore brasileiro.

Claro, ninguém está competindo, mas não dá pra negar que o folclore brasileiro é o melhor do mundo, né? plural e riquíssimo, nosso folclore vai da gastronomia às lendas mais fascinantes. A Strip Me traz 7 curiosidades sobre o folclore brasileiro, pra você ficar sabendo tudo sobre o assunto.

No dia 22 de agosto de 1846, o escritor inglês William John Thoms inventou o termo folklore, unindo as palavras folk (pessoas, povo) e lore (conhecimento, saber), para designar os conhecimentos e cultura tradicionais que formam a identidade de um povo ou sociedade. Isso significa que o termo engloba todo o tipo de manifestações culturais, como música e dança, mas a melhor e mais clara personificaçãso do folclore são histórias e lendas contadas oralmente. Tanto é que dois dos mais famosos pioneiros no estudo do folclore foram os Irmãos Grimm, que coletaram e registraram em livros muitas das lendas folclóricas da Europa, que acabariam por se tornar os populares contos de fadas (que de infantis não tinham nada). Portanto, o conceito de folclore surgiu no século XIX e foi se espalhando pelo mundo, fazendo com que cada povo buscasse seus elementos folclóricos.

Aqui no Brasil, até rolaram alguns estudos sobre o folclore brasileiro ainda na segunda metade do século XIX, mas foi só no século XX que isso se tornou uma pauta realmente relevante entre intelectuais e a coisa toda desenrolou. A Strip Me traz 7 curiosidades que vão te deixar muito bem informado sobre o folclore brasileiro e tudo que ele envolve.

Origens.

Antes de mais nada, é bom ressaltar que um dos fundamentos do folclore de maneira geral é não se saber a origem de seus elementos, uma vez que eles são natos à sua sociedade e transmitidos de maneira oral ao longo de gerações. Portanto, aqui não vamos tratar da origem de personagens, lendas e etc, mas sim dar uma geral em como esses elementos começaram a ser estudados, catalogados e etc. O nome mais importante do folclore brasileiro é o historiador e antropólogo Luiz da Câmara Cascudo. Mas não foi o único. Enquanto Câmara Cascudo fazia seus estudos no Rio Grande do Norte, em São Paulo Mário de Andrade também mergulhava no Brasil profundo, bem como Monteiro Lobato. Aliás, a Semana de Arte Moderna de 1922 foi importantíssima para gerar curiosidade e interesse de cada vez mais pessoas pelo folclore brasileiro.

Personagens mais conhecidos.

São muitos os personagens do folclore brasileiro. Muitos deles conhecidos apenas em algumas regiões, já que as lendas do nosso folclore são distintas nas diferentes partes de um país tão grande, afinal, tais lendas e personagens surgem em ambientes diferentes. A região norte tem suas lendas mais ligadas às florestas e aos indígenas, no nordeste tem muita influência africana, dada a alta concentração de escravizados em Pernambuco e na Bahia no período colonial. Nas regiões sul e sudeste são lendas e personagens relacionadas às fazendas e no centro oeste misturam-se lendas de fazendeiros com a cultura indígena. Entretanto, por terem sido retratados em livros, filmes e séries de TV, alguns personagens dessas lendas ficaram conhecidos no país todo. Alguns deles são:

Saci-Pererê: Entidade zombeteira, Saci é um pequeno negrinho conhecido por realizar travessuras contra viajantes e moradores da zona rural. Possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho e fuma cachimbo.
Boitatá: cobra de fogo que, na lenda, atacava aqueles que incendiavam a floresta.
Curupira: Entidade da floresta, de cabelos vermelhos como o fogo e os pés ao contrário (com os calcanhares para frente). É o protetor da floresta, aterrorizando os homens brancos que a desmatam..
Boto cor-de-rosa: Personagem do folclore amazônico, é um boto (o golfinho de água doce) que se transforma em um homem sedutor, frequenta festas, seduzindo e engravidando mulheres solteiras.
Mula sem Cabeça: A história varia um pouco de um lugar para o outro, mas em geral, trata-se de uma mulher que se deitou com um sacerdote religioso e foi amaldiçoada, se transformando em uma mula com labaredas de fogo no lugar da cabeça, que galopa pelos campos de noite, assombrando as pessoas.
Iara: É a sereia brasileira. A lenda de Iara vem dos índios. Dizem que Iara era uma habilidosa guerreira, que despertava a inveja de seus irmãos homens. Os irmãos armaram uma emboscada para matá-la, mas ela não só escapou, como acabou matando seus irmãos. Seu pai, indignado pela morte dos filhos homens jogou Iara no encontro das águas dos rios Negro e Solimões. Os peixes a resgataram e a transformaram em sereia. Desde então, ela aparece vez por outra para encantar com sua beleza e seu canto pescadores que se aventuram pelos rios da Amazônia.
Cuca: Personagem que surgiu na Península Ibérica e se enraizou no folclore brasileiro através dos colonos portugueses e espanhóis que vieram para cá na época das grandes navegações. É uma bruxa que pode ter a forma de uma velha, ou de uma mulher com cara de jacaré. Uma das versões da lenda diz que, a cada 1.000 anos, brota de um ovo uma nova Cuca. Então, a Cuca “antiga” se transforma em um pássaro de canto triste, enquanto a nova Cuca assume seu papel, fazendo maldades maiores do que a anterior. Recentemente, muita gente tem implorado para ser pego pela Cuca, que foi repaginada e interpretada pela maravilhosa Alessandra Negrini numa série de TV.

Festas.

Nem só de lendas e personagens curiosos vive o folclore. Os costumes e cultura tradicionais de um povo também fazem parte do folclores. Desta forma, algumas festas típicas, celebradas há muito tempo e que caracterizam a cultura brasileira podem ser consideradas folclóricas. assim é o Carnaval, a Festa Junina e o Bumba Meu Boi (ou Boi Bumbá). Curiosamente, as 3 festas tem origem européia, sofrendo adaptações e transformações, se mesclando às culturas de povos originários e africanos e se tornando autenticamente brasileiras. Essas festas são todas reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Gastronomia.

E não tem festa sem comida, né? Mas falando sério, a gastronomia faz parte da cultura, principalmente quando se trata de um prato cuja a origem é desconhecida ou tem muitas versões e existe faz muito tempo. Provavelmente o mais emblemático desses pratos seja a feijoada, cuja a origem gera muita polêmica. A maioria dos historiadores negam a versão de que a feijoada foi criada pelo escravos, que pegavam as partes do porco que seus donos não comiam. Pois ensopados de feijão com aparas de carnes já eram comuns na Europa antes da colonização do Brasil. Possivelmente, a feijoada, assim como as festas e algumas lendas, é resultado da mistura de culturas, alguma receita européia que foi adaptada com ingredientes brasileiros. O mesmo vale para o pato no tucupI, o acarajé e até mesmo o churrasco de chão, típico do sul do país. Tudo isso faz parte do nosso folclore. E, claro, para ajudar na digestão, a nossa boa e velha cachaça também é folclórica!

Música.

A música é parte fundamental do folclore. Não só aqui, mas em todo lugar. Aqui no Brasil a gente se acostumou a tratar o folclore como uma coisa restrita a essa parte de lendas, do Saci e da Mula Sem Cabeça. Já em outros países, a música tradicional é tão presente que se tornou um gênero, a folk music. Claro, rolou aí uma apropriação do termo folklore entre os gringos, em especial os estadunidenses. Uma coisa é o Woody Guthrie, ou até mesmo o Bob Dylan, tocando canções antigas ao violão, outra coisa é uma gurizada mais nova tocando canções originais, novas e dizendo que fazem folk music. Mas pra nós isso não interessa. O que interessa é que a nossa música folc é riquíssima! O samba é folc, a moda de viola é folc, o frevo é folc, o baião é folc! E gente como Cartola, Luis Gonzaga, Tonico e Tinoco e muitos outros são autores autênticos da música folclórica brasileira!

Literatura.

Voltando aos personagens e lendas, o folclore, como já dissemos aqui é essencialmente formado por histórias contadas de forma oral e transmitidas de geração para geração. Mas alguns escritores ajudaram a popularizar essas lendas para além de suas regiões de origem através da literatura. Muitos livros foram escritos tanto romances e contos, como compêndios e estudos sobre lendas do folclore. Aqui vamos citar os dois mais importantes, um na área do romance e outro na área dos estudos. O modernista Mário de Andrade escreveu uma obra definitiva sobre o folclore brasileiro, o livro Aspectos do Folclore Brasileiro. Um compilado de ensaios sobre diferentes pontos de vista e abordagens do nosso folclore. Foi relançado pela Editora Global em 2019 sob a supervisão de mestres e doutores titulares do curso de antropologia da USP (Universidade de São Paulo). Outra obra que não pode deixar de ser citada é O Sítio do Pica Pau Amarelo, a obra mais conhecida de Monteiro Lobato. Trata-se de 23 volumes, escritos entre 1921 e 1947. Entre os volumes mais célebres estão Reinações de Narizinho, O Saci, Caçadas de Pedrinho, Emília no País da Gramática e Histórias de Tia Nastácia. Todas as histórias se passam num sítio e são permeadas por lendas e personagens do folclore brasileiro. Todos os 23 livros foram lançados por várias editoras ao longo dos anos, mas os mais caprichados são os lançados pela Editora Brasiliense, em capa dura.

Filmes e Séries.

TV As produções do audiovisual envolvendo o folclore brasileiro não é assim tão vasto quanto a literatura. Claro, é uma mídia bem mais cara e trabalhosa. Ainda assim, existem vários títulos excelentes disponíveis por aí, alguns não tão fáceis de serem encontrados, é verdade, mas que vale a pena procurar. Entre os filmes, recomendamos duas produções recentes e muito interessantes. A primeira é Recife Assombrado, um filme de terror muito bem executado, dirigido por Adriano Portela e lançado em 2019. Trata-se da história de um jovem que procura seu irmão desaparecido na cidade de Recife, e acaba se deparando com assombrações, muitas delas ligadas a lendas do folclore. Na mesma pegada de terror, dirigido por Erlanes Duarte e lançado em 2021, temos Curupira, O Demônio da Floresta. Um filme intenso onde um grupo de jovens se perde na floresta amazônica e enfrentam um truculento caçador e o assustador Curupira. Recife Assombrado é um filme mais difícil de ser encontrado, já Curupira, O Demônio da Floresta está disponível na Amazon Prime e na Apple TV.

Já as séries, temos a clássica produção da TV Globo de Sítio do Pica Pau Amarelo, lançada em 1977 e feita até 1986, tendo 14 temporadas. A série adapta para a TV boa parte da obra de Monteiro Lobato com muita eficiência, além de ter na abertura a música de Gilberto Gil que se tornou um clássico absoluto. Mais recente, a Netflix produziu entre 2021 e 2023 a série Cidade Invisível, onde as criaturas folclóricas vivem na atualidade disfarçadas entre as pessoas comuns, mas acabam sendo ameaçadas. A série tem apenas duas temporadas, a segunda é mais fraquinha, mas a primeira é excelente e vale muito a pena assistir.

Pois é. O folclore brasileiro é vasto, muito rico e abrangente. Igualzinho a Strip Me, que tem um catálogo vasto, muito rico e abrangente de camisetas de música, cinema, arte, cultura pop, bebidas e muito mais. Tudo com o borogodó que só a gente tem, com brasilidade saindo pelos poros! Vai pro nosso site conferir, e aproveita pra ficar por dentro de todos os lançamentos, que pintam por lá toda semana!

Vai fundo!

Para ouvir: uma playlist caprichada com músicas inspiradas no folclore brasileiro. Folclore top 10 tracks.

Humor STM – 6 shows de stand up imperdíveis na Netflix.

Humor STM – 6 shows de stand up imperdíveis na Netflix.

O humor é marca indelével de todo o catálogo da Strip Me. Seja uma piada descarada ou uma ironia discreta, as nossas camisetas unem estilo e bom gosto com muito bom humor. Por isso, não podemos deixar de falar sobre comédia e seus variados gêneros. E hoje a bola da vez é o stand up comedy.

O riso é uma reação complexa que começa no cérebro. Quando algo engraçado é percebido, o cérebro processa essa informação e desencadeia a resposta, o riso. A região do cérebro conhecida como córtex pré-frontal é a responsável por interpretar o humor. Quando uma situação é percebida como engraçada, essa informação é enviada para o sistema límbico, a área do cérebro associada às emoções. Dentro desse sistema, a amígdala e o hipotálamo desempenham papéis cruciais. A amígdala ajuda a regular as emoções e respostas emocionais, enquanto o hipotálamo coordena as reações físicas do riso, como a contração dos músculos faciais e a ativação dos sistemas respiratório e vocal. Ao rir, os batimentos cardíacos aumentam um pouco, o que melhora a circulação sanguínea, e a hipófise, uma glândula no cérebro, produz e libera a endorfina, um hormônio delícia que promove bem estar e prazer.

Muitas vezes o riso desperta de maneira involuntária. O que nos leva a crer que desde que o ser humano se entende por gente, sacou que rir é uma parada bem gostosinha e começou a criar situações engraçadas, para rir e se sentir bem. A comédia, portanto, é tão antiga quanto a humanidade e vem se desenvolvendo desde as pinturas rupestres até as plataformas de streaming. E, no meio disso, pintou a tal stand up comedy. A grosso modo, a comédia stand up surgiu nos Estados Unidos no começo do século XX com os apresentadores, ou mestres de cerimônia, de feiras de variedades, que faziam umas piadolas antes de apresentar os artistas. Se formos cavar um pouco mais fundo, podemos encontrar suas sementes plantadas nos espetáculos de vaudeville do final do século XIX, mas acaba que é quase a mesma coisa.

Na virada dos anos 50 para os anos 60 que a parada começou pra valer. Caras como Lenny Bruce e Bill Cosby se tornaram famosos se apresentando apenas fazendo observações cômicas sobre o cotidiano e sobre si mesmos. Clubes de comédia como o The Comedy Store em Los Angeles e o The Improv em New York se tornaram trampolins para comediantes que surgiam, como Woody Allen, George Carlin, Andy Kaufman, Richard Pryor, Steve Martin e muitos outros. A televisão logo viu potencial nessa turma e o legendário programa Saturday Night Live, por exemplo, virou um antro de comediantes de stand up. Nos anos 80 o gênero perdeu força, mas nunca chegou a desaparecer. Nos anos 90 uma nova geração de comediantes trouxe o stand up para as cabeças de novo, graças a Jerry Seinfeld, que inseriu o stand up numa sitcom irresistível. Paralelamente, e surfando na onda de Seinfeld, vieram grandes comediantes como Ellen DeGeneres, Tim Allen, Chris Rock e Ray Romano. Daí em diante, a popularização da TV à cabo e, posteriormente, os streamings deram a liberdade que esses artistas precisavam para filmar seus shows e se tornarem cada vez mais populares no mundo todo. Inclusive no Brasil.

Apesar de pouco popular, e sequer reconhecido pelo nome de comédia stand up, o gênero já rolava em terras tupiniquins desde os anos 70. O primeiro a fazer um show nos moldes do stand up por aqui foi o genial Zé Vasconcelos. Em seguida, Jô Soares e Chico Anysio também começaram a fazer shows no mesmo estilo. Mas a coisa virou mesmo só no começo dos anos 2000. Entre 2004 e 2005 surgem os primeiros grupos de stand up em São Paulo e no Rio de Janeiro, com comediantes veteranos como Marcelo Mansfield e Márcio Ribeiro e jovens talentos como Rafinha Bastos, Diogo Portugal, Fábio Rabin e Fábio Porchat. Uma década depois, uma nova geração revoluciona o gênero e dá, de fato, um tempero brasileiro ao stand up, com uma linguagem mais dinâmica, interações frequentes com a platéia e um foco maior em histórias pessoais. Dessa nova geração, se destacam nomes como Afonso Padilha, Igor Guimarães, Thiago Ventura, Bruna Louise e outros.

Na era dos streamings ninguém investe mais na comédia stand up do que a Netflix. A plataforma produz e veicula especiais de comédia do mundo inteiro e tem uma extensa lista de ótimos shows em seu catálogo. Para concluir esta singela celebração a este gênero tão delicioso da comédia, a Strip Me selecionou 6 shows do catálogo da Netflix para te recomendar, 3 gringos e 3 brasileiros. Confere aí.

Wanda Sykes – Not Normal 2019

Abrindo a lista com chave de ouro, a brilhante Wanda Sykes apresenta aqui um show verborrágico e engraçadíssimo, mas sempre com um subtexto corrosivo de crítica social e política. De todos os comediantes da atualidade, Sykes é quem chega mais perto do estilo feroz de George Carlin. É um show ideal para quem revira os olhos e não disfarça o desânimo quando alguém começa a falar das benesses do liberalismo e de como a meritocracia é importante.

Maurício Meirelles – Levando o Caos 2020

O título do especial de comédia de Maurício Meirelles não poderia ser mais apropriado. Seu texto de pouco mais de uma hora aborda tantos assuntos diferentes, que passa realmente a impressão de ser algo caótico. Entretanto, o comediante conduz tudo com muita firmeza e coesão, e com ótimas piadas! Ele se equilibra bem entre temas espinhosos como feminismo e drogas, intercalando com situações de sua vida pessoal. É uma ótima pedida para quem tem um churrasquinho marcado no fim de semana e quer chegar apavorando com umas opiniões descoladas e engraçadinhas sobre o cotidiano.

Ricky Gervais – Armageddon 2023

Podemos estabelecer, de cara, que Ricky Gervais é um dos melhores comediantes da atualidade, certo? Ok. Além de filmes e séries (incluindo aí The Office), Gervais lança com certa periodicidade seus especiais de stand up. E Armageddon, o mais recente, é simplesmente excelente! Nele Gervais aborda o fim dos tempos, que seria basicamente o tempo presente. Ou seja, o homem evoluiu, conquistou o planeta, dominou os outros animais… E agora se ofende com palavras! Ele costura com brilhantismo críticas à cultura woke e outras alucinações com memórias de sua infância. Show mais que recomendado para quem ouve as músicas da fase racional do Tim Maia e acha que até tem um fundo de verdade ali naquelas letras.

Bruna Louise – Demolição 2022

Bruna Louise carrega o mérito de ser a primeira mulher brasileira a ter um especial de comédia na Netflix. Também é considerada um dos grandes nomes do stand up comedy no Brasil. E isso de maneira geral, não só entre mulheres. Este seu solo, entitulado Demolição porque chega justamente para quebrar tabus (a começar pela conquista de ter seu especial na plataforma), é carregado de feminismo, sim senhor. Mas nem precisa achar ruim, porque Bruna Louise tem um ótimo texto e boas piadas, bem amarradas através de experiências pessoais e histórias hilárias de relacionamentos amorosos. Show que cai como uma luva para a galerinha que curte bloquinho do Baixo Augusta e que se recusa a admitir que leu algum livro do Monteiro Lobato na infância.

Richard Pryor – Live in Concert 1979

Pryor é um gênio. Ator estupendo e comediante mordaz. Este show é uma aula de stand up comedy. Ao assistí-lo você vai se dar conta que todo mundo que veio depois tem Richard Pryor como referência. Tem de tudo nessa apresentação. Humor físico que influenciou caras como Robin Williams, piadas de protesto que inspiraram Chris Rock, humor negro que encantou Dave Chappelle… tudo com um ritmo alucinante e timing perfeito para cada piada que Pryor vai soltando aos montes. Show indispensável para pessoas que falam que precisam acordar cedo pra não ir pra balada, mas ficam assistindo filme dos anos 80 pela milhonésima vez na TV.

Afonso Padilha – Alma de Pobre  2020

Sem dúvida Afonso Padilha é o mais workaholic dos comediantes brasileiros. O que é ótimo, porque seu texto é muito bem acabado e muito, mas muito engraçado mesmo! Quando ele se mete a falar de qualquer assunto, ele pesquisa antes, vai atrás pra saber como é… e volta com um amontoado de ótimas piadas a respeito. Neste show, no entanto, ele trocou a pesquisa pela sua própria vivência, e conta com muita graça como as pessoas que eram pobres e enriqueceram (ele incluso) não perdem uma certa essência de pobre, que pode soar pejorativa a princípio, mas ao longo do show se prova o oposto disso. Show ideal para quem já tem grana suficiente para pagar Spotify Premium sem reclamar, mas ainda compra requeijão no copo de vidro, só pra poder reutilizar o copo depois.

Bonus Track

Poderíamos aqui citar muitos outros especias de comédia de artistas incríveis. Por exemplo, o impagável show de 1999 do Chris Rock, entitulado Bigger and Blacker, onde ele destila um texto hilário e contundente sobre racismo e que está disponível na HBO Max. Ou ainda o excelente show Tá Embaçado, do Fábio Rabin, lançado ano passado na Amazon Prime Video, onde Rabin apresenta um texto envolvente sobre vários dilemas da sociedade moderna. Mas a bonus track em questão aqui é um show de 2022 produzido pela Netflix chamado The Hall, onde é criado uma espécie de Hall of Fame para comediantes, e 4 comediantes já falecidos são homenageados por 4 colegas ainda em atividade. assim, temos George Carlin, Robin Williams, Joan Rivers, e Richard Pryor sendo homenageados por Jon Stewart, John Mulaney, Chelsea Handler, e Dave Chappelle. Vale a pena demais conferir.

Pois é. A comédia nada mais é do que um espelho, mas um desses espelhos que aumentam tudo, deixando na cara todas as qualidades e todos os defeitos ali refletidos. E esse espelho pode estar voltado para a sociedade ou para o próprio comediante. E a Strip Me, muitas vezes se faz valer desse espelho, para criar camisetas incríveis que vão acabar deixando você bem na fita em qualquer situação. Em todas as nossas coleções, você vai encontrar pitadas generosas de bom humor, seja nas camisetas de música, cinema, arte, cultura pop, bebidas, games e tantas outras. Cola lá na nossa loja pra conferir e ficar por dentro de todos os lançamentos, que pintam por lá toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist hilariante só com músicas engraçadinhas. Comédia Top 10 tracks.

A era do Streaming e suas 5 melhores plataformas.

A era do Streaming e suas 5 melhores plataformas.

Há mais de 10 anos as plataformas de streaming se multiplicam, mudando completamente a nossa maneira de consumir filmes e séries. A Strip Me dá uma geral nas 5 plataformas mais populares no Brasil.

Poucas coisas são tão atrativas e maravilhosas quanto um bom rodízio. Pode ser de carnes, de comida japonesa, de pizza… só o fato de você pagar um valor fixo e poder comer à vontade o que quiser de um cardápio amplo e variado é sensacional! Por isso mesmo, nos adaptamos tão rápido e já amamos tanto as plataformas de streaming. Porque elas funcionam exatamente da mesma maneira. Um catálogo imenso de filmes e séries à sua disposição pagando um valor fixo por mês.

Imagine entrar em uma locadora com infinitas prateleiras de filmes e séries de todos os gêneros, épocas e países. Do velho oeste ao espaço sideral, está tudo lá, sem ter que rebobinar a fita antes de devolver. Mas vamos com calma. Afinal, não é assim também que tem tudo, tudo mesmo, num lugar só. São várias plataformas de streaming, cada uma com um catálogo diferente. Muitos filmes e séries se repetem em mais de uma plataforma, claro, mas cada uma tem sua particularidade. Por isso, a Strip Me te entrega hoje uma breve análise das 5 plataformas de streaming mais populares no Brasil e suas vantagens. Confira!

Netflix

Foi a primeira plataforma a se popularizar de fato. Funcionando desde 2010, passou por algumas reformulações ao longo dos anos, melhorando a navegabilidade da plataforma e refinando seu design. O catálogo já foi melhor. Passou por muitas mudanças, e hoje se concentra mais em produções próprias.
A plataforma: Tem boa navegabilidade, é bem intuitiva e organizada. Seu algoritmo funciona bem e apresenta indicações muito interessantes, baseadas no que você costuma assistir.
O catálogo: Hoje o catálogo da Netflix se destaca pelo seu conteúdo original, produções bancadas pela própria plataforma. Mas também tem uma coleção considerável de filmes blockbuster. Além disso, tem uma rotatividade interessante. É sempre certo que vai ter novidades interessantes no catálogo, de lançamentos recentes a filmes e séries antigas.
Destaques: Filmes: O Irlandês, Rocketman, Garota Exemplar, A Lista de Schindler, O Jogo da Imitação. Séries: House of Cards, Stranger Things, Seinfeld, Breaking Bad, Ozark.

Amazon Prime

A Amazon Prime Video já rolava nos Estados Unidos há um tempo, mas chegou ao Brasil somente em 2016. É uma plataforma robusta, com um catálogo muito interessante, mas errático. Seu lay out e navegabilidade deixam um pouco a desejar, mas vem melhorando com o tempo.
A plataforma: A navegabilidade pela plataforma é funcional, mas não encanta. A organização é um pouco confusa, eles misturam filmes e séries disponíveis no catálogo com outras que é preciso alugar ou fazer assinatura de streamings parceiros. Isso incomoda um pouco.
O catálogo: Assim como a Netflix, a Amazon vem investindo em produções próprias, algumas delas muito boas. Tem uma coleção invejável de filmes clássicos e conta com a opção de assistir alguns canais de TV como a CNN ou o Universal Channel, além de muitos canais premiere de esportes.
Destaques: Filmes: Oppenheimer, A Outra História Americana, Os Infiltrados, Apocalypse Now, Noivo Neurótico Noiva Nervosa. Séries: The Boys, O Homem do Castelo Alto, Daisy Jones & The Six, Little Fires Everywhere, Hunters.

Globoplay

No ar desde 2015, a Globoplay, bresileiríssima, se destaca por seu enorme conteúdo de produções brasileiras que extrapolam em larga escala o que é feito para a TV. Atualmente, seu maior filão tem sido os documentários, a maioria excelentes, como Vale o Escrito, Doutor Castor, Sullivan & Massadas, Senna por Ayrton e outros. A plataforma permite assistir ao vivo todos os canais do Grupo Globo (Globo, GNT, Multishow, Sportv…) e outros como Megapix e Canal Brasil.
A plataforma: É direta, intuitiva e atraente, lembra muito a Netflix. A navegabilidade é boa, mas pode ser um pouco lenta, se comparada a outras plataformas. O algoritmo funciona muito bem, dando sugestões e colocando em destaque conteúdos compatíveis com o que é consumido habitualmente.
O catálogo: De maneira geral, é um catálogo ótimo. O ponto fraco definitivamente é a variedade e qualidade dos filmes, em especial filmes hollywoodianos famosos e tal. Em compensação tem um acervo de produções nacionais excelente, com filmes, documentários, séries e até mesmo as novelas e séries da tv Globo, que tem muita coisa boa. A Globoplay também tem investido pesado em produções originais e tem se saído muito bem.
Destaques: Filmes: Bacurau, Parasita, Terra em Transe, Queime Depois de Ler, Estômago. Séries: Os Outros, Sessão de Terapia, The Handmaid’s Tale, House, Vale o Escrito.

HBO Max

O canal de TV HBO entrou na onda do streaming em 2020. Não precisamos nem dizer que o seu ponto forte são as séries, já que mesmo para a TV, desde sempre a HBO já investia e produzia séries de altíssimo nível. Como o canal faz parte do grupo Warner, o catálogo de filmes da plataforma também é recheada de ótimos títulos. Com um lay out moderno e atrativo, a HBO Max é uma das melhores plataformas de streaming da atualidade.
A plataforma: Tem ótima navegabilidade, é simples e direta. Além das seções de filmes e séries, você pode acessar os conteúdos exclusivos dos canais que fazem parte do grupo Warner, como HBO, Discovery, Carton Network e outros, tudo separado e fácil de achar.
O catálogo: O acervo de filmes da plataforma é muito bom, mas o ouro está nas séries e nos conteúdos dos canais, especialmente da HBO e do Cartoon Network, ainda mais para os saudosistas da TV à cabo dos anos 90, que se divertiam com desenhos como Freakazoid, Johnny Bravo e o impagável late show Space Ghost de Costa a Costa.
Destaques: Filmes: Bons Companheiros, Joker, Zodíaco, Beetlejuice, A Origem. Séries: Família Soprano, Succession, Game of Thrones, True Detective, The Deuce.

Star+

A Star+ é basicamente a plataforma de conteúdo “adulto” da Disney, ou seja, boa parte do foi produzido e veiculado pela Fox, que foi comprada pela Disney. Começou a funcionar em 2021 tendo como atrativo todas as temporadas d’Os Simpsons, os filmes dos X-Men e outras produções. Em 2022 chamou a atenção por lançar uma série brilhante e avassaladora, The Bear. Recentemente foi anunciado que a Star+ será extinta e todo seu conteúdo será integrado à plataforma da Disney+.
A plataforma: É bem atrativa e simples de navegar. Pode ser um pouco repetitiva nos destaques apresentados na home e não explora bem o algoritmo para apresentar sugestões. Provavelmente, na migração para a plataforma da Disney isso vai melhorar.
O catálogo: É muito bom! No quesito filmes vai um pouquinho mais fundo dos que as outras plataformas nos filmes mais cults no estilo 500 Days of Summer. Não tem um número enorme de séries memoráveis, como a HBO, por exemplo, mas tem um punhado ali que são realmente boas e engrossam esse caldo.
Destaques: Filmes: Birdman, Pequena Miss Sunshine, Cisne Negro, Alta Fidelidade, Bastardos Inglórios. Séries: The Bear, American Horror Story, O Faz Nada, Only Murders in the Building, Atlanta, Walking Dead.

Para concluir, importante dizer que não entramos aqui no mérito financeiro porque cada uma das plataformas tem diferentes planos, com muitas variáveis e diferentes valores. Por isso, preferimos manter o foco no conteúdo. Até porque é disso que a gente gosta e entende, curtir bons filmes e séries! Então nada mais justo do que celebrar essas ferramentas maravilhosas que nos permitem ter acesso a tanta coisa boa. E tão variado e cheio de opções de altíssimo nível quanto os catálogos das plataformas de streaming, é o catálogo de camisetas da Strip Me, com coleções de camisetas de cinema, arte, música, cultura pop, bebidas, games e muito mais. Cola lá no nosso site para conferir e ficar por dentro dos lançamentos, que pintam lá toda semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Uma playlist divertida, com canções que falam sobre o velho hábito de assistir televisão! TV Top 10 tracks.


7 filmes essenciais do cinema argentino.

7 filmes essenciais do cinema argentino.

O cinema argentino é reconhecido internacionalmente pela sua diversidade e originalidade. A Strip Me, que não fica sem um filminho no fim de semana, selecionou os 7 filmes mais marcantes do cinema produzido pelos hermanos!

O cinema argentino tem uma trajetória muito parecida com o cinema brasileiro. Teve um início iontenso, mas mais popularesco até os anos 1950, depois começou a produzir obras mais maduras durante as décadas de 1960 e 1970, mas, ao contrário do Brasil, teve sua produção estrangulada pela rigidez dos regimes ditatoriais. No fim dos anos 1980 despontou com produções inovadoras e gerou toda uma geração de grandes cineastas Como Luis Puenzo e Lucrecia Martel. Mas foi no inçio do século XXI que o cinema argentino realmente desabrochou como um dos cinemas mais inventivos e celebrados do mundo, emplacando filmes todos os anos nas mais importantes premiações cinematográficas.

O que faz do cinema argentino tão único e encantador é a capacidade de abordar uma ampla gama de assuntos, desde dramas familiares e romances até questões sociais, históricas e políticas. Essa diversidade reflete a complexidade da sociedade argentina e permite que o cinema do país alcance públicos diversos, tanto nacional quanto internacionalmente. Essa capacidade de explorar temas universais através de uma lente local, aliada ao cuidado com a técnica e excelência artística, faz com que o cinema argentino seja único e facilmente reconhecível. Para comprovar tudo isso, a Strip Me selecionou 7 filmes que refletem toda essa qualidade e originalidade do cinema argentino.

La Historia Oficial (A História Oficial) – 1985 – Luis Puenzo

A História Oficial foi o primeiro filme argentino a ganhar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 1986. Não à toa. É um filme inesquecível, denso e muito rico artisticamente. Ele conta a história de uma mãe que se vê mergulhada nos horrores da ditadura militar ao tentar descobrir a origem de sua filha adotiva. Ao mesmo tempo que tem uma pegada de protesto, o longa é um drama emocionante. Destaque para atuação impecável de Norma Aleandro. Um filme imperdível!
Onde assistir: Netflix

Nueve Reinas (Nove Rainhas) – 2000 – Fabián Bielinsky

No cinema, fazer com que a audiência se encante e torça para os bandidos é uma arte que poucos conseguem realizar com êxito. E o diretor Fabián Bielinsky conseguiu com louvor! Nove Rainhas é daqueles filmes de roubo de tirar o fôlego e deixar todo mundo aplaudindo a audácia dos ladrões. Se não o primeiro, foi um dos primeiros filmes onde Ricardo Darín mostrou o grande ator que é. Um filme que não deixa nada a desejar a seus pares hollywoodianos como Onze Homens e Um Segredo e Truque de Mestre.
Onde assistir: Star+

La Ciénaga (O Pântano) – 2001 – Lucrecia Martel

Lucrecia Martel estreou com este filme em 2001 subvertendo o cinema pop, mas muito bem feito, de filmes como Nove Rainhas e O Filho da Noiva. O Pântano é um filme pesado, denso e com uma fotografia avassaladora ,com seus contrastes e ângulos fechados, quase claustrofóbicos. É uma metáfora de uma mente solitária e perturbada, que se afunda em si mesma, enquanto, esteticamente reverbera o cinema surrealista de Buñuel. Uma verdadeira obra de arte.
Onde assistir: Mubi – Apple TV

El Hijo de la Novia (O Filho da Noiva) – 2001 – Juan José Campanella

Talvez este seja o filme que melhor representa o novo cinema argentino, que conquistou o mundo. De uma maneira singela e divertida, Juan José Campanella consegue criar um ambiente familiar a qualquer pessoa do mundo, mesmo retratando fielmente a sociedade e os costumes do típico cidadão portenho. Mérito também de Ricardo Darín, que constrói neste filme um personagem carismático e universal, um verdadeiro anti herói. Um filme que, através das relações humanas, consegue cutucar com elegância problemas sociais importantes. Mas, acima de tudo, é um entretenimento de altíssima qualidade!
Onde assistir: Mubi – Youtube

El Secreto de Sus Ojos (O Segredo dos Seus Olhos) – 2009 – Juan José Campanella

O Segredo dos Seus Olhos é um filme transcendente. Tamanha a qualidade e força do roteiro e a beleza de sua fotografia, o filme envolve de tal forma o espectador, que questões de nacionalidade e idioma tornam-se irrelevantes, pois tudo que se quer é desvendar o crime junto com o agente judiciário Benjamin Espósito, interpretado com maestria por Ricardo Darín, sempre ele! O longa ganhou prêmios no mundo todo, incluindo Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e está na lista dos 100 melhores filmes do século XXI. Um filmaço obrigatório!
Onde assistir: Star+ – Amazon Prime Video

Medianeras – 2011 – Gustavo Taretto

É verdade que a sinopse de Medianeras é pouco convidativa: Uma comédia romântica dos tempos modernos, onde dois jovens se relacionam virtualmente sem saber que são praticamente vizinhos numa cidade grande. Mas o que Gustavo Taretto conseguiu fazer com esse plot é impressionante! Um filme divertido e emocionante, com um timing invejável, uma edição moderna… esteticamente é um filme deslumbrante! E o roteiro é sensacional! Bem amarrado, com ótimos diálogos e esse passeio entre o real e virtual tão interessante! Assim como fez Bielinsky em Nove Rainhas, Taretto não deixa nada a desejar frente a comédias românticas cult norte americanas como 500 Days of Summer.
Onde assistir: Mubi – Apple TV

Argentina, 1985 – 2022 – Santiago Mitre

Curiosamente, encerramos essa lista com um filme cujo tema é o mesmo do primeiro filme aqui recomendado: um retrato dos tempos da ditadura militar argentina. Porém, enquanto A História Oficial se baseia num drama familiar, em Argentina, 1985, temos uma história baseada em fatos, onde a ditadura em si é mais que discutida, mas julgada. O longa retrata o que ficou conhecido como Julgamento das Juntas Militares, o primeiro julgamento no mundo onde um tribunal civil julgou militares depois da Segunda Guerra Mundial. Só pelo contexto histórico o filme já vale a pena ser visto, no mínimo para inspirar povos e governos. Mas para além do contexto histórico e político, temos um roteiro envolvente e uma atuação irretocável do onipresente Ricardo Darín. É um filmaço, que, principalmente para nós, brasileiros, apresenta reflexões profundas.
Onde assistir: Amazon Prime Video

Diversidade temática, qualidade artística, capacidade de explorar temas universais através de um olhar local e o equilíbrio entre a tradição, a inovação e experimentação fazem com que os filmes argentinos sejam, em sua maioria, realmente irresistíveis. E a Strip Me, que manda às favas a rivalidade boba entre Brasil e Argentina, faz questão de celebrar esse cinema tão único e encantador! Aliás, como pra gente fronteiras são só linhas imaginárias, temos uma coleção imensa de camisetas de cinema, com referências de filmes de tudo quanto é lugar. E não só isso, temos também as coleções de camisetas de arte, música, cultura pop e muito mais. Dá uma conferida no nosso site e aproveita pra ficar por dentro de todos os lançamentos, que pintam por lá toda a semana.

Vai fundo!

Para ouvir: Nem só de cinema vivem os argentinos. Por lá também tem muita música boa. Aqui está uma playlist do que rola de mais legal entre as bandass argentinas. Argentina Top 10 tracks.

Cadastre-se na Newsletter
X

Receba nossos conteúdos por e-mail.
Clique aqui para se cadastrar.