10 versões dos Beatles

10 versões dos Beatles

Os Beatles foram responsáveis por muita coisa desde seu surgimento para o grande público em 1963, eles inovaram com shows em estádios, videoclipes e composições cheias de novos elementos. Porém, é provável que inspirar alguns milhares de adolescentes a pegarem um instrumento e começarem uma banda seja a maior revolução provocada por John, Paul, George e Ringo.

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Muitos desses “filhos” confessos dos Beatles tiveram carreiras de muito sucesso e fizeram questão de homenagear sua maior influência através de regravações. Em outros casos, artistas contemporâneos, e às vezes até anteriores ao quarteto de Liverpool, também se renderam a suas canções e nos presentearam com versões impecáveis.

Entre algumas centenas de ótimas versões, aqui vão dez faixas que mostram os Beatles de outros ângulos.

 

The Rolling Stones – I Wanna Be Your Man

Tá, essa versão não é tecnicamente um cover, mas as duas bandas gravaram a música. Reza a lenda que Keith Richards e Mick Jagger deram uma carona para Lennon e McCartney e durante o trajeto Jagger disparou, ‘estamos gravando, vocês tem alguma coisa?’, a dupla logo se lembrou de uma música que seria cantada por Ringo e poderia ser lançada como single. Acabou que a versão dos Rolling Stones de I Wanna Be Your Man saiu três semanas antes. Quando questionado sobre o episódio anos mais tarde, Lennon disse que era uma música descartável para os Beatles, eles nunca dariam algo muito bom para os Stones.

https://www.youtube.com/watch?v=79shF21lY4I

 

Johnny Cash – In My Life

Com a ajuda do produtor Rick Rubin, Johnny Cash reestabeleceu (de novo) sua carreira perto do fim de sua vida com a série de álbuns American, que envolvia uma seleção de regravações e algumas novas composições. American IV ficou famoso pela versão de Hurt do Nine Inch Nails, porém, sua versão de In My Life não deixa a desejar e também ganha uma nova alma ao ser interpretada por um artista perturbado que revisitava sua longa vida.

https://www.youtube.com/watch?v=K6oPHBeoB-w

 

Eddie Vedder – You’ve Got to Hide Your Love Away

Com o Pearl Jam, Eddie Vedder adora saudar suas maiores influências, é comum ver a banda tocando sons do The Who, Ramones, Neil Young e Beatles, para citar alguns, em seus shows. Vedder gravou essa música para a trilha do filme ‘I am Sam’ de 2002, e desde então a toca regularmente em seus sets acústicos, e nunca deixa de emocionar todo o público.

 

Jimi Hendrix – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band    

Já vimos aqui que Jimi Hendrix foi o seu Madruga para o senhor Barriga que vive em Ringo Starr por um tempo. Depois de destruir a casa do pobre Ringo, Hendrix resolveu fazer uma homenagem à banda do coitado com essa versão, que transformou a introdução ao mundo da Lonely Hearts Club Band em uma música perfeita para seus solos incendiários.

 

Joe Cocker – With a Little Help From My Friends

A versão de Joe Cocker para essa música em Woodstock foi tão boa, mas tão boa, que ajudou todo mundo a esquecer do caos completo que foi o festival e ir embora achando tudo lindo e maravilhoso. E pra falar a verdade, deve ter sido mesmo. Ele acabou gravando With a Little Help From My Friends e a lançou em um álbum que carrega esse nome e vem cheio de outros covers. A maior prova do quão foda é a versão de Cocker, antes dela, a música que Ringo canta era só mais uma em Sgt. Pepper’s, depois de Cocker ela tornou uma música indispensável para qualquer formatura, reunião de velhos amigos ou situação que envolva álcool e nostalgia.

 

The Black Keys – She Said She Said

O álbum The Big Come Up, de 2002, trouxe uma versão que não se diferencia muito da original estruturalmente, mas não deixa de ser única. Carney e Auerbach fizeram questão de pegar uma das músicas mais ácidas dos Beatles e amarra-la em uma garagem quente e úmida no centro dos Estados Unidos.

 

Stevie Wonder – We Can Work it Out

Wonder traz à tona todas as influências de soul music dos Beatles nessa versão de We Can Work it Out. Stevie Wonder gravou essa música para o álbum Signed, Sealed and Delivered, de 1970, mas foi ao vivo que ela ganhou nova vida, com destaque para a passagem da gaita.

 

The Pixies – Wild Honey Pie

Frank Black e Kim Deal pegaram essa brincadeira de Paul McCartney para o álbum branco, viraram de cabeça para baixo e chacoalharam com força. Deu nisso.

https://www.youtube.com/watch?v=LyVsg4nwJn0

 

David Bowie – Across the Universe

David Bowie datou com maestria na década de 1970 uma das músicas mais mínimas já compostas por John Lennon. As duas versões são extremamente diferentes e fica até difícil comparar uma com a outra, independente de preferências, Across the Universe de David Bowie é perfeita em sua proposta.

 

Oasis – I am the Walrus

Liam e Noel Gallagher nunca fizeram muita questão de esconder suas influências. A maior dela, os Beatles, já foi homenageada através de vários covers, e I am the Walrus acabou se tornando a mais popular, já que fechava a maioria dos shows da banda de Manchester. Alunos aplicados na escola Beatles de se fazer rock, o Oasis foi um dos maiores responsáveis por carregar através da década de 1990 o legado do rock inglês estabelecido pelos meninos de Liverpool 30 anos antes.

 


Sobre a Strip Me

Camisetas de bandas, camisetas de cinema e camisetas de cultura pop são as nossas especialidades aqui na Strip Me! Com design exclusivo, as camisetas e regatas Strip Me tem a pegada rock and roll e classe, como todo fã de boa música exige e merece. A melhor parte disso, é que entregamos para todo o Brasil em nossa loja online!

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Os 6 Shows mais épicos do Rock and Roll

Os 6 Shows mais épicos do Rock and Roll

Ouvir música se tornou quase uma necessidade básica em nossa singela existência, e graças a novas tecnologias (obrigado Spotify, obrigado Apple Music) nossa relação com ela se tornou algo muito mais acessível e amplo.

Apesar de todas essas facilidades e modernidades, a melhor maneira de entrar em contato com a música continua sendo ao vivo. Assistir a um bom show é uma experiência duradoura que além de render boas histórias, tem grande impacto na vida de todos que estavam por ali.

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A capacidade de transformar a cultura pop é uma das maiores provas do poder que um show tem, e agora vamos revisitar algumas apresentações que por um motivo ou por outro, deixaram suas marcas no rock and roll.

 

The BeatlesShea Stadium, 15 de agosto de 1965.

Um ano após a lendária apresentação no Ed Sullivan Show, os Beatles voltaram aos Estados Unidos para uma turnê de nove datas pela terra do Tio Sam e a primeira apresentação aconteceu no Shea Stadium, em Nova Iorque. Naquela noite 55 mil jovens ensandecidos pessoas foram ao estádio. Até então esse número era algo inimaginável para um show e por isso ninguém tinha ideia da estrutura necessária para promover tal evento. O minúsculo palco ficava no meio do estádio, longe da audiência que estava nas arquibancadas, e o grito dos fãs era tão alto que ninguém conseguia ouvir nada do que os Beatles tocavam naquela noite, nem mesmo a própria banda. Esse show foi um dos motivos dos Beatles desistirem de apresentações ao vivo.

The Beatles performing at New York’s Shea Stadium on Sunday, August 16, 1965, as some 50,000 fans cheer them on. L-R: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison and Ringo Starr. (AP Photo)

Apesar do caos momentâneo, essa apresentação foi extremamente importante, pois a partir dali ficou definido o que seria um show de rock como conhecemos atualmente. Os Beatles reescrevendo a história, nenhuma novidade aqui.

 

 

Jimi Hendrix – Monterey Pop Festival, 18 de junho de 1967.

Jimi Hendrix se mudou para Londres em 1966 e se tornou sucesso imediato na terra da rainha, exito que não se repetiu Estados Unidos. A fim de mudar esse cenário, Paul McCartney sugeriu aos organizadores do famoso Monterey Pop Festival a adição de Hendrix ao line-up. Jimi subiu ao palco com moral, após ser apresentado pelo Stone Brian Jones e logo de cara conquistou o público com suas roupas exóticas e um cover avassalador de Howlin’ Wolf.

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Ao fim do set, quando o público já delirava com a apresentação incendiária (desculpa), Jimi entrou de vez para a história com seu ato final, que envolveu malabarismos e simulações sexuais com sua guitarra, que acabou incendiada ao fim do “ritual”. A imagem de Hendrix e sua guitarra em chamas tem seu espaço reservado no imaginário popular e captura toda a energia da apresentação.

 

 

Pink FloydThe Wall, entre fevereiro de 1980 e junho de 1981.

Em 1977, o Pink Floyd viajou o mundo para promover o álbum Animals em sua maior turnê até então, e devido ao seu tamanho e peculiaridades dessas apresentações Roger Waters se sentiu distante de seu público, como se uma parede dividisse a banda dos fãs. Nascia o álbum The Wall. Em 1980, a banda transformou a álbum em um show conceito, onde realmente construiriam uma parede em frente ao palco e levariam os elementos do álbum aos estádios. Devido à complexidade do show, ele aconteceu somente em Londres, Los Angeles, Nova Iorque e Dortmund em 31 ocasiões entre 1980 e 1981.

The Wall foi extremamente importante pois levou a produção de shows a um outro nível. Além da música, as luzes, efeitos visuais, sonoros e telões eram partes vitais da apresentação, elementos que até então não eram tão pensados em um show de rock. Se hoje você fica longe do palco e se contenta em ver tudo pelo telão, agradeça Roger Waters por mais essa benfeitoria.

 

 

AC/DC – Monsters of Rock Moscou, 28 de setembro de 1991.

Em 1991 a União Soviética e seus anos de repressão se aproximavam do fim. Em meio a esse cenário político efervescente a cidade de Moscou recebeu uma edição do festival Monsters of Rock, que aconteceu em um aeroporto militar desativado, onde 1.5 milhão de jovens russos tiveram a oportunidade de ver Pantera, The Black Crowes, Metallica e AC/DC em apresentações inspiradas.

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A juventude soviética encarou o evento como um grito de liberdade contra a repressão do regime totalitário que por muito tempo os obrigou a contrabandear aquelas músicas e os proibiu de promover aquele estilo de vida, mostrando a face contestadora que moldou o rock and roll.

 

 

Freddie Mercury Tribute Concert, 20 de abril de 1992.

Cinco meses após a morte de Freddie Mercury, em decorrência de complicações relacionadas à AIDS, os membros sobreviventes do Queen promoveram um show beneficente no estádio de Wembley, que teve seus 72 mil ingressos esgotados em menos de três horas. Para homenagear Mercury, bandas como Metallica, Guns n’ Roses e Def Leppard apresentaram pequenos sets. Porém, Brian May, John Deacon e Roger Taylor foram as principais atrações da noite, que apresentaram músicas do Queen com Elton John, Roger Daltrey, David Bowie, Robert Plant, Axl Rose e várias outros substituindo Freddie Mercury nos vocais e emocionando todos os presentes.

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Esse show foi de extrema importância social, pois além de reverter toda a sua renda para órgãos que pesquisam e combatem a AIDS, ajudou a conscientizar a população mundial sobre a doença e derrubar vários estigmas e preconceitos em torno daqueles que a contraíram.

 

 

Rolling Stones – Praia de Copacabana, 18 de fevereiro de 2006.

A praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, é um dos pontos mais conhecidos do mundo por suas belezas naturais e eventos que costuma sediar. Além de se encher todo réveillon e carnaval a praia também presenciou o maior show de todos os tempos, 3,5 milhões de pessoas foram assistir Rod Stewart desfilar seus sucessos por Copacabana em 1994. Em 2006 os Rolling Stones tentaram tirar esse título de Stewart com a turnê do álbum A Bigger Bang e seus 40 anos de experiência, novamente nas areias de Copacabana.

Os Stones colocaram 1,2 milhão pessoas nas areias de Copacabana e levaram todos ao delírio. Na maior apresentação de sua extensa carreira, a banda embriagou todo o público e fez escola com um show de mais de duas horas que visitou praticamente todos os sucessos e fases dos Rolling Stones. Apesar de não superar o público de Stewart, que se apresentou em um réveillon, a apresentação dos Stones, que foi lançada em vídeo alguns anos mais tarde, é uma representação forte, crua e honesta de todo o poder que um legítimo show de rock pode carregar.

 

 


 

Sobre a Strip Me

 

A Strip Me tem uma especialidade: camisetas de rock únicas e cheias de atitude, como o público de bom gosto procura. Além de camisetas de bandas, você também encontra camisetas de cinema, camisetas de cultura pop e acessórios em nossa loja online. Tudo com pegada rock and roll e entregas para todo o Brasil. 😉

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Tal pai, tal filho: Rockstars e seus filhos famosos

Tal pai, tal filho: Rockstars e seus filhos famosos

Filhos de rockstars costumam crescer cercados pelo agitado mundo do show business e muitas vezes, por costume, genética ou só porque viram o quão divertido ele é, acabam se tornando parte desse mercado em seus próprios méritos. Para homenagear os pais orgulhosos, vamos lembrar os filhos que se mostraram dispostos a carregar a tocha.

Jakob Dylan

Nascido em 1969, Jakob é o mais jovem dentre os cinco filhos de Sara e Bob Dylan. O filho da lenda folk começou a tocar guitarra inspirado por bandas como The Clash e Buzzcocks, e antes de se formar no ensino médio já havia lançado um disco. Após se mudar para Los Angeles, no fim da década de 1980, Jakob formou a banda The Wallflowers com seu amigo de infância Tobi Miller, e fez muito sucesso durante a década de 1990. A banda voltou a ativa em 2012 após um hiato de seis anos.


Jason Bonham

Filho de John Bonham, um dos maiores bateristas de todos os tempos, Jason não perdeu tempo seguindo os passos do pai, aos quatro anos o garoto já apareceu tocando sua mini bateria no documentário ‘The Song Remais the Same’ e aos 17 já fazia sua primeira turnê internacional. Por diversas vezes Jason já ocupou o posto de seu pai ao lado dos outros membros do Led Zeppelin, como no Live Aid e na famigerada reunião da banda em 2007, e nunca decepcionou.

http://https://www.youtube.com/watch?v=fpigDGf6vXM


Lisa Marie Presley

Filha do eterno rei do rock, Lisa Marie ficou conhecida na década de 1990 por um dueto que fez com pai, Elvis Presley, e uma vida pessoal um tanto quanto agitada. Lisa Marie foi casada com Michael Jackson e Nicholas Cage na época, relacionamentos que deixaram a mídia maluca e foram manchetes de tudo que envolvia fofoca. Passados os dois casamentos, a filha de Elvis resolveu se dedicar de uma vez por todas ao mercado fonográfico e lançou seu primeiro álbum de composições próprias em 2003. Mais dois registros foram lançados desde então, um em 2005 e o outro em 2012.


Zak Starkey

Por ironia do destino, o filho do Beatle menos adorado foi quem conseguiu mais notoriedade em sua carreira musical. Zak, fruto do primeiro casamento de Ringo Starr, foi o penúltimo baterista do Oasis e atualmente é integrante do The Who. Curiosamente, o baterista original do Who, Keith Moon, era o padrinho de Zak e chegou a lhe ensinar alguns truques na bateria.

http://https://www.youtube.com/watch?v=IzPVY_hUUEc


Kelly Osbourne

O número de profissões que Kelly Osbourne já teve é equivalente à quantidade de drogas que papai Ozzy usou. Kelly começou como reality star no clássico ‘The Osbournes’, lançou um álbum (com versões de Madonna e Black Sabbath), atuou no teatro e teve um programa de rádio na BBC. Atualmente ela apresenta o programa ‘Fashion Police’ no E! e deixou seus dias de cantora pop-punk-teen-gótica pra trás.


Nancy Sinatra

Nancy Sinatra nasceu na época em que seu pai, Frank Sinatra, estava prestes a se tornar uma das maiores estrelas pop da história dos Estados Unidos. Nancy fez sua estreia em rede nacional em um programa especial em que Frank recebia Elvis Presley, que acabara de voltar de seu período em serviço militar pela Europa. Nancy lançou em 1964 o hit ‘These Boots Are Made for Walking’, e vendeu mais de um milhão de cópias na época, transformando a música em um standard nos Estados Unidos e na Inglaterra. Seguindo o exemplo do pai, que já foi até preso por sedução e adultério, Nancy abusava da sensualidade e de sua voz suave e cheia de personalidade.


Ziggy Marley

Ziggy e seus sete irmãos foram criados por seu pai, Bob Marley, próximos aos palcos, muitas vezes aparecendo para cantar algumas músicas. Com a morte de Bob Marley, em 1981, a banda The Wailers convidou Ziggy para se apresentar no lugar do pai, o projeto rendeu algumas turnês mundiais ao longo da década de 1980. Após uma época com os Wailers, Ziggy montou a banda The Melody Makers e experimentou quase duas décadas de sucesso nesse projeto. Em 2003, o terceiro filho de Bob Marley saiu em carreira solo. Seus irmão Damien e Stephen também construíram carreiras de sucesso no reggae.


 


Sobre a Strip Me

A Strip Me é a melhor opção para quem quer comprar camisetas de bandas online. Com pegada rock ‘n’ roll e inspiração em tudo que é cool, você encontra em nossa loja online camisetas de filmes, camisetas de cultura pop e camisetas de bandas de rock femininas e masculinas.

BB King ou A história do blues em uma nota

BB King ou A história do blues em uma nota

Em toda a história, poucos são os casos de artistas que conseguiram personificar tão bem um estilo musical. E, provavelmente nenhum artista tenha criado uma identificação tão direta e emocional quanto BB King e o Blues.

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O gigante de família pobre, nascido nos confins do Mississipi, que aprendeu a tocar guitarra em uma cidade sem luz elétrica, e que iniciou na música sendo DJ em rádios de música negra nos 50, conquistou o mundo, ironicamente, com a ajuda dos fascinados músicos brancos da Inglaterra, que tinham em BB a personificação do Blues.

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Pense em qualquer banda ou artista: Eric Clapton, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Rolling Stones, The Beatles; todos, sem exceção, são fruto direto da alma escancarada de BB King, alma essa impressa em cada música, em cada frase, em cada nota tirada de sua guitarra Lucille.

Dizer que BB King é um patrimônio da música seria pouco, muito pouco. Sua influência transcende a música e nos remete ao imaginário do nascimento do blues nos campos de algodão do Mississipi, nos remete às questões raciais e sociais dos anos 50 e 60, nos remete ao ideal de outros tempos, onde artistas existiam por sua mais pura definição: talento.

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Fato é que a morte de BB King também significa a morte de um pedaço enorme da música. Pedaço esse dos mais ricos, celeiro de artistas com talento transcendental e que tinham na música muito provavelmente a única forma de galgar uma vida melhor. E mais que isso, a morte de BB King é também o desaparecimento de um período da história: BB é o elo perdido entre a música atual e o nascimento do Blues.


 

Um nota. É apenas isso o que precisamos para reconhecer BB King. E uma nota é também tudo o que ele precisa para nos emocionar. Um legítimo rei, de sangue azul, de blues.

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34 Montagu Square

34 Montagu Square

Em 1965 o jovem Ringo Starr se casou com Maureen Cox e elegeu um flat, o número 34 na Montagu Square, a apenas dois quilômetros do estúdio Abbey Road, como seu novo ninho de amor. Porém pouco tempo após a compra da casa, por recomendações do empresário Brian Epstein, a família Starr se mudou para outra residência, mas manteve a propriedade com o objetivo de alugar o imóvel. Logo após a mudança de Ringo, a Apple (aquela dos Beatles, que nada tem a ver com Steve Jobs ou o seu celular) ocupou o espaço com sua sessão de moda, que também fechou pouco tempo depois.

Nessa época, Paul McCartney morava com os pais de sua namorada, e resolveu alugar a casa e transformar em seu estúdio pessoal, onde poderia trabalhar em novas composições.

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Montagu Square entra de vez para a história dos Beatles quando Macca grava as demos da música “I’m Looking Through You” e começa a compor “Eleanor Rigby” no endereço.


Ainda no período que o locatário do lugar era Paul McCartney, o engenheiro de som Ian Sommerville passou a morar no local para poder gravar quando fosse necessário, e quando o estúdio estava vazio, Sommerville usou o espaço para gravar o escritor William Burroughs recitando alguns de seus poemas.

Após deixar o lugar fechado por alguns meses, Ringo Starr alugou a casa para Jimi Hendrix, seu empresário e as respectivas companheiras em dezembro de 1966 por £30 (R$ 140) mensais. No tempo em que viveu na casa, Jimi Hendrix deixou vizinhos de cabelo em pé e destruiu a casa.

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Além do risco de incêndio com o cigarrinho na cama, Hendrix foi protagonista de vários incidentes na casa, alguns se tornaram mundialmente famosos, como uma de suas brigas com Kathy Etchingham, sua namorada na época, que teve como motivo a falta de habilidade da moça na cozinha. Dessa discussão de motivos duvidosos, saiu a música “The Wind Cries Mary”.


Mas Jimi só conseguiu o título de pior inquilino do mundo em fevereiro de 1967, quando tomou mais LSD que deveria e resolveu redecorar o lugar jogando cal nas paredes. Ringo não curtiu tanto a nova art déco do lugar e colocou Hendrix para correr.

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O último morador famoso do local foi outro Beatle, John Lennon, que foi para a Montagu Square com Yoko Ono alguns meses após o início do relacionamento. Lá, o novo casal tirou a foto que se tornou a capa do álbum experimental Two Virgins e viveu sem muito zelo pela limpeza do lugar, sob uma nutritiva dieta que incluía champanhe, caviar e heroína. A estadia do casal no lugar acabou com uma batida policial que encontrou algumas gramas de haxixe.

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A festa acabou em 1969, quando os vizinhos conseguiram que a justiça proibisse Ringo Starr de alugar o imóvel a qualquer pessoa que não fosse de sua família. Descontente com a restrição, Ringo vendeu o imóvel pouco tempo depois.

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Por fim, Noel Gallagher quase comprou a mesma casa em 2002, porém perdeu o leilão de venda para o dono de uma pequena gravadora. Já em 2010, o endereço 34 Montagu Square foi marcado com uma placa de Local com Interesse Histórico pela cidade de Westminster, servindo como mais uma lembrança de todas as passagens que a casa abrigou.


Sobre a Strip Me

Hendrix, Lennon, Burroughs… Esse é o universo Strip Me, marca que desenvolve t-shirts com estamparia exclusiva e super descoladas. Na loja online www.stripme.com.br você encontra as camisetas de rock, camisetas de filmes e camisetas de cultura pop mais classudas e cheias de estilo. Corre lá e let’s rock! 😉

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Uma viagem musical ao mundo das drogas

Uma viagem musical ao mundo das drogas

Fruto de estereótipo, livre associação ou simples observação de padrões, o uso de drogas (lícitas ou não) sempre esteve estritamente ligado a artistas em geral, que por definição do ofício, tentam expressar sentimentos, anseios e costumes da sociedade em que vivem através de expressões criativas. Bem ou mal, o uso de substâncias que alteram a percepção do mundo sempre foi algo comum entre a maioria dos seres vivos, inclusive os seres humanos, portanto vamos listar as experiências com tais substâncias que alguns desses artistas transformaram em música, a fim de retratar as inúmeras implicações que essas têm sobre a vida do indivíduo, algumas abordando o tema de maneira sútil, outras nem tanto…

Got to Get You into My Life Nessa bela canção do álbum Revolver, embalada por instrumentos de sopro que dão um ar ainda mais entusiasmado para a música, Paul McCartney conta como andava só e despretensioso até encontrar uma garota que o apaixonou à primeira vista e foi feita para estar ao seu lado todos os dias de sua vida, já que o fazia feliz e expandia e melhorava sua vida, a única parte que Macca omitiu é que o objeto de tal afeto era a maconha, ao invés de uma pessoa. McCartney escreveu a música quando foi apresentado a droga, que o deixou mais animado e “expandiu sua mente”, ao invés do clima pesado que ele imaginava enquanto um garoto de classe média na Inglaterra. “É uma homenagem a maconha, como alguém faria uma homenagem ao chocolate, ou a um bom vinho” disse Paul em uma entrevista.


Doctor Robert Também do álbum Revolver, essa é a resposta de John Lennon para Got to Get You into My Life. A música fala sobre o doutor Robert Freymann, um médico de Nova York, que segundo suas contas tinha mais de 100 pacientes famosos (inclusive Chalie Parker e a primeira-dama dos EUA Jackie Kennedy). Dr. Freymann “animava” seus pacientes com injeções que continham uma pequena dose de vitamina B e outra não-tão-pequena dose de Anfetamina. Ele era famoso por deixar Manhattan nas nuvens e, não à toa, perdeu sua licença médica alguns anos antes de sua morte, em 1987.


Heroin Conforme The Velvet Underground and Nico se tornou um disco cultuado na cena alternativa, dezenas de interpretações alternativas foram criadas em torno de Heroin, quando na verdade a música apenas descreve os efeitos da droga em seu usuário, um tema obscuro abordado com imparcialidade, uma das maiores qualidades de Lou Reed enquanto compositor. Segundo o próprio Reed, essas músicas que abordam temas polêmicos eram feitas para “exorcizar um instinto destrutivo que existe em mim, na esperança de que outras pessoas as entendam da mesma maneira”, porém ele mesmo admitiu que ao longo dos anos os relatos se mostraram na maioria das vezes contrários a sua intenção inicial.

http://www.youtube.com/watch?v=ffr0opfm6I4


Mr. Brownstone Slash e Izzy Stradlin, os dois guitarristas da banda Guns N’ Roses, descreveram seu dia a dia no final da década de 1980, ambos dopados de heroína o tempo todo, perdendo compromissos relacionados à banda e usando uma quantidade cada vez maior. Em um desses belos dias na casa da namorada de Stradlin os dois começaram a improvisar a letra, e a escreveram em um papel de pão para não se esquecerem do que tinham feito e mostrar para o resto da banda. O tal Mr. Brownstone, um dos muitos nomes da heroína em Los Angeles nessa época, foi a primeira música que a banda escreveu após assinar seu contrato com a Geffen Records, que os levou ao estrelato.

http://www.youtube.com/watch?v=KVYDnQwi3OQ


Hurt Trent Reznor compôs a música Hurt para o álbum The Downward Spiral falando sobre seu vício em heroína, tratando das consequências e arrependimentos que vieram com a situação. Apesar de relativo sucesso na época de seu lançamento, Hurt se tornou um sucesso mundial após a estreia do melancólico vídeo clip, dirigido por Mark Romanek, que continha a versão de Johnny Cash para a música em 2002. Outro usuário notório de drogas ao longo de sua vida, Cash viu a música como uma propaganda antidrogas. A maior curiosidade sobre essa música é o local no qual ela foi composta, em 1994 Trent Reznor morava na casa em que a atriz Sharon Tate, a vítima mais notória do serial killer Charles Manson, foi assassinada sem saber do fato. A mansão foi demolida após o lançamento do álbum, mas Reznor fez questão de ficar com a maçaneta da casa, para se lembrar dos momentos (bons e maus) que passou naquele lugar.


Cocaine Apesar de se tornar uma das músicas mais conhecidas da história do Rock na voz de Eric Clapton, esse tema foi composto por JJ Cale, que teve várias de suas músicas interpretadas pelo eterno “Slowhand”, que dizia ver a música como uma propaganda contra a droga, porém a letra enfileira situações e os efeitos de seu uso sem se mostrar muito parcial. Na época em que gravou a Cocaine, Eric Clapton tinha acabado de largar a heroína, porém se empanturrava com álcool e cocaína o dia todo para esquecer o vício anterior, e como todo bom junkie, jurava de pés juntos que tinha tudo sobre controle e podia largar tudo assim que quisesse. Após uma convivência tão próxima com as drogas, o guitarrista abriu um centro de reabilitação em Antigua no ano de 1998, colocando um fim a sua vida de excessos.

http://www.youtube.com/watch?v=Q3L4spg8vyo


Cigarettes and Alcohol Na década de 1990 as brigas e exageros dos irmãos Gallagher se tornaram quase tão famosos quanto suas músicas, certa vez Noel chegou a dizer que se dessem medalhas pelo uso de drogas, a banda Oasis teria ganhado dezenas delas. Nesse single de seu primeiro álbum, Liam canta sobre álcool, cigarros e drogas sendo usados contra uma rotina banal e monótona, além do desencanto com a vida da classe trabalhadora inglesa. Com referências diretas a cocaína no refrão, “you might as well do the white line” (você pode usar a linha branca) a música é considerada uma declaração social brutal e realista, além de ter um riff espetacular.


Sister Morphine Composição de Keith Richards, Mick Jagger e Marianne Faithfull, namorada de Jagger na época, a música fala sobre um homem no leito de sua morte após um acidente de carro clamando por sua irmã morfina para aliviar a dor, ou até pela prima cocaína, para acalmar sua mente. Família tranquila. A dor descrita na música veio para Marianne Faithfull no fim de 1969, algum tempo após a morte do guitarrista Brian Jones ela tentou suicídio e ficou internada em um hospital de Sydney. Uma favorita entre os fãs de Stones, é também muito lembrada por seu clima pesado.


Feel Good Hit of the Summer Caso alguma droga tenha sido esquecida, nosso amigo Josh Homme traz o resto pra ninguém ficar de fora. A música que grita nicotina, valium, vicodin (dois poderosos calmantes), maconha, ecstasy, álcool e cocaína repetidamente, foi concebida por Homme após o réveillon de 1999 para 2000, em uma festa que durou três dias. O vocalista Rob Halford, que gravava seu álbum no estúdio ao lado, também cantou na faixa, e ao ver a letra riu, e disse: “Ah sim, um coquetel Rock and Roll”. Feel Good já rendeu várias situações inusitadas e controversas, como a rede Wal-Mart retirando o álbum Rated R de suas prateleiras em toda a América do Norte, fez a banda ser expulsa de sua apresentação em uma clínica de reabilitação dois minutos após seu início enquanto os internos saiam do controle.

http://www.youtube.com/watch?v=9niXinrsheE


Sobre a Strip Me O rock e suas peripécias são elementos de inspiração diária para a Strip Me, que cria as camisetas de bandas, camisetas de rock e camisetas de artistas mais descoladas da internet. Se você ainda não conhece, dá um pulo em nossa loja virtual, a www.stripme.com.br e faça a festa, com um espírito verdadeiramente rock’n’roll.

John Lennon facts: estranhas curiosidades sobre o beatle

John Lennon facts: estranhas curiosidades sobre o beatle

John Lennon é fascinante. Compositor, músico, escritor e até ator, o cara era simplesmente multitask e mandava bem em tudo que fazia. Mas, mais do que um puta artista, Lennon também foi uma pessoa fascinante. Por isso mesmo, selecionamos algumas curiosidades sobre o líder dos Beatles sob a ótica do dia a dia. Dá uma olhada:

1. Pode acreditar, o rebelde e iconoclasta John Lennon começou sua carreira musical no coro da igreja St. Peter.

2. Mas pera, esquece essa imagem de anjinho: ele também foi expulso da escola por mau comportamento com apenas 5 anos de idade 😉

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3. Lennon tinha uma veiazinha hipster e era apaixonado por gatos, teve 17 bichanos ao longo da vida. Quando era pequeno, tinha um gatinho chamado Elvis, uma homenagem de sua mãe Julia ao rei Elvis Presley.

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4. Essa é chocante: John odiava sua própria voz. Pois é, um dos maiores vocalistas da história do rock sempre pedia para o engenheiro de som abafar o track de sua voz na gravação. Uou.

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  1. John era um devoto jogador de “Monopoly” durante seus dias de Beatles. Jogava em qualquer tempo livre durante as turnês, fosse no avião ou no quarto do hotel.

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  1. Em 23 de agosto de 1974, Lennon saiu completamente nu na varanda de seu apartamento na rua 53 em Manhattan e jura ter visto um OVNI. Oi? Dorgas?
  1. Um amigo certa vez perguntou a John qual era a melhor letra que ele já havia escrito. A resposta foi “essa é fácil: All you need is love”.

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  1. John foi o único Beatle a não se tornar um vegetariano em tempo integral. George Harrison foi o primeiro vegetariano; seguido por Paul. Ringo também se tornou vegetariano, não tanto por razões espirituais, mas por problemas de saúde. John tinha brincado com o vegetarianismo nos anos sessenta, mas não resistia a um bom bifinho. Taí, o único Beatle que daria pra levar pro churras.

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  1. Lennon apreciava caixões (how bizarre!). De vez em quando tirava algumas sonecas em um caixão velho que um amigo tinha em uma cafeteria.

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  1. John nunca ficou totalmente satisfeito com os discos dos Beatles. Um dia, jantando com seu ex-produtor, George Martin, confessou que gostaria de regravar TODAS as músicas dos Beatles. Martin, completamente bege e estupefato, perguntou: “até Strawberry Fields?”. John respondeu: “especialmente Strawberry Fields”. Escuta e fala pra gente se vc concorda com John…


 


Sobre a Strip Me

Se você também é fascinado pelo líder dos Beatles tem que dar uma olhada na Camiseta Abbey Road Strip Me. Mais que uma homenagem, a t-shirt é puro estilo, não é não? Além dessa, na loja virtual você também encontra muitas outras camisetas de rock, camisetas de filmes, e acessórios bacanudos para compor o look rock’n’roll. Corre lá: www.stripme.com.br

De Pink Floyd a The Strokes: 6 capas icônicas

De Pink Floyd a The Strokes: 6 capas icônicas

Em 2014 a venda de discos de vinil ultrapassou a marca de 9 milhões de unidades, maior número desde 1991, e um dos maiores motivos para a revitalização do bom e velho bolachão é a experiência que o mesmo proporciona aos aficionados musicais, a possibilidade de ouvir as canções, tocar o disco e de apreciar com detalhes as artes estampadas em suas capas, torna o ato de ouvir seu álbum algo muito mais prazeroso. Para comemorar o renascimento desse ótimo costume escolhemos 6 designs icônicos, que passam o recado do álbum antes mesmo da primeira nota ser reproduzida e adicionam ainda mais complexidade e beleza a obras tão importantes para a cultura pop.

The Dark Side of the Moon

A capa mais icônica do rock foi imaginada por Storm Thorgerson, que utilizou um prisma para fazer alusão à iluminação de palco usada pelo Pink Floyd no início da década de 1970. Além de remeter às performances da banda, o design estava de acordo com o único pedido da banda, algo simples e ousado, como a temática das letras do álbum. Um clássico instantâneo, assim como suas canções.

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Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band

A ousadia de Sgt. Pepper’s começa em sua capa. A arte conta com dezenas de personalidades selecionadas pelos Beatles, entre artistas, líderes religiosos e esportistas estão: Bob Dylan, Marlon Brando, Marilyn Monroe, Edgar Allan Poe, Karl Marx, William Burroughs e Albert Einstein, além dos próprios Beatles, ao lado da imaginária Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Com os anos, dezenas de interpretações sobre a efervescência cultural que o álbum traz em suas canções foram relacionados com elementos da capa, aumentando a genialidade e sapiência da obra como um todo.

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The Velvet Underground & Nico

Em meados da década de 1960 a banda Velvet Underground, liderada por Lou Reed, caiu nas graças do lendário artista visual Andy Warhol devido a suas performances experimentais e temáticas polêmicas. Em 1966, Warhol sugeriu a parceria com a cantora alemã Nico e bancou o estúdio de gravação para que a colaboração fosse registrada em um álbum. O fato de The Velvet Underground & Nico se tornar um álbum fundamental para o Rock ajudou, mas o design concebido por Warhol estava destinado ao status de icônico, independente da música que o acompanhasse.

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London Calling

Instrumentos destruídos não era uma visão comum nos shows do Clash, porém, durante uma apresentação no Palladium de Nova Iorque, em que os seguranças não deixavam os espectadores levantarem de suas cadeiras, o baixista Paul Simonon demonstrou sua frustração com a situação arremessando seu instrumento contra o palco. Para a capa do álbum, além da foto que captura o espírito do rock and roll, um momento de perda total de controle, o nome foi estilizado com fontes fazendo alusão ao disco de estreia de Elvis Presley, finalizando a representação visual mais expressiva do estilo.

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Unknown Pleasures

O designer Peter Saville traduziu para imagem um sinal de rádio emitido pela Universidade de Cambridge, linhas brancas sobre um fundo preto, fazendo uma capa que não tinha nem o nome do álbum nem o nome da banda. Desde seu lançamento em 1979, a imagem já foi reproduzida milhares de vezes de todas as maneiras possíveis, transcendendo o nicho musical, sem nunca perder seu impacto. Intrigante, simplista e hipnotizante, tão revolucionário quanto a proposta musical do pós-punk do Joy Division.

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Is This It

Tão despretensioso quanto o som da banda, a foto de Colin Lane nasceu em seu apartamento, ao ver sua namorada saindo nua do banho, ele decidiu fotografá-la com uma luva que estava jogada pelo lugar. O resultado veio após poucos registros, assim, sem muito conceito além de tentar parecer sexy. A foto, tão simples, cool e empolgante quanto a banda, caiu como uma luva (com o perdão do trocadilho).

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A Strip Me

A Strip Me desenvolve camisetas de rock, camisetas de filmes, camisetas de seriados, além de acessórios cheios de estilo. Dá uma olhada lá no site pra conhecer as t-shirts mais descoladas da cultura pop 😉

Kurt Cobain: a última estrela do rock?

Kurt Cobain: a última estrela do rock?

De “último rockstar” a “porta-voz de uma geração”, muitas são as alcunhas dadas a Kurt Cobain, e mesmo 20 anos após sua morte, o eterno líder do Nirvana continua sendo uma das figuras mais influentes e emblemáticas da cultura pop, tornando-se símbolo eterno para a rebeldia juvenil e para a contestação de paradigmas e valores sociais.

Entre relações pessoais complicadas, escândalos midiáticos e enorme interesse público (tudo isso sempre acompanhado por música de extrema sensibilidade e qualidade) formou-se o mito Cobain, que iremos dissecar em 10 episódios notórios, seja musical ou cultural.

Infância conturbada

Quando nos lembramos de Kurt Cobain, a primeira imagem que vem à mente é a de uma pessoa quieta, traço que, segundo familiares, foi adquirido após o divórcio de seus pais. Kurt chegou a relatar o impacto que isso teve em sua vida, dizendo que “se sentia envergonhado” com o fato. O divórcio fez com que Kurt passasse a morar com amigos e parentes durante muitos períodos, inclusive com avós, e em especial com suas tias, que estimularam seu lado artístico e apresentaram ao jovem Kurt a primeira banda pela qual ele se apaixonou: The Beatles.


Primeiros contatos com a cena musical

Enquanto estava no colegial, Cobain viu um show da banda punk Melvins, e após criar uma relação com os integrantes da banda, passou a frequentar seus ensaios e conhecer pessoas ligadas à cena de Washington, inclusive Krist Novoselic. Na mesma época, após ter largado a escola, Kurt foi expulso de casa por sua mãe e passou a morar na casa de amigos e, segundo reza a lenda, embaixo de uma ponte no rio Whishkah, fato que inspirou a música “Something in the Way”.


Nirvana

Em 1986, Cobain começou a escrever as primeiras músicas do Nirvana e logo começou a ensaiar as mesmas com Novoselic. Após alguns meses ensaiando no segundo andar do salão de beleza da mãe de Krist, a dupla recrutou um baterista e começou a se apresentar na região de Aberdeen. A música “About a Girl” foi composta nessa época e descreve a relação de Kurt com sua namorada da época, que reclamava das madrugadas em que ele ficava escrevendo músicas se negando a arrumar um emprego.


Bleach

O primeiro álbum da banda foi lançado em 1989 pela Sub Pop Records, importante gravadora da cena independente. Para se encaixar nos gostos da cena Grunge da época, Cobain escondeu suas canções artísticas de pegada mais pop e deixou seu outro lado aparecer no álbum, com músicas pesadas e letras negativas, feitas na noite anterior as gravações, enquanto ele estava “p— da vida”.


Contrato com grandes gravadoras

Após o lançamento de Bleach, Kurt ficou descontente com a falta de habilidade da Sub Pop em atrair atenção da mídia e público para seu álbum, e foi atrás das grandes gravadoras. Depois de muita insistência de Kim Gordon, do Sonic Youth, a banda entrou em acordo com a Geffen Records e foi para o Sound City Studios, em Los Angeles, para sessões de gravação. Durante dois meses, com Butch Vig na produção, a banda gravou várias ideias e entregou o álbum com atraso.


Sucesso mundial

A tiragem original para Nevermind, segundo disco do Nirvana, foi de apenas 250 mil cópias. Esse fato, por si só, revela a baixa expectativa da gravadora na banda, prevendo, no máximo, um sucesso tímido de vendas. Mas, enquanto a banda excursionava por pequenas casas de show na Europa, o clipe de “Smells Like Teen Spirit” foi lançado na MTV e o resto se tornou história. A música era tocada exaustivamente ao redor do mundo, as vendas explodiram, a banda tirou Michael Jackson do primeiro lugar da Bilboard, Cobain se despontou como ícone de sua geração… Hoje, 23 anos após seu lançamento, Nevermind já vendeu mais de 70 milhões de cópias e é considerado um dos maiores álbuns de todos os tempos.


Courtney Love

Love e Cobain se conheceram em 1990 enquanto suas bandas, Hole e Nirvana, tocavam em um clube em Oregon. Após alguns meses de insistência, Courtney conseguiu se tornar próxima de Kurt com a ajuda de Dave Grohl. Vale dizer que ambos compartilhavam uma coisa em comum: um interesse obsessivo por drogas. O relacionamento mudou a vida de Cobain para sempre, e em 1992, após descobrir que Courtney estava grávida, os dois se casaram no Havaí. Kurt se casou de pijama azul porque estava “com preguiça de colocar um terno”.


VMA de 1992

No VMA de 1992, o Nirvana confirmou ao mundo que não era uma banda convencional só no som. Nos bastidores, os integrantes, sempre acompanhados de Courtney Love, brigaram com Axl Rose e com os executivos da MTV, que insistiam que a banda tocasse Smells Like Teen Spirit ou Lithium, enquanto eles queriam tocar Rape Me, inédita e completamente desconhecida para o grande público da época. Eles cederam e tocaram Lithium, mas antes fizeram toda a produção mijar nas calças ao tocar os primeiros acordes de Rape Me ao vivo, em rede nacional. No fim da apresentação, Krist Novoselic foi à nocaute ao arremessar seu baixo alguns metros no ar e deixar o mesmo cair em sua testa, enquanto Dave Grohl mandava saudações indecorosas para Axl Rose. Cobain também não perdeu a oportunidade e cuspiu no piano que Axl Rose usaria mais tarde para tocar November Rain, outro mega hit da época.


Passagem pelo Brasil

Para os fãs brasileiros, parte da mitologia da banda está ligada aos shows em janeiro de 1993 nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, durante o finado Hollywood Rock, que ainda contou com participação de outras bandas hypadas da época, como L7, Red Hot Chili Peppers e Alice in Chains. Durante o show de São Paulo, num Morumbi lotado por 110 mil pessoas, a banda fez um show caótico, definido por Novoselic como “um show de desconstrução da imagem”. Teve de tudo: cover de Duran Duran, Kurt Cobain rastejando no palco, os integrantes da banda trocando de instrumentos no fim do show etc. A noite acabou à paulistana, em uma balada na Augusta até as 11 horas da manhã seguinte, com João Gordo de motorista para Kurt, Courtney Love, Flea do Red Hot Chili Peppers e Patti Schemel do Hole. Já o show no Rio de Janeiro foi considerado, no fim das contas, um “bom show”. Teve transmissão ao vivo da Rede Globo, participação do baixista Flea, Kurt Cobain completamente sedado por remédios, destruição de instrumentos, Kurt Cobain mostrando o bilau para a câmera da Globo, dentre outras coisas…


Morte

Em 30 de março de 1994, Kurt fugiu de um hospital de Los Angeles, onde estava internado para cuidar de seu vício em heroína, e pegou um voo de volta para Seattle. Lá foi avistado por fãs em alguns bares da cidade, até sumir completamente no dia 03 de abril. Em 08 de abril seu corpo foi encontrado por um eletricista em sua casa, que também encontrou ao seu lado uma arma e uma carta, escrita por Cobain. Kurt se suicidou aos 27 anos. Oito meses após sua morte, foi lançado o MTV Unplugged in New York, registro acústico do Nirvana, considerado pelos fãs como um último “adeus” de Cobain.

http://www.youtube.com/watch?v=9pb8iLS18wo


 


E aqui vai nosso merchan!

Fãs que somos de Kurt Cobain, nós aqui da Strip Me fizemos uma homenagem lindona, a Camiseta Kurt da Coleção Smoking Summer, que você pode conferir em nossa loja virtual, a www.stripme.com.br. Corre lá, tem camisetas de bandas, camisetas de filmes, camisetas de cultura pop e acessórios, tudo exclusivo e super descolado 😉

John Lennon: 10 momentos de pura genialidade

John Lennon: 10 momentos de pura genialidade

Há 34 anos, em 08 de dezembro de 1980, o mundo recebia uma notícia chocante: John Lennon estava morto. Por todas as partes a notícia da morte de John era recebida com incredulidade e revolta pelos fãs. Como era possível um homem que defendia a paz e a união dos povos ser morto de uma maneira tão estúpida e covarde?

Pois bem, para além da morte, a verdade é que John já tinha se tornado uma espécie de imortal, uma vez que era ele o ex-líder dos Beatles, a maior banda de todos os tempos. E foi também na fase com os Beatles que John escreveu algumas das maiores músicas de todos os tempos. Assim, separamos abaixo 10 (mentira, foram 14) momentos de pura genialidade de John Lennon, dentro e fora dos Beatles. Confira!

• Instant Karma:


• I’m the Walrus:


• Lucy In The Sky With Diamonds:


• God:

http://www.youtube.com/watch?v=mSF5fxFDDyQ


• A Day in The Life:


• Mother:


• Strawberry Fields Forever:


• Across The Universe:


• Mind Games:


• Stand By me:

http://www.youtube.com/watch?v=4vSWHkxZgOI


Ok. Aqui temos 10 momentos geniais. Mas a verdade é que, quando se trata de John Lennon, escolher só 10 músicas é impossível. Então preparamos um bonus com mais alguns momentos sensacionais. 🙂

• In my life:


• Nowhere Man:


• Ticket to Ride:


• Imagine:


 

Sobre a Strip Me:

A Strip Me desenvolve camisetas com estampas originais e criativas, com modelagem e conceitos únicos. Na loja virtual, além de camisetas de rock, camisetas de filmes e camisetas de cultura pop, você também encontra acessórios modernos e exclusivos. Acesse: www.stripme.com.br

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