Arte, pop e revolução.

Arte, pop e revolução.

A Segunda Guerra Mundial foi o evento mais importante do século XX. Com a vitória dos Aliados, os Estados Unidos despontou como grande potência mundial, o capitalismo foi alavancado em todo o ocidente e teve início a Guerra Fria. Mas a gente não está aqui pra falar de guerra, ter aula de história nem nada assim, né? Só que não dá pra falar de Pop Art de outra maneira. Na década de 1950 o mundo era só alegria, cara! A economia ia bem, não tinha nenhum ditador maluco ameaçando a paz mundial e a televisão se popularizou.

“O que torna as casas de hoje tão diferentes, tão atraentes?” Richard Hamilton – 1956

Enquanto os teóricos da comunicação vaticinavam termos como Cultura de Massa e Indústria Cultural,  os artistas plásticos mais jovens percebiam que não fazia mais sentido toda aquela subjetividade do expressionismo abstrato se a sociedade só queria saber de consumir tudo que era de fácil assimilação, enlatado e divulgado com excelência pela emergente e moderna publicidade. Uma turma do Instituto de Arte Contemporânea de Londres auto-intitulado Independent Group deu o pontapé inicial, em 1952, ao elaborar obras de arte usando ícones da publicidade, cores fortes e traços simples. Nascia a Pop Art, pelas mãos de Eduardo Luigi Paolozzi, Nigel Henderson e Richard Hamilton.

“Interior II” Richard Hamilton – 1964

Mas foi no começo dos anos 1960, em New York, que o bicho pegou mesmo! Um tal Andy Warhol lapidou o conceito e as técnicas dos ingleses e concebeu obras geniais que, ao mesmo tempo, encantam e incomodam. Com cores vivas e repetições, Warhol mostrava celebridades vazias, como Marylin Monroe e Elvis Presley, e rótulos de produtos que representavam a impessoalidade da produção em série, como a Coca Cola e a sopa Campbell. E Warhol não vinha sozinho. A Pop Art norte americana também contava com artistas incríveis como Roy Lichtenstein , James Rosenquist, Tom Wesselmann e muitos outros.

“Red Disaster” Andy Warhol – 1963

Foi uma verdadeira revolução. É só procurar em volta que você vai se ligar que a Pop Art está bem viva por aí. Seja em cartazes feitos com serigrafia, os lambe-lambe, os grafites coloridos pelos muros das grandes cidades… e, claro, em algumas galeria de arte mundo afora. Sem falar que foi um movimento que extrapolou a arte gráfica e influenciou a moda, o cinema e a música, em especial o surgimento do punk nova-iorquino. Afinal, Lou Reed era parceirão do Andy Warhol, que fez a capa icônica do primeiro disco do Velvet Undergound. A turma da Factory, o estúdio de Warhol, frequentava o legendário bar CBGB’s onde se apresentaram pela primeira vez Television, Blondie, New York Dolls e os Ramones. Era uma turminha da pesada.

“Campbell’s Soup Cans” Andy Warhol – 1962
“In The Car” Roy Lichtenstein – 1963

E foi assim que a arte e o pop se uniram e foram felizes para sempre.

VAI FUNDO!

Para ouvir: Confere lá no Spotify a nossa playlist Pop Art On The Rocks – Top 10, com 10 canções que representam muito bem este moveimento artístico.

Para assistir: Uma Garota Irresistíve (título original: Factory Girl). Ótimo filme dirigido por George Hickenlooper, conta a trajetória de uma das musas de Warhol Edie Sedgwick.

Para ler: Com o título direto e reto Pop Art, o historiador Tilman Osterwold concebeu um livro excelente contando as minúcias deste movimento artístico tão importante, desde seu surgimento na Inglaterra, até suas mais recentes manifestações.

R.I.P. Morricone!

R.I.P. Morricone!

Faleceu hoje o maestro Ennio Morricone. Nascido em Roma em 10 de novembro de 1928, Morricone é responsável por alguns temas clássicos do cinema, além de ser um compositor de música popular de mão cheia. Seu primeiro grande êxito foi em 1966 com o tema do filme Três Homens em Conflito (The Good, the Bad and the Ugly), clássico de Sergio Leone estrelado por Clint Eastwood. Uma melodia inesquecível que transcendeu o cinema e foi parar até na abertura dos shows dos Ramones!

Claro que Ennio Morricone sempre foi referência no cinema. Sendo assim, nada mais justo que Quentin Tarantino fosse atrás dele para enriquecer suas obras. Acabou que no começo dos 2000 Morricone ressurgiu com força nos filmes do Tarantino e fazendo várias parcerias no mundo pop, incluindo uma dobradinha inusitada com o prolífico Mike Patton num show em Santiago, no Chile.

Para homenagear este grande ícone do cinema e da cultura pop, fizemos uma playlist com o nosso Top 10 das composições de Morricone! Confere aí!

O que esperar de Star Wars 9?

O que esperar de Star Wars 9?

Se você for um fã, sabe que as conclusões das trilogias de Star Wars são sempre épicas. ALERTA DE SPOILERS! No “Retorno do Jedi”, por exemplo, tivemos a homérica vitória dos Rebeldes. No episódio “A Vingança dos Sith”, dá para conhecer as origens das disputas que tomaram conta dos cinemas. Então, o que esperar de Star Wars 9?

Esse é o último capítulo da trilogia atual, comandada pela jedi Rey. Como não poderia ser diferente, promete trazer um final memorável.

Já comece a preparar a pipoca no ritmo da Marcha Imperial e confira o que dá para aguardar do Star Wars 9!

A batalha épica entre Kylo Ren e Rey será um ponto alto

No último episódio, pudemos ver que Kylo Ren e Rey estão em uma verdadeira disputa de forças (com trocadilho intencional, é claro). Enquanto um está do lado negro, a jedi tenta manter o equilíbrio com habilidades positivas.

Em Star Wars 9, dá para aguardar uma batalha sem precedentes. Kylo, como líder da Primeira Ordem, tem jedis renegados à sua disposição. Rey, por outro lado, poderá ter desenvolvido suas capacidades jedi. Mal dá para esperar o que vai acontecer!

O resgate de Ben Solo em Star Wars 9

Por mais atrocidades que tenha cometido, Kylo Ren não deixa de ser, afinal, Ben Solo. Mesmo depois de ter feito o que fez com o próprio pai, há a expectativa que haja salvação para ele. A ideia, é claro, é que Rey possa ajudá-lo a se salvar, ainda que isso custe caro.

Outra teoria que vai ser testada é a que diz que Kylo Ren, na verdade, está “infiltrado” no lado negro da força. Será que podemos esperar reviravoltas surpreendentes nessa conclusão?

A Princesa Leia não vai ficar de fora

Irmã do célebre Luke Skywalker, a Princesa Leia sempre teve um papel importante na série de filmes. O problema é que a atriz Carrie Fisher, que interpretava a personagem, faleceu no final de 2016. Isso causou muita apreensão nos fãs — afinal, o que aconteceria com a personagem?

A boa notícia é que a general estará presente graças a um recurso da produção. Cenas do elenco gravadas para os outros dois filmes e que não foram aproveitadas aparecerão nessa produção. Então, a irmã Skywalker não ficará de fora das telonas.

O passado e o futuro estarão juntos

Mais que uma conclusão épica, o filme promete trazer uma ligação entre presente, passado e futuro. O título, por exemplo, já dá alguns indícios: foi anunciado que Star Wars 9 se chamará “A Ascensão Skywalker”.

A Ordem dos Jedi estará mais viva que nunca para combater o mal. Ao mesmo tempo, essa será a despedida de Mark Hamill, que interpreta Luke Skywalker. Após o que aconteceu com Luke no último lançamento, é natural que a finalização também ajude a encerrar essa importante participação.

Como é típico do trabalho de J.J. Abrams, detalhes sobre Star Wars 9 ainda estão guardados a 7 chaves. O que podemos ter certeza é que em uma galáxia muito, muito distante, uma conclusão épica está prestes a acontecer. Que a Força esteja com você!

Para ir com estilo para o cinema e em qualquer lugar, curta nossa página no Facebook e tenha dicas de moda e entretenimento!

Van Gogh: 6 curiosidades

Van Gogh: 6 curiosidades

Simplesmente um dos pintores mais influentes do século 19, o holandês Vincent Willem Van Gogh morreu em 29 de julho de 1890, com apenas 37 anos de idade, dois dias depois de dar um tiro no próprio peito. A vida toda de Van Gogh foi marcada pela luta contra vários distúrbios mentais que psiquiatras modernos tentam até hoje diagnosticar com base nas mais de 800 cartas que o pintor enviou para amigos e familiares.

Marwan Medhat, projeto “Live Art Project”

Seis curiosidades sobre a vida e obra do Pintor

Van Gogh começou a pintar com 27 anos

Só que, quando começou, não parou nunca mais. Produziu nada menos que 900 obras em menos de 10 anos. Antes da carreira de pintor, tentou a sorte como vendedor de arte, professor e até mesmo como pastor.

Self portrait with Felt Hat, Van Gogh, 1887

Van Gogh vendeu apenas um quadro em vida

Sete meses antes de sua morte, Van Gogh teve um quadro vendido por 400 francos na Bélgica: o The Red Vineyard, ou Vinhedo Vermelho. Um século depois seu quadro mais caro foi vendido por 148,6 milhões de dólares.

The Red Vineyard

Van Gogh morou com uma prostituta

O artista era um cara de muitos amores, em sua maioria, seus affairs eram prostitutas. Sien foi sua favorita, com quem morou e até ajudou nas tarefas domésticas, como cuidar de seu bebê. Ela aparece em vários retratos feitos por Van Gogh.

Van Gogh pintou Noite Estrelada em um manicômio

Um de seus quadros mais conhecidos, Noite Estrelada, foi pintado em um manicômio de Saint-Remy-de-Provence, na França, lá em 1888. Van Gogh se internou voluntariamente após ter cortado a própria orelha.

Van Gogh tem uma história tão sensacional que virou filme

Com Amor, Van Gogh(sim, tá na Netflix), que foi lançado em 2017 e indicado ao Oscar de melhor animação, conta os últimos anos da vida de Van Gogh. É o primeiro filme inteiro em animação com pinturas. Para isso, 125 artistas estudaram a técnica de Van Gogh e criaram mais de 65 mil frames de pintura a óleo para dar vida aos seus quadros.

Claro que a STM faria sua homenagem: T-shirt Van Gogh – STM. Curtiu? Cola na loja online e garante a sua! 😉

Camiseta Van Gogh - STM
Camiseta Van Gogh – STM

Curiosidades de Bohemian Rhapsody, o filme sobre o Queen

Curiosidades de Bohemian Rhapsody, o filme sobre o Queen

O longa que promete contar, como nunca antes contada, a história de Freddie Mercury e seu lendário Queen tem data marcada para estrear no Brasil: 27 de Dezembro de 2018. Ansiosos? Esta loja de camisetas que vos fala está. E muito!

Focado no período desde a formação da banda até seis anos antes da morte de Freddie (1991), o filme conta com ninguém menos que Rami Malek (da série Mr. Robot) como protagonista.

Sacha Baron Cohen, sim, o comediante britânico, havia sido escalado originalmente para o papel. Mas depois de muitas críticas de fãs do Queen, e e dos ex-membros da banda, o ator abandonou a produção.

A dança das cadeiras que rolou na produção do filme não para por aí! Peter Morgan escreveu o roteiro original de Bohemian Rhapsody. Com a demora na produção do filme, o roteiro foi passado para Anthony McCarten. Já a direção do filme começou com Bryan Singer, que foi demitido a apenas duas semanas do fim das filmagens. No seu lugar entrou o diretor Dexter Fletcher.

Bohemian Rhapsody narra a história ao redor dos primeiros anos do Queen na década de 70. Começa com o encontro entre Freddie Mercury, o guitarrista Brian May, interpretado por Gwilym Lee, o baterista Roger Taylor – papel de Ben Hardy, e o baixista John Deacon, interpretado por Joseph Mazzello.  E termina com o apoteótico show da banda Live Aid em 1985, uma das maiores e mais sensacionais apresentações da história do rock.

Como a própria divulgação do filme já adianta: “a única coisa mais extraordinária que sua música, é sua história”. Pois é, Freddie Mercury realmente desafiou estereótipos, quebrou todas as convenções e se tornou um dos artistas mais amados do planeta.

A missão do filme é mostrar o sucesso meteórico do Queen, suas canções icônicas e o som maravilhoso e revolucionário da banda. Que tarefa f**da, né? E pra dar aquele gostinho extra, vai aí o segundo trailer do filme que vai falar sobre a banda que até hoje inspira desajustados, sonhadores e amantes da música. 

Oh mama mia, mama mia, mama mia let me gooooooo!

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Camiseta Queen Freddie STM, nossa homenagem exclusiva 😉
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Sincronia entre Pink Floyd e Mágico de Oz em versão otimizada

Sincronia entre Pink Floyd e Mágico de Oz em versão otimizada

Se você, como a gente, chegou na internet quando isso aqui ainda era só mato, sem dúvida já ouviu falar do efeito “The Dark Side of the Rainbow”. Para os recém-chegados: esse foi o nome dado pra curiosa sincronia entre o The Dark Side of the Moon (1973), mais famoso álbum do Pink Floyd, com o clássico do cinema O Mágico de Oz (1939).

Pois é, o assunto foi já foi supra comentado, já virou camiseta de rock, já gerou inúmeras teorias mirabolantes e muitas vezes conspiratórias, além de ter virado até tema de evento no MIS – Museu da Imagem e do Som (São Paulo) que contratou banda e tudo pra executar as músicas ao vivo enquanto o filme era exibido em um telão. Sensacional, diga-se de passagem.

Tudo indica que foi em meados da década de 90 que algum maluco descobriu que The Dark Side of the Moon é a trilha quase perfeita para o filme. É realmente espantoso: os cortes e viradas das músicas dão todo sentido para as cenas. Momentos de tensão ou calmaria casam com a melodia e letra das músicas. Até as ações de personagens são marcadas em cada canção.  Por exemplo, quando a protagonista Dorothy balança em um muro entra o verso de “Breathe” com a letra “balançando na maior onda”. Em outro momento Dorothy encosta o ouvido no peito do personagem Homem de Lata enquanto ouvimos a batida de coração de “Brain Damage”.  Ainda na mesma música, quando a letra diz “o lunático está na grama”, vemos o personagem Espantalho dando uma surtada.

Quer fazer a sincronia em casa? Dá! Aperte o play no álbum no momento que o leão da MGM solta seu terceiro rugido. Pronto, você vai presenciar um dos mistérios mais legais do mundo do entretenimento. Mistério porque os caras do Pink Floyd negam sumariamente que o efeito seja proposital.

Existem inúmeras versões do efeito na internet, e quem já assistiu alguma delas pode reparar algumas falhas de sincronia. Mas, como a internet está cheia de boas almas, uma delas resolveu esse problema e corrigiu todas as falhas de sincronia. O anjo foi o usuário do YouTube “dumwyteguy” que postou neste ano a versão otimizada de  Dark Side of the Rainbow. Dá o play aí embaixo 😉

3 dicas para escolher o presente para o Dia dos Pais e acertar em cheio!

3 dicas para escolher o presente para o Dia dos Pais e acertar em cheio!

Quer Acertar no presente para o Dia dos Pais?

VAI DE STM!

Acertar em cheio no presente pode não ser uma tarefa simples… Mas se você está lendo essas dicas preparadas com muito carinho pela STM para os pais mais descolados da galáxia, quer dizer que o presenteado tem muito estilo, o que já é meio caminho andado! Uma camiseta estilosa STM é mais que um presente: é um jeito de mostrar que você conhece o presenteado e sabe que ele curte cuidar do visual e produtos de qualidade.

Caimento tem que ser perfeito!

Na loja de camisetas STM tem o caimento certo para cada estilo. Navegando pelo site você vai encontrar:

Então, se o pai que você vai dar uma STM de presente é mais clássico e não abre mão de uma camiseta que veste bem, uma peça com corte reto e gola tradicional é o ideal. Já para o pai mais moderninho, que curte um visual mais ousado, as peças STM com gola alongada ou no corte a fio vão fazer sucesso!

descubra os gostos dele!

Conhecer o quem vai ganhar o presente é super importante na hora de escolher o estilo da camiseta masculina. A STM, por exemplo, tem camisetas com estampa ou sem. Camiseta com bolso ou sem, camiseta recortes, camisetas básicas etc. Pra você chegar mais rápido em cada estilo, separamos os links diretos aqui embaixo:

capriche no tema do presente

Nada mais especial do que um presente com a nossa cara, né? Pensando nisso, essa última dica parece básica mas é bem importante. Não adianta dar um presente que você curte e o presenteado nem tanto.

Então, se na hora comprar o presente para o Dia dos Pais você escolheu camiseta com estampa, escolha com carinho! O presente ideal também é uma chance de mostrar que você admira ou compartilha os mesmos gostos dele. Seja camiseta de filme ou uma camiseta de rock, uma camiseta florida, de cartoon, tattoo: essa é a hora de mostrar que você conhece o papai como ninguém.

E aí, já escolheu o presente perfeito para o dia dos Pais? Tem alguma dica matadora pra compartilhar com a gente? Deixa aqui nos comentários!

Nova Coleção Streets STM

Nova Coleção Streets STM

Está no ar a nova Coleção STM: Streets. Com modelagens e estampas exclusivas, a coleção tem inspiração na cultura urbana e traz elementos super cool para compor os looks mais descolados.

Tattoo, música, cinema e arte estamparam as 10 camisetas masculinas da coleção. As peças já estão disponíveis na loja online, onde você também encontra diversas outras coleções com descontos e um OUTLET com preço único de R$ 49,90 em uma seleção de últimas peças. Corre lá: www.stripme.com.br 😉

30 fatos geekys sobre Dave Grohl e o Foo Fighters

30 fatos geekys sobre Dave Grohl e o Foo Fighters

Curte Foo Fighters? É fã do #caramaislegaldorock, Dave Grohl? Então esse post é pra você. Sem mais delongas, 30 facts sobre o músico e a banda. Vem!

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Grammy = peso de porta

“Durante muito tempo eu usei um Grammy para segurar a porta do meu quarto que nunca parava aberta. Agora eles estão numa prateleira.”

Aflições

Dave tem pavor de pornô japonês. “Pornô japonês é assustador, ninguém parece estar desfrutando do que está fazendo”, disse ele. “Eles fazem com que aquilo pareça um crime, e eu não curto muito isso.” (The Observer, 2007)

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Não, ele não escuta Nirvana

Grohl diz que ainda não consegue ouvir as músicas do Nirvana. “Lembro-me imediatamente como foi o dia em que gravamos. A comida ou a porra da tempestade de neve. É como abrir uma caixa de fotos antigas e eu não gosto de fazer isso com muita frequência.”

Homesick

Em 2000, Dave declarou para a revista NME que a música “I Ain’t The One” do Lynyrd Skynyrd o faz sentir saudades de casa. “Essa era a única música que eu rebobinava pra ouvir quando tinha que ir ao supermercado.”


Homenageando a família

Sua filha, Violet Maye, ganhou esse nome em homenagem a sua avó, enquanto o nome de sua segunda filha, Harper Willow, homenageia seu tio-avô.

Ligado no 220V

“Eu sou como uma criança hiperativa. É difícil ir dormir à noite, eu acordo depois de cinco horas porque sinto que estou perdendo tempo. Fico sentado durante a noite pensando sobre o que eu posso fazer em seguida. Próximo!” (SPIN, Junho de 2005).

Nepotismo

A ex-esposa de Dave Grohl, Jennifer Youngblood, clicou as fotos do álbum do Nirvana “Unplugged In New York”, assim como as fotos do álbum de estreia do Foo Fighters.

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Viagem de ácido

Dave Grohl já alucinou com pequenos dinossauros. “Uma vez eu tomei um par de ácidos numa viagem de barco da Inglaterra para a Bélgica, e acabei correndo em círculos por três horas, tendo alucinações que pequenos dinossauros estavam mastigando os tornozelos de todos. Isso foi bizarro. E a bad trip durou 12 horas.”

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In his honor…

Em 2009, Dave Grohl foi homenageado com uma chave de sua cidade natal – Warren, Ohio. Além disso uma rua ganhou o nome de ‘Dave Grohl Alley’, com diversos murais pintados por artistas locais.

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Lei seca

No ano 2000 Dave foi multado na Austrália por dirigir bêbado uma scooter de aluguel.

Cultura inútil, ou não

Rashida Jones do seriado The Office estrelou no clipe de “Long Road to Ruin” do Foo Fighters.

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Baixa gastronomia

Dave é fissurado pela cozinha londrina, mas esqueça a sofisticação: seu prato preferido é o famoso Bangers and Beans (salsichas e feijão). “Eu juro por Deus que é a minha refeição favorita no mundo. Eu poderia comê-la sete vezes por dia para o resto da minha vida. Eu não estou brincando – todo o resto é merda.” (NME, 1997)

Bang!

A arma favorita de Dave é uma calibre 12, que ele chama de “um polivalente”. (Kerrang!, 2002)

Abraça árvore

Grohl já foi embaixador de uma campanha em favor do meio ambiente chamada Global Cool, que também contou com outras Cool Personalidades como Sienna Miller, Heather Graham, Josh Hartnett, Brandon Flowers e Johnny Borrell.

Jagged little pill

Antes de entrar no Foo Fighters, o baterista Taylor Hawkins era baterista de Alanis Morissette. Tá, essa você já sabia.


ha ha ha

Dave é um fanfarrão. Prova disso é sua piada de baterista favorita:

“How can you tell a drummer’s at the door?

He doesn’t know when to come in.”

Traduzindo mal e porcamente: “Quando você sabe que um baterista está na sua porta? Ele não sabe a hora que tem que entrar.”

Fãs estranhos

“Outro dia alguém jogou no palco um sutiã amarrado a uma bola de tênis. Eu fiquei ali, tocando violão, pensando em como isso devia ter sido totalmente premeditado.”(Melody Maker, 2000)

Freela

No final dos anos 80, Dave trabalhou na Tower Records em Washington DC, uma loja de discos que ele diz ter sido seu pior trabalho da sua vida.

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Politizado

Quando o presidente dos EUA, George W. Bush usou “Times Like This” em seus comícios em 2004, Grohl anunciou publicamente seu apoio à oposição.

Come a little bit closer baby

Dave cultiva um amor secreto pelas Spice Girls. “Two Become One, das Spice Girls. Eu não conseguia tirar essa música da cabeça. Não é uma música dance, é essa jam-lenta-balada-pop merda. Senhor, eu simplesmente amo isso e não não sei o que fazer. Você acha que eu preciso de um psiquiatra? “(Kerrang !, 2006)


Sonhando alto

Na infância seu sonho era ser piloto de helicóptero.

Modéstia

Ele ainda se surpreende com o sucesso do Foo Fighters. “O Foo Fighters começou com uma fita demo que eu fiz no final da rua de casa. Eu nem sequer esperava que virasse uma banda – era apenas um pouco de diversão.” Nesse álbum Dave além de compor todas as músicas, tocou todos os instrumentos. E cantou. E fez backing vocal.

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Cada um no seu quadrado

A banda adora gravar em seu próprio estúdio. “Alivia a pressão, porque uma das grandes vantagens de ter seu próprio estúdio é que não há nenhum relógio na parede…” (Classic Rock, 2005)

Ostentação

“Eu estou podre de rico. Para um caipira perdedor da Virginia, eu estou podre de rico! Vamos dizer que posso muito bem comprar o que quiser.” (Melody Maker, 2000)

Dave Gourmet

O cara é um conhecedor de aspargos. Sim, aspargos. “Você sabe que o aspargo está pronto quando ele parece um pênis flácido.” (Pop Smear, 1999)

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Capetinha

Dave participou do filme Tenacious D, a palheta do Destino e no clipe “Beelzeboss” da banda Tenacious D, formada por Jack Black e Kyle Gass, fazendo o papel do demônio no filme, além de participar como baterista de todo o álbum The Pick of Destiny.


Falando em parceria…

Taí um cara que não para e literalmente já tocou com todo mundo. Em seus projetos extras, podemos citar o Songs for the Deaf do Queens of the Stone Age tocando bateria e fazendo alguns shows; o  Probot, projeto que reuniu grandes nomes do metal, e ídolos de Dave Grohl, como o Lemmy do Motörhead e Max Cavalera (Sepultura, Soulfly), o With Teeth do do Nine Inch Nails etc. etc. etc.


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I-nes-pe-ra-do

Dave já declarou no Daily Star que o álbum Wasting Life foi inspirado nas bandas Abba e The Bee Gees.


FRESH POTS!

Dave é viciado em café, o que proporcionou isso ao mundo:


Break a leg!

Depois de seu recente acidente, em que Dave quebrou o pé no palco durante um show na Suécia e voltou para tocar engessado, algumas performances hilárias têm acontecido. O cara já levou a mãe e o ortopedista pro palco, fez um trono a lá Game of Thrones cheio de luzes e guitarras pra tocar sentado, entre outras.

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O líder do Foo Fighters também está mais, digamos, “sentimental” depois do ocorrido. Revelou em uma entrevista à Q Magzine que chorou ao ver a homenagem que a ruiva Florence Welch, do Florence + The Machine, fez pra ele no Glastonbury que rolou no fim de junho. A banda substituiu os Foos como atração principal da noite e tocou uma versão intimista de “Times Like These”.  “Um dia depois do show, alguém me mandou um link da performance e eu chorei como um bebê. Meu coração derreteu e eu serei sempre grato. Muito mesmo, você não faz ideia.”, disse Dave.

http://www.youtube.com/watch?v=UF5A1dJ9UN0

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SOBRE A STRIP ME

As camisetas de bandas da Strip Me são homenagens ao rock’n’roll de bom gosto e uma opção diferenciada para um público selecionado, que sabe o que quer. Os produtos tem pegada rock and roll: são camisetas de música, camisetas de cinema e camisetas de cultura pop e acessórios descolados. E o melhor, tudo isso tá na loja online que entrega pra todo Brasil: www.stripme.com.br

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Os 30 anos de Rocky IV – A propaganda da Guerra Fria

Os 30 anos de Rocky IV – A propaganda da Guerra Fria

– por José Rubens –

Em 1985, durante o governo Reagan e próximo ao final da tão temida Guerra Fria, Sylvester Stallone brindou a sociedade com o lançamento do quarto filme da saga Rocky. A trama agora era diferente de tudo o que já havia sido feito na saga: o sonho americano presente no primeiro, a retomada de um sonho presente no segundo e a ressurreição da garra (o olho de tigre) do terceiro. Agora, a trama era explosivamente política (literalmente, pois luvas de boxe explodem na abertura do filme), agora, Rocky não representa apenas um americano obstinado, ele representa a liberdade do oeste lutando contra as barbáries dogmáticas do leste. Rocky representa a América de Reagan contra a Rússia de Gorbatchev.

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O filme nada mais é do que uma das inúmeras tramas de ação dos anos 80 que tratavam de arrumar algum jeito de demonizar a Rússia, era a propaganda dos Estados Unidos de Reagan (Rambo II chegou ao ápice em combater o Vietnã e a Rússia no mesmo filme). Isso aconteceu porque, diferente de seu antecessor Jimmy Carter, Ronald Reagan resolveu retomar a treta contra a União Soviética (Jimmy Carter seria da turma do “deixa disso” e o Reagan seria da turma do “chuta a cara deles”). Com isso, veio a propaganda e com essa propaganda veio boom dos “bíceps contra o comunismo” de John Rambo, James Braddock etc.

http://www.youtube.com/watch?v=bwJJkeOTT6Y
Rocky IV tem como vilão dessa vez Ivan Drago, interpretado por Dolph Lundgren, que nesse filme adota a postura de um tropeço monossilábico que toma esteroide e tem sede de sangue (não que ele tenha feito coisas muito diferentes disso, mas eu gosto de me enganar que nos outros filmes ele muda um pouco). Drago vem da União Soviética para fazer uma luta de exibição nos Estados Unidos, que na verdade nada mais é do que a intenção velada de esfregar na decadente cara capitalista americana que a Rússia anda produzindo atletas de performance muito superior. Com isso, ele acaba lutando e matando o eterno adversário/amigo de Rocky Balboa: Apollo Creed (antes da luta, Creed faz uma alusão de como é importante vencer a guerra fria dizendo que “somos nós contra eles” e acaba recebendo, já moribundo, um gelado “se morrer, morreu” de Drago).

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A morte de Apollo faz Rocky buscar vingança e ele então aceita lutar contra Drago em plena União Soviética, com todas as adversidades possíveis, incluindo neve, treino precário, vigilância de agentes soviéticos e a tecnologia anabolizada de Drago (como se Rocky não ciclasse uma Durateston de vez em sempre). Mesmo com isso, Rocky acaba se preparando bem e diante de uma torcida russa hostil, vence a máquina loira e faz com que os russos acabem exaltando o nome do Garanhão Italiano (e ainda por cima a luta é no Natal, ou seja, uma metáfora melhor para associar Balboa a um salvador, só se Rocky representasse o time todo do Corinthians durante a final do Paulista de 77).

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Por conta dessas particularidades políticas, Rocky IV é considerado por muitos um filme horrível e um simples veículo de propaganda Reaganista (eu já acho bom para caralho, é um dos meus filmes preferidos na vida e acho que quem não consegue tirar algo de positivo nas nuances desse filme é daqueles que compartilha texto político no Facebook, não faz ideia do que o texto diz e quando alguém discorda da publicação, se limita apenas a mandar um VAI ESTUDAR VAI).

Para o bem ou para o mal, Rocky IV é um ícone cultural, por conta das cenas memoráveis, de diálogos clássicos, de uma trilha sonora incrível e outros temperinhos capitalistas que enchem o coração do nerdzinho enrustido que usa camiseta descolada de alegria (tipo eu). Até porque, concordando ou não com a ideia implícita (explícita na verdade, mas isso nunca vai ser dito oficialmente) no filme, o fato de conseguir abstrair os absurdos ou até mesmo detectar com um certo senso crítico, onde estão os pontos mais gritantes da propaganda apresentada na obra, é o que vale, pois se formos levar a ferro e fogo toda e qualquer propaganda presente em filmes, vamos ficar assistindo cinema europeu conceitual até morrer, e sinceramente, quem não tem problemas de insônia, não precisa disso.


Sobre a Strip Me

Cinema faz parte do universo da Strip Me que desenvolve camisetas de filmes, camisetas de cultura pop e camisetas de bandas exclusivas. Vem por aqui www.stripme.com.br e escolha as suas favoritas! 😉

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