Dr. Dave Frankenstein Grohl

Dr. Dave Frankenstein Grohl

Que o Foo Fighters é legal, bacana, bonito e uma banda notoriamente gente boa, todos sabemos. E que os caras são amigos de todo mundo, fazem jam com quem aparecer, ajudam em pedidos de casamento e ainda te dão um refil de cerveja caso a sua acabe durante o show (principalmente se o show for em algum país gringo e vc estiver na primeira fila); isso também todo mundo sabe.

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Mas é claro que toda essa mística criada em volta da banda vem acompanhada de música boa, que foi o que colocou eles ali pra começo de conversa.

Além das características típicas do “gente boa amigo da galera”, os cinco integrantes do Foo Fighters tem outra coisa em comum, todos tem no currículo pré-Foos uma outra banda notável. Do punk explosivo à banda de apoio da Alanis Morissette, a galera já passou por tudo, e nesse clima churrascão de confraternização de bandas no fim do ano, Dave Grohl (que também já havia experimentado sucesso mundial com um tal de Nirvana) foi recrutando um a um enquanto saíam de suas bandas anteriores, para adicionar uma nova faceta ao Foo Fighters toda vez.

 

Tal qual um doutor Frankenstein do rock, Dave Grohl foi juntando pedaços de outras bandas para poder fazer seu monstro do jeito que imaginava: com classic rock, modernices e peso na medida exata para shows em estádios lotados pelo mundo. O próprio Dave (ele é amigo de todo mundo, podemos chamá-lo pelo primeiro nome) já esteve em dúzias de bandas.

Entre todas, a de mais sucesso, com certeza, foi o Nirvana. Grohl se juntou a Kurt Cobain e Krist Novoselic em 1990 e, com sua imagem e personalidade tão barulhenta quanto sua bateria, foi vital para a revolução cultural que a banda provocou. Enquanto estava na banda, Dave Grohl se destacava por sua maneira explosiva de tocar bateria, mas também já mostrava seu lado compositor, como em Marigold, lado B de Heart-Shaped Box.

O fim trágico da banda em 1994, por pior que tenha sido, acabou abrindo caminho para seu lado compositor vir à tona.


 

  • Taylor Hawkins

Antes do Foo Fighters, Taylor Hawkins foi baterista da banda de apoio de Alanis Morissette no auge de seu sucesso. Apesar de não ter gravado o álbum Jagged Little Pill, Hawkins participou de toda a turnê de divulgação do mesmo e apareceu no clipe do mega hit You Oughta Know. Na parte europeia dessa turnê, Hawkins e Grohl se conheceram durante um festival e se tornaram amigos imediatamente. Em 1996, Morissette resolveu tirar férias e William Goldsmith saiu do Foo Fighters. Enquanto procurava bateristas, Dave Grohl ligou para Hawkins pedindo recomendações, quando ele, que não é bobo e se encontrava meio que desempregado, prontamente se ofereceu para assumir o posto que ocupa até hoje.


 

  • Pat Smear

Velho conhecido de Dave Grohl, Pat Smear foi o segundo guitarrista do Nirvana, de 1993 até a morte de Kurt Cobain, em 1994. Antes disso, Smear fundou, em 1977, a banda punk Germs, que teve uma ascensão meteórica na cena de Los Angeles. A atenção rendeu, e com pouco mais de um ano de banda os Germs gravaram o disco GI, produzido por Joan Jett. Tão rápido quanto veio, a banda foi. Em 1980 o vocalista Darby Crash se suicidou e banda chegou ao fim.

Acho que já ouvi essa história em algum lugar.

Em 2007 foi lançado um filme, chamado What We Do Is Secret, abordando a história dos Germs e de seu problemático vocalista.


 

  • Nate Mendel

Ao lado de Dave Grohl, Nate Mendel é o único integrante que está no Foo Fighters desde o começo. Com o primeiro disco gravado, Grohl foi atrás de músicos para formar uma banda que poderia tocar ao vivo aquele material.

Enquanto buscava recursos humanos, Dave Grohl foi assistir uma apresentação da banda Sunny Day Real Estate e ficou impressionado com a performance de Mendel e do baterista William Goldsmith, que entraram para o Foo Fighters pouco tempo depois. Goldsmith deixaria a banda em 1996, enquanto Mendel segue firme e forte até hoje no contra-baixo.

http://www.youtube.com/watch?v=SgU8Bqcfd-Y


 

  • Chris Shiflett

Outro integrante do Foo Fighters com o passado ligado ao punk rock, Chris Shiflett foi guitarrista da banda californiana No Use For a Name. Em 1999, um amigo de Shifflet anunciou que o Guns n’ Roses buscava novos integrantes, Chris disse que ao invés de um teste com Axl Rose queria um com o Foo Fighters, que logo após o lançamento de There is Nothing Left to Lose, buscava um novo guitarrista. Chris Shifflet já havia tocado com Dave Grohl no fim da década de 1980, sua banda, Rat Pack abriu para o Scream (banda de hardcore na qual Grohl era baterista). Após esse reencontro e um bom ensaio, o Foo Fighters tinha um novo guitarrista.


 


Sobre a Strip Me 

A Strip Me cria camisetas de rock, camisetas de cinema e camisetas de cultura pop exclusivas e cheias de estilo. E é claro que um cara tão legal não podia ficar de fora: a Camiseta Dave Grohl Smile é um dos sucessos da loja online, corre lá: www.stripme.com.br 😉

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Keith Richards: guia de estilo

Keith Richards: guia de estilo

Keith Richards é um cara cheio de estilo. Sempre foi. E é exatamente sobre isso que a gente fala hoje. Fizemos um guia de estilo que não tem a pretensão de guiar ninguém. A ideia é apenas relembrar momentos icônicos e quem sabe inspirar o look do seu fim de semana. #sejoga!

VIVA O CONCEITO MAIS É MAIS.

Véus, brilhos, fitas, penas, peles, paetês, plumas, lenços, echarpes, colares, chapéus, bandanas e, claro, camisa desabotoada no peito. Manda mais que tá pouco. O estilo de Keith prova que essa coisa de menos é mais é pra beginners.

“Mick é rock. Eu sou roll.”

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SAIBA QUE IDADE É APENAS UM NÚMERO.

Para Keith simplesmente não existe “sou muito velho pra usar isso”. Prova disso são os looks compostos por calça skinny / jaqueta desgastada com cara de brechó chic. O velho ditado “você é tão jovem como você se sente” aqui significa estilo de vida. Pausa dramática para o quote:

“Para mim, o principal para se viver neste planeta é saber quem você é de fato e ser verdadeiro sobre isso. Essa é a razão de eu ainda estar vivo… Vivi minha vida do meu jeito e estou aqui porque me dei ao trabalho de descobrir quem eu sou.”

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TENHA UMA PEÇA DE ASSINATURA.

Quando olhamos para uma foto de Keith Richards, além do cigarro, sempre veremos duas coisas em suas mãos: o bracelete de algemas e o anel de caveira. Essas peças estão sempre lá, tipo uma assinatura. Além de super estilosas, as algemas simbolizam que a liberdade deve ser valorizada e, o anel, que sob a pele somos todos iguais.

“O crânio — ele não tem nada a ver com bravatas e besteiras superficiais… A beleza é tão superficial quanto a pele. É assim que somos sob a carne, irmão. Tire o cabelo, arranque a pele, e você está diante de mim e do eu.”

CORTE SEU PRÓPRIO CABELO.

Já ouviu o ditado “se quer algo bem feito, faça você mesmo”? Pois é, Keith é um adepto no que diz respeito a suas madeixas. Ao longo do tempo podemos ver os mais diversos cortes de cabelo do rockstar, um mais bacanudo que o outro. Dá um look nos haircuts em ordem cronológica:

“Eu nunca deixei ninguém cortar o meu cabelo, eu faço tudo sozinho. Nunca deixei ninguém tocá-lo. Minha mãe costumava me dar uma graninha a cada duas semanas para cortar meu cabelo, eu apenas ignorava o barbeiro e cortava eu mesmo pra guardar a porra do dinheiro. Gastava em cigarros.”

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SEJA VOCÊ MESMO, MESMO.

Uma das coisas mais legais sobre esse cara é que ele simplesmente não se importa. Tendências, rótulos, nomes, marcas, designers, tudo é balela. E isso é o que faz dele um ícone de estilo único. Ou seja, a verdade verdadeira é você, o resto é consequência.

“Sempre fiz coisas de maneira intuitiva, sabe? Acho que o cérebro empata muitas coisas.”

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Sobre a Strip Me

Aqui só dizemos verdades. E uma delas é que Keith Richards é foda e merecia uma camiseta foda também. Essa aí embaixo é uma das preferidas aqui na Strip Me, que trabalha diariamente embalada no som do rock’n’roll para criar as camisetas de rock, camisetas de cinema e camisetas de cultura pop mais legais, descoladas e classudas. Tá tudo aqui: www.stripme.com.br. Vem! 😉

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Review: Kurt Cobain – Montage of Heck

Review: Kurt Cobain – Montage of Heck

“I think people want me to die because it would be a classic rock ‘n’ roll story.” (Eu acho que as pessoas querem que eu morra, porque isso se tornaria uma história clássica do rock); escreve um já estafado Kurt Cobain em um de seus diários. A diferença aqui é a forma inteligente como o diretor Brett Morgen aborda a questão.

Durante todo o documentário Montage of Heck, a condução do filme é dada pelo próprio Cobain. Suas pinturas, diários, esboços de músicas, letras e home vídeo caseiros se tornam o roteiro do filme. A narração, aliás, também é do próprio Kurt, o que dá ao filme um caráter ainda mais intimista e humano.

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Outra sacada genial é a forma como os desenhos, letras e anotações de Cobain ganham vida através de animações gráficas envolventes, numa linguagem do próprio músico.

Não que a história em si seja novidade pra alguém. O garoto caipira do subúrbio, que descobre nas artes e no rock and roll uma fuga para os problemas pessoais é caso corriqueiro em qualquer lugar do mundo. A diferença é forma como o filme escancara isso: a sensibilidade com que esse mesmo garoto traduziu essas questões de forma artística e urgente.

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O behind the scenes da vida de Cobain é o ponto alto. As imagens de arquivo da família gravadas em super 8mm do pequeno Kurt Cobain, ainda criança, interagindo com a câmera evocam uma espécie de predestinação. O pequeno menino loirinho de Aberdeen, com 4 anos, empunhando uma guitarra de brinquedo que se tornaria a última estrela do rock mundial.

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Esqueça os documentários clássicos que exibem apenas narração e fotos e mais fotos. Montage of Heck, que demorou 8 anos para ficar pronto, é especialmente um ótimo filme porque Courtney Love e Frances Bean (a filha de casal) liberaram para o diretor todo o acervo que continham do músico. Literalmente todo o acervo. E isso, no caso de Cobain, significa assistir a uma espiral tanto para a fama como para a tragédia.

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Montage of Heck é o documento definitivo de Kurt. Um filme que transcende a idolatria dos fãs e escancara o personagem e o ser humano Cobain, sob a ótica do próprio artista. É a visão de Kurt sobre si mesmo. Sem filtros. É trágico, emocionante e imperdível.

http://www.youtube.com/watch?v=cw5nZeptzEU

Ps: O filme entrará em cartaz também no Brasil, a partir de 12 de Maio. Ainda que não exista confirmação oficial, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre devem exibir o filme por tempo limitado.


 

Sobre a Strip Me

A Strip Me é a marca mais rock’n’roll de camisetas e acessórios. Acesse nossa loja online e conheça todas as camisetas de rock, camisetas de filmes e camisetas de cultura pop exclusivas. Let’s rock!

Por dentro da selva: 5 grandes filmes sobre a Guerra do Vietnã

Por dentro da selva: 5 grandes filmes sobre a Guerra do Vietnã

por José Rubens

A Guerra do Vietnã me desperta muita curiosidade, sem dúvidas é a minha guerra favorita (não que eu goste de gente morrendo por conta de desavenças políticas e econômicas gente, não é isso não, e se fosse eu nunca admitiria, pois minha mãe com certeza vai ler isso daqui), pois é, na minha opinião, o maior retrato do equívoco que foi a Guerra Fria, o embate de duas potências que fizeram países menores sofrerem não só com guerras, mas também com ditaduras sanguinárias de ambos os lados. Sem falar no contexto da contracultura em que ela se insere nos anos 60 (contestação, música, hippies, drogas, Woodstock, protestos contra a guerra, Dennis Hopper e Peter Fonda andando de moto…), contudo, grandes e vergonhosos desastres causados por guerras (como foi o caso do fracasso americano no Vietnã), geram maravilhosos filmes, a história comprova isso. A cruel Segunda Guerra gerou títulos muito bons como O Resgate do Soldado Ryan e Além da Linha Vermelha, o embate no Golfo gerou Soldado Anônimo, e graças à Guerra do Iraque temos Guerra ao Terror, entre muitos outros, obviamente com o Vietnã não seria diferente…

1. Platoon (1986)

Um dos meus filmes favoritos e com certeza, disparado, meu filme de guerra favorito, perdi as contas de quantas vezes já imitei aquela cena célebre do Willem Dafoe tentando correr até o helicóptero (ainda imito às vezes, a constituição e a bíblia me dão esse direito, não me julguem senão Deus castigará a todos). Dirigido por Oliver Stone (que realmente serviu no Vietnã), Platoon conta a história do idealista Chris Taylor, um jovem oriundo de uma família bem estruturada financeiramente que se alista para defender o seu país no Vietnã. Taylor, interpretado por Charlie Sheen (antes dele, vocês sabem…) descobre então que na guerra não existe tanto patriotismo quanto ele imaginava, e sim horror, desunião, medo e insanidade. O filme também tem como figuras chaves, o ponderado e humano Sargento Elias, interpretado por Willem Dafoe e o frio e sociopata Sargento Barnes, interpretado por Tom Berenger (os dois atores acabaram concorrendo ao Oscar de melhor ator coadjuvante, mas apesar do filme conquistar quatro estatuetas, os dois acabaram ficando sem o prêmio), os quais contribuem muito para o soldado que o jovem Taylor acaba por se tornar. Platoon venceu quatro Óscares.


 

  1. Apocalypse Now (1979)

Esse filme, dirigido por Francis Ford Coppola teve tudo para não acontecer, devido à “zica” que assolou sua produção: Martin Sheen quase morreu, um tufão destruiu o set de filmagem, Marlon Brando queria dar calote etc. O calvário foi tão gigantesco, que em 1991, um documentário chamado Hearts of Darkness: A Filmmaker’s Apocalypse, conta todo o sacrifício que foi gravar Apocalypse Now. O filme conta a história do Capitão Benjamin Willard, interpretado por Martin Sheen (pai do Charlie), que é designado para a missão de encontrar e matar o Coronel Walter Kurtz, interpretado por Marlon Brando, Kurtz acabou enlouquecendo e se embrenhando no meio da selva, indo parar no meio de uma tribo vietnamita, que o trata como se ele fosse uma entidade divina (isso no meio de muitas cabeças empaladas, claro). O filme possuí personagens marcantes, como o Coronel Killgore, interpretado por Robert Duvall (que adora o cheiro de napalm pela manhã) e um fotojornalista maluco que venera o “trabalho” de Kurtz, interpretado por Dennis Hopper, e cenas fantásticas, como o bombardeio americano a um vilarejo ao som de Cavalgada das Valquírias, de Richard Wagner. O filme conquistou dois Óscares.


 

  1. Nascido para Matar (1987)

Kubrick mostra em Nascido para Matar algo diferente dos outros dois clássicos sobre a Guerra do Vietnã acima, ele mostra todo o treinamento que transforma aqueles homens em verdadeiros combatentes selvagens, a primeira parte toda do filme traz o treinamento do protagonista Joker (que acredita piamente que é um assassino nato que tem como objetivo de vida, o combate e o sangue no campo de batalha), interpretado por Matthew Modine, e seus companheiros, o treinamento é tão brutal que acaba por transformar um rapaz inseguro e incapaz, como o soldado Pyle, interpretado por Vicent D’Onofrio (ele intepreta o homem que aquela barata gigantesca “veste”, no primeiro filme do MIB), em um verdadeiro lunático. O resto do filme retrata a vida dos soldados no campo de batalha e como se tornar um assassino não é uma tarefa simples, como Joker sempre acreditou.

http://www.youtube.com/watch?v=x9f6JaaX7Wg


 

  1. Nascido em Quatro de Julho (1989)

Novamente, Oliver Stone dirige um filme sobre a Guerra do Vietnã, mas dessa vez, ele foca no pós guerra do veterano Ron Kovic, interpretado por Tom Cruise, que acabou ficando paraplégico por conta da guerra. O filme mostra como a experiência em combate, a precariedade do hospital de veteranos e as dificuldades depois do acidente, acabaram mudando os valores de Ron, pois ele se alistou ao exército justamente por ser o típico jovem americano que crê no amor incondicional pela pátria (na família, na moral e nos bons costumes) e após sua experiência no Vietnã, ele acaba se tornando um atuante ativista contra a guerra. O Filme também conta com Willem Dafoe e Tom Berenger, que trabalharam em Platoon.


 

  1. O Franco Atirador (1978)

Dirigido por Michael Cimino, O Franco Atirador conta a história dos amigos Michael, interpretado por Robert de Niro, e Nick, interpretado por Christopher Walken, que são dois simples metalúrgicos que tem como um de seus hobbies, a caça, quando são mandados para servir na Guerra do Vietnã, eles são capturados por soldados do Vietnã do Norte e são obrigados a jogar roleta-russa (algo extremamente saudável para a cabeça de um ser humano normal), milagrosamente, os dois conseguem escapar mas apenas Nick consegue subir no helicóptero de resgate, Michael então conduz seu outro amigo, Steven, interpretado por John Savage, a um território amigo e acaba se desencontrando de Nick, mais tarde os dois se encontram em um clube na cidade, onde homens apostam em jogos de roleta-russa. O filme se torna extremamente psicológico quando Michael volta para buscar Nick, mas este se encontra tão atormentado por conta do Vietnã e das tensas rodadas de roleta-russa, que nem reconhece mais o seu melhor amigo. O Franco Atirador trata de como a fragilidade do psicológico e das relações humanas não é páreo para os horrores e o trauma da guerra. O filme ganhou cinco Óscares.


 

 


 

Sobre a Strip Me

Camisetas de filmes, camisetas de rock e camisetas de cultura pop modernas e descoladas: esse é o universo que você encontra em www.stripme.com.br. Seja sempre muito bem-vindo 😉

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Ch-Ch-Changes: 05 alter egos de David Bowie

Ch-Ch-Changes: 05 alter egos de David Bowie

Camaleão é um apelido mais do que justo para David Bowie. Afinal, o cara simplesmente criou e adotou múltiplas personalidades cheias de estilo e atitude durante sua carreira. Essa é uma lista sem ordem cronológica. Nessa lista estão faltando vários alter egos e pode não ter o seu preferido. Essa lista é apenas um compilado de fãs empolgados que somos desse grande muso inspirador, gênio da cultura pop, do rock, da arte etc. etc. etc.

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Ziggy Stardust

Talvez o mais famoso, com seus cabelos de fogo, botas de plataforma e visual androgenão, é o alter ego que comprova que Bowie sacou antes que todo mundo que poderia combinar música, artes plásticas e dramaturgia em um só personagem. Ziggy cantava sobre mudança, dor e marcou a história da música com sua singularidade. Foda.

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Arnold Corns

No começo dos anos 70, Bowie colaborava com diversos estudantes de arte da Dulwich College, uma faculdade do subúrbio de Londres. Durante todo o processo, ele usou o pseudônimo de Arnold Corns, uma referência à música Arnold Layne de, nada menos, que Pink Floyd. Essa colaboração acabou se tornando uma banda, e o personagem um side-project ao triunfante Ziggy Stardust.

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Major Tom

Protagonista do sexto single da carreira solo de Bowie, Major Tom é um astronauta que sai flutuando pelo espaço após perder a comunicação com a terra e foi inspirado no filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick. Que brisa, né? Aliás, o verdadeiro nome de David Bowie é David Robert Jones. Após o lançamento do classic de Kubrick, David simplesmente trocou de sobrenome, influenciado por Dave Bowman, personagem principal do filme.

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Aladdin Sane

O personagem alienígena e andrógeno nasceu durante uma sessão de fotos no estúdio do renomado Brian Duffy. O fotógrafo desenhou algumas versões do rosto de Bowie, que escolheu a figura com um raio de ângulos agudos inspirados no logotipo de uma panela elétrica da National Panasonic. O próprio Bowie deu os retoques finais na make e, vestindo somente uma cueca branca e o inconfundível raio vermelho, foi clicado por Duffy. Bowie descreve Aladdin Sane (um trocadilho com a palavra “insane”) como um desenvolvimento de seu personagem Ziggy Stardust.

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Thin White Duke

Extremamente magro e vestido impecavelmente, o personagem nascido no álbum Station to Station é baseado em cabarés (oooh coisa boa). O duque foi criado logo quando Bowie se mudou para Berlin, em uma época em que se alimentava da combinação nada tradicional de “pimenta e leite”, segundo suas próprias palavras. Além de frio, imoral e com opção sexual flutuante, David Bowie também descreve o Thin White Duke como um “personagem realmente obsceno”.

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“And these children that you spit on
As they try to change their worlds
Are immune to your consultations
They’re quite aware of what they’re going through.

Changes – David Bowie


 

Sobre a Strip Me

David Bowie também é muso inspirador por aqui. Prova disso é nossa Regata David Bowie, pra você esbanjar estilo tal como o próprio. Na loja online você também encontra camisetas de bandas, camisetas de filmes e acessórios super cool, corre lá: www.stripme.com.br 😉

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Iggy Pop no SPFW + 10 curiosidades sobre o ícone

Iggy Pop no SPFW + 10 curiosidades sobre o ícone

Iggy Pop realmente tem tesão pela vida: tem 67 anos e não tem hora pra acabar. Prova disso é a participação do rock star no São Paulo Fashion Week: foi convidado por uma marca para quebrar (isso mesmo, quebrar) um óculos gigante usando um bastão. Punk ou não?

O músico, que vira e mexe também ataca de ator nas horas vagas, surpreendeu os fashionistas no SPFW mostrando toda a sua atitude punk e contando em diversos veículos: “Sou fã do Brasil. E, desta vez, tive tempo para conhecer a cena rock de São Paulo. Circulei por aí, tranquilamente, por alguns bares de rock, e gostei muito do que ouvi”.

Fãs que somos aqui na Strip Me do ex-líder dos Stoogesinclusive já dedicamos uma de nossas estampas a ele, separamos 10 momentos curiosos da vida de Iggy Pop pra você relembrar e, obviamente, se divertir. Dá um look!

1. Iggy Pop foi criado em um estacionamento de trailers. Isso explica muita coisa.

2. Durante a adolescência ficou amigo dos irmãos trouble makers Ron e Scott Asheton e Jason Alexander. Anos mais tarde, montaram o The Stooges e lançaram três discos (Stooges, Fun House e Raw Power) que marcaram a história do rock, influenciando do punk ao heavy metal.

http://www.youtube.com/watch?v=EDNzQ3CXspU


3. James Newell Osterberg (nome de nascença), ganhou o apelido “Iggy Pop” quando tocava na bandaThe Iguanas.

4. Iggy Pop também é um baterista foda, inclusive largou a Universidade de Michigan para tocar com músicos de blues em Chicago.

5. Iggy causava em suas apresentações: sangrava, ficava pelado, rolava em cacos de vidro e bebia o seu próprio vômito durante seus shows. Marilyn Manson curtiu isso.

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6. O cantor também tem uma carreira no cinema underground. Participou de clássicos cult como Sid & Nancy, O Corvo: Cidade dos Anjos, Sobre Cafés e Cigarros, e até em Star Trek: Deep Space Nine.

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7. O disco favorido de Pop é Bringing It All Back Home, de Bob Dylan. <3

8. A equipe de animação responsável pelo filme O Senhor dos Anéis se inspirou no cantor para criar o corpitcho do personagem Gollum. My precious!


9. Físico esse que aparentemente também apeteceu diversas moçoilas, na listinha de casos e namoricos estão: Debbie Harry, Angela Bowie (na época, casada com David Bowie), Nico (1938-1988), Bebe Buell, Patti Smith entre outras.

10. O músico já declarou que “é triste ser o avô do punk rock”. A gente discorda, Iggy! 😀


Sobre a Strip Me

Na música Lust For Life Iggy Pop canta sobre os prazeres de uma vida nada convencional, tanto que acabou virando o tema do clássico do cinema cult Trainspotting. Essa é a homenagem da Strip Me a um lema que também aderimos: o tesão pela vida! Está disponível na loja online, assim como diversas outras camisetas de bandas, camisetas de filmes e cultura pop. Dá um pulo lá: www.stripme.com.br e have fun!

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Toca essa vitrola ai! – por Gustavo Castello Branco

Toca essa vitrola ai! – por Gustavo Castello Branco

 

Em um mundo em constante movimento muitas vezes caminhamos em círculos e nos deparamos com tendências que ressurgem praticamente do ‘limbo’ cultural. É o que estamos vendo há alguns anos com o ressurgimento dos discos de vinil, um mercado em franca ascensão e que vem fazendo a cabeça de nostálgicos por todo o mundo.

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Aquele ruído típico do contato da agulha com o ‘bolachão’, o apelo visual e as recordações de uma época são os principais argumentos utilizados pelos adeptos para justificar esse apego ao ‘novo velho’.

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As provas disto se refletem em números e apesar dos vinis terem representado apenas 2% do comércio musical em 2014, esse nicho específico obteve um crescimento em vendas de quase 50% no último ano. Na atual conjuntura, de comércio restrito e até recessivo, esses resultados podem ser comemorados.

E existe um cara que vem contribuindo mundialmente com esse fenômeno: ninguém menos que Jack White, ex White Stripes, que em 2014 teve em seu mais recente trabalho ‘Lazaretto’ o LP mais vendido do ano.

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White investiu pesado em sua própria gravadora – Third Man Records – e está, desde então, engajado no resgate dos prensados.

http://www.youtube.com/watch?v=wv80n-NuBJY


Artic Monkeys, com o disco AM, Pink Floyd, com seu último Endless River, e The Black Keys, que prensou em 2014 o Turn Blue, também contribuíram para os números positivos deste segmento.

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BRASIL

E se lá fora o crescimento impressiona, no Brasil a parada está ainda mais séria. De acordo com números revelados pela Polysom – principal empresa da América Latina dedicada a confecção de discos em vinil – por aqui o crescimento vem girando acima da casa dos 100% em alguns períodos.

A empresa, entre Long Plays e Compactos, desovou no mercado em 2014 algo em torno de 100 mil peças, comprovando a consolidação deste novo nicho. Por aqui, os principais lançamentos no mercado fonográfico ainda relutam com o formato, mas o resgate de clássicos é uma realidade, comprovada pelo carro-chefe da Polysom em 2014, o disco A tábua de esmeralda, de Jorge Bem.

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De qualquer forma, se você é daqueles que acompanha as tendências agora é a hora de tirar a poeira daquele toca discos da avó e mandar bala numa sonzera com a cara das antigas.

 

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Agora, se você se animou com a ideia mas não sabe por onde começar: calma, nem tudo está perdido. Você só precisa de uma vitrola que funcione e bons discos para tocar. Garimpamos algumas lojas abaixo que contam com bons discos a preços acessíveis. Go get it!

– Armazem do Vinil
http://armazemdovinil.com/

– Record Collector:
http://www.recordcollector.com.br/

– Discos Vinil:
http://www.discosvinil.com.br/index.php

– Vinil Records:
http://vinilrecords.com.br/

– Mondo Vinil
http://mondovinil.com.br/


 

Sobre a Strip Me

O rock’n’roll é inspiração diária na Strip Me, que desenvolve as mais classudas camisetas de bandas, camisetas de rock, camisetas de cinema e tudo que envolve a cultura pop. Além das t-shirts, na loja online você também encontra acessórios super style. Corre lá: www.stripme.com.br 😀

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10 músicas que você vai ouvir no Lollapalooza 2015

10 músicas que você vai ouvir no Lollapalooza 2015

Começa amanhã a quarta edição do Lollapalooza Brasil, que vai misturar os maiores nomes do indie, blues rock, classic rock, pop e dubstep, para citar alguns estilos, em mais de 40 atrações espalhadas pelo fim de semana.

Toda essa diversidade pode ser retratada em algumas músicas que representam bem a intenção do festival e podem dar uma ideia do ambiente que atrai um público mais numeroso e diversificado a cada nova edição, o grande diferencial do Lollapalooza.

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Sem mais delongas, as 10 músicas que você vai ouvir no Lolla 2015:

Doce – Boogarins

O começo das duas tardes de festival está recheado de bandas nacionais relativamente novas que já fazem muito barulho como Far From Alaska, Baleia, O Terno e Boogarins. Com um álbum novo em produção, a banda goiana chega ao Lollapalooza com ritmo após um 2014 com centenas de shows na Europa e América do Norte e prometendo um show marcante para fãs e desavisados.


 

Mais Ninguém – Banda do Mar

Representando uma leva de artistas nacionais mais consagrados, a Banda do Mar sobe ao palco Skol no sábado. Mallu Magalhães e o “hermano” Marcelo Camelo vão apresentar músicas do disco homônimo da banda, lançado no segundo semestre de 2014.

http://www.youtube.com/watch?v=3uxMVFxJyxY


 

My Desire – Interpol

Ícones do revival de garage rock do início da década de 2000, os nova-iorquinos do Interpol voltam ao Brasil após quatro anos com disco novo e banda renovada após breve pausa nas atividades. Com certeza, um dos destaques da tarde de domingo.


 

Acceptable in the 80’s – Calvin Harris

Apesar da identidade rock and roll, ao longo desses vinte anos de festival Perry Farrell fez questão de adicionar toques de outros estilos, com destaque para o pop nos últimos anos. Nessa linha, o DJ e produtor Calvin Harris é um dos destaques de 2015 e promete colocar todos em Interlagos para dançar.


 

Scary Monsters and Nice Sprites – Skrillex

Quem for ao festival no sábado também vai dançar, talvez de um jeito mais esquisito, já que o DJ e excêntrico profissional Skrillex é quem comanda as pick-ups.


 

Vlad the Impaler – Kasabian

Voltando ao rock, os ingleses do Kasabian tocam no sábado. A turnê 48:13 já rodou o mundo e outros grandes festivais, como o último Glastonbury, com apresentações enérgicas. A expectativa é de que esse seja um show memorável.


 

Tonight, Tonight – Smashing Pumpkins

Embaixador da década de 90 no Lolla 2015, Billy Corgan traz o Smashing Pumpkins para o Brasil na companhia de Brad Wilk (Rage Against the Machine) na bateria e Mark Stoermer (The Killers) no baixo.


 

Rainbow – Robert Plant

Robert Plant já esteve aqui no Brasil com a banda The Sensational Space Shifters em 2012, e dessa vez vem com um set list recheado de versões do Led Zeppelin e algumas canções de sua carreira solo, sem contar a possibilidade de rolar um dueto com Jack White, como aconteceu na versão argentina do Lollapalooza.


 

Seven Nation Army – Jack White

Jack White é a principal atração do sábado e justifica essa posição ao longo de seu show. Dono de uma lista extensa de hits, ele mostra toda sua meticulosidade ao apresentar diferentes versões para praticamente todas suas canções, fazendo com que seu show seja repleto de boas surpresas.


 

Happy – Pharrell Williams

Você já ouviu essa música no metrô, no carro, em casa, no chuveiro, em festas, no computador, no radinho de pilha, no cinema e agora você vai ouvir também no Lollapalooza. Pharrell vai mandar todo mundo para casa dançando, e fechar o fim de semana em grande estilo.



Sobre a Strip Me

As t-shirts e camisetas de bandas, camisetas de filmes e cultura pop mais descoladas. Simples assim. A Strip Me é uma marca moderna que desenvolve peças exclusivas e estilosas. Corre pra loja online e conheça nossos produtos. Let’s rock, baby!
www.stripme.com.br 😉

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Lollapalooza: looks para se jogar

Lollapalooza: looks para se jogar

O Lollapalooza tá chegando, você não vê a hora de pisar no gramado pra curtir com a galera, mas ainda não escolheu o look pro evento? Vamos resolver este probleminha agora.

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Longe de querer ser um guia de estilo, porque a gente também acha que festival de música não é desfile de moda, preparamos um compilado de itens indispensáveis para que você curta e aguente com estilo o tranco do longo line up do festival.

Pra você chegar chegando, fomos buscar inspiração em looks clicados em diversos festivais phodas, como o Coachella e Gastonbury, que tal? São vários estilos diferentes com uma coisa em comum: o conforto. Afinal, um look muito complicado pode atrapalhar na hora de pular assistindo sua banda favorita.

Não tenha medo de misturar, o Lollapalooza permite tudo, então deixe sua criatividade fluir. Bora!

Fazendo sua cabeça

Acessórios para cabelo são ótimos pra dar um “tcham” no visual e pra segurar a revolta do cabelo depois de pular o dia inteiro. Já os chapéus, além de cumprir essas missões, ainda protege o seu rostinho do sol. Amamos.

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Quem não tem colírio…

Desde os modelos mais classudos até os mais moderninhos, óculos escuros são essenciais em qualquer festival. Fato.

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Chega mais!

Vestidinhos e sainhas ficam o máximo na hora de compor um visual mais boho. Maaaaas, nada como o short jeans. Ele é democrático, descolado, sem frescura e ainda te dá mobilidade para pular, sentar e dançar sem perder a dignidade.

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Entrando no clima

T-shirts de banda tem tudo a ver com festivais. Esse é o momento perfeito para compor o look com uma camiseta descolada do seu artista favorito e sair arrasando pelo autódromo.

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Pé no chão!

No Lolla a gente pisa em grama, areia, terra, pedra, lama e até em objetos desconhecidos. Pra acertar, escolha aquele tênis descolado, aquela botinha style ou até mesmo aquela galocha uó, caso o dia esteja nublado.

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Minha vó que fez

Pra finalizar, mas não menos importante, complemente o look acessórios como umas bijus vintage. Se joga na feirinha de antiguidades ou na gaveta da sua avó pra achar uns braceletes e colares ba-ba-do e arrasar no festival.

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Sobre a Strip Me

T-shirts de música, regatas de bandas, camisetas de filmes e cultura pop. A Strip Me é uma marca moderna e antenada que cria peças exclusivas para você compor os looks mais estilosos. Além das t-shirts, em nossa loja online você ainda encontra acessórios muito rock’n’roll. Se joga: www.stripme.com.br 😉

Jimi Hendrix: Top 10 Tracks

Jimi Hendrix: Top 10 Tracks

Fato: Jimi Hendrix foi o maior e o melhor guitarrista de todos os tempos. O cara foi um monstro tão grande que sua técnica e estilo, completamente inovadores, continuam a influenciar e a ditar muitos dos rumos da música pop até hoje.

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O estilo de Jimi, fundindo as raízes do blues e do rock com pancadas de psicodelia e nonsense, podem ser percebidos em muitas de suas faixas. Assim, como estamos falando de um cara genial, decidimos fazer o improvável: selecionar as 10 melhores músicas da carreira de Hendrix. Simples assim. Taí nossa seleção, aumenta o volume e let’s rock.

1. Crosstown Traffic

http://www.youtube.com/watch?v=tX5tOX6vA-0


 

2. Voodoo Chile


 

3. Foxy Lady


 

4. Castles Made Of Sand

http://www.youtube.com/watch?v=JFFPjHxq7iY


 

5. Red House

http://www.youtube.com/watch?v=iAkjokTLIP0


 

6. Purple Haze


 

7. If 6 Was 9

http://www.youtube.com/watch?v=Ui4ckbUNe3k


 

8. Hear My Train A Comin


 

9. Ezy Rider

http://www.youtube.com/watch?v=Wv30-kITKqw


 

10. Little Wing


 

Menções honrosas:

Sim, é impossível escolher só 10 músicas de Jimi Hendrix. A lista acima já tem 10 e nós ainda temos mais 5 ou 6 que entrariam facilmente. Então, vão aqui 2 menções honrosas (curiosamente 2 covers que Jimi fez e que de tão originais podem ser consideradas músicas autorais):

• Hey Joe:

http://www.youtube.com/watch?v=aYL3kv3Dkvc


 

• All Along The Watchtower:



Sobre a Strip Me:

A camiseta Jimi Hendrix Smoke é nossa homenagem a esse artista sensacional, dono de um estilo único de tocar, cantar, compor e interpretar desde clássicos do blues até inovações sonoras completamente malucas e psicodélicas. E tem mais, muito mais na loja online: camisetas de rock, camisetas de filmes, camisetas de cultura pop e acessórios super descolados. Vem conferir: www.stripme.com.br 😉

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