Kate Moss – fama, escândalos e rock and roll

Kate Moss – fama, escândalos e rock and roll

Poucas supermodelos conseguiram influenciar tanto o mundo da moda como a britânica Kate Moss. E poucas foram as modelos que conseguiram transcender o mundo da moda e influenciar decisivamente a cultura pop como ela fez e ainda faz.

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Nascida em 16 de Janeiro de 1974, em Croydon, Grã Bretanha, Kate Moss foi descoberta por um caça talentos no aeroporto JFK, em NY, aos 14 anos de idade. No início da década de 90 veio o estrelato. Seu rosto inconfundível e seu corpo escultural a tornaram uma das modelos mais bem pagas de sua geração. Foi nesse período que o estilo “Heroin Chic” ganhou espaço, com modelos bastante magras e com o visual “junkie”, exatamente como o perfil de Kate.

Ainda nos anos 90, Kate ficou conhecida pelo estilo de vida rebelde, sempre envolto em festas, bebedeiras e uso de drogas. A própria modelo revelou anos mais tarde que começou a beber e a fumar maconha quando tinha apenas 12 anos de idade. Várias foram as vezes em que a modelo se internou em clínicas de reabilitação para tratar seu vícios em álcool e drogas.

Os relacionamentos da supermodelo sempre causaram frisson em todo o mundo. Nos anos 90 ela se envolveu com ninguém menos que Johnny Depp. Já nos anos 2000, um tumultuado relacionamento com Pete Doherty, problemático líder da banda The Libertines, ganhou destaque na mídia pelo suposto uso deliberado de drogas que o casal fazia. Foi também nesse período que a modelo perdeu alguns de seus contratos mais lucrativos ao ser flagrada por um paparazzi usando cocaína.

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O estilo rebelde e a atitude rock and roll da modelo também abriram as portas do universo da música pra ela. Fã declarada de rock, Kate estrelou diversos videoclipes de bandas e artistas de sua preferência, com destaque para The White Stripes, Johnny Cash e Primal Scream.

http://www.youtube.com/watch?v=fC7PEQnjKl4


Hoje, mais de 25 anos depois de reinar absoluta no mundo da moda, sendo capa de mais de 300 revistas, de já ter sido considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time e, claro, de já ter faturado milhões e milhões de dólares, Kate Moss continua na ativa, estrelando diversas campanhas mundiais de marcas consagradas, além de assinar coleções e fragrâncias próprias.

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Zounds: por Depizol

Zounds: por Depizol

Zounds: Animadão, emputecido, letárgico.

por Alisson Depizol

Olá! Como este é o primeiro de, espero, uma série de posts, gostaria de dizer qual é a dessa bagaça. A idéia é, basicamente, juntar três estados de espírito, três ações ou uma combinação disso e apresentar bandas que tenham uma sonoridade que funcione como trilha sonora. É claro que discos tem uma série de músicas que nem sempre tem o mesmo clima, assim como bandas mudam ao longo da trajetória e a coisa pode perder o rumo, então sempre vou tentar pontuar a parada com uma música de cada banda, só não espere um clipe porque as vezes a música de trabalho não é a melhor ;D

“Atenção: isso é um lance bem subjetivo, assim sendo minha interpretação pode não coincidir com a sua, mas a vida é assim mesmo.”

Animadão: Flaming Sideburns

Cara, imagine: é sexta, sábado ou sabe-se lá o dia em que você sai para se divertir, um par de cervejas e você quer aquela sensação de quando ouviu Stones, Ramones ou qualquer coisa rápida e ligada no 220v pela primeira vez. Flaming Sideburns é essa banda. O som dos caras é a soma de tudo que deu ao rock ‘n’ roll a má fama (e o fez legal pra caralho por um tempo): é rápido, barulhento, sujo e divertido. Direto da Finlândia, com um vocalista argentino.

http://www.youtube.com/watch?v=xT58daAl-xg


Emputecido: Zen Guerrilla

Hora extra na sexta-feira? Dois pauzinhos azuis no whats app há mais de 4 horas e ainda sem resposta? Aquele desejo incontrolável de tomar um café, fumar um cigarro ou quebrar algo? Vai que é tua Tafarel. Zen Guerrilla exprime bem essas sensações que só o mundo moderno nos proporcionam.


Letárgico: Soledad Brothers

Sabe aquela ressaca brava? O famoso bode pós noitada. Aquela vontade de ficar jogado no sofá olhando para o teto, sentindo uma mistura de arrependimento com foda-se? Então essa é a minha trilha sonora, os riffs primitivos dão o conforto do sofá de casa enquanto a gaita funciona como o miojo lutando para ficar dentro da barriga. Uma beleza, melhor que chá de boldo.

 


Sobre a Strip Me:

A Strip Me é uma marca voltada ao estilo de vida urbano e contemporâneo. Seu foco é o desenvolvimento de camisetas com estampas originais e criativas, além da exclusividade na modelagem e a qualidade nos produtos. Na loja virtual, além de camisetas de cultura pop, camisetas de rock e camisetas de filmes, você encontra também a linha de acessórios da marca. Acesse: www.stripme.com.br

Cinema europeu em recorte: por Gustavo Castello Branco

Cinema europeu em recorte: por Gustavo Castello Branco

A convite do pessoal da Strip Me, arrisco hoje alguns palpites sobre o tema cinema. Para fazer um recorte com o qual me sinta mais tranquilo para comentar, propus um foco sobre o cinema europeu e alguns de seus grandes protagonistas. Afinal, não há como falar em Sétima Arte sem prestar tributo a seus primeiros entusiastas.

O cinema como parte das expressões humanas, na forma como o conhecemos hoje, tem raízes nos primeiros anos do século 20, nas idéias ficcionais do francês George Meilés em sua obra A Viagem à Lua, de 1902.

A partir daí começamos a ver essa arte ganhar corpo e o mundo, levando pessoas a novos lugares – mesmo que sem sair do lugar – e as colocando frente a novas questões, tanto na esfera social quanto no âmbito do indivíduo e suas questões existenciais.

E é nesse último ponto que quero me ater: indicar algumas obras com berço no Velho Continente que marcaram pela forma como expõem a relação do homem com suas questões internas e de que forma o resultado disso o condiciona na sua relação com os demais indivíduos.

Desnecessário dizer – como ficará fácil de ser observado – que meio as grandes guerras mundiais, a temática seja recorrente e fonte de inspiração para abordar boa parte das questões citadas no parágrafo anterior.

Segue ai mais uma lista de ‘10 indicações que valem a pena…’.

O Encouraçado Potemkin (1925)

Direção: Sergei Eisenstein

Apesar de se tratar de um filme pago pelo governo de Stalin para dar apoio ao regime comunista, a dramaticidade que Eisenstein imprime ao retratar a rebelião de um navio de marinheiros russos, em 1905, contra o czarismo de Nicolau II, é realmente marcante.

Mesmo mudo, o filme impressiona pela capacidade com que transmite em forma de arte a insatisfação de um povo com um governo centralizador e restritivo, alheio ao sofrimento coletivo.

Para muitos a grande obra prima do cinema, O Encouraçado Potemkin já mostrava, logo no início do século 20, o potencial da Sétima Arte.

O Encouraçado Potemkin

Metrópolis (1927)

Direção: Fritz Lang

Talvez o grande nome do movimento que ficou conhecido como Expressionismo Alemão, Fritz Lang – que na verdade era austríaco – mostra em uma visão futurista para a época a evolução das lutas de classe no então longínquo ano de 2026.

Enquanto a classe dominante residia no ‘Jardim dos Prazeres’, na superfície, os trabalhadores se amontoavam no subsolo da cidade, sem condições mínimas e escravizados.

O filme também dá conta da intenção capitalista de substituir homens por máquinas nas produções e a capacidade de robôs adquirirem características humanas.

Trata-se da típica abordagem do Expressionismo Alemão, retratando em formas sombrias e pessimistas o cenário desolador na Europa após a Primeira Guerra Mundial.

Metropolis

 Um Cão Andaluz (1929)

Direção: Luis Buñuel

Uma mistura de realidade e sonho com uma larga dose de surrealismo. É o que se poderia esperar do filme que apresentou ao mundo o espanhol Luis Buñuel, neste curta em uma parceria memorável na criação da história com ninguém menos que Salvador Dali.

Trata-se de uma daquelas obras que valem mais pela estrutura inovadora e seu caráter artístico do que por qualquer lição que se possa tirar da história. Mesmo porque o filme tem rupturas tão recorrentes de continuidade que dão um ar de ‘cada um entenda como quiser’.

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Ladrões de Bicicleta (1948)

Direção: Vittorio de Sica

Também em um contexto pós-guerra – Segunda Guerra Mundial –, o italiano Vittorio de Sica retrata em Ladrões de Bicicleta a devastação social e econômica a qual grande parte da Europa foi submetida após o fim dos conflitos (ao menos os físicos).

Um pai de família, por anos desempregado, consegue trabalho como colador de cartazes. Contudo, tem sua bicicleta roubada – requisito para ficar com o emprego – e se vê não apenas em uma luta pessoal pela recuperação do bem que lhe permite o sustento, mas também contra o desespero de voltar a levar a vida que tinha.

Mais um filme da primeira metade do século 20 que retrata de forma muito direta as relações entre o capital e o proletariado, e precariedade da situação gerada por essa disputa desigual.

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O Sétimo Selo (1957)

Direção: Ingmar Bergman

De forma teatral, o sueco Ingmar Bergman mostra em O Sétimo Selo o mundo do século 14 destruído pela peste, onde pessoas descrentes duelam em uma batalha perdida contra a morte.

Ao retornar à sua vila após longas cruzadas, um cavaleiro se depara com a situação de caos instalada pela doença e fica frente a frente com a morte, que veio para lhe buscar. Começa então um desafio metafórico – definitivamente um dos grandes momentos do cinema – entre os dois a ser resolvido sobre o tabuleiro de xadrez.

Uma trama complexa e existencialista que para alguns faz uma alusão clara ao temor nuclear que se instalou após o fim da Segunda Guerra Mundial.

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Os Incompreendidos (1958)

Direção: François Truffaut

Tida como a obra que mostrou ao mundo o movimento Nouvelle Vaugue – um chamado ao cinema mais barato e intimista –, Os Incompreendidos mostra um pouco da história do próprio Truffaut, na figura de um jovem parisiense com problemas familiares e que não se ajustava a autoridade escolar.

Desacreditado, acaba cometendo pequenos crimes para sobreviver e vai para um reformatório. Os problemas de um adolescente meio a um mundo em reconstrução deram o tom a uma das maiores obras já produzidas pelo cinema francês.

os incompreendidos 

Acossado (1960)

Direção: Jean-Luc Godard

Também parte do movimento de renovação cinematográfico francês, Godard dá mais um passo no Nouvelle Vaugue com Acossado, tratando um pouco sobre a invasão da cultura americana na Europa pós-guerra.

Com uma linguagem cinematográfica bastante diferente do que se costumava usar na época, ele mistura tendências e revela em arte um pouco do resultado gerado a partir desse encontro mais próximo entre as culturas.

Tudo isso tendo como escopo central os diálogos entre um casal (um francês e uma estudante norte-americana residente em Paris) que vê sua relação se estreitar meio a um plano de fuga para a Itália, após se envolverem no assassinato de um policial.

Acossado 

8 e meio (1963) 

Direção: Federico Fellini

8 e meio foi a saída genial que Federico Fellini encontrou para sua momentânea falta de inspiração. Parece contraditório que um lapso de ausência de criatividade tenha rendido ao mundo uma das películas mais consagradas da história do cinema, mas foi exatamente assim que aconteceu.

O diretor italiano tinha um elenco, os recursos necessários, mas lhe faltava um roteiro. Então ele projetou seu alter ego no protagonista do filme, interpretado por Marcello Mastroianni, um diretor de cinema pressionado pela imprensa e pelos produtores a concluir um filme que ainda não existe.

De forma interativa, a impressão que se tem é que a película vai se criando ao desenrolar da obra meio a sonhos, delírios e um pouco de mundo real.

8 e meio

Solaris (1972)

Direção: Andrei Tarkovsky

Como boa parte da produção de Tarkovsky, Solaris mistura em sua receita filosofia e ficção científica. Adaptado de uma obra de mesmo nome, o filme se passa em uma estação que orbita o planeta Solaris.

Em cenas longas, com poucos diálogos e muita densidade, Tarkovsky explora a degradação do homem em um mundo em decomposição, minado pelo capital e ao mesmo tempo cético sobre a validade das respostas científicas.

Tudo isso protagonizado por tripulantes que parecem perder a lucidez meio as recorrentes aparições de figuras de seus passados no ambiente da estação espacial. Uma trama extremamente complexa que faz valer a fama do diretor soviético.

Solaris

Saló ou Os 120 dias de Sodoma (1974)

Direção: Pier Paolo Pasolini

Extremamente engajado com as causas dos movimentos sociais, tendo inclusive participado do Partido Comunista na Itália, não é de se espantar que as obras de Pasolini tenham um grande peso ativista.

Em Os 120 dias de Sodoma o diretor italiano faz uma adaptação da obra do Marques de Sade em que retrata os dias derradeiros e violentos do decadente modelo Fascista – a serviço das vontades da Alemanha nazista – após o final da Segunda Guerra Mundial.

Em cenas fortes, Pasolini retrata um pouco do lado perverso do ser humano. Sexo, humilhação e torturas dão o tom do conturbado e chocante enredo que se passa em uma mansão no norte da Itália.

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Então é isso. Dicas pertinentes para você que curte cinema. Vale ressaltar que ação não é o grande apelo dos filmes listados. Então o ideal é estar bem disposto para assistir e não correr o risco de ir para o ‘mundo dos sonhos’ nos primeiros 15 minutos.

por Gustavo Castello Branco

 


Sobre a Strip Me:

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Jailbreak: as histórias que estampam a camiseta

Jailbreak: as histórias que estampam a camiseta

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Uma das preferidas aqui na Strip Me é a Camiseta Jailbreak; que em sua estampa apresenta diversas estrelas da música no momento em que tiveram que tirar aquela famosa foto na delegacia.

O termo para essas fotos é “Mug Shot”, e elas são feitas, tanto aqui no Brasil como lá nos Estados Unidos, para arquivo da polícia logo após o momento da prisão.

Na camiseta Strip Me Jailbreak escolhemos um time sensacional de músicos que se envolveram em situações complicadas com a lei, são eles: Mick Jagger, David Bowie, Elvis Presley, Jimi Hendrix, Frank Sinatra e Jim Morrison.

O porque das fotos

Mick Jagger

jailbreak3Mick, eterno bad boy do rock and roll, já se envolveu em inúmeras confusões com a polícia. Para a Camiseta Jailbreak nós escolhemos uma foto de 1966, onde ele foi preso por posse de “cannabis sativa”, aka maconha.

David Bowie

jailbreak1Já o Bowie, que também estampa nossa camiseta, coleciona algumas prisões em flagrante e condenações. Para a estampa, escolhemos uma foto de 1976, quando ele foi preso em NY por posse de maconha, em meio a uma turnê em conjunto com o Iggy Pop.

Elvis Presley

Elvis também foi preso mais de uma vez. A primeira nos anos 50, por dirigir acima do limite de velocidade. E a segunda, na foto que está na nossa camiseta, em 1976, por se envolver em uma confusão com outra lenda do rock and roll: Jerry Lee Lewis. Diz a lenda que a confusão se deu porque Jerry, provavelmente alcoolizado, insistia em ver Elvis em sua casa em Graceland. Sabe-se lá porque os dois acabaram discutindo e a confusão foi parar na delegacia.

Jimi Hendrix

http://www.youtube.com/watch?v=-CNh5kaVqgI

Sem sombra de dúvidas o maior guitarrista de todos os tempos também era um mestre na arte da confusão. A foto da nossa estampa, de 1969, é de uma prisão em Toronto, no Canadá, por porte de haxixe e heroína.

Frank Sinatra

jailbreak2Francis Albert Sinatra, mais conhecido como Frank Sinatra, era, além de um dos maiores talentos da música mundial, também um bon vivant de primeira categoria. A foto da estampa, de 1938 – quando ele tinha apenas 23 anos, é decorrente de uma prisão por adultério e sedução (!!!).

Jim Morrison

O eterno frontman do The Doors, também era um especialista em confusões, tanto que já foi preso até no palco, em um show de 1967. A foto que ilustra nossa camiseta é de 1970, quando Jim foi preso na Flórida por profanação e indecência.

Demais essas histórias, né? Aproveita e deixe aqui seu comentário! 😀

 


Sobre a Strip Me:

A Strip Me desenvolve camisetas exclusivas. Camisetas de rock, camisetas de bandas,  camisetas de filmes e camisetas de cultura pop são produzidas com máxima qualidade e estampas criativas e originais. Além disso, a marca também desenvolve sua linha de acessórios. Acesse: www.stripme.com.br

Porque hoje é sexta!

Porque hoje é sexta!

Sexta-feira, dia mundial de esquecer chefe, trabalho, metas, prazos, horários… Dia mundial da festa, dos amigos, da balada, da diversão, alegria e tudo o mais que rolar até o domingo a noite.

E nessa pilha consultamos nossos especialistas (oh, yes, habemus especialistas!) e preparamos uma playlist treta pra bombar seu fim de semana. Aperta o play e vamo aí!

– David Bowie: Modern Love

http://www.youtube.com/watch?v=TaFvitDHMag

 

– The Strokes: Reptilla

 

– The Rolling Stones: Brown Sugar

 

– Arctic Monkeys: I Bet You Look Good On The Dance Floor

 

– Cage The Elephant: Spiderhead

 

– Kings of Leon: Molly’s Chambers

 

– The Black Keys: Lonely Boy

 

– Robin Thicke – Blurred Lines ft. T.I., Pharrell

 

– Jack White: I’m Shakin’

 

– Michael Jackson – Don’t Stop ‘Til You Get Enough

 

Curtiu? O que faltou nessa lista? Deixa sua dica nos comentários! 😉

 


Sobre a Strip Me:

A Strip Me desenvolve camisetas e acessórios de alta qualidade. As estampas criativas e originais tem como enfoque camisetas de rock, camisetas de filmes, camisetas de bandas e camisetas de cultura pop, além da linha exclusiva de acessórios. Acesse: www.stripme.com.br

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