Laranja Mecânica Facts: 10 coisas que você (talvez) não saiba

Laranja Mecânica Facts: 10 coisas que você (talvez) não saiba

Por Carlos Cardoso.

Baseado no livro homônimo de Anthony Burgess, Laranja Mecânica (1971) é uma das obras-primas de Stanley Kubrick. Político, filosófico, satírico, ultra-violento e pornográfico; o filme narra as desventuras do violento e carismático Alex (Malcolm McDowell) e seus “droogs” (Pete, George e Dim) em uma Grã-Bretanha distópica e brutal. Se liga então nessas 10 curiosidades que você talvez não saiba sobre o filme:

1) A cena do estupro, onde Alex canta e dança “Singin’ in the Rain” não estava no roteiro. Achando que a cena estava muito convencional, Kubrick perguntou se Malcolm McDowell sabia dançar, Malcolm, então, começou a improvisar, Kubrick adorou o resultado, pagou $10.000 pelos direitos autorais da música.

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2) O olhar cínico com o rosto levemente inclinado de Alex na primeira cena do filme é conhecido como “Kubrick’s stare”, uma espécie de marca registrada do diretor na sua caracterização da insanidade, presente principalmente em filmes do diretor como: “2001: Uma Odisseia no Espaço”, “Laranja Mecânica”, “O Iluminado” e “Nascido para Matar”. Mais recentemente, influenciou Heath Ledger na construção de sua versão do Coringa.

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3) O título “Laranja Mecânica” (A Clockwork Orange) refere-se ao tratamento behaviorista no qual Alex é submetido. Nas próprias palavras do escritor Burgess: “O ser humano é dotado de vontade. E pode usá-la para escolher entre o bem e o mal. Se só pode fazer o bem, ou só pode fazer o mal, é uma laranja mecânica – significa que tem aparência de um organismo adorável, com cor e suco, mas que na realidade é um brinquedo mecânico para ser manipulado por Deus ou pelo Diabo.” Na imagem vemos a colcha da cama de Alex, na qual a ilustração representa laranjas.

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4) Kubrick pediu ao Pink Floyd para usar “Atom Heart Mother”, faixa que abre o álbum homônimo da banda, na trilha sonora. Porém, como o diretor queria uso ilimitado da composição, a banda rejeitou a proposta. Quando Alex visita a loja de discos, é possível ver nas prateleiras a trilha de 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Atom Heart Mother. Outros discos visíveis na loja são Lorca, de Tim Buckley, As Your Mind Flies, do Rare Bird, Deja Vu, de Crosby Stills Nash & Young, The Transfiguration Of Blind Joe Death, de John Fahey, Magical Mystery Tour, dos Beatles, After The Goldrush, de Neil Young, The Chicago Transit Authority, do Chicago e In The Summertime, do Mungo Jerry.

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5) O médico que pinga colírio em Alex enquanto ele é forçado a assistir filmes violentos é um médico de verdade, presente para assegurar que os olhos de McDowell não secassem. Seus olhos foram anestesiados para que as cenas de tortura fossem filmadas sem tanto desconforto. Ainda assim, suas córneas foram arranhadas pelos grampos de metal, causando cegueira temporária.

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6) Na cena em que os “droogs” chegam de carro é possível ler a inscrição “HOME”, Kubrick posicionou estrategicamente a câmera de forma que os faróis do “Durango 95”, imitassem o visual assimétrico causado pelo cílios postiço de Alex.

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7) Essa cena recria uma pintura de Vincent Van Gogh, Prisioneiros se Exercitando (1890).

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8) Alex foi o primeiro psicopata da história do cinema a conquistar a simpatia do público, causando muita polêmica. Alguns acusavam o filme de incitar a violência. Dentre outros famosos psicopatas carismáticos que conquistaram a simpatia do público estão Hannibal Lecter e Coringa. No mundo real, temos o célebre caso de Charles Manson.

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9) No Brasil, o filme entrou na lista de obras proibidas pela censura do governo militar, fazendo com que os cinéfilos fossem assistir a polêmica obra em países vizinhos, como o Uruguai. Quando foi liberado em 1978, só conseguiu ser exibido nas salas com ridículas bolinhas pretas sobrepostas nas cenas de nudez (mesmo com classificação para maiores de 18 anos).

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10) Os Rolling Stones chegaram perto de estrelarem no filme, mas o empresário da banda não foi bem sucedido em garantir do escritor os direitos para a adaptação. O projeto acabou ficando nas mãos de Stanley Kubrick, que chegou a considerar tal elenco, mas acabou optando por Malcolm McDowell (cuja interpretação foi aclamada pela crítica). Apesar do veredito, o magnata da música Andrew Loog Oldham se empenhou em fazer com que os quatro “droogs” fossem interpretados por Mick Jagger (que viveria Alex), Charlie Watts, Brian Jones e Keith Richards.

Oldham admite que estava inspirado em transformar os Stones em astros do cinema depois do sucesso dos primeiros filmes dos Beatles “A Hard Day’s Night” e “Help!”. Oldham, o empresário da banda durante os anos 60, responsável por disseminar a imagem de bad boys dos integrantes, também revela: “Não consegui os direitos autorais para fazer “A Clockwork Orange” porque Anthony Burgess pensava que estava com câncer, então, desesperado, acabou vendendo os direitos para outros. Oldham, então, acabou produzindo o documentário “Charlie Is My Darling”, sobre uma turnê da banda na Irlanda.

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Sobre a Strip Me

Alex DeLarge é o delinquente mais carismático da história do cinema. Foi por isso mesmo que criamos a Camiseta Laranja Mecânica, de fãs para fãs. Uma homenagem a Alex, seus Droogs e ao gênio Stanley Kubric. Além das camisetas de filmes, em nosso site você também encontra camisetas de bandas e camisetas de seriado, vem conferir http://www.stripme.com.br

Scarface Facts: 10 coisas que você (possivelmente) não sabia

Scarface Facts: 10 coisas que você (possivelmente) não sabia

Inspirado no clássico de 1932 de mesmo título, Scarface retrata a violenta carreira (com o perdão do trocadilho) de um refugiado cubano que sobe na vida à bala, chegando ao topo do império da cocaína em Miami.

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Tá, isso você já sabia. Mas talvez você não soubesse que:

  1. Apesar do clima e enredo Miami do filme, a maioria das filmagens foi feita em Los Angeles. Isso porque o Conselho de Turismo de Miami barrou a produção na cidade com medo de queda no número de visitantes, já que o filme retratava o submundo local.stripme-scarface-4
  2. Bizarro ou não, Oliver Stone escreveu o roteiro de Scarface durante seu vício em cocaína.
  3. Já Brian De Palma, ficou tão aficionado pelo roteiro que abandonou seus planos de dirigir Flashdance. Obrigado Brian!
  4. Steven Bauer, que interpreta o fiel escudeiro Manny Ribera é o único ator cubano no elenco principal. Falando em Manny, sabe quem foi também cotado para o papel: há, John Travolta!stripme-scarface-6
  5. A palavra fuck (e suas diversas variações) é usada 226 vezes no filme, o que dá uma média de 1.32 fucks por minuto.
  6. Saddam Hussein (isso, ele mesmo) colocou o nome de Montana Management em uma de suas empresas do segmento de lavagem de dinheiro.stripme-scarface-3
  7. O filme inspirou o seriado Miami Vice e o jogo GTA Vice City.
  8. O sobrenome Montana é uma homenagem de Oliver Stone ao jogador de futebol americano Joe Montana.
  9. Steven Spielberg deu uma mãozinha na direção das cenas de tiroteio contra os bolivianos.stripme-scarface-7
  10. Tony Montana é o personagem favorito de Al Pacino. A gente concorda, Al!

A Strip Me

Camisetas de filmes, camisetas de seriados, camisetas de rock: tudo isso você encontra na Strip Me. E, fãs que somos de Scarface e da atuação fodástica de Al Pacino, fizemos uma homenagem para fãs que procuram uma camiseta tão cheia de personalidade quanto o filme. Com vocês, Camiseta Tony Montana, disponível no site: www.stripme.com.br 

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Guia de Estilo: Tony Montana

Guia de Estilo: Tony Montana

Há 31 anos, Scarface foi lançado e redefiniu o sonho americano por várias gerações. Da sarjeta ao topo do mundo, Tony Montana se tornou uma figura que todos queriam imitar.

Basicamente, o filme glorifica as possibilidades que o comércio de cocaína oferecia a qualquer sujeito disposto a sujar as mãos no início dos anos 80. Carros, mulheres e animais exóticos eram alguns dos itens favoritos de ostentação, mas a coisa mais importante para reafirmar o status dos senhores do tráfico eram as roupas.

Al Paccino esbanja estilo interpretando Tony Montana, por isso, fizemos uma compilação de looks opulentos que o protagonista desfila no clássico. Espia só!

Look 1. Floral a la turista

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Logo na primeira cena em que vemos Tony Montana, ele está com uma camisa floral que seria o centro das atenções em qualquer ambiente. Chegou chegando.


Look 2. Tony Sports

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Esse é o outfit usado por Tony para jogar basquete, mais elegante do que qualquer coisa que você já tenha usado em qualquer atividade esportiva, vai?!


Look 3. The Tiger

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Tá, você quer uma camisa com estampa de tigres agora. Eu também. No filme esse é o look com que Tony entra em uma das transações de drogas mais violentas e que mais deram errado na história do cinema. Tá lembrado?


Look 4. Dress-code: Reunião de Negócios

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Quando você vai se encontrar com o chefe pela primeira vez, é melhor você se vestir de forma adequada.


Look 5. Sente o sucesso

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Depois de alguns meses de trabalho bem sucedido, Tony e seu parceiro Manny começam a se vestir como caras que mandam em Miami. E pra compor o look, nada como um drink bem discreto às três da tarde só pra mostrar que você pode.


Look 6. Animal Print

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Mais do que um terno elegante e óculos de sol gigantes, estilo mesmo é combinar o look com o tigrado nos bancos do seu Caddy amarelo conversível.


Look 7. Ouro e seda

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Só alguém que está definitivamente rumo ao topo, como Tony, pode usar um look tão peculiar. Imagina no happy hour? Imagina na boate? Sucesso.


Look 9. Terno de $ 800

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O terno de 800 dólares ganhou algumas manchas nessa cena, ossos do ofício. No fim das contas, até incrementou o estilo bad ass, motherfucker de Tony Montana.


Look 10. Casual

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Tony se veste de acordo com o dinheiro que acumula. Afinal, usar uma camisa de smoking branca pra ficar em casa de boa não é pra qualquer um.


 

Espaço reservado pro merchan \o/

A Strip Me é uma marca voltada pra cultura pop e o estilo urbano. Desenvolve camisetas de filmes, camisetas de bandas, camisetas de seriados e acessórios modernos e descolados. Essa camiseta é uma homenagem ao filme e ao estilo matador (com o perdão do trocadilho) de Tony Montana, de fãs para fãs. Corre lá pra loja virtual www.stripme.com.br pra garantir a sua!

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Tiros e Mullets: top 10 filmes de ação dos anos 80. Por José Rubens

Tiros e Mullets: top 10 filmes de ação dos anos 80. Por José Rubens

Obviamente que, sendo um top 10, essa lista ficará sem inúmeros excelentes títulos dessa época tão maravilhosa para o cinema, principalmente para o cinema que não requer muito do roteiro, do diretor e muito menos dos atores, mas sim das armas, das explosões, dos golpes e dos bíceps que rasgam as agarradas camisetas brancas sujas de terra, lama, sangue ou só suor mesmo.

1. Braddock – O Super Comando (1984)

Ah, o Chuck Norris, o grande republicano campeão de Karatê, na década de 80 não teve jeito, ele teve que deixar os chutes de lado e se entregar às armas de grosso calibre, Braddock pertence aos primórdios dessa vertente que consagrou esse antológico ator, e também eternizou aquela extraordinária cena do round house kick na televisão, que hoje serve de matéria prima para inúmeras montagens.


2. Rambo – Programado para Matar (1982)

As pessoas podem não acreditar, mas o primeiro filme da série ‘Rambo’ é um filme sério, neles vemos um desolado veterano da Guerra do Vietnã que não se sente mais capaz de se enquadrar na sociedade, John Rambo vê todos os seus amigos de combate batendo as botas e fica sozinho no mundo, aí então a prepotência de um policial de uma cidadezinha na casa do c****** desperta novamente a máquina de matar adormecida dentro de Rambo. Nesse filme vemos um Stallone um pouco mais dramático, mas ainda assim com sangue no zóio. Aí veio Hollywood, os ideias do Reagan, a faxinha vermelha, Rambo II, Rambo III, Rambo IV…


3. Duro de Matar (1988)

De todos os protagonistas, sem dúvida alguma, John McClane é o mais carismático: ele xinga, faz piadinha fora de hora (muitas das quais não tem graça), veste um defunto de Papai Noel e por aí vai. Duro de Matar é realmente incrível porque, além de muito bem feito, tem momentos em que nem mesmo o filme leva o gênero de ação a sério, e ah, fãs de Harry Potter vão adorar saber que o vilão é o Snape (falo mesmo, chorem ateus).


4. Máquina Mortífera (1987)

Antes de Mel Gibson se tornar um velho barbudo que irrita judeus e cristãos, ele era um nome muito forte no gênero de ação, e isso começou graças a ‘Mad Max’ e se consolidou graças a ‘Máquina Mortífera’. Parceiro de Danny Glover na série, ele interpreta um policial meio (totalmente) lunático que tem uma paixão imensa por disparos frenéticos e Marlboro vermelho.


5. O Exterminador do Futuro (1984)

Pronto, chegamos nele, o Pelé dos filmes de ação, o Michael Jordan da destruição, o Elvis Presley da explosão, o Charles Chaplin da sanguinolência, o Muhammad Ali do caos: Arnold Schwarzenegger. Bom, aqui ele interpreta um robô enviado do futuro que tem como objetivo matar a mãe de um cara, sendo que ele ainda não nasceu, para evitar que ele nasça, pois no futuro ele vai ser um grande inimigo das máquinas assassinas criadas por uma empresa chamada Skynet. Confuso? Um pouco, mas temos Arnold matando tudo o que vê pela frente.

http://www.youtube.com/watch?v=lHz95RYUbik


6. Stallone Cobra (1986)

Até hoje não entendi de quem foi a ideia de colocar o nome do ator principal na versão brasileira do título desse filme, mas enfim, isso é o de menos, porque aqui temos um policial implacável que entra em rota de colisão com uma gangue de lunáticos munidos de armas e machados que querem “purificar a sociedade”. Aqui, temos Stallone, sendo Stallone, no melhor estilo Stallone. Sem falar que esse filme também criou um punhado de frases sensacionais que marcaram época (a da doença e da cura, a do cocô e etc.).


7. Robocop (1987)

Esse realmente representa o que eram os anos 80, se existisse um carimbo que representasse datas, esse carimbo seria Alex Murphy já transformado em máquina. A ideia a princípio parece muito doida, e é, mas funciona muito bem. Também, como não funcionar, um robô policial abate bandidos de forma lendária ao som de uma música tema mais lendária ainda.


8. Comando Para Matar (1985)

Outra vez o Arnold, agora salvando sua filha das garras de um perigoso grupo de mercenários, esse foi o primeiro filme do grande “tesouro nacional importado da Austria” que é Schwarzenegger, representando o papel de bom homem que luta pelos valores da família, pela democracia e pelo bem estar social (com muita morte, óbvio).


9. Chuva Negra (1989)

Quem diria que o ex-galã e atual ator viciado em sexo, Michael Douglas, fosse um dos brucutus do cinema de ação dos anos 80. Pois bem, ele foi e exerceu o papel muito bem, em ‘Chuva Negra’, onde escolta um membro da Yakuza para ser preso no Japão, o cara escapa e ele persegue o cara pelo país. Não parece legal? Se você falou não, você é um mané, porque parece sim.


10. Predador (1987)

Uma floresta sombria da América do Sul, um alienígena assassino colecionador de cabeças portando uma tecnologia sobrenatural, mercenários e claro, Arnold. Pronto, já é suficiente para se tornar indispensável.

http://www.youtube.com/watch?v=f4YKFAjPj9o


por José Rubens


Sobre a Strip Me:

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Soundtrack: 11 trilhas sonoras sensacionais

Soundtrack:  11 trilhas sonoras  sensacionais

Não é regra, mas deveria ser: se o filme é bom, a trilha sonora é genial. É por essa razão que alguns filmes contêm trilhas sonoras tão boas que acabamos por associar, eternamente, as músicas que tocam no filme com as cenas e os personagens; e aí, o “estrago” está feito.

Alguns diretores também atacam tão bem de DJ na escolha das músicas, que suas trilhas sonoras acabam por se tornar referência, como é o caso de Scorsese e, claro, Tarantino. Esse último, aliás, já revelou em entrevistas que ao escrever o roteiro de seus filmes, o primeiro passo é selecionar a trilha sonora, que dará vida e clima aos personagens.

Então, nessa pegada toda de filmes e trilhas, garimpamos o youtube e selecionamos 11 Soundtracks originais de ótimos filmes que valem a pena ser escutadas. Dá o play e divirta-se!

1. I am sam

http://www.youtube.com/watch?v=Y3uLCTfle24


2. Django Unchained

http://www.youtube.com/watch?v=uyx3T3neIDY


3. Pulp Fiction


4. Trainspotting

http://www.youtube.com/watch?v=SapClGprE2A


5. The Wolf of Wall Street (O lobo de Wall Street)


6. School Of Rock (Escola de Rock)


7. Scarface


8. Fight Club (Clube da Luta)


9. Reservoir Dogs (Cães de Aluguel)


10. Juno


11. Into the Wild (Na Natureza Selvagem)


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10 filmes imperdíveis com temática musical

10 filmes imperdíveis com temática musical

A música no cinema pode ir muito além da trilha sonora, deixando de ser coadjuvante para se tornar o principal elemento no desenvolvimento da história. E quando essa história cai nas mãos de diretores geniais e atores inspirados, o resultado é quase sempre inesquecível. Pensando nisso, preparamos uma lista de filmes onde a música é protagonista. Aperte o play e confira!

• Sid & Nancy: Love Kills

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Sex Pistols, Sid Vicious e Nancy Spungen. Essa mistura explosiva de elementos foi retratada no filme “Sid & Nancy”, de 1986. Sexo, drogas, maluquices, violência e muito punk rock permeiam toda a história. Baseado em fatos reais, o filme faz um belo retrato do nascimento do punk rock na Inglaterra no fim dos anos 70, e é obrigatório para todos os fãs de rock and roll, punk rock e, principalmente, de Sex Pistols.


• Almost Famous (Quase Famosos)

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Possivelmente um dos melhores filmes com temática rock and roll já feitos, “Quase Famosos” é um retrato fiel do cenário rock americano dos anos 70. Dirigido por Cameron Crowe, o filme retrata o ponto de vista de um garoto de 15 anos que é contratado pela prestigiada revista Rolling Stone para acompanhar a primeira turnê da banda Stillwater. Detalhe: o próprio diretor Cameron Crowe, aos 15 anos, também trabalhou para a Rolling Stone, acompanhando excursões de bandas como Led Zeppelin.

https://www.youtube.com/watch?v=lEnYVwctef0


• Ray

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Poucos astros da música tiveram um talento tão extraordinário e uma carreira tão incrível quanto Ray Charles. Estrelado por Jamie Foxx, o filme “Ray” percorre a história de vida de Ray Charles desde sua infância pobre em uma pequena cidade no estado da Georgia até sua ascensão no mundo da música. Riquíssimo em detalhes da vida do músico, o filme deu a Jamie Foxx o Oscar de melhor ator em 2005, por sua atuação impecável. Filme inquestionável e inesquecível!


• The Runaways (Garotas do Rock)

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Estrelado por Dakota Fanning e Kristen Stewart, The Runaways é uma adaptação do livro “Neon Angel: A Memoir of a Runaway”, escrito pela vocalista original da banda, Cherie Currie. O início da banda, as dificuldades e a relação conturbada entre as duas estrelas, Joan Jett e Currie, são retratadas. Não se trata de uma megaprodução, nem mesmo de um filme de encher os olhos, mas, para os fãs de rock and roll, The Runaways é uma bela diversão.


• Pink Floyd – The Wall

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Baseado no clássico álbum “The Wall”, do Pink Floyd, o filme foi escrito pelo próprio mandachuva da banda, o baixista Roger Waters. Poucos diálogos, cenas memoráveis, surrealismo, ótimas animações e uma bela atuação de Bob Geldof são alguns dos ingredientes do filme que, em alguns momentos, parece um videoclipe sem fim. O destaque vai para a trilha sonora, o próprio álbum “The Wall”.


• Walk the Line (Johnny and June)

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A incrível e conturbada história de vida de Johnny Cash, desde sua infância numa vila rural até o sucesso na música ao lado de nomes como Elvis Presley e Jerry Lee Lewis, é retratada nesse filme sensacional, de 2005, dirigido por James Mangold. O estilo de vida rebelde e errático de Johnny Cash ganha vida na atuação impecável de Joaquin Phoenix. Destaque também para a ótima atuação de Reese Witherspoon no papel de June Carter. Tanto para fãs de cinema como para fãs de música, Johnny and June é um filme imperdível.

https://www.youtube.com/watch?v=PYy0sfFwm4E


• Cadillac Records

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Chicago, final década de 1940. O rico cenário musical da cidade é retratado nessa bela biografia musical que acompanha as tentativas de Leonard Chess, dono da gravadora Chess Records, em encontrar e gravar talentos baseados no blues. Muddy Waters, Chuck Berry, Little Walter e Etta James são algumas das estrelas que passaram pela gravadora e são retratados no filme. Cadillac Records é um belo e romântico recorte da rica música negra americana. Destaque para as atuações de Adrien Brody e Beyoncé.


• A Hard Day’s Night (Os Reis do iê iê iê)

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Primeiro filme realizado pelos Beatles, “A Hard Day’s Night” é um deleite para todos beatlemaníacos. O filme se passa em 1964, auge da beatlemania, e retrata os próprios Fab Four lidando com a histeria coletiva de milhares de fãs. Em poucas palavras, “A Hard Day’s Night” é simples, divertido e obrigatório.

https://www.youtube.com/watch?v=wiW003U4iA8


• I’m Not There (Não estou lá)

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Ícone musical, poeta, transgressor, profeta, porta-voz de uma geração… Muitos são os adjetivos possíveis para qualificar Bob Dylan, ao passo em que muitas também foram as fases distintas vividas pelo músico. Nesse filme de 2007, seis atores interpretam diferentes fases da vida de Dylan. Original e criativo, o filme se destaca também pelo belo elenco, que conta com nomes como Christian Bale, Cate Blanchett, Heath Ledger, Richard Gere, dentre outros.


• High Fidelity (Alta fidelidade)

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Baseado no best-seller homônimo de Nick Hornby, “Alta Fidelidade” retrata a vida de Rob Gordon, um dono de uma loja de discos de vinil à beira da falência e suas investidas fracassadas no amor. Enciclopédia pop ambulante, Alta Fidelidade se tornou um filme cult obrigatório para fãs de música em todo o mundo.

 


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Cinema europeu em recorte: por Gustavo Castello Branco

Cinema europeu em recorte: por Gustavo Castello Branco

A convite do pessoal da Strip Me, arrisco hoje alguns palpites sobre o tema cinema. Para fazer um recorte com o qual me sinta mais tranquilo para comentar, propus um foco sobre o cinema europeu e alguns de seus grandes protagonistas. Afinal, não há como falar em Sétima Arte sem prestar tributo a seus primeiros entusiastas.

O cinema como parte das expressões humanas, na forma como o conhecemos hoje, tem raízes nos primeiros anos do século 20, nas idéias ficcionais do francês George Meilés em sua obra A Viagem à Lua, de 1902.

A partir daí começamos a ver essa arte ganhar corpo e o mundo, levando pessoas a novos lugares – mesmo que sem sair do lugar – e as colocando frente a novas questões, tanto na esfera social quanto no âmbito do indivíduo e suas questões existenciais.

E é nesse último ponto que quero me ater: indicar algumas obras com berço no Velho Continente que marcaram pela forma como expõem a relação do homem com suas questões internas e de que forma o resultado disso o condiciona na sua relação com os demais indivíduos.

Desnecessário dizer – como ficará fácil de ser observado – que meio as grandes guerras mundiais, a temática seja recorrente e fonte de inspiração para abordar boa parte das questões citadas no parágrafo anterior.

Segue ai mais uma lista de ‘10 indicações que valem a pena…’.

O Encouraçado Potemkin (1925)

Direção: Sergei Eisenstein

Apesar de se tratar de um filme pago pelo governo de Stalin para dar apoio ao regime comunista, a dramaticidade que Eisenstein imprime ao retratar a rebelião de um navio de marinheiros russos, em 1905, contra o czarismo de Nicolau II, é realmente marcante.

Mesmo mudo, o filme impressiona pela capacidade com que transmite em forma de arte a insatisfação de um povo com um governo centralizador e restritivo, alheio ao sofrimento coletivo.

Para muitos a grande obra prima do cinema, O Encouraçado Potemkin já mostrava, logo no início do século 20, o potencial da Sétima Arte.

O Encouraçado Potemkin

Metrópolis (1927)

Direção: Fritz Lang

Talvez o grande nome do movimento que ficou conhecido como Expressionismo Alemão, Fritz Lang – que na verdade era austríaco – mostra em uma visão futurista para a época a evolução das lutas de classe no então longínquo ano de 2026.

Enquanto a classe dominante residia no ‘Jardim dos Prazeres’, na superfície, os trabalhadores se amontoavam no subsolo da cidade, sem condições mínimas e escravizados.

O filme também dá conta da intenção capitalista de substituir homens por máquinas nas produções e a capacidade de robôs adquirirem características humanas.

Trata-se da típica abordagem do Expressionismo Alemão, retratando em formas sombrias e pessimistas o cenário desolador na Europa após a Primeira Guerra Mundial.

Metropolis

 Um Cão Andaluz (1929)

Direção: Luis Buñuel

Uma mistura de realidade e sonho com uma larga dose de surrealismo. É o que se poderia esperar do filme que apresentou ao mundo o espanhol Luis Buñuel, neste curta em uma parceria memorável na criação da história com ninguém menos que Salvador Dali.

Trata-se de uma daquelas obras que valem mais pela estrutura inovadora e seu caráter artístico do que por qualquer lição que se possa tirar da história. Mesmo porque o filme tem rupturas tão recorrentes de continuidade que dão um ar de ‘cada um entenda como quiser’.

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Ladrões de Bicicleta (1948)

Direção: Vittorio de Sica

Também em um contexto pós-guerra – Segunda Guerra Mundial –, o italiano Vittorio de Sica retrata em Ladrões de Bicicleta a devastação social e econômica a qual grande parte da Europa foi submetida após o fim dos conflitos (ao menos os físicos).

Um pai de família, por anos desempregado, consegue trabalho como colador de cartazes. Contudo, tem sua bicicleta roubada – requisito para ficar com o emprego – e se vê não apenas em uma luta pessoal pela recuperação do bem que lhe permite o sustento, mas também contra o desespero de voltar a levar a vida que tinha.

Mais um filme da primeira metade do século 20 que retrata de forma muito direta as relações entre o capital e o proletariado, e precariedade da situação gerada por essa disputa desigual.

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O Sétimo Selo (1957)

Direção: Ingmar Bergman

De forma teatral, o sueco Ingmar Bergman mostra em O Sétimo Selo o mundo do século 14 destruído pela peste, onde pessoas descrentes duelam em uma batalha perdida contra a morte.

Ao retornar à sua vila após longas cruzadas, um cavaleiro se depara com a situação de caos instalada pela doença e fica frente a frente com a morte, que veio para lhe buscar. Começa então um desafio metafórico – definitivamente um dos grandes momentos do cinema – entre os dois a ser resolvido sobre o tabuleiro de xadrez.

Uma trama complexa e existencialista que para alguns faz uma alusão clara ao temor nuclear que se instalou após o fim da Segunda Guerra Mundial.

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Os Incompreendidos (1958)

Direção: François Truffaut

Tida como a obra que mostrou ao mundo o movimento Nouvelle Vaugue – um chamado ao cinema mais barato e intimista –, Os Incompreendidos mostra um pouco da história do próprio Truffaut, na figura de um jovem parisiense com problemas familiares e que não se ajustava a autoridade escolar.

Desacreditado, acaba cometendo pequenos crimes para sobreviver e vai para um reformatório. Os problemas de um adolescente meio a um mundo em reconstrução deram o tom a uma das maiores obras já produzidas pelo cinema francês.

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Acossado (1960)

Direção: Jean-Luc Godard

Também parte do movimento de renovação cinematográfico francês, Godard dá mais um passo no Nouvelle Vaugue com Acossado, tratando um pouco sobre a invasão da cultura americana na Europa pós-guerra.

Com uma linguagem cinematográfica bastante diferente do que se costumava usar na época, ele mistura tendências e revela em arte um pouco do resultado gerado a partir desse encontro mais próximo entre as culturas.

Tudo isso tendo como escopo central os diálogos entre um casal (um francês e uma estudante norte-americana residente em Paris) que vê sua relação se estreitar meio a um plano de fuga para a Itália, após se envolverem no assassinato de um policial.

Acossado 

8 e meio (1963) 

Direção: Federico Fellini

8 e meio foi a saída genial que Federico Fellini encontrou para sua momentânea falta de inspiração. Parece contraditório que um lapso de ausência de criatividade tenha rendido ao mundo uma das películas mais consagradas da história do cinema, mas foi exatamente assim que aconteceu.

O diretor italiano tinha um elenco, os recursos necessários, mas lhe faltava um roteiro. Então ele projetou seu alter ego no protagonista do filme, interpretado por Marcello Mastroianni, um diretor de cinema pressionado pela imprensa e pelos produtores a concluir um filme que ainda não existe.

De forma interativa, a impressão que se tem é que a película vai se criando ao desenrolar da obra meio a sonhos, delírios e um pouco de mundo real.

8 e meio

Solaris (1972)

Direção: Andrei Tarkovsky

Como boa parte da produção de Tarkovsky, Solaris mistura em sua receita filosofia e ficção científica. Adaptado de uma obra de mesmo nome, o filme se passa em uma estação que orbita o planeta Solaris.

Em cenas longas, com poucos diálogos e muita densidade, Tarkovsky explora a degradação do homem em um mundo em decomposição, minado pelo capital e ao mesmo tempo cético sobre a validade das respostas científicas.

Tudo isso protagonizado por tripulantes que parecem perder a lucidez meio as recorrentes aparições de figuras de seus passados no ambiente da estação espacial. Uma trama extremamente complexa que faz valer a fama do diretor soviético.

Solaris

Saló ou Os 120 dias de Sodoma (1974)

Direção: Pier Paolo Pasolini

Extremamente engajado com as causas dos movimentos sociais, tendo inclusive participado do Partido Comunista na Itália, não é de se espantar que as obras de Pasolini tenham um grande peso ativista.

Em Os 120 dias de Sodoma o diretor italiano faz uma adaptação da obra do Marques de Sade em que retrata os dias derradeiros e violentos do decadente modelo Fascista – a serviço das vontades da Alemanha nazista – após o final da Segunda Guerra Mundial.

Em cenas fortes, Pasolini retrata um pouco do lado perverso do ser humano. Sexo, humilhação e torturas dão o tom do conturbado e chocante enredo que se passa em uma mansão no norte da Itália.

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Então é isso. Dicas pertinentes para você que curte cinema. Vale ressaltar que ação não é o grande apelo dos filmes listados. Então o ideal é estar bem disposto para assistir e não correr o risco de ir para o ‘mundo dos sonhos’ nos primeiros 15 minutos.

por Gustavo Castello Branco

 


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DIRECTOR’S CUT: resenhas por Paulo Argollo

DIRECTOR’S CUT: resenhas por Paulo Argollo

Os grandes diretores do cinema mundial merecem nosso respeito e admiração. Com a camiseta Director’s Cut Strip Me você carrega no peito a história do cinema e pode aproveitar para azarar umas gatinhas. Já pensou? A garota chega e fala: “Ainnn, eu adoro os filmes do Tarantino!”. É a sua chance de puxar um papo! Você pode perguntar quais os três filmes dele que ela mais gosta, e daí, começar aquele papo certeiro!

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Mas o quê? Você não conhece a obra desses monstros sagrados?

Tudo bem, calma, rapaz. A gente dá um jeito.

  • DAVID LYNCH

Veludo Azul (Blue Velvet – 1986)

Um jovem encontra uma orelha humana, acredita tratar-se de um crime, começa a investigar e depara-se com um gângster maluco.

Drogas, sadomasoquismo e música dark/gótica/deprê completam a receita.

Precisa de mais? Filmaço!

1.BLUE VELVET

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Twin Peaks (série de TV – 1990-1991)

Não é um filme, eu sei. Mas trata-se de uma série única. Uma garota é encontrada morta e um agente do FBI chega à pequena cidade para investigar o crime.

É uma série genial! Lynch está livre, leve e solto! Mistério, erotismo, violência, humor negro, bizarrice…está tudo lá! Especialmente, a primeira temporada é irretocável.

2.twin

Império dos Sonhos (Inland Empire – 2006)

Uma garota que sonha em ser atriz numa Hollywood colorida e decadente desenvolve múltiplas personalidades, confundindo-se entre as personagens que interpreta.

Uma obra de arte! Fotografia lindíssima e extravagante, ótimos diálogos e toda aquela loucura gostosa do velho Lynch!

3.inland empire

  • BRIAN DE PALMA

Carrie, a Estranha (Carrie – 1976)

Adaptação do clássico livro de Stephen King, Carrie é uma garota com poderes paranormais. Tímida e retraída, é alvo de chacotas (para os mais novinhos: chacota = bulliyng) em todo o colégio. Mas chegou a hora dela revidar.

O cartaz de lançamento do filme vinha com a frase:

“Se você gosta de terror…convide Carrie para o baile.”

Clássico!

4. Carrie

Scarface (1983)

Um porto-riquenho residente em Miami quer ganhar a vida a qualquer custo.

Um dos filmes mais violentos e impactantes da história do cinema! Al Pacino dá um show de interpretação. Drogas e violência amarram com primor o roteiro de Oliver Stone (sim, ele mesmo!).

“Say hello to my little friend!”

5. scarface

Os Intocáveis (The Untouchables – 1987)

No auge da Lei Seca, Al Capone comanda a venda ilegal de bebida alcoólica nos Estados Unidos. Um agente federal, um policial e um contador armam uma ofensiva para prender o gângster mais famoso da história.

Um verdadeiro clássico! Atuações incríveis com destaque para Robert DeNiro como Al Capone.

Se você já viu uma cena de tiroteio em câmera lenta onde um carrinho de bebê rola escada abaixo, agradeça a Brian de Palma.

6. intocaveis

  • STANLEY KUBRICK

2001 – Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Odyssey – 1968)

Um objeto estranho é encontrado na superfície da Lua e um robô é enviado para desvendar o caso.

O grau de pioneirismo deste filme é absurdo! O homem sequer havia pisado na Lua e Kubrick já falava de viagens espaciais tripuladas, inteligência artificial e questões amplas sobre a existência humana.

Gênio!

7. Space Odyssey

Laranja Mecânica (A Clockwork Orange – 1971)

Num futuro distópico, um jovem delinquente é preso e vira cobaia de experimentos psíquicos numa tentativa exagerada de conter a violência.

Se na literatura, 1984 de George Orwell é tido como marco da ficção de um futuro distópico, Kubrick elevou Laranja Mecânica à obra de arte nesta adaptação irretocável, que contou ainda com a atuação inspiradíssima de Malcolm McDowell.

8. clockwork

Nascido Para Matar (Full Metal Jacket – 1987) 

Uma visão clara sobre a desconstrução de personalidade sofrida pelos recrutas que iam para o Vietnã e os horrores da guerra.

Um dos filmes mais icônicos sobre a guerra do Vietnã. Contundente e emocionante.

Ainda não apareceu até hoje na história do cinema um sargento tão casca-grossa como o Sgt. Hartman deste filme.

9. full-metal-jacket

  • FRANCIS FORD COPPOLA

O Poderoso Chefão (The Godfather – 1972)

Perto do estourar uma guerra entre as famílias da máfia italiana nos Estados Unidos, Michael Corleone é levado a assumir o papel de seu pai como chefe dos negócios.

Marlon Brando está um absurdo, Al Pacino impressionante, Robert Duvall, Diane Keaton, James Caan…são tantas atuações brilhantes! O roteiro de Mario Puzo é fantástico e a direção de Coppola é irretocável.

Ou seja, tudo o que você já sabe, já leu em tudo quanto é lugar e tem plena noção que é tudo a mais pura verdade.

10. godfather

Apocalypse Now (1979)

Um jovem capitão do exército é enviado ao Vietnã para matar um oficial desertor que se considera uma divindade para uma tribo perdida no meio do Camboja.

Nenhum filme sobre o Vietnã é mais impactante e contundente que este. Poucos filmes de guerra conseguem ser tão densos e claustrofóbicos. Mesmo sem tantas cenas de batalhas, é um filme violentíssimo.

Um filme indispensável que nos ensinou que tem gente que adora o cheiro de napalm pela manhã.

11. apocalypse now

Drácula de Bram Stoker (Dracula – 1992)

Filme adaptado do clássico livro de Bram Stoker sobre o mais famoso dos vampiros.

Fora as ótimas atuações de Gary Oldman, Winona Ryder e Anthony Hopkins, este filme é tão bom, mas tão bom que até o canastrão do Tom Waits está convincente. Um filme obscuro, Coppola foi buscar nos clássicos do expressionismo alemão inspiração para uma fotografia tão pesada e direção certeira.

Para quem acha que vampiro brilha no sol e chora ouvindo Paramore, fica a dica.

12. dracula

  • MARTIN SCORSESE

Taxi Driver (1976)

A guerra do Vietnã gerou mais que bons filmes de guerra no meio da selva. Taxi Driver é o filme mais impactante sobre um veterano da guerra que volta pra casa confuso, pois só sabe matar pessoas e não consegue viver em sociedade.

Robert DeNiro se mostra um ator descomunal neste filme denso e opressor.

Com Taxi Driver aprendemos que levar uma garota para um cinema pornô no centro da cidade não é uma boa ideia no primeiro encontro. Vlw flws!

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A última Tentação de Cristo (The Last Temptation of Christ – 1988)

Um filme corajoso retrata a vida de Jesus e seus últimos dias até sua crucificação.

Scorsese se enche de ousadia para mexer num vespeiro que é a religião. Com a ótima atuação de William Dafoe (possivelmente um dos atores mais feios de Hollywood) o filme apresenta um Jesus mais humano e inconstante, colocando em questão vários dogmas do cristianismo.

Um excelente filme para ser assistido com a mente aberta.

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Os Bons Companheiros (Goodfellas – 1990)

Possivelmente, este seja o filme mais didático sobre como funcionava a máfia italiana na metade do século XX, antes do tráfico de drogas aparecer. O filme conta a história de um rapaz ambicioso que escolhe a vida do crime para prosperar, aliando-se à máfia.

Além de dirigir o filme com maestria, pontuando cada época com uma trilha sonora matadora e muita violência, Scorsese merece aplausos por fazer um ator medíocre como Ray Liotta atuar muito bem.

Filme obrigatório!

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  • QUENTIN TARANTINO

Cães de Aluguel (Reservoir Dogs – 1992)

Um gângster convoca um grupo de bandidos para um simples assalto a uma joalheria. Mas o trabalho não sai como o esperado.

Com certeza, este é um dos filmes mais geniais da história devido à sua simplicidade. O filme se passa praticamente o tempo todo num barracão e não é nem um pouco cansativo. Pelo contrário é instigante! Ninguém escreve diálogos como Tarantino! Ninguém é tão sádico como Michael Madsen, ninguém é tão casca-grossa como Harvey Keitel e ninguém morre tão bem como Tim Roth!

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Pulp Fiction: Tempo de Violência (Pulp Fiction – 1994)

Refinando sua arte em escrever diálogos antológicos, Tarantino concebeu este clássico. Um filme que tem cara de filme independente europeu, mas é muito mais divertido e tem uma produção hollywoodiana e não é forçado. Aqui várias histórias se cruzam com um elenco de peso, muito sangue e humor negro.

Para informações relevantes tal qual como é chamado o quarteirão com queijo no McDonalds da França, como aplicar uma injeção de adrenalina ou se o Marcellus Wallace parece uma vadia, assista essa beleza de filme e divirta-se.

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Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds – 2009)

Enquanto um grupo de judeus norte-americanos é enviado à Europa para trucidar nazistas, uma jovem parisiense tem a chance de praticar um atentado à grande cúpula alemã.

São tantos e tantos filmes sobre a Segunda Guerra Mundial, e todos mostram o sofrimento dos pobres judeus, que Tarantino colocou os livros de história de lado e a reescreveu à sua maneira. Ver judeus escalpelando nazistas e um Hitler mimado e ridículo é impagável! Isso sem falar nas atuações incríveis de Brad Pitt e Christoph Waltz.

Um verdadeiro filmaço!

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por Paulo Argollo

 


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